História Caindo na real - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camila Cabello, Camila G!p, Camren, Camren G!p, Fifth Harmony, Lauren Jauregui
Exibições 1.388
Palavras 1.064
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey pessoinhas!
Qualquer erro...
Boa leitura!

Capítulo 18 - Seu bem


Ela parecia mais espantada que eu.

- Coloca isso fora, Lo.

- O que isso está fazendo na sua mochila?

- Eu não sei, mas você precisa tirar isso de perto de mim, Lo. Agora! – Ela exclamou e eu caminhei até a pia desejando o conteúdo por ela. Liguei a torneira e esperei o conteúdo ir ralo abaixo. 

- Como você não sabe? – Eu disse chorando e escorando minha testa na mão apoiada na pia.

- Juro para você, Lauren. Não sei como isso foi parar aí. – Ela estava escorada na pia ao meu lado. – Não chora, Lauren... Droga! Eu me sinto um lixo por fazer isso com você... Vai ser sempre assim, vou ficar te fazendo de babá o resto da vida. 

- Não fale bobagens. Eu só quero saber como isso foi para na sua mochila. 

- Eu não sei, Lauren... Eu não vou procurar por isso... Você viu no sábado, quando estou com vontade eu te falo, nem fumei cigarro, acha mesmo que eu compraria a branca?

- Não use gírias, Camila. Ligue para Jo agora, vai conversar com ela sobre isso. – Ela assentiu e saiu da cozinha. 

Fiquei quase tonta de tanto pensa, mas Camila é muito transparente e costumamos saber quando uma mente para outra...Keaton.

O nome da discórdia vibrou na minha mente... Corri para o quarto e Camila estava de cueca e falando ao celular.

- Mas eu não comprei... Eu não sei... Jo... Eu não ia ser idiota a esse ponto... Está bem... – Camila alisou as têmporas, sentei atrás dela e massageei os ombros dela. Ela gemeu e relaxou sua postura. – Tudo bem, Jo, mas eu juro por Deus que não sei como aquele pacote foi parar ali... – Ela ficou escutando e se atirou contra meu corpo, fiquei acariciando o couro cabeludo dela e a outra mão repousei no abdômen dela. Ela me olhava de forma estranha. – Sim, Jo. Obrigada. – Ela desligou e atirou o celular na cama. – Porque está me afagando?

- Não posso?

- Não está irritada?

- Só me assustei, amor. Me conta direitinho o que anda acontecendo no seu trabalho. – A vi tencionar novamente.

- Não acontece nada. 

- Vai mentir pra mim? – Ela me encarou por um tempo. 

- Não precisamos falar sobre isso.

-Keaton ficou perto da sua mochila? – Ela arqueou uma sobrancelha... Depois arregalou os olhos.

- Filho da puta. 

- Amanhã você vai sair daquela firma, com Normani ou sem. 

- Mas Lauren...

- Não, Camila. Ela é uma boa amiga, mas não entende a gravidade da situação... Esse monstro quer destruir você, ele é toxico e você não vai ficar no mesmo ambiente que uma pessoa assim.

- Lauren...

- Isso é o certo, Camz. Faz isso, por favor! - Eu disse quase implorando e ela assentiu. 

- Você é incrível, Lauren. Você não duvidou mesmo de mim?

- Você não mentiria pra mim, Camila. Eu só fiquei em choque, mas quando respirei, pensei melhor.  

- Não mentiria mesmo, Lauren. Mas vou precisar tomar o meu calmante hoje. – Ela disse e então reparei na tremedeira nas mãos dela. 

- Vai terminar seu banho, vou arrumar tudo para você e pedir o jantar para nós. – Ela assentiu e foi para o banheiro. – O toma gelado, amor. 

- Tá. – Ela gritou e logo tirou a cueca, entrando no Box. 

Água gelada acalma nervosismo, arrumei o calmante e um copo de água, deixando perto da cama. 

- Amor... Que tal sairmos para jantar? Já pedimos ontem. – Ela gritou e eu larguei o telefone no gancho novamente. 

- Perfeito. – Eu disse e vi o laptop do chão e torcendo para não ter quebrado nada. Coloquei a carregar e ele me pareceu normal. Ela chegou, sentou ao meu lado, estava de saia e cropped. – Que cheirosa... – Eu disse me inclinando e selando nossos lábios... Deslizei meu nariz pelo pescoço dela, ela tinha um perfume ótimo... Que por motivos desconhecidos, não afetava minha alergia. 

- Obrigada, Lauren. Nossa... Pensei que teria de fazer os testes...

- Não agradeça, Camz. Nunca duvidaria de você a esse ponto. 

- Você não existe. – Ela me abraçou e ficou um tempo assim. Depois o Felpudo pulou entre nós e perdi a atenção dela. Fui me vestir para sairmos.

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Quando voltei meu laptop estava em pedaços por cima da mesa. 

- Lo... Eu tentei arrumar, mas agora você vai ter que comprar outro mesmo. – Eu gargalhei com a carinha de culpa que ela estava.

- Tudo bem, amor. Agora vamos logo. 

Ela assentiu e deixou as coisas ali. Arrumou a ração para o Felpudo e logo estávamos na picape dela. 

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POV Camila

Eu estava dirigindo até o escritório, Lauren estava ao meu lado, alisando minha coxa e minha nuca. Ela queria me relaxar e eu estava precisando mesmo. 

- Acho melhor avisar Mani primeiro...

- Não, amor. Sei que somos amigas, mas não precisamos depender tanto uma das outras. 

-- Você está certa. Eu já a avisei do meu desconforto. – Ela assentiu. 

Fiquei um tempo respirando antes de sair do carro.

- Eu ralei muito para conseguir um emprego aqui, lembra?

- Claro que lembro, mas ralou muito mais quando conseguiu e por isso, acho que vai ser muito bem vinda em qualquer outro lugar...

- Mas essa é a melhor...

- Você que faz dela a melhor, amor. Você não pode ficar perto de alguém que queira tanto o seu mal assim. Eu não posso permitir isso, pode parecer cruel, mas estou pensando no seu bem. – Peguei a mão dela e beijei. 

- Eu sei, amor. Você está certa novamente. – Eu sorri e ela retribuiu. 

- Precisamos de uma viagem. Relaxar um pouco longe de tudo e de todos.

- Mas e o Felpudo? – Eu disse brincando e ela bateu no meu braço. – Precisamos ir passar em algum lugar do Canadá. Podemos acampar em uma barraca no meio da mata e nossa vista seria aquelas montanhas com os cumes cobertos de neve. – Eu me emocionei com isso e ela me abraçou. 

- Será perfeito. Precisamos disso. – Ela selou nossos lábios e limpou minhas lagrimas. – Vamos fazer isso. 

Ela levou a mão até minha nuca e iniciou um beijo. A puxei para bem perto e ficamos nos beijando, até ela se afastar.

- Vai lá, amor. Se demita e vamos para bem longe daqui. – Eu assenti e a puxei para um selinho antes de descer da picape. 



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