História Caindo na real - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camila Cabello, Camila G!p, Camren, Camren G!p, Fifth Harmony, Lauren Jauregui
Exibições 1.154
Palavras 1.075
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey pessoinhas!
Qualquer erro...
Boa leitura!

Capítulo 20 - Amizade


Quando cheguei ao meu apartamento, após deixar Lauren no trabalho, comecei a organizar minhas coisas no meu escritório. Não sei se coincidência, mas a maioria dos clientes que eu dava assistência pela firma, resolveu me ligar hoje, eles ficaram indignados quando eu pedia para eles ligarem direto para a secretária, pois eu estava me desligando definitivamente de lá. 

Quando o nome William piscou no meu visor, logo alisei minhas têmporas... Não seria uma ligação fácil. 

- Alô. 

- Minha grande mulher... Como você está?

- Estou melhorando um pouco a cada dia. 

- É assim que você vai longe. 

- E você? Como está?

- Não muito bem, Camila. Meu filho acabou de me informar sobre sua demissão. Gostaria muito de saber o porquê e como vamos arrumar as coisas para você voltar? Aumento? Promoção? Fale-me qualquer coisa e eu providencio para você. 

- Eu preciso de paz, William. Eu não sou mais a mesma, não posso me incomodar e eu estou sendo muito perturbada lá. Keaton e eu nunca nos acertamos, nunca vamos nos acertar e conviver no mesmo ambiente é impossível. 

- Estou dando uma chance a ele, Camila. Wesley não quis e está perdido no mundo agora, mas Keaton aceitou e preciso apoiá-lo agora.

- Não estou dizendo para não apoiá-lo. Eu pedi demissão, não quero nada, eu só preciso me afastar daquele lugar. 

- Eu preciso de você lá, Camila. Como aquilo vai funcionar se você não estiver organizando lá?

- Desculpe mesmo, sei que devo muito a você, mas não vou voltar. Essa decisão foi muito bem pensada e não pretendo voltar atrás, não quero ficar entre você e sua família. 

- Camila... Se mudar de ideia, não importa a hora, o dia, não importa nada, só volte e nem precisa falar nada. Seu cargo estará te esperando. 

- Obrigada, William.

- Eu que tenho a agradecer, a maioria dos nossos clientes vieram de você e da sua competência.  Pense bem e volte logo para nós. Se achar conveniente, podemos dividir a presidência entre você e Keaton. 

- Não, William. Eu não estou interessada... Keaton e eu realmente não nos entendemos. Seria o fim da empresa se tivéssemos que conviver diretamente. 

- Pense antes de responder, Camila. Vou te ligar em dois dias para ver se está com o mesmo pensamento. Camila, eu me condenei muito aqui antes de te ligar, eu queria mesmo era tirar Keaton de lá, mas ele aceitou tentar e eu não posso desmotivá-lo.

- Ok... Eu nem quero ficar entre uma família. Estou bem e vou ficar bem. – Eu disse, mas sabia que não mudaria de ideia. – Obrigada por tudo.

- Não se despeça. Eu sei que você vai ficar ótima, mas minha empresa não vai. Preciso que você volte. – Eu me esforcei pra não chorar...

- Adeus, William. 

- Até logo, Camila. – Encerrei a chamada e joguei o celular ao meu lado. Peguei Felpudo no colo e me deitei abraçada com ele. 

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Acordei e Felpudo me encarava. Ele devia estar com fome, então fui arrumar a ração dele e limpar a caixinha dele. Olhei para meu apartamento e achei que uma faxina me distrairia. 

Eu nem terminei de varrer a casa e Mani entrou ali como um furacão. 

- Ah Mani! Esqueci-me de te avisar. – Eu disse sentindo o peso da culpa por ter esquecido alguém fundamental. 

- Que droga, Cabello. Eu soube pela senhora da limpeza. Quanta consideração.

- Menos, Mani. Não é um choque tão grande, eu estou insatisfeita com isso faz tempo. 

- Eu vou sair também...

- Não. Ralamos muito para conseguir, sei que estamos acostumadas a fazer tudo juntas, mas isso é por algo muito pessoal e se ele não fez nada a você...

- O que ele fez a você?

- Ele é obcecado pela Lauren e me falava coisas horríveis... Sempre nos odiamos, Mani.

- Ok, Camila... Espero que tenha feito isso por você e não por ciúmes da Lauren. Eu sei que ele pegou pesado com o discurso, mas você não me conta nada sobre os diálogos paralelos entre vocês dois. 

- Ok, Mani. Olha... Ele queria me foder. Colocou um pacote de cocaína na minha mochila. A Lauren achou... Graças a Deus que minha namorada é uma joia rara e nem cogitou duvidar de mim.  Quando fui pedir demissão ele confessou. – Ela levou as mãos à boca. 

- Camila... Você precisa processar esse cara. Não vou ficar lá também. Isso é... Inadmissível. 

- Não vou processar ninguém... Esse cara é um escroto... Eu quero só distancia dele. 

- Eu acho que deveria, mas a decisão é sua. Vou pedir minha demissão e... Vamos ver o que fazer. Não é?

- Sim, mas eu quero descansar uns dias... Pelo menos esperar esfriar a cabeça. 

- Eu também... Acho que vai ser bom. 

Ela me abraçou forte e ficamos assim por um tempo. Depois ela saiu e eu continuei a limpeza. 

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Eu deixei Felpudo no pet e fui tomar um sorvete enquanto ele aproveitava o SPA dele. Quando voltei, estava esperando meu cartão passa e logo meu bebê chegou na sua gaiolinha. 

- Hey filhote... Como você está? – Passei meu dedo por entre as grades e toquei nele, que ronronou. – Agora vamos buscar sua mamãe. 

- Obrigada, Camila.

- Obrigada por cuidar do meu filhote, Suzy. – Ela sorriu e eu fui para picape. 

Dirigi bem devagar até o prédio de Lauren, tão devagar que ela já esperava em frente ao prédio. 

- Amor... Desculpe o atraso, limpei meu apartamento e levei o Felpz no pet. - Ela assentiu e me puxou pela nuca, selando nossos lábios de forma afoita, retribuiu a puxando para perto. Depois que fiquei sem ar, nos separei, mas a enchi de selinhos entre as respirações afoitas por ar. – Nossa... 

- Senti saudade... Muita saudade. 

- Eu também, amor. – Ela me abraçou e depois se ajeitou no banco. 

- Como foi o dia?

- Mani pirou, mas eu expliquei a situação e ela disse que pediria pra sair também. Sabe Lo... Desde que tudo aconteceu, eu não parei. Não fiz nada por mim, acho que vai ser bom ficar um pouco em casa. 

- Claro, amor. O que te fizer melhor... Se quiser descansar, pescar... Sei lá. Curtir um pouco, só faça. – Ela disse segurando firme minha mão. 

Eu sorri e beijei a mão dela. Depois fomos para minha casa... Nossa casa... Eu já nem sei, dormimos juntas todas as noites mesmo. 



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