História Cake - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Elfman Strauss, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Layla Heartfilia, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Metallicana, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Rogue Cheney, Sting Eucliffe
Tags Fairy Tail, Fairy Tail Gale, Gale, Gale Hentai, Gruvia, Jerza, Miraxus, Nalu
Visualizações 87
Palavras 1.557
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiiee^^
Bom, gostei desse capitulo, estou em semana de provas, então foi bem foda para escrever

Capítulo 28 - Interrogatório


P. O. V. Lucy. 


( FLASHBACK ON) 


- Talvez nós estejamos muito loucos? - falei em seu ouvido, enquanto usava seu ombro de apoio para meu corpo - Natsu, acho que finalmente percebi o quão fraca para bebidas eu sou. 

- Sério, Luce? - olhei feio para ele, que soltou um sorriso sapeca - Devia ter percebido isso quando caiu na frente daquela cafeteria. 

- Ainda acho que você está me drogando - dei uma risada nasal - Nunca cheguei a esse ponto de cair por ai feito uma alcoólatra. 

- Deve ser porque nunca misturou tantas bebidas diferentes - me encarou indiferente - Pronto, está entregue

- Quer subir? - falei de um modo manhoso, como se estivesse pedindo aquilo - Você realmente não vai largar uma garota bêbada na porta do prédio. 

- Você é totalmente imprevisível, Heartfillia... 


(FLASHBACK OFF) 


- Só isso? - a ruiva me encarava com desconfiança e eu assenti - Não rolou sexo?

- Erza... - Juvia disse corada, sabíamos o quão envergonhada a azulada ficava ao falar de tal assunto, mas Erza fazia questão de provoca-la até o limite. 

- Pela décima vez, nós não transamos - disse me recordando da noite anterior, lembrava de tudo, mas o medo de ter deixado algo passar ainda permanecia em mim - Eu acho - um sorriso extremamente malicioso brotou no rosto da ruiva, e a azulada bateu no rosto como se negasse o acontecido. 

- Vamos falar de outra coisa, por favor - se ela não fosse tão fofa, com certeza negaria o pedido - Levy, por que ela não esta aqui hoje? 

- Deve estar com o Gajeel - Erza brincou, fazendo Juvia a encarar séria - Parei - levantou as mãos em rendição. 

- Ela esta em um interrogatório - mordi um pedaço do meu lanche - Parece que o caso do sequestro dela ainda não foi fechado. 

- Entendi - a ruiva olhou para os lados, como se checasse se alguma pessoa especifica esttivesse no local - Mudando de assunto. 

- Lá vem - Juvia revirou os olhos. 

- O que estava fazendo ontem a tarde? - cruzou os braços em volta do corpo - Tentei ligar para você, mas nao atendeu. 

- Tava com o Natsu - tentei parecer séria, mas no fundo queria muito rir - Sendo uma “ bad girl” 

- Realmente nao rolou sexo? - Erza parecia indignada com sua propria pergunta. 

- Eu fumei uns cigarros - a boca da mesma se abriu em um perfeito “o” - Achei que nunca faria isso, mas me ajudou a esquecer o mala do meu pai. 

- O Natsu fuma? - a azulada questionou, falando algo depois de tantos instantes quieta.

- Ele me disse que só quando quer esquecer algumas coisas - apoiei a cabeça na mesa do refeitório. 

- Sou a unica que esta pensando na Levy nesse momemto? - a azulada questionou. 

- Não, realmente espero que ela esteja bem. 


P. O. V. Levy. 


- Sei que isso possa ser algo dificil para você falar - o detetive sentou-se a minha frente - Mas precisamos que coopere para que tudo seja realizado. 

- Achei que o Loki fosse meu detetive - o homem engoliu em seco - Ja sei que qualquer coisa que eu falar aqui, minha familia vai dar um jeito de mudar para incriminar algum inocente, para que a verdadeira pessoa saia ilesa. 

- E quem é essa pessoa - apesar do nervosismo, tentou se manter profissional. 

- Rogue Cheney - soltei o nome em um suspiro, me encarou por alguns segundos e anotou algumas coisas em uma prancheta. 

- O mesmo homem que estava com você no dia que foi encontrada? Rogue Cheney foi indiciado como um dos que te ajudou, junto com... 

- Gajeel Redfox, a imprensa nem se deu ao trabalho de procurar pelo nome dele, né - ri, demonstrando nervosismo, e certa indignação - E sim, Rogue Cheney foi meu sequestrador 

- Por que não falou isso em frente as câmeras? - esse cara está querendo jogar, veremos quem brinca melhor. 

- Porque meu sequestrador me ameaçou, acho que com a quantidade de informações que ele sabe sobre mim, pode me matar a qualquer hora, isso responde sua pergunta? - se estivesse em um lugar público provavelmente gritaria com minha propria frase. 

- Sim, Srta. Mcgarden - cruzou as pernas - Rogue Cheney abusou sexualmente de você?

- Não ache que utilizando essas palavras muda o sentido da coisa - rebati - E sim. 

- Facilite meu trabalho e apenas responda minhas perguntas, McGarden - me controlei fortemente para não virar um tapa na cara do mesmo. 

- Você está querendo facilitar seu trabalho? - o sarcasmo era altamente presente em minha voz - Você esta me interrogando sobre o meu estuprador, e utilizando palavras cordiais para evitar a incriminação dele, acha mesmo que vou ficar calada - não subi meu tom de voz, mas tentei parecer o mais ameaçadora possível. 

- O que exatamente ele fez - bati as mãos em minhas coxas, minha paciência ja estava se esgotando. 

- Ele me forçou a transar com ele, ouviu - admito, aquela frase saiu alta demais, algumas lágrimas rolaram pelo meu rosto, odiava aquilo, odiava chorar na frente das pessoas, para mim era demonstração de fraqueza, acho que pelo mundo em que fui criada - Enquanto eu chorava e gritava pedindo ajuda, ele me fazia sentir suja - levantei ja irritada, limpando algumas das muitas lágrimas do meu rosto - Era isso que você queria ouvir? 

- Mantenha a postura, Levy Mcgarden - falou com a voz seria. 

- Vai tomar no seu cu - me aproximei dele, como se fosse bater no mesmo, e realmente não bati por pouco. - Vai se foder! 

Ah eu sai, sai de lá, batendo o pé forte, eu realmente queria matar aquele cara em tapa, mas me controlei, sai dali quase que correndo, resultado: esbarrei com alguem na rua. 


- Levy? - o loiro disse me ajudando a levantar, começo recuei, mas acabei por aceitar a ajuda. - Que bom que te encontrei, precisava mesmo falar com você. 

- Olha Sting... - minha mudança de tom de voz foi percebida na hora. 

- É sério - colocou as mãos nos bolsos laterais do moletom - Eu falei a você que Rogue tava tramando algo, eu tentei te avisar, confia em mim - parecia uma proposta tentadora - Não sou uma pessoa mau, sei que ja fiz muita merda, mas to tentando me endireitar. 

- Tem um minuto - apoiei o peso do corpo em um pé, mas sem tirar o outro do chão

- Não dá para conversar aqui - tentou segurar minha mão mas eu segurei a mesma. 

- Não preciso de uma babá - olhei em volta - Cafeteria, ali - apontei para o lugar. 


P. O. V. Erza. 


~*~


- Você devia ir no médico - o pequeno segurava meu cabelo enquanto eu vomitava horrores no banheiro de cima da casa. Meu estômago havia se revirado de uma hora para outra, realmente aquela coxinha não havia me feito bem. 


- Senhorita Erza? - a mãe do azulado se aproximou de mim, vendo o pequeno tentando amarrar os fios ruivos. 

- Me desculpe me ver assim - levantei limpando minha boca - Senhora Fernandez. 

- Meu bem o que acha de ir ao quarto? - bagunçou levemente os fios azulados do garotinhos - Eu e a Erza temos alguns assuntos a falar. 

- Ja sei - saiu andando de um modo engraçado - Assuntos de adulto, assuntos de adulto. 

- O que a senhora quer falar comigo? - senti minha garganta travada de tanto nervosismo. 

- Senhora não, não seja tão formal - sorriu - Você é meu filho tiveram alguma relação recentemente - um flashback se passou em minha mente. 

- É-é...- arregalei os olhos. 

- Não tenha vergonha, também ja fui jovem - se aproximou do meu ouvido - E ai, como ele é? 

Maravilhoso, sedutor, e consegue me deixar louca com palavras. Jellal Fernandez parecia como um pedaço de mal caminho ao meu ver”

Permaneci calada, provavelmente muito vermelha, e a vontade de vomitar estava voltando, caminhei até minha cama, deitando calmamente.

Estaria grávida? Não, lembro-me de tomar pílula do dia seguinte depois daquilo, ou será que me esqueci? 

A ideia de estar gerando uma vida dentro de mim começou a me deixar louca, como minha familia reagiria a isso? Como meus amigos reagiriam a isso? Como Jellal reagiria a isso. 

- A- A s-senhora - olhou-me seria - V-Você e-esta dizendo que eu posso e-estar?...  

- Sim, meu bem - me abraçou fortemente, eu não sabia se ria ou chorava, minha vó dizia que crianças sempre vinham em boa hora, mas seria mesmo? - Vou na farmácia comprar um teste para você - acariciou minha bochecha de leve - Por enquanto, não fale nada a ele. 


P. O. V. Gray. 


Adentrei aquele hospital não muito sério, queria apenas ver se a azulada ainda permanecia ali, e como havia sido sua experiência do trabalho. 

Um corpo passou ao meu lado, me causando profundos arrepios, caminhei até o banheiro para lavar as mãos, escutando choros altos no banheiro feminino. 


- Juvia? - encarei a mesma, havia um pouco de sangue em seus braços, e estava vermelha, chorando excessivamente. 

- Ele morreu Gray, meu pai morreu... 





Notas Finais


Que dó da Juvia.
Juro que sou uma pessoa boa
Espero que tenham gostado.
Comentem
E
Beijos! ^^


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