História Cake - Capítulo 35


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Elfman Strauss, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Layla Heartfilia, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Metallicana, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Rogue Cheney, Sting Eucliffe
Tags Fairy Tail, Fairy Tail Gale, Gale, Gale Hentai, Gruvia, Jerza, Miraxus, Nalu
Visualizações 91
Palavras 1.926
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E o final chegou...
Só queria agradecê-los por tudo, tudo mesmo
Bom, acho que o machismo foi bem claro nessa fanfic, espero que o papel da Levy tenha sido bem comroeendido por vocês.
*tentando não ficar emotiva*
Bem, acho que é isso.

Capítulo 35 - A Liberdade Esperada


P. O. V. Juvia. 

 

- Isso é o suficiente? - o moreno perguntou. Ajeitei meu casaco no corpo, tremendo um pouco os lábios, aquela madrugada realmente estava muito fria. 

- Relaxa maluco - a voz embriagada pegou o dinheiro na mão, utilizando um pouco de saliva para conta-lo - Com esse dinheiro, nunca mais vou nem olhar para a tua garota. 

- Se isso acontecer - Gray colocou um dedo em seu peito - A polícia que vai tomar conta de você 

- Vou me manter longe - esfregou o nariz - Prometo. 

O moreno segurou em minha mão, e saimos andando, eu queria esconder minha vontade de chorar, mas aquilo era tão ridiculo, aquele homem faltou me estrupar por dinheiro, que meu pai devia a ele, talvez a morte do meu pai tenha me tornado mais emotiva. 

- Você está pensativa demais - apertou minha mão, enquanto ainda caminhavamos lentamente, Gray adorava me levar para a casa dele de madrugada, sempre dizia que era o melhor horário ja que apenas ele estava em casa. 

- Nós somos... Namorados? - deu uma risada nasal - É serio, não ri de mim - parou de andar e segurou em meu ombro. 

- Somos o que você quiser - passou a mão em meu rosto delicadamente - Não quero ser preso a você por um anel - me puxou para mais perto dele pela cintura - Quero ser preso pelo seu jeito, sua voz doce, sua mania de ficar vermelha por tudo, seus defeitos, suas qualidades, o anel é apenas um detalhe. 

- Eu me sinto extremamente estúpida de ficar sorrindo para você, mas não consigo parar - passei meus braços em volta do seu pescoço, apoiando minha cabeça em seu ombro. 

- Eu vou começar a trabalhar, e ai vou arrumar um lugar para nós morarmos - falou em meu ouvido, sua voz era quente e reconfortante. 

- Nós? - olhei em seus olhos, e ele assentiu com a cabeça. 

- Nós.

 

P. O. V. Lucy

 

- Para onde nós estamos indo? Tia Lucy - falou com a voz infantil enquanto eu ajeitava a roupa em seu corpo

- August, preciso te contar algo - ajoelhei ficando bem próximo a sua altura, seu olhar era um mistura de curiosidade e medo - Mas é segredo, você não pode contar para ninguém. 

- Não vou dizer para ninguém - passou alguns dedos sobre a boca, como se estivesse fechando um cofre e em seguida engolindo a chave. 

- Bom, eu sei porque o seu papai anda sumido - fiz uma pausa - Ele virou uma estrelinha. 

- Como ele pode ser meu papai e uma estrelinha? - virou a cabeça para o lado. 

- Ele teve que virar uma estrelinha para ajudar algumas pessoas que estavam precisando dele lá em cima - apontei em direção ao Céu. 

- Ele foi ajudar os anjinhos? - assenti com a cabeça. 

- Só que teve um problema - ele colocou a mão na boca novamente, dessa vez demonstrando espanto. - Quando ele foi para o Céu, esqueceu o corpo dele aqui, então só a alma esta lá em cima

- Não tem como ele vir pegar o corpo? E quando ele volta do Céu? - cruzou os braços em volta do peito. 

- Não dá para ele voltar para cá, mas ele me disse antes de ir, que quer que todo dia antes de dormir, você fale com ele, mesmo que ele não responda - apontei para o peito do pequeno - Ele vai estar aqui escutando tudo, só que nao pode responder. 

- Mas ele não tava no Céu? Como veio parar no meu coração? - Fechei os botãos da sua camisa, pegando-o no colo em seguida.

- O seu coração faz com que ele possa te ouvir - sorri fraco.

- Mas quem vai cuidar da mamãe e de mim? - podia ver seus olhos se enchendo de lágrimas, caminhei com ele até o carro, Mavis ja estava nele, e Natsu também, o carro estava extremamente silencioso.

- Eu e o tio Natsu vamos ajudar, mas você vai ter que cuidar da mamãe também - prendi o cinto que caia um pouco acima de seu peito - Acha que consegue?

- Sim - cutucou a loira que estava calada no banco da frente - Mamãe, eu vou cuidar de você ta bom? O papai ta la em cima, mas vai estar escutando a gente

- Eu sei meu amor - se esticou, abraçando o pequeno bem forte - Obrigada Lucy, muito obrigada mesmo.

 

~*~

 

Haviam muitas pessoas em volta, Mavis chorava muito agarrada ao caixão do Zeref, era uma cena de se cortar o coração, Natsu a segurava, para que pudessem colocar aquilo no local certo.

August estava sendo extremamente forte, ele colocou uma flor quando a terra foi colocada, algumas lágrimas caiam de seu rosto, mas eu sabia que isso seria inevitável.

Eu ia segurar ele no colo, achei que fosse ficar muito sem chão nos instantes, mas o fato dele não ver o corpo ajudou muito. Ele disse: Me deixa aqui tia, quero ficar no mesmo lugar que o corpo do meu pai, quem sabe um dia ele consegue voltar e pegar o corpo dele, espero que os anjinhos estejam cuidando muito bem dele.

Natsu ainda segurava a pequena loira, ela estava no chão, agarrada ao vestido sujo pela terra do cemitério, todos observavam ela muitos surpresos, os comentários eram a coisa mais nojenta de se ouvir.

 

- Sinto muito pela perda - virei o rosto rapidamente ao perceber a voz meio desgastada do velho loiro ao meu lado.

- O que faz aqui? - puxei o pequeno que estava a frente das minhas pernas para mais perto

- Eu não vou lhe forçar a nada - respirou fundo - Demorou muito para eu perceber que não posso mandar em você, que ja é uma garota crescida. Desde que sua mãe morreu.

- Não fala da minha mãe - falei baixo, mas em tom de raiva

- Me escuta Lucy - fez uma pausa - Desde que sua mãe morreu eu fui um babaca, e eu quero me aproximar de você, só isso.

- Esta pedindo passagem para entrar em minha vida? - eu realmente não estava acreditando naquilo.

- Sim - sua cabeça estava abaixada.

- Bem, pai… - ele sorriu, eu raramente o chamava de pai, eu sempre estava possuída pelo ódio quando falava com ele. - Tem permissão para entrar em minha vida.

 

P.O.V. Levy.

 

- A menininha de cabelos azuis esta bem presa agora - aquele maldito sorriso estava em sua face novamente, tinha me prendido em cordas - Acho que ja chegou a hora de parar de brincar comigo não é mesmo? Esconde-esconde, esse é seu jogo?

- Tem certeza de que sou eu que brinco com você? - minha voz era pura ironia.

- Enfia a porra dessa faca no peito dela logo - Seilah resmungou.

- Como você se vê no direito de me falar algo? - sorri em nervoso, mas apenas eu sabia o quão apavorada eu estava por dentro. - Você não passa de uma drogada

- Meninas, por favor, vamos manter a paz - tomou um gole de um whisky que se encontrava acima de uma caixa de madeira.

- E você de uma garotinha que precisa de alguem para te proteger - ela cuspiu aquilo direto em meu coração.

- Quem está falando? A heroína ou você? - o moreno bateu em meu rosto.

- Voce esta pedindo para que eu te estupre novamente e te jogue no esgoto dessa vez, né - segurou meu rosto com força

- Eu não sou um pedaço de bolo, para você simplesmente me descartar - cuspi em sua cara - Eu vou usar tudo que eu puder contra você, porque se alguma coisa acontecer comigo hoje, quero ter o prazer de sentir que ao menos te coloquei dentro da cadeia.

- Voce é muito abusada, Levy - passou as mãos pelo meu braço e limpou o rosto - Como mulher, deveria aprender a se manter calada, e apenas obedecer o que eu quiser fazer com você.

- Em que século você vive? - minha voz falhava - Acha que um pênis te da o direito de mandar em mim? Desculpa mas não

 

P. O. V. Gajeel. 

 

~*~

 

- É Loki - gritava com ele enquanto esperava um taxi - Ela deixou um bilhete falando que só ia dar uma olhada no galpão, provavelmente esqueceu que ele estaria lá. Então faça o favor de levantar essa bunda da cama e colocar o plano em ação. 

O taxi chegou pouco tempo, eu ja havia chamado a policia no local, mas tinha que dar um jeito de chegar antes deles. 

O caminho durou mais ou menos vinte minutos, mas muito torturante, meu coração estava perigosamente acelerado, infelizmente cheguei e a policia ja estava, Loki ja estava lá e com uma face nada agradavel. O taxi demorou e acabei sendo o ultimo a chegar. 

 

- Cade o filho da puta, e a Levy? E quem são todas essas garotas? - Loki olhou em meus olhos e eu pude ver lágrimas nos seus, acho que todo meu corpo falhou naquele instante. 

- O Rogue está sendo preso, as garotas era meu truque especial, foi dificil conseguir todas elas essa hora da noite, todas elas sofreram abusos do Rogue, e é exatamente o que estão dizendo a policia. Eu peguei os arquivos antes de vir para cá, ja os entreguei a policia - passou a mão no cabelo. 

- E a Levy? - ele sequer olhou em meus olhos, manteve a cabeça abaixada. 

- Gajeel, eu sinto muito - vi lágrimas em seus olhos quando seu olhar se encontrou ao meu - Eu realmente sinto muito. 

 

~*~

 

- E ai? - o detetive anotava cada palavra que eu dizia - Loki se desculpou de você... - balançou a mão como se esperasse que eu dissesse o resto. 

- E eu praticamente passei por cima dos policiais - passei as mãos em meus olhos, tentando evitar as lágrimas - E ela estava lá, jogada no chão. 

- Rogue Cheney matou Levy McGarden - assenti com a cabeça - E ele foi preso? 

- Houve um julgamento e todas as garotas que ele estrupou estavam lá, ele pegou prisão perpétua. 

- E a amante dele? - me encarou curioso. 

- Seilah foi para uma casa de reabilitação - minha perna mexia em pressa para sair dali.

- Vou ser uma boa pessoa e te recomendar um psicólogo - arqueei uma das sobrancelhas

- Acha mesmo que um psicólogo vai suprir a saudade que eu sinto da Levy? - as lagrimas antes controladas, começaram a descer pela minha face - Da licença detetive, ja acabei meu depoimento, posso ir agora. 

Levantei do local e sai andando apressadamente, entrei no meu carro e coloquei a chave na igmição. 

Bom, a morte sempre será algo triste para todos, mas fiquei feliz por ela ter cumprido o que sempre quis ter, aquela garota desastrada que não fazia café em casa conseguiu mostrar mais uma vez que as mulheres não são como lixo. 

A noticia me jogou em uma profunda depressão, sempre vou vê-la, me faz sentir melhor, o Rogue esta preso, acho que ela conseguiu a liberdade que sempre queria. 

 

Só queria ter feito mais parte dos planos dela. 

 

Mas esta tudo bem, ela sempre terá um lugar especial no meu coração, junto a um pedaço de bolo e um cappuccino. 

 

 

 


Notas Finais


É isso
Espero que tenham gostado
Desculpem qualquer tipo de erro
Se encontrarem algum podem falar comigo, okay?
Novamente, muito obrigada
Vocês me ajudaram nessa louca ideia que foi excessivamente importante para mim
Farei outras fics no futuro
Que minha lição seja espalhada a todos
Beijos <3


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