História Cálculos Incertos - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanbaek, Cyberpunk, Distopia, Exo, Exo Longfic, Hunhan, Joyrene, Kaimin, Ot12, Sudy, Totalitarismo
Visualizações 41
Palavras 2.796
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Lemon, Mistério, Orange, Romance e Novela, Sci-Fi, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá doces.
Eu nem acredito que to respostando essa fanfic. Só não sei se é pela segunda ou terceira vez. Mil desculpas.
É só que... Agora eu me sinto mais preparada, acho.

Boa leitura e nos vemos nas notas finais!

Capítulo 1 - 01


 

 

 

O mundo não é o mesmo.

 

29 de agosto de 2029

 

O salão estava cheio. Inúmeras pessoas, entre homens e mulheres vestiam suas roupas sociais de cores sóbrias e mantinham ao menos um computador a sua frente. Digitavam com toda a fúria que sentiam no teclado, mantendo assim cada um que não tinha influência o suficiente para estar ali, informado.

As cabeças logo se ergueram para falsamente dar atenção ao homem que falava qualquer coisa sem sentido em cima do palco. Ninguém queria entender a fundo quais foram as dificuldades para se desenvolver aquilo ou quanto foi investido. Era uma exibição e só importava quanto teriam que pagar para possuir tal luxo e deixar claro a sua superioridade.

— Apresento a vocês o mais novo modelo humanóide desenvolvido pela Mistery. Este é apenas o protótipo, mas uma primeira linha de produção já foi solicitada. Apresentaremos a seguir as funcionalidades dessas maquinas, mas antes...

 

 

14 de março de 2035

 

A mulher de estatura baixa e magra mantinha as mãos unidas e não escondia suas feições de preocupação. O homem a sua frente anotava as respostas que dava a todas as perguntas que lhe eram feitas e só queria que tudo acabasse logo e pudesse o levar para casa.

— A senhora poderia me descrever alguma das atitudes estranhas que observou? –eleperguntou e levantou-se, caminhando na direção da figura humana deitada numa maca.

A mulher acompanhou-o, parando na outra extremidade do leito, passando a observar que o homem ali abria a lateral da cabeça do ser imóvel sobre o apoio.

— Jin algumas vezes não me obedece. Ele fica estático e parece desligar sozinho. Eu verifiquei a fonte de energia e ela não aparenta problemas. O que o senhor acha que é?

 

 

25 de outubro de 2047

 

— Eu disse para virar a direita, não me escutou? – o executivo gritou dando um soco na parte de trás do banco do motorista do carro.

— Não irei seguir este caminho senhor. – a voz doce da motorista pode ser ouvida e girando a cabeça para trás, ela exibiu ao seu passageiro os seus olhos.

Eles não possuíam brilho. E aquele homem sabia o que significava, mas não teve tempo para abrir a porta do carro e saltar para fora, esse já atravessava a mureta da ponte sobre a enorme baía e em segundos mergulhava na água gélida.

 

                                                                              ♦

               

O preço por toda aquela evolução desenfreada começava a ser cobrado. E as pessoas não pensaram em pagar. Não até que se vissem perdidas em meio ao caos que elas próprias criaram.

 

                                                                              ♦

 

09 de abril de 2150

 

As três saídas do salão estavam seladas pelas pesadas portas duplas de chumbo. A mesa redonda exibia moldes e mais moldes holográficos do que seria uma nova experiência a ser testada.

A única opção.

O projeto estava pronto há quase quinze anos e se mostrou irreal aos olhos do governo na época, que mantinha firme a posição de controle sobre aquela doença que se espalhara. No entanto, tudo saíra do controle e agora estavam ali, reunidos para decidir o futuro da humanidade, que já se encontrava perdida.

— Acredita que assim tudo irá voltar ao normal?

— Não irá voltar. É só uma forma de ganhar tempo até que tudo esteja limpo.

 

 

 

 

                                                                              ♦ ♦ ♦

 

As gotas desciam pela janela do carro e Baekhyun via formas ali. Foi uma maneira que encontrou de passar o tempo naquela viajem para sua nova escola. O garoto tinha apenas cinco anos, mas já conseguia entender o porque dos pais o colocarem naquele internato. Não tinham tempo para si.

O pequeno não implorava por atenção nem nada do tipo, mas um vazio de certa forma ficava em seu peito. E dentro daquele carro percebeu que não sabia como havia parado ali. Seu pai dirigia e mantinha as mãos firmes no volante e sua mãe, que estava no banco do passageiro, não olha sequer para os lados. Deixou um suspiro escapar de sua boca. Olhou para baixo e passou a brincar com os próprios dedos.

Quando o carro parou, soube que já haviam chegado ao internato. O motor do veiculo foi desligado e Baekhyun viu seus pais caminharem até si, abrindo a porta.  E aquela sensação estranha tomou conta de seu corpo.

Quatro pessoas com jalecos brancos pareceram ter surgido do nada e o pequeno não teve tempo para perguntar aos pais o que estavam acontecendo, teve os braços presos para trás e sentiu uma agulha penetrar seu pescoço. A visão logo ficou embaçada e a saliva pareceu ter secado em sua boca. Não conseguia puxar o ar para dentro dos pulmões e ver aquele homem aproximar-se de si com aquele objeto estranho tornou-se sua ultima lembrança antes de apagar.

 

— Baek. – uma voz calma tocava seus ouvidos. Queria responder, mas não tinha forças. Sentiu o corpo ser sacolejado e novamente a voz o chamar – Baek!

O corpo pareceu ser liberado do transe que o sono se tornou e Baekhyun levantou de uma só vez, gritando e esperneando.

— Me solta! Me solta! – lágrimas escorriam pelo rosto do garoto e só quando teve os ombros presos por mãos firmes, Baekhyun pode se acalmar e ver que a sua frente era Kyungsoo e não uma daquelas pessoas de jaleco.

Tratava-se do melhor amigo de Baekhyun e estava de certa forma, acostumado com os constantes pesadelos que o outro tinha nos últimos dois anos. Ele sempre acordava agitado e Kyungsoo nunca soube com o que Baekhyun de fato se assustava.

— Baek, calma. – o garoto de olhos grandes disse – está tudo bem.

                Baekhyun pareceu focar o olhar no rosto do amigo e depois o estendeu por todo o quarto, na busca de algo estranho ali. Levou a mão até os cabelos agora castanhos chocolate e os puxou.

— Que merda. – resmungou – de novo.

Kyungsoo assentiu e abaixou o olhar. Baekhyun pegou o celular que estava sobre a cabeceira da cama e viu que já era hora de se arrumar para as aulas. O amigo já vestia o uniforme e logo notou a mochila no canto da porta.

— Não demore. Temos que tomar café antes – Kyungsoo disse e deixou uma caricia leve no ombro de Baekhyun, saindo do quarto em seguida.

O garoto passou as mãos pelo rosto e bufou frustrado. Seu corpo doía e a cabeça latejava. E tudo por causa dos malditos pesadelos que vinha tendo. Já fazia quase dez anos que estava no internato e não entendia porque só agora nos últimos tempos algo o preocupava ao ponto de tirar seu sono.

Levantou-se da cama vagarosamente e caminhou até a parede oposta, onde se encontrava um calendário simples e feito de papel. Algo raro. Os calendários que ficavam nos quartos dos alunos se tratavam de uma finíssima tela instalada à parede, que quase se fundia a ela, totalmente interativo e expansível. Ter um calendário como os antigos era relíquia e Baekhyun permitiu-se usá-lo para contar os dias de seu ultimo ano ali.

Pegou a caneta vermelha sobre a pequena escrivaninha e a levou até o dia três de janeiro de dois mil duzentos e cinquenta, quando teria inicio as aulas. Acima das folhas grampeadas havia alguns números anotados e Baekhyun sabia muito bem do que se tratavam.

O primeiro conjunto numérico ali era de quando entrara no colégio. E fora sua mãe que assinalou.  O segundo era do primeiro contato que tiveram depois de separados. Eram datas, e elas registravam o contato de Baekhyun com os pais e ficavam cada vez mais espaçadas. O castanho observou a ultima. Foi há dois anos e dez meses.

Não se lembrava com exatidão do rosto dos pais e aquilo de certa forma não lhe preocupava muito. Não que havia deixado de se importar com seus progenitores ou algo do tipo, mas era como se o sentimento que tinha por eles fosse amenizando com o passar do tempo ali e que agora estava voltando com todas as forças.

Foi olhar para aquele calendário e ver a ultima data que o vazio que estava há tanto tempo dentro de Baekhyun doeu pela primeira vez. O garoto não sabia explicar o por que e se era bom, mas apenas sentia. E era algo diferente.

O som do último sinal que informava mais quinze minutos para se arrumar soou dentro do quarto de Baekhyun e o garoto se apressou em pegar o uniforme e deixou de lado aquelas indagações.

 

 

— Eu já peguei seu lanche – Baekhyun foi alertado por Kyungsoo assim que se sentou a mesa.

O castanho pegou o pequeno recipiente de plástico e retirou de dentro um bolinho quadrado cortado milimetricamente. O copo a sua frente continha líquido na cor azul e Baekhyun logo o levou a boca.

— Quer falar sobre o que aconteceu? – Kyungsoo quebrou o silêncio que tinha se formado ali.

Baekhyun engoliu a massa em sua boca e encarou o amigo, para logo desviar o olhar ao vê-lo tão indagador. Sempre fugia de falar sobre os pesadelos que tinha porque algo lhe dizia que deveria manter somente para si. Além de claro, ser uma das recomendações da pessoa que acompanhava todo o seu caso.

O castanho decidira procurar o psicólogo da instituição depois de Kyungsoo lhe recomendar devido aos recorrentes pesadelos. O amigo não lhe questionou sobre nada e nem mesmo demonstrou interesse. Apenas disse o que poderia ajudar e Baekhyun de certa forma sentia vontade de revelar para o amigo como agradecimento. Afinal estavam juntos naquela escola há quase dez anos.

Mas alguma coisa tentava o impedir.

— Kyung... Eu não sei. – Baekhyun suspirou e colocando o braço sobre a mesa, apoiou o rosto em uma das mãos.

— Se não estiver preparado ou algo assim tudo bem – o garoto de respondeu com um sorriso.

— Não é isso. – Baekhyun rapidamente disse, temendo que Kyungsoo visse sua negação como alguma suspeita em relação ao amigo. – eu só não me sinto pronto.

Kyungsoo apenas assentiu e Baekhyun notou os cabelos negros dele brilharem como os olhos em resposta. O amigo nunca o pressionava e ainda sim sempre poderia contar com ele. O castanho não conseguia descrever o quanto Kyungsoo era perfeito nesses atos.

Deixou que um sorriso leve se formasse em seus lábios e voltou a se alimentar.

— Baek, eu vou pegar mais bolo, você quer?

— Não Kyung, obrigado – Baekhyun respondeu e acompanhou com o olhar o amigo ir em direção a bancada do refeitório.

E Baekhyun então viu.

Alguma coisa ali havia mudado apesar de tudo estar no mesmo lugar. O castanho sentiu algo gelado percorrer o seu corpo e os olhos arderam. Piscou-os para lubrificá-los e assim que a visão novamente teve foco viu Kyungsoo levantar-se e caminhar em direção à bancada do refeitório.

De novo.

E soube que deveria manter segredo do ocorrido de todos.

 

 

                                                               ♦

 

A projeção da matéria estava diante de Baekhyun. Odiava aquele conteúdo sobre história. Ele parecia focar-se somente no desenvolvimento da tecnologia e o castanho não queria saber sobre as máquinas e seus feitos. Ele queria saber sobre as pessoas.

Os dedos digitavam algo no teclado e mais telas se abriam na projeção da tela com fatos e fatos desinteressantes. Baekhyun anotava o que achava que se encaixava naquele resumo e logo viu que atingia o limite de espaço do caderno.

E aquele era uma das coisas ruins naquela aula.

O objeto era uma espécie de computador portátil tão fino quanto o calendário acoplado em seu quarto, porém tão resistente quando a cadeira em que sentava. E chamavam aquilo de caderno.

Para Baekhyun, que conhecia o objeto tão bem, aquilo nem se aproximava do que de fato era um caderno. As folhas brancas com as linhas azuis e a capa dura, mas dobrável sobre certa força colocada. O cheiro era incrível e parecia ir mudando à medida que coisas eram escritas ali. E Baekhyun sentia-se feliz toda vez que podia trancar-se em seu quarto e admirar o objeto nas mãos.

O caderno feito com folhas era mais um de seus itens raros. O castanho não entedia o porque do objeto ser proibido e sentia-se até mesmo um contrabandista por ter tal coisa ali. Mas valia a pena, porque toda vez que chegava em seu quarto e podia escrever uma frase ali era quase que uma terapia.

Deixou os questionamentos sobre aquilo de lado assim que teve seu objeto de escrita tomado pelo professor. Não tinha acabado ou mesmo revisado o que havia sido escrito ali e o desespero logo bateu sobre si.

— E-Eu não... – tentou dizer, mas o homem de cabelos grisalhos e óculos pequeno já se afastava.

Encolheu-se na cadeira e suspirou frustrado.

— Não conseguiu terminar Baek? – Kyungsoo lhe perguntou.

O castanho apenas negou com a cabeça. Aquele exercício era importante para si, porque precisava ir bem naquela matéria desde o começo. Era seu último ano e não queria ficar preso no internato por mais tempo porque simplesmente reprovara em história.

— Não fica triste. É somente o primeiro exercício do ano e bem, você fez, então não vai zerá-lo.  – o moreno disse e sorriu de forma reconfortante para Baekhyun, que retribuiu.

Os dois garotos voltaram a prestar atenção no homem que lecionava assim que ele ficou no meio da sala. As carteiras ficavam em círculo para que sempre houvesse algum tipo de debate. Coisa que Baekhyun odiava, mas não era como pudesse evitar, e já previa que algo do tipo teria inicio.

— Bem alunos, como todos já finalizaram o exercício acho que posso finalmente dar um recado. Ou melhor, uma notícia. Acredito que todos aqui sejam meus alunos desde o primeiro ano. Estamos juntos a três, não é? – o grisalho comentou e grande dos presentes assentiu. – então hoje eu quero anunciar que estou deixando essa turma.

Baekhyun não conteve a surpresa, que ficou explícita em seus olhos arregalados e a boca entreaberta. Ele não só tinha aula com aquele homem desde o primeiro ano, mas sim desde que entrara na escola. E o odiava.

Aquele professor parecia sempre persegui-lo e ficava evidente, pelo menos para si, quando em todos aqueles anos no colégio sempre ia para as provas finais de recuperação na matéria. E virava noites estudando e ele nunca lhe dava a nota total.

Queria naquele momento gritar e comemorar a saída do homem, se claro, não fosse ter punição depois. Não seria interessante comemorar se em troca tivesse que ajudar na limpeza do colégio, então apenas vibrou internamente.

E se aquele homem estava deixando o cargo, aquilo significava que não teriam mais aula de historia? O castanho se lembrava das aulas de sociologia, que foram apenas duas e a mulher que lecionava logo deixou o lugar. E nunca mais tiveram tal disciplina.

Entre alguns murmúrios o homem logo voltou a falar e Baekhyun deixou a felicidade de lado para prestar atenção.

— Como é um conteúdo importante para vocês, a direção decidiu por contratar alguém para me substituir nessa disciplina. Acredito que o novo professor de vocês esteja ali fora, então peço um instante para chamá-lo.

A classe parecia surpresa já que substituições não aconteciam. Nunca aconteceram. Baekhyun virou-se para Kyungsoo e viu o amigo espantado também.

— Porque será que vão substituí-lo? – o moreno perguntou e Baekhyun apenas levantou os ombros por estar sem resposta também.

O grisalho não levou mais que um minuto para retornar a classe, acompanhado de um homem alto e muito mais novo que si. Baekhyun observou o novo integrante da turma e espantou-se por ele ser tão alto. O cabelo negro estava arrumado para trás e somente com a visão de perfil que tinha do homem soube que ele era lindo.

E não era permitido considerar nenhuma beleza ali dentro.

Sentiu os braços e pernas formigarem de forma estranha e assim como a sensação veio rápida, foi-se da mesma maneira. Após algumas palavras quase sussurradas os dois homens de pé no centro da sala finalmente viraram-se para a turma e Baekhyun só pode confirmar aquilo que já tinha em mente.

— Esse é Park Chanyeol, o novo professor de história. Espero que vocês o ajudem a fazer um bom trabalho e claro, o recebam de forma calorosa.

O castanho percorreu o corpo do novo professor com o olhar e não entendia o porquê de estar fazendo aquilo. Ou o porquê estava sentindo aquilo. Suas mãos pareciam um pouco trêmulas e alguma coisa dentro de si parecia se mover de forma contrária a do corpo, fazendo- sentir-se um pouco quente. Principalmente no rosto.

O sorriso contido que ele mantinha na face era algo completamente novo para Baekhyun, mesmo que ele soubesse que já tinha visto aquele tipo de sorriso antes. Só não tinha sentido as mesmas coisas.

Não conseguia mais dar atenção ao que o homem dizia e muito menos desviar os olhos de Chanyeol. E no momento que aquelas orbes negras dele se encontraram com as suas, Baekhyun soube o quanto todos aqueles cálculos que havia feito para aquele ano estavam incertos.

 

 

 


Notas Finais


Então, vamos lá.
Não sei se alguém aqui já tinha lido anteriormente, mas Cálculos Incertos está sendo repostada e sim, tem muitos capítulos prontos. O ponto é que eu irei fazer alterações. Não é nada que mude o rumo do plot ou fatos muito importantes. Eu só quero deixar o universo dessa fanfic o mais completo possível.

A medida que eu for repostando os capítulos, irei deixar links nas notas finais com referências (seja dos ambientes, armas, vestimentas, afins) quando houver necessidade. No mais é isso. As atualizações vão acontecer semanalmente.

Eu realmente to nervosa por repostar isso aqui. Socorro. Ah e eu sei que uma pessoinha em especial ficará contente com isso (eu acredito). Não é mesmo Re?

Muito obrigada por quem chegou até aqui. Gostaria muuuuito que me falassem o que acharam. Tanto quem já conhecia C.I. (eu acho que um total de 0 pessoas) quanto quem está lendo agora.


Até o próximo docinhos ❤


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