História Caledônia - Capítulo 40


Escrita por: ~

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Categorias Lana Parrilla, Sean Maguire
Personagens Lana Parrilla, Sean Maguire
Tags Colin O'donoghue, Emilie De Ravin, Ginnifer Goodwin, Jennifer Morrison, Josh Dallas, Lana Parrilla, Once Upon A Time, Rebecca Mader, Sean Maguire
Exibições 116
Palavras 2.576
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ladies and Gentlemen!
Vocês já se acostumaram com a minha ladainha então o mesmo de sempre, blábláblá...
Caledônia ai vamos nós!

Capítulo 40 - Just three months


                                Serena

 

Oliver encostou a mão no batente da porta ainda fechada.

- Por que você não entrou? - Disse abrindo a porta da cozinha.

- Minha mãe confiscou minha chave- Ele sorriu.

- Seus pais, estão dormindo? - Oliver questionou.

- Provavelmente não - Olhei para boca de Oliver - Mas se eu bem conheço, eles estão bem ocupados - Me aproximei de Oliver sentido sua respiração.

- Como nós deveríamos estar? - Ele perguntou.

- Exatamente - Respondi puxando Oliver para junto do meu corpo e o beijando.

Oliver fechou a porta com o pé, suas mãos apertavam minha cintura e eu sentia meu corpo estremecer, minha mão entrou por debaixo da camisa de Oliver a eu pude sentir seu abdome definido.

Oliver me colocou sobre o balcão, subi minha mão lentamente pela costa dele, trazendo comigo sua camisa,  ele levantou os braços para que eu tira se sua camisa.

Ele desceu lentamente, até alcançar a altura do meu ombro, afastando o tecido do meu pijama, pendi a cabeça para o lado aproveitando o momento para recuperar o ar.

Oliver subiu com as mãos pelas minhas coxas, entrando por debaixo do meu short, arranhei as costas de dele e ele me apertou, levei a mão até o balcão e acidentalmente derrubei a fruteira.

Oliver se encaixou no meu ombro e começou a gargalhar.

- Shiuuu - Coloquei minha mão sobre os lábios dele- Você vai "acordar" meus pais.

- Eu vou acordar seus pais? - Ele se afastou  - Você que ta derrubando a casa.

- Eu? Claro que não - Pulei do balcão e caminhei até ele, ficando na ponta do pé e o beijando.

- Escuta - Oliver sussurrou.

Virei-me rapidamente e me debrucei no balcão, Oliver rapidamente se abaixou.

- Serena - Minha mãe falou caminhando até a geladeira - O que faz aqui?

- Eu vim comer alguma coisa - Percorri o olho pelo balcão - Aqui achei - Disse pegando uma maçã.

- E você o que faz aqui? - Mordi a maçã.

- Eu vim só beber uma água e já estou subindo - Ela sorriu - Boa Noite - Ela lançou um beijinho no ar.

- Boa noite mãe - Sorri

- Ah! Antes que eu me esqueça, Boa noite Oliver - Ela se virou para nós.

- Boa Noite tia - Oliver disse sem graça, enquanto se levantava.

Minha gargalhada foi inevitável.

- Eu acho melhor eu ir - Oliver disse sem graça, já caminhando em direção a porta.

- Eu também acho - Continuei a rir.

- Pare de rir - Ele falou

- Desculpa não consigo - Me aproximei segurando seu rosto - Você tinha que ver a sua cara.

- O que eu fiz para merecer você? - Ele disse se aproximando para me beijar.

- Eu não faço  ideia - Disse enquanto o beijava.

- Boa noite - Ele falou e me deu um selinho rápido.

- Boa noite - Sussurrei enquanto fechava a porta.

Encostei-me a porta e deslizei até me sentar no chão da cozinha, sorri e levei a mão até minha boca, o perfume de Oliver estava preso a minha pele, eu ainda podia sentir sua mão apertando minha coxa, seus dedos brincando com meu cabelo.

Acorda Serena, você está exagerando não foi nada demais, pensei comigo mesma e sorri.

Não quero que as coisas aconteçam rápido demais, Oliver e nós estávamos nos acertando, nosso relacionamento estava caminhando bem, tinha cumplicidade, confiança, química, amor.

Deixei uma risadinha escapar ao imaginar que Oliver finalmente tinha dito as três palavrinhas, em um momento em que nem eu mesma era capaz de me amar ele me amou.

Levantei-me e voltei para o meu quarto, eu tentava entender o que se passava dentro de minha cabeça, meu coração dizia não, mas os meus desejos gritavam sim.

 

- Podemos conversar? - Minha mãe disse assim que entrou no quarto.

Olhei o relógio, já era tarde, mas eu não conseguiria dormir tão cedo, talvez uma conversa me fizesse bem.

- Claro -

Ela se sentou ao meu lado, e eu acabei por repousar minha cabeça em seu ombro.

- Como você e Oliver estão? - Ela questionou.

- Bem - Sorri

- Bem? - Ela soltou uma risadinha - Então vocês estão apenas Bem?

- Talvez estejamos um pouco mais do que bem? - Sorri.

- Devo me preocupar? -

- Não, claro que não - Olhei para minha mãe, a confusão em minha mente, eu sabia que ela sabia o que se passa a apenas de olhar em meus olhos um tanto que confusos.

- O que está acontecendo? - Ela questionou me fazendo rir.

- Já esperava por isso - Me aconcheguei ainda mais.

- Pela pergunta? - Ela mexeu em meu cabelo e eu apenas movi a cabeça em concordância.

- É tão lindo isso que nós temos sabe essa conexão eu não sei explicar, mas - Fiz uma pausa era como se um filme passa se pela minha cabeça, o café, quando descobri a verdade na casa de Ginny, quando estávamos escolhendo meu vestido, quando ela finalmente me contou a verdade, quando voltei para casa depois de quase ter sido morta por Marian, quando descobri que, minha mente parou naquele momento eu só precisava das boas lembranças - Eu sabia desde o café, quando eu lhe olhei eu sabia, sabia que era você e sabia quem era você!

- Você está sensível demais - Minha mãe secou as lágrimas que nem eu havia percebido que haviam rolado.

- Eu estou com medo- Confessei

- Medo?-

- Sim, eu estou com medo, foram tantos ocorridos que a calmaria me assusta, a tranquilidade me incomoda, parece que qualquer momento tudo pode sair do eixo novamente.

- E pode - Minha mãe fez uma pequena pausa e olhou nos meus olhos - Nós não podemos controlar o futuro, se algo tiver que acontecer, vai acontecer e só nos resta aceitar.

Apertei minha mãe em um abraço e ela traçou seus dedos em minha pele.

- Obrigada - Sussurro

- Não é nada meu amor - Ela sorriu - Mas não adianta fugir, ainda teremos aquela conversa - Não pode conter minha risada.

- Dorme comigo? - Fiz uma carinha de cachorrinho sem dono.

- E tem como negar com você me olhando assim? - Ela beijou minha testa e se acomodou ao meu lado.

Fechei os olhos, mas ainda podia sentir que ela me observava, senti seus dedos passearem por meus cabelos e pude imaginar um sorriso se formando em seus lábios marcando a cicatriz no lábio superior, senti seus dedos passearem por meus cílios, aquela sensação me era tão familiar, Oliver fazia aquilo às vezes, mas agora era diferente, dessa vez era diferente, parecia que Lana me tocava sem medo, parecia que não havia mais segredos.

- Sem mais segredos? - Sussurrei.

- Sem mais segredos! - Ouvi antes de dormir.

 

                                             …

                                          Sean

                                     There Must be an angel - Celtic Woman

 

 

A visão de Lana e Serena me fez voltar no tempo, sem todos aqueles fantasmas que nos assombravam há anos atrás.
Meu coração se encheu de alegria, eu poderia jurar que anjos brincavam com ele naquele momento.
Tudo estava em seu lugar, Serena sabia toda verdade e aquilo de nada importava.
Éramos apenas Lana, Serena e Eu, como eu havia prometido, eu mal podia acreditar que aquilo era real, agradeci a Deus por ter me dado a oportunidade de viver este momento!

 

- Hey - Lana sussurro me fazendo sorrir por ouvir aquela voz logo pela manhã.

- Hey – Aproximei-me e a beijei rapidamente.

- Há quanto tempo está ai? - Ela questionou.

- Eu não sei exatamente - Deslizei meu dedo pelo rosto de Serena colocando seu cabelo para trás da orelha.

- Ela está tão grande - Lana sussurrou.

- Sim ela está - Me acomodei ao lado delas.

- Você seria capaz de imaginar isso? - Questionei

- Claro que sim - Lana brincou com meus dedos antes de segurá-los e um encaixe perfeito de nossas mãos - Você me prometeu lembra?

- Mas nem eu sabia que seria capaz de cumprir - Ambos sussurrávamos.

- Mas foi - Lana levou sua mão ao meu rosto.

- Eu te amo - Beijei a mão de Lana.

- Eu te amo - Ela sorriu.

- Eu também amo vocês - Serena disse ainda de olhos fechados.

Os movimentos que se seguiram não foram planejados, apenas aconteceram, Lana e eu beijamos a temporã de Serena, e nos apertamos em um abraço ainda mais forte, o silêncio se fez presente e nós podíamos ouvir apenas nossos corações.

 

                                             …

     

                                                Mo Ghile Mear (My Gallant Star)

                                                       Celtic Woman

 

                                                                       Colin

 

 

Isabella e Serena giravam de mãos dadas pela grama do quintal, elas pareciam ter cinco anos novamente, os olhos verdes se encontraram com os castanhos e sorrisos bobos se formaram.

- My lady - Isabella estendeu a mão, fazendo Serena gargalhar.

Serena por ora, segurou o barrado da saia com uma das mãos enquanto o outra repouso sobre as mãos de Bella, elas estavam lado ao lado, e com a entrada do instrumental iniciaram um sapateado irlandês.

Senti meu rosto rasgar em um sorriso orgulhoso.
As duas mantinham os corpos embalados no ritmo da música.
Bella suspendeu a mão de Serena, enquanto está girava com uma precisão sem igual!
 E mais uma vez elas estavam uma do lado da outra, os olhares emanavam cumplicidade, as mãos seguiam o embalo do corpo, enquanto gargalhadas tomavam todo o quintal!

 

- Acho que fizemos um bom trabalho - Jenn disse envolvendo-me em um abraço.

- Eu acho que sim - Ela repousou a testa em minha costa.

- Nós fomos tão falhos Jenn - Disse a puxando para minha frente e envolvendo sua cintura.

 - Talvez -

- Como pode ser tão negligente? - Questionei - Como pode não notar todas às vezes em que falhei com nossa filha.

- Você só estava tentando acertar - Jenn se virou para mim - Só isso - Ela sorriu.

- Mas eu falhei Jenn, eu realmente falhei - Senti minha voz embargar.

- Você tem certeza? - Ela questionou me encarando com os olhos verdes - Tem certeza que você falhou? Nós somos seres humanos Colin, cometemos erros, não somos perfeitos era de se esperar que algo fugisse de nosso controle, feche os olhos- Ela ordenou - Vamos feche os olhos - Então eu o fiz - Pense em uma data especial.

- Pensei - Disse deixando uma risadinha escapar.

- Em que data você pensou? -

- Quando a Bella nasceu - Pude ouvir a gargalhada de Jenn, e imaginar aquele lindo sorriso em seus lábios.

 

 

- A bolsa estourou - Jenn disse levando uma das mãos a barriga.

- Não Jenn, essa não é a sua fala - Lana soltou em brincadeira.

- Não, a bolsa realmente estourou - Jenn disse se apoiando em Lana que estava mais próxima dela.

- Ai caramba - Lana a apoio.

- Colin - Ela gritou.

Meu corpo não se moveu, eu entrei em pânico, quando me dei conta Sean já havia pegado a bolsa de Jenn e a jogado sobre mim.

- Vamos se mexa - Ele disse me tirando do transe.

 

- Ela veio um pouco antes do planejado, eu ainda tinha mais algumas cenas para gravar - Jenn disse em meio a um sorriso que pude notar pelo tom de sua voz - E derrepende ela estava ali.

- Ela tinha os cabelos dourados como o seu, e os olhos eram de um verde tão intenso que me faziam sentir o homem mais sortudo do mundo - Abri os olhos e encarei Jenn - Ela era tão linda quanto à mãe.

- Feche os olhos - Jenn disse rapidamente - Não me lembro de ter mandado você abri lós - Pense em mais uma data - Ela ordenou.

E eu pensei e senti meu corpo estremecer no mesmo instante.

- Quando fomos buscar Serena em Derry - Disse com pesar - Acho que nunca sofri tanto em minha vida.

- Eu ainda posso ouvir o choro de Lana - Jenn confessou repousando a cabeça em meu peito.

 

           For the love of a princesa - Celtic Woman

 

 

- O que faremos Jenn? - Questionei encarando os portões de embarque, enquanto segurava a bolsa de Serena.

- Eu não sei - Jenn confessou com pesar - Isso tudo me parece uma loucura - Ela olhou para Serena e respirei fundo - Eu não sei se consigo.

- Você precisa - Disse repousando a mão sobre a costa de Jenn - Nós prometemos.

 

 

- Nós planejamos três anos - Jenn sussurou - Era o máximo de tempo que ficaríamos com ela, e ficaríamos com Lana sempre por perto.

- E derrepende nós nos tornamos os pais dela - Abracei Jenn com mais força - Eu me sinto tão mal pelo Sean, a imaginem dele ainda me incomoda toda vez em que lembro das primeiras vezes que Serena me chamou de pai.

- Você lembra de quando ela passou a chamar o Sean de pai? - Jenn

 

 Os olhos castanhos imersos de questionamentos lançaram a pergunta menos improvável de todo o mundo.

- Por que ninguém chama o Sean de Pai? - Ela questionou.

- Por que ele não tem filhos meu amor - Sorri.

- Eu posso chamar ele de pai? -

- Por que você quer chamar o Sean de pai? - Questionei tentando esconder um sorriso.

- Por que ele faz coisa de pai, ele da carinho, afasta pesadelo, puxa a orelha - Ela falou segurando a orelhinha e fazendo uma carinha engraçada - Ele da amor.

- Que mais? -

- Ele deixa tomar sorvete antes do jantar, igual você faz -

- Você faz o que Colin? - Jenn questionou atrás de mim.

- Xiiiiii - Serena colocou a mão na boca como quem havia falado demais e escondeu uma gargalhada.

- Mas pode chamar o Sean de pai? - Ela insistiu.

- Pode meu amor - A peguei no colo - Lógico que pode.

 

 

- Eu me lembro dos olhos brilhantes de Sean quando ela o chamou de pai pela primeira vez - Disse encarando Serena ao longe.

 

- Tio Sean - Ela correu corredor adentro, e quando Sean apareceu ela se jogou no colo dele - Eu vai chamar você de Pai.

- De Pai? - Sean levantou os olhos e nos encarou confuso.

- É de pai, por que você faz coisa de pai - Ela sorriu apertando a bochecha de Sean - Pode chamar? -Ela comprimia e soltava a bochecha de Sean.

- Pode - Ele disse com um som engraçado, e um sorriso bagunçado por conta de Serena.

- Ela pode Jenn? – Sean questionou

- Pode – Jenn sorriu – Mas você tem que parar de dar sorvete para ela antes do jantar – Jenn colocou a mão na cintura – Ta estragando toda a alimentação da garota.

 

 

- Mãe - Serena gritou e Jenn se virou rapidamente, mas logo vimos Sean e Lana apontarem em nosso quintal.

 

 

- Eu sempre achei que tínhamos destruído uma família Jenn, mas olhando assim nesse momento - Olhei para Sean e Lana, Serena e Bella - Eu devo dizer que nós só construímos uma família um pouco diferente.

 

- Eu nunca gostei de seguir o padrão - Jenn sorriu, levando sua mão até minha nuca e me puxando para um beijo.



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