História Calendar - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Seventeen
Personagens Boo Seungkwan, Hansol "Vernon" Chwe
Tags Seventeen, Verkwan, Vidas Passadas
Exibições 53
Palavras 1.744
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


aka estou eu de novo, atrasei porque eu queria fazer tudo com calma mas acho que ficou meio xexelento :(
enfim, espero que gostem e tiau

Capítulo 4 - Adeus


Remember 넌 그땔 기어옥하니 (Lembre-se, você se lembra daquela vez?)

비가 내리던 그 밤 (Naquela noite de chuva)

날 새도록 눈물 흘린 우리 (Quando você chorou durante a noite toda)

Remember 그 후가 기억나니 (Lembre-se, você se lembra o que aconteceu depois disso?)

비 그친 말근 아침 (Na manhã brilhante após a chuva)

우린 사랑하지만 서로를 보내줫지 (Nós estávamos apaixonados, mas nós nos separamos)

VIXX LR- Remember

 

Exatamente um mês e duas semanas depois daquele beijo os garotos tinham certeza do sentimento crescente que haviam entre os dois. Os beijos eram frequentes junto de carinhos vindos de ambos, palavras de amor mútuas já tornaram-se comuns. Na tarde em que tiveram um tempo livre, devido à problemas da escola, os meninos resolveram ir até a pracinha onde se beijaram pela primeira vez.

Os dois andavam de mãos dadas, vez ou outra sorrindo um para o outro. Ao chegarem no lugar que passou a ser o favorito de ambos, Seungkwan tratou de sentar-se no banco e assim que o outro sentou ele deitou-se com a cabeça nas pernas do mais novo e de imediato ganhou um carinho nos cabelos.

Os dois conversavam sobre coisas aleatórias como livros e Hansol contava piadas sem graça para o menor que ria apenas por notar o quão bobas as piadas eram. Seungkwan já encontrava-se sentado no banco enquanto insistia para o Chwe ir para casa com ele.

"Por favor meu amor, vamos para a minha casa!", pedia manhosamente já que sabia que o seu namorado com certeza ia ceder. E estava certo pois Hansol suspirou e levantou, o menor sorriu largo e levantou também, entrelaçaram os dedos e andaram até a casa dos Boo.

[...]

A sala da casa do Boo era gigante e o jovem Chwe olhava tudo maravilhado enquanto atravessava o cômodo, foram em direção ao quarto do garoto de grandes bochechas.

"Hyung, sua casa é realmente incrível!", o mais novo falou ao entrar no quarto do outro menino.

"Obrigado, mas eu preferia que não fosse tão espalhafatosa.", riu Seungkwan e se jogou em sua cama de colchão fofo, chamou o mais novo para deitar-se consigo e o mesmo o fez só que deitou por cima do Boo logo tocando os lábios do outro em um selar leve.

E ficaram trocando selinhos e carinhos juntos de 'euteamos' baixinhos. Não sabe-se como, mas depois de tantos beijos, o clima havia mudado. Passaram a trocar beijos intensos e cheio de línguas se tocando, chupões nos lábios, mãos afoitas de um Hansol por todo o corpo de Seungkwan. Os apertões na cintura e nas coxas grossas do mais velho eram frequentes, os beijos do Chwe estavam no pescoço branquinho e livre de qualquer marca – por enquanto – e os suspiros do que estava por baixo eram baixos porém audíveis. As mãos frias de Seungkwan encontravam-se por dentro da camisa de Hansol, arranhando-lhe o abdômen e a área acima do cós da calça alheia e arrancando suspiros e arrepios do mais novo.

Os dois encontravam-se já sem camisa e os lábios do Chwe encontraram os mamilos do Boo, a língua afoita e curiosa circundava o lugar fazendo com que o mais baixo ofegasse e gemesse baixinho com o estímulo na área tão sensível. As mãos de Hansol já encontrava-se por dentro da calça do outro e apertava as nádegas do outro deixando-o cada vez mais quente e excitado. Voltaram a se beijar de forma intensa e apressada, os lábios movimentando-se necessitadamente quase que fundindo-se.

Chegaram em um ponto onde o Chwe roçava seu corpo no do outro gerando um atrito gostoso para ambos nos membros rígidos. Seungkwan gemia baixinho entre os vários beijos. O clima estava cada vez mais quente entre os dois e os mesmos queriam mais do que aquele roçar, mas o que não esperavam é que algo aconteceria e faria com que tudo aquilo não tivesse o fim desejado. Quando Seungkwan não conseguiu segurar um de seus altos gemidos, por artimanha do destino, o patriarca dos Boo andava por aquele corredor pois iria chamar o filho para ir consigo à mais uma das reuniões e ao abrir a porta do quarto deparou-se com uma cena, que julgada por si, era a coisa mais repugnante do mundo. O ódio tomou o corpo do sr. Boo e o mesmo bateu a porta com força interrompendo ali um dos beijos fogosos dos garotos.

"Seungkwan que pouca vergonha é essa?", o pai enfurecido gritou e os dois rapazes encolheram-se, Seungkwan agarrou-se a Hansol fazendo o ódio do pai aumentar cada vez mais. "Saia de perto desse garoto e vá lavar-se agora Seungkwan! E você, venha comigo.", falou completamente sério olhando para o Chwe que sussurrou um breve "ficará tudo bem" para o menor e levantou-se, vestindo sua camisa, ajeitando sua calça e colocando seus sapatos.

[...]

O pai de Seungkwan e Hansol encontravam-se na frente da casa dos Chwe e o objetivo era colocar um fim naqueles atos repugnantes, segundo o sr. Boo. A porta da casa foi aberta por uma Sra. Chwe que logo curvou-se ao notar um homem tão importante em sua porta e acompanhado de seu filho, ela sentiu-se feliz ao pensar que o seu pequeno estaria empregado em uma das grandes empresas do Boo, enganou-se friamente pois logo após a entrada do homem em sua casa ouviu coisas que nunca pensaria que ouviria sobre o seu filho, ela pensava que ele soubesse discernir o certo do errado e que de fato aquilo era julgado como algo errado.

A vergonha era tamanha que a mulher logo chorava abraçada ao seu marido que apenas sentia-se com raiva e decepcionado com o filho. O Boo, como queria seu filho longe do tipo de gente que ele achava que os Chwe eram, fez a proposta de pagar a ida da família para um dos países da América onde já teriam uma casa e um possível trabalho para o patriarca dos Chwe e uma possível escola para o jovem Hansol. A mulher como sentia-se na obrigação de poupar a família de uma maior vergonha, prontamente aceitou a proposta e o homem de maior poder aquisitivo disse que voltaria logo para acertar tudo.

Hansol estava desolado, acabado e não queria ficar longe do amor da sua vida, ele estava de fato apaixonado e não parava de pensar em momento algum como será que estava seu Seungkwan. O garoto correu para seu quarto sentindo-se impotente, triste e com uma profunda dor no peito, puxou seu caderno e resolveu escrever algo para o seu pequeno hyung.

Seungkwan por outro lado estava em casa abraçado ao seu travesseiro e pensando no que poderia ter acontecido ao seu Hansollie, as lágrimas desciam por seu rosto e ele sentia-se envergonhado e entristecido. Nunca pensou em momento algum da sua vida que amar alguém pudesse machucar tanto de várias formas diferentes. Ele queria o Chwe ali com ele, ah como queria ver o sorriso bonito do outro e ouvir os "eu te amo" acompanhados de um beijo carinhoso.

Seungkwan esperava que seu pai não viesse tirar satisfação de nada, nem dar-lhe uma bronca, mas ele sabia que isso iria acontecer com toda certeza e não poderia evitar.

Apenas encolheu-se em sua cama ainda abraçando o travesseiro fofinho e dormiu.

E nos seus sonhos ele viu seu amor indo embora e um desespero tomou seu peito, ele não queria que o outro se fosse e no seu sonho ele chorava assim como ao acordar ele despejou a quantidade de tristeza em forma de água. Minutos depois o seu pai adentrou o quarto e encarou o pequeno rapaz de forma enojada. Doeu muito.

"Vejo que acordou... Precisamos ter uma boa conversa Seungkwan. Quero saber o que deu na sua cabeça para ficar se esfregando com outro garoto! Você não vê o quão nojento e ridículo isso é? Você acha mesmo que eu aprovaria uma aberração dessas na minha casa? Mas não se preocupe, já tratei desse problema e espero que nunca mais vocês se vejam." falou o homem enraivecido para o rapazinho que não segurou as lágrimas e chorou de forma silenciosa.

"Appa, me perdoe... Eu amo Hansol, é algo mais forte do que eu.", replicou o menino que sentia-se sem chão e que queria saber o que o pai tinha feito com seu namorado, queria vê-lo e abraçá-lo com toda a força. Não havia passado nem um dia e a saudade já era tamanha, ele tinha certeza de que realmente nunca mais veria o Chwe.

[...]

A família de Hansol já tinha tudo pronto para a viagem, eles estavam envergonhados e restava prevenir que nada daquilo acontecesse novamente e mais decepções se desencadeassem e piorassem tudo.

Hansol claramente vinha sofrendo muito pela separação repentina e queria tanto ver seu Seungkwannie e dizer o quanto sentia sua falta o que lhe restava era apenas guardar as boas lembranças do amor que vivera com o Boo. Ele esperava ver seu hyung, não importava quando fosse nem quanto tempo durasse, ele iria amá-lo sempre. E no caminho que fizeram até o navio que usariam como transporte ele chorou, chorou silenciosamente e sua mãe sorriu para si e disse que tudo ficaria bem.

Numa hora dessas o mais velho já estaria com a carta que escrevera em mãos e esperava que ele soubesse tudo o que ele estava sentindo. E Hansol estava certo, o menor estava sorridente por ver que era uma carta de seu amado, abriu rapidamente o envelope e desenrolou o papel.

" Querido Seungkwan, estamos separados hoje... eu sei, mas apesar de tudo sinto que sempre estarei do seu lado meu amor. Eu agora já devo estar em um navio indo para a América, vai ser uma viagem legal mesmo que você não esteja comigo. Eu viu sentir sua falta, tenha certeza disso. Acho que nunca serei capaz de amar alguém do jeito que amei você então, se você me ama, fique bem.

Eu não suportaria receber notícias ruins de você. Já me dói ter que partir sem dar-te um último beijo hyung, mas lembre-se de que estarei sempre pensando em você, onde quer que eu esteja. E eu prometo Seungkwannie, que vou voltar para você, não importa como.

Do seu, e apenas seu... Hansol."

E o Boo apenas se jogou em sua cama e chorou, chorou por não poder ter impedido a ida de seu amado, chorou por agora estar sozinho, chorou por saber que seu pai o odiava, apenas chorou para despejar toda a dor que sentia e o corroía por dentro.


Notas Finais


se esse mundo existe graças a deus pq existe?
tt: https://twitter.com/nctstupid


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