História Calibre 44 - Capítulo 1


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


helou boa leitura poneizinhos

Capítulo 1 - Prazer em conhecer você, de novo


— Mais um cadáver na conta? - indagou Jenny limpando-se do sangue

— Quem tem dó é o violão. - gargalhei empurrando o corpo no mar.

Prazer, Savannah Harvelle Collins.

28 anos.

Administradora da AASE (Astronautical Agency and Space Explorer/Agência Astronáutica e Exploradora Espacial).

Astrônoma e física renomada.

Nível de destreza com equipamentos letais é acima do nível de todos os exércitos.

Presa num casamento de fachada.

Loira. Olhos azuis acinzentados. Alta. Corpo considerado perfeito pelos padrões da sociedade. Pele pálida como papel.

Imensamente sábia e inteligente.

— O bom de trabalhar com você é que você faz piada até com os assassinatos. - riu a garota de olhos castanhos e cabelo preto.

— Viver essa vida sendo séria deixa a gente louca, não dá pra simplesmente matar e depois fumar um charuto lendo um jornal, a gente precisa rir um pouco. - sorri.

Jenny era professora de biologia na universidade mais conceituada do mundo – Darvale University - mas tinha se metido em problemas com o governo e acabou virando uma “assassina de aluguel” junto comigo, e o trabalho acabou fazendo que nos tornássemos melhores amigas. Quer dizer, não matamos em nome de alguém, geralmente somos obrigadas a isso para conseguir salvar alguém ou recuperar documentos. Fazer parte de um órgão do governo é um trabalho sangrento.

— Seria tão mais fácil se fossemos só atendentes de uma loja e morássemos numa casa normal com cerca branca e um cachorro.

— Nah, nós nascemos pra isso, tudo bem que matar é algo meio desumano mas fazer o que né. Esses trastes fizeram coisa pior, o carma sempre vem. E nós….

— Somos o carma deles. - riu Jenny, mostrando as covinhas - sua típica frase.

Dei de ombros rindo.

— Em vez de sermos atendentes, somos pesquisadoras e assassinas nas horas vagas. E não temos uma casa com cerca branca e sim uma mansão na praia.

— Do que adianta ter uma mansão na praia com dezenas de empregados se nós temos que limpar essa sujeira?

O iate estava banhado em sangue, os corpos dos homens foram lavados com produtos especiais antes de serem jogados no mar. Eles eram sequestradores de crianças, as sequestravam para as inserir no mundo da prostituição, o carma deles foi muito bem-merecido. Mas não matamos eles por isso, e sim porque eles tentaram justamente sequestrar a filha do presidente. Além de psicopatas são burros.

Jenny pegou um balde e esfregão, aquilo levaria algumas horas mas nós teríamos que deixar tudo impecável se não o chefe surtaria conosco se deixássemos pistas na cena do crime.

— Terminamos, agora nós temos que ir embora, não podemos nos atrasar para a premiação hoje a noite.

Haveria uma premiação para políticos na noite daquele mesmo dia. Eu teria que ir por conta de meu esposo, Alexander, que é vice-presidente de um outro país

— Ah que merda, tem a premiação ainda. - bufei - Além do mais eu vou conhecer meu novo segurança lá, como se eu precisasse de um.

— Se você não precisa por que você vai ter?

— George me obrigou a contratar um dos homens dele, segundo ele, é o melhor soldado que ele já viu.

George é o General do Exército, ou seja, ele comanda o exército nacional inteiro.

— Ninguém é melhor que você.

Savannah assentiu rindo.

— Por isso que amo você. - fez um coração com a mão e Jenny riu.

— Vamos logo boba. - pulou no mar e começou a nadar em direção ao outro barco e Savannah a acompanhou.

Logo que chegaram no iate aliado, ele partiu em direção à costa, depois que chegamos em terra firme cada uma partiu para sua casa. Fiquei o caminho inteiro distraída, perdida em pensamentos distantes, alguns tão melancólicos que me faziam duvidar da felicidade que eu esboçava em frente a outras pessoas, eu realmente era infeliz mas eu tinha que sobreviver àquela vida esgotante, cruel e sombria. Quando percebi já estava dentro da grande garagem, havia pelo menos uns 7 carros ali, todos custando no mínimo 500 mil dólares. Entrei na grande mansão, o piso da casa era totalmente de vidro, assim era possível ver o mar verde e os peixes que ficavam sob a casa, cuja era completamente moderna. Ao entrar em meu quarto no qual tinha uma varanda com vista para um jardim aquático imenso, avistei meu maquiador e cabeleireiro. O maquiador era Kennedy, um homem alto, negro com olhos âmbar, aquele homem era o pecado em pessoa o que me fazia flertar com ele quase sempre até descobrir que ele namora Karl, o cabeleireiro ruivo e bronzeado de olhos castanhos, como descobri? Peguei eles transando no meu closet.

Acontece.

— Está atrasada. - reclamou Kennedy em falsa irritação.

— Não é fácil tirar sangue de tapete, sabia? - ri. - Eu já tinha te mandado por mensagem o que eu queria, então façam sua mágica garotos.

Enquanto eles me preparavam, parei para refletir, estava insegura quanto ao segurança cujo poderia ser apenas um espião pronto para me matar. Me xinguei mentalmente por não ter pedido a ficha completa do homem. Sem falar que Alexander odiaria a ideia de ter um “macho” protetor dentro de casa. Sim, o segurança vai fazer plantão na casa o que me deixou totalmente transtornada. Mas estava pouco me fodendo para Alex, para mim, ele é apenas um encosto em que sou obrigada a transar, beijar e fazer a linha do casal feliz em público, sendo que eu fui obrigada a casar com ele só para agradar o governo nacional. É que Alexander é vice-presidente da principal potência do mundo, e o presidente do país me obrigou a casar com Alex para fortalecer os laços entre os dois países, já que são as maiores potências do mundo.

E desde então vivo presa dentro de um casamento e não posso nem reclamar e muito menos recusar sexo a ele. Pois segundo Alex, se eu recusar a fazer o que ele manda, ele afunda o nosso país. Que legal né?

— Está pronta querida. - disse Karl, o maquiador. - Menina você tá destruidora!

Olhei para o espelho, realmente, estava linda, mas meu rosto esboçava uma feição triste então obriguei-me a forçar um sorriso.

— Obrigada meus amores.

Dirigi-me ao closet do quarto, enquanto colocava o vestido ouvi o sinal de notificação do celular, era uma mensagem de Alex, Coloca a lingerie que comprei. Revirei os olhos automaticamente e coloquei a lingerie.

— Você ainda vai morrer na minha mão. - murmurei.

Vesti o vestido de grife, no qual era com os ombros cavados e muito longo, lembrava o vestido de casamento de uma princesa, porém preto. Sai do quarto e vi Alex a esperando na sala.

— Gostei. - disse acariciando meu rosto, porém tireo bruscamente de suas mãos. - Ei, você faz o que eu mando. - me puxou pelo braço e forçou um beijo.

Senti meu corpo ferver, e não de excitação, ferveu de ódio, pude sentir o vômito e a angústia na minha garganta e só de pensar que eu teria que ser submissa a ele depois meu corpo tremia.

— Não sabe com quem está lidando. - rebati num tom ameaçador mas ele apenas ignorou.

Ele entrou no meu Porsche preto, sim, todos os carros assim como a casa eram meus porém ele se atrevia a se aproveitar de tudo. Ah, doce Alex, você está cutucando onça com vara curta meu caro, e vai se arrepender muito quando ela dar o bote.

Chegamos ao grande hotel onde seria realizado o evento de premiação, pelo menos não estava concorrendo nesse, me livrei de ter que subir no palco e agradecer por pessoas que transformaram a minha vida em um inferno. Era mais um evento com janta e pessoas sofisticadas com narizes empinados.

Me sentei numa mesa qualquer, agradeci por Alex estar entretido com seus companheiros de partidos e observar garotas novas com decotes provocantes, é ele não tinha vergonha na cara de fazer isso em público com uma aliança no dedo. O garçom deixou uma garrafa de vinho em minha mesa, não hesitei em pegá-la e derramar o líquido na minha taça que tinha pequenos detalhes dourados, inalei o aroma da bebida antes de ingeri-la, vinhos era um hobby muito comum meu. Senti uma mão no meu ombro.

— Com licença, você é a Sra. Collins? Sou seu novo segurança.

Me arrepiei com a voz conhecida, virei para olhar o homem e logo me engasguei com a bebida. Parado em minha frente, estava Brennan, meu primeiro amor que partiu meu coração dez anos atrás. O primeiro pensamento que veio na mente foi: Como ele veio parar aqui? Tentei falar várias vezes mas não conseguia pronunciar nada, ele sorriu e aquilo me atingiu como uma granada.

Ele ainda era o mesmo, o cabelo preto, os olhos castanhos, a pele levemente bronzeada, os olhos tinham uma expressão simpática… A dor no peito no meu peito era inevitável e incontrolável, as memórias atingiam minha cabeça como estilhaços de uma bomba, estilhaços de um passado que deveria ter sido a melhor época da minha vida mas que foi despedaçado junto com meu coração quando ele fechou a porta atrás de si me deixando sangrando e suando frio naquele chão gelado de madeira, sem mais conseguir respirar e a um fio da morte. Engoli em seco e voltei à postura indiferente, como se a presença dele fosse nada além de algo banal.

— Brennan? O que está fazendo aqui? - consegui dizer, tentando ao máximo manter a voz indiferente.

— Não achei que fosse me reconhecer. - riu - Mas enfim, eu sou um soldado agora, e George me designou para esse cargo. Que coincidência né?

Respirei fundo contando até dez, fiz gesto para ele sentar. Afinal, já faz muito tempo que tudo aquilo aconteceu, agora somos meros estranhos. O que era completamente louco, parecia que eu estava recém o conhecendo, ou estava o conhecendo de novo, não importava, eu não iria me deixar envolver, não de novo, não com ele.

— Então, como anda a vida? - ele disse no intuito de puxar assunto.

— Sou rica e casada. - ele estremeceu - Mando na AASE, sou astrônoma e assassina nas horas vagas, e você?

— Sou o soldado mais bem pago do mundo. - riu de novo, aquela risada gostosa que eu tanto amava, depois de tanto anos, ouvir a risada dele ainda era música para meus ouvidos - Eu me dei bem na vida, posso dizer. - continuou sorrindo feliz, por um momento me perdi na imensidão castanha dos olhos dele, dizem que castanho é uma cor de olhos muito sem graça, eu nunca concordei, os olhos dele eram os mais bonitos que eu já havia visto.

— E ele namora também. - interrompeu uma garota ruiva e de olhos verdes, enquanto ela se sentava sem ser convidada ao lado dele, a mesma mandava um olhar feroz a mim, retribui desafiadora. Ela sabe quem eu sou para agir assim? Pensei.

Senti como se meu coração tivesse sido despedaçado de novo quando vi o olhar que Brennan direcionou à sua namorada, era um olhar carinhoso e amoroso. Meu estômago revirou, senti a saudade batendo na porta do meu coração, praticamente implorando para que eu desviasse o olhar, mas eu não conseguia e aquilo doía demais já que ele costumava me olhar do mesmo jeito.

— Sou Polly, prazer. - sorriu num tom sínico.

— Sou Savannah, prazer. - sorri num tom perigosamente ameaçador, a ruiva se encolheu na cadeira.

— Sou Alexander, prazer. Preciso da minha esposa comigo. - falou já me puxando pelo braço como se estivesse roubando o seu brinquedo da mão de um coleguinha, quando já estávamos longe o suficiente deles, ele cochichou - Nós vamos subir no palco agora, mantenha a postura de mulher, vadia.

Respirei fundo impaciente, mas o segui até o palco, subimos e Alex começou a discursar mas eu não conseguia tirar os olhos de Brennan e Polly, eles pareciam tão felizes juntos. Alexander me puxou pela cintura e me deu um selinho rápido me deixando totalmente constrangida em frente ao público, muitos olhavam com pena como se soubessem o tanto que eu sofria todos os dias. Mas claramente não sabiam e se soubessem não se importariam, sou só uma máquina de dinheiro para esse país, minha integridade física e psicológica não fariam o país enriquecer então eles simplesmente ignoravam qualquer sintoma de doenças ou violência que eu sofria. Ótimo.

Descemos do palco, e fui diretamente para o banheiro, agora era a hora da janta e premiação, logo após era o baile, e eu não estava nem um pouco interessada em participar. Passei horas dentro do cômodo, me distraindo com o celular, quando já estava impaciente, saí do banheiro e dei de cara com os olhos verdes raivosos namorada do seu ex.

— Eu sei que você é ex do Brennan. E se tá pensando em tirá-lo de mim eu faço meu pai arranjar exércitos do mundo todo pra acabar com você. - a fúria era clara na voz.

Ri internamente com a garota, ela parecia uma garotinha de cinco anos que tinha tido seu doce preferido roubado. Me aproximei com um olhar maligno, ela recuou assustada.

— Não se preocupe, querida, eu já sou casada. E também nem se ocupe contratando exércitos, eu destruo todos eles sozinha. Ah, mas pelo visto você é bem desinformada né, nem deve saber quem eu sou, pois bem, fique avisada que você não vai querer mexer comigo. - falou num tom absurdamente calmo, me senti como uma garota popular ameaçando nerds, mas, na verdade, se ela tentasse me irritar eu só iria ignorá-la, vaso ruim quebra sozinho.

— Eu vi como você olha para ele, você gosta dele. - olhei confusa mas com uma certa aflição, a sensação gélida se chocou com meu corpo me fazendo arrepiar – Mas espere para ver o que vai acontecer agora. - Polly saiu repentinamente, fui atrás dela curiosa com o que aprontaria.

Andei até o salão e vi um bolo de gente, Brennan estava no meio com um microfone e meio inseguro quanto ao que faria a seguir, Polly sorria largamente como se já soubesse o que aconteceria, ele se ajoelhou no chão. Logo percebi a merda que Brennan faria, era claro que ele gostava dela mas eu conhecia como a palma da minha mão, estava sobre pressão. Me escorei em um pilar com os braços cruzados.

— Então gente, eu tenho algo muito importante para fazer e queria que vocês todos vissem, tem uma mulher aqui que eu estou apaixonado, ela é doce, gentil e a pessoa mais linda que já vi. Ela é a razão do meu viver, é a pessoa que eu mais amei na minha vida, mais que qualquer outra, Polly meu amor, vem aqui. - falou sorrindo.

Tudo passou com lentidão na visão de Savannah, ela se cansava de tanto ouvir Brennan dizer as mesmas coisas para ela, o que me deixava atordoada é que apesar de estar fazendo aquilo obrigado, ele estava falando com a mais pura sinceridade. Eu deveria ter ensinado a tomar um pouco de juízo antes dele ir embora. Mas eu não conseguia esconder a irritação, o sangue fervia na minha cabeça como lava ferve em um vulcão, as palavras que ele disse só confirmavam o que eu já tinha descoberto só de o observar.

— Pollyana Campbell, você se aceita a casar comigo?

Lá estava ele, ajoelhado com uma caixinha preta com um anel dentro, Polly com sua falsa emoção disse sim e começou a “chorar de felicidade”. Aquela ruiva não me enganava, ela podia ser esperta mas eu sou bem mais, mas por que eu me importava tanto com isso? Caralho a gente nem é mais amigos. Na verdade ele agora seria meu segurança mas isso não era motivo para eu ficar irritada com algo que nem é da minha conta.

Alexander se pôs ao meu lado.

— Que bosta. - suspirou - Vamos embora. 

Assenti e pela primeira vez agradeci de ir para casa com Alex. Saímos sem cerimônias pela porta, entramos no carro e fomos para casa silenciosamente.

— Estou cansado demais para te foder, vou dormir.  - disse ele logo que entrou na residência.

Agradeci aos deuses e devo estar agradecendo até agora por isso.

Ele foi para quarto e eu me sentei no sofá observando o mar e digerindo tudo que aconteceu naquela noite. Joguei a cabeça para trás, era claro que Brennan estava sendo usado por Polly. Mas por que eu me importava tanto? Ele me tinha deixado para morrer. Ouvi o telefone tocar, dedilhei o sofá em busca do aparelho e o atendi.

— Preciso que você pegue os arquivos confidenciais aqui. - disse George.

— Mas são 4 horas da manhã. 

— E eu com isso? Vem logo. - desligou.

Revirei os olhos e peguei as chaves do carro, dirigindo até a base militar. Eu tinha que pegar umas papeladas com segredos da agência espacial rival para analisar. Cheguei no prédio que parecia mais um condomínio de luxo, entrei nele e andei pelos longos corredores luxuosos e entrei numa sala com vários computadores. Vi George sentado, ele era extremamente alto, estava na casa dos 50 anos, os cabelos grisalhos e o porte atlético davam um charme a ele que faria qualquer mulher sentir uma cachoeira escorrendo pelas pernas.

— Ainda bem que veio rápido, minha filha tá passando muito mal e eu tenho que ir para casa, pegue só os arquivos com seu nome. Em hipótese alguma olhe os outros, se eu descobrir…. - falou se levantando. 

— Tá tá, vai logo. Vou aproveitar e deixar uns arquivos mortos aqui. - disse colocando o pen drive no computador.

Ele assentiu e saiu pela porta, andei até o computador de última geração e coloquei para transferir os arquivos e tirei da bolsa os arquivos mortos e comecei a colocar nas estantes. O aparelho eletrônico apitou revelando que os arquivos haviam sido transferidos, andei até a mesa onde se encontrava o objeto e li a mensagem escrita na tela.

Arquivos copiados com êxito para pen drive KINGSTON5028

672/672 arquivos copiados

100% carregado

— Mas eram só 12 arquivos que eu precisava… - sussurrei confusa até que caí em mim mesma. Eu havia transferido todos os arquivos, todos os segredos do meu próprio país e de países do resto do mundo.

O péssimo de tudo aquilo era que eu não fazia a mínima ideia de como mexer naquele computador, portanto eu não sabia como desfazer a ação, entrei em desespero e comecei a andar por todos os lados da sala tentando achar uma solução.

Ouvi barulho de passos, tirei o pen drive rapidamente, se eu alguém descobrisse que eu tinha uma cópia daqueles arquivos comigo eu, com certeza, seria presa e perderia meu emprego.

Então deixei o lugar desnorteada, levando comigo os maiores segredos de Estado e do mundo inteiro.

E aquela foi a pior decisão que eu poderia ter tomado em toda a minha vida.

 


Notas Finais


espero q gostem, xoxo <3


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