História Californian Girl - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Michael Jackson
Tags 90s, Amor, Anos 90, Dangerous, Exército, Gal Gadot, Michael Jackson, Musica, Pop
Visualizações 107
Palavras 1.727
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite amores da minha vida <3, como vão vocês? Peço desculpas pela demora, tenho passado por alguns problemas pessoais que por consequência, me desviam um pouco da fanfic... Mas de forma alguma não irei abandonar.

Agradeço ao meu pudim de caramelo pela betagem topper como sempre (com uma dose de veneno, mas a gnt releva pq também sou naja criada)

Peço desculpas também se o ponto de vista do Michael parecer vago ou qualquer coisa do tipo ao ver de vocês, é a primeira vez que escrevo e também foi uma das razões da dificuldade, escrever algo que realmente encorpasse a personalidade dele.

Beijos, aproveitem o capítulo e nos vemos lá nas notas finais <3

Capítulo 3 - Rescue I - One more chance to live


Fanfic / Fanfiction Californian Girl - Capítulo 3 - Rescue I - One more chance to live

 

Neverland Ranch, Santa Barbara County
 

 

Michael Jackson

 

A noite está realmente agradável, o vento movimenta-se de forma harmoniosa e em temperatura amena, diferentemente do cotidiano do sul da Califórnia que, mesmo em estações “frias”, como o outono e o inverno, tem tendência a ter temperaturas quentes. Caminho pelos arredores do rancho para aliviar certa tensão que eu estousentindo por causa do álbum novo que está para ser lançado daqui alguns dias. 
 

Não que a opinião da indústria fonográfica e sua imprensa seja o motivo de meu estresse por completo, meus fãs são minha prioridade e a forma como irão receber é o que me deixa ansioso, pois amo ver suas reações, é divertido o quanto eles se entregam às músicas. Sempre digo que a manifestação de amor de um fã é uma das mais puras que existem e que merecem ser valorizadas. São quem ouve suas músicas e os principais avaliadores, por isso, tudo o que faço contém amor, precisão e cuidado, meus fãs merecem algo de qualidade. 
 

Perto da entrada do rancho, começo fitar a rua, infelizmente não possuo tempo para ter o luxo de ver o caminhar das pessoas pelas calçadas e de assistir às crianças brincarem na rua, então muitas vezes imagino, imagino-me caminhando entre as pessoas como se eu não fosse ninguém “excepcional’’ - pode-se dizer assim - apenas para fugir um pouco de pensamentos contínuos sobre as coisas com as quais estou envolvido. 
 

De forma súbita, vejo um carro passar de forma acelerada pela rua, aproximo-me cauteloso e com certa curiosidade; ato em que momentos assim, é considerado estúpido. Entretanto, isso não acontecetodos os dias e talvez alguém precise de ajuda. O motorista dá a meia-volta, mas aparentemente não consegue controlar. O medo de que alguém acabasse morto já é eminente, são apenas a pessoa e eu naquela cena e minha posição ainda contém certa impotência. Enxergo, então, o veículo se seguindo em direção à Neverland e chocando-se contra o muro lateral direito da entrada. 

Em um movimento de impulso, disparo na direção da cena para ajudar o motorista, que na melhor das hipóteses poderia estar apenas com alguns ferimentos. Abro o portão e ando devagar, desviando de alguns tijolos derrubados, até chegar com cuidado no automóvel. Percebo, então, em meio a nuvem de poeira, que não era um motorista e sim uma. A moça se encontra com um ferimento na cabeça, o sangue em certa quantidade percorre por sua testa e a lateral de seu rosto. Ela vira, com extrema força, o rosto na minha direção. 
 

— Moça? — indago, porém, ela parece não enxergar direito. — Moça, você pode me ouvir? Earl, preciso de ajuda aqui! Moça, qual o seu nome para que eu possa chamar alguém? 

M...Maya. — responde ofegante e em seguida desmaia. 

— Earl! — grito mais uma vez o motorista. Logo Earl, ofegante, aparece e fica estático. — Earl, não fique parado! Ajude-me com a moça! Ela precisa de um hospital! 

— Mas… Será que se chamarmos a emergência, não irá atrair jornalistas, Sr. Jackson? — questiona assustado. — O senhor... 

— Earl, ela pode morrer! Chame a emergência agora e peça para virem o mais rápido possível. — o interrompo. — Não irei deixá-la sozinha. — o homem sai em disparada na direção da casa principal, volto meu olhar para Maya que, felizmente, continuava a respirar. Se me lembro de algum ensinamento sobre primeiros socorros… Eu tenho que deixar a moça como está até o resgate chegar. 

— Sei que está inconsciente e que não posso mais te ajudar da forma que queria, mas se pode me escutar, por favor, dê um sinal. Eu preciso… Eu preciso de você, não só eu, mas outras pessoas precisam; tenho certeza que deve ter família, amigos ou namorado. — começo a implorar enquanto me ajoelho na grama, ao lado da moça. — Não quero que se vá, Maya. 

Ela não esboça nenhuma reação, continua respirando, mas da mesma forma em que desmaiou. Já tinham acontecido várias ocasiões em que havia ficado aflito, mas nenhuma mexeu da forma que esta. É uma pessoa morrendo bem do meu lado e não posso ajudá-la, começo, então, a orar. Minha mãe sempre dizia que Deus ouve os apelos de nossos corações e sempre acreditei na palavra dela. Passo a orar para que Maya sobreviva, para que ela consiga reagir, para que sua vida seja longa. 

— Senhor! — Earl me chama e levanto para recebê-lo. — A ambulância já está a caminho, tomei a liberdade de pedir que levassem a moça diretamente para o Ronald Reagan Medical Center. 

— Por sorte, encontraremos Louise de plantão no hospital. 

— Também demorei a vir pois tomei a liberdade de chamar por Miko para nos ajudar. 

— Obrigado, Earl. Prepare o carro, quando a ambulância sair, nós sairemos minutos depois para evitar possíveis perturbações. 

— Sim, senhor. 

— Apenas Michael. — suspiro. 

Logo o veículo vermelho e branco pode ser visto por meus olhos, o que me dá certo alívio. Os paramédicos descem de forma rápida indo em direção ao carro esmagado, enquanto um abre a porta, dois estão posicionados e preparados para imobilizar Maya. 

— Os senhores viram o momento do acidente? — pergunta um dos socorristas. 

— Eu vi. — respondo. — A mulher dirigia em velocidade altíssima. Em movimentos rápidos, ela brecou o seu veículo, deu meia-volta, porém perdeu o controle e chocou-se contra o muro de minha casa. 

— Ela estava consciente no momento do choque? — pergunta o outro enquanto os dois prendiam o corpo de Maya na maca. 

— Sim, antes de desmaiar, ela chegou a dizer-me como se chamava. O nome da moça é Maya. 

— Veja, Tennant. — diz o primeiro paramédico a perguntar. — Ela possui um colar do exército. — ele aproxima-se com cautela e volta à sua posição normal. — Major Maya Rhodes. 

— É de grande ajuda, ao menos, sabemos o nome completo. — responde Tennant, terminando a imobilização cervical. — Obrigado por nos contactar, senhores. Podem confiar em nossa equipe, iremos ajudar a Maj. Rhodes. 

— E pode confiar no sigilo médico, Senhor Jackson, a cena que se passou foi uma fatalidade infeliz, não sairá nenhum comentário nosso. — complementa o outro. 

— Agradeço por entenderem a situação. — digo enquanto colocam Maya dentro da ambulância e vejo que há outros dois que a medicam. Tennant e o outro entram no veículo, fecham a porta, e assim partem. 

— Senhor Jacks… Michael. — Earl se autocorrige. — Entre, Miko já deve estar perto, você relaxa um pouco e enquanto isso ligo o carro. 

— Pode entrar em contato com a oficina mecânica responsável por nossos automóveis? Quero que o veículo de Maya esteja consertado, pagarei por todos os custos. — Earl assente e começamos a caminhar de volta para a propriedade. 
 

… 

 

— Está calado, Mike. — diz Miko. — Tudo dará certo, a garota vai sobreviver. 

— Eu espero. — respondo desanimado enquanto olho a rua pela vidraça do carro. Não tinha como manter a calma naquela situação, e se alguém, além de mim, estivesse olhando a cena? Já não pude fazer muita coisa para salvá-la, me sentirei mais culpado ainda se Maya tiver a vida exposta por uma infeliz coincidência de ter colidido no muro do rancho. 

Apesar de ter esse medo, minha maior inquietação é a saúde da mulher. Não me perdoaria de forma alguma se Rhodes chegar a óbito; teria o sangue dela para sempre em minhas mãos. Jamais conseguiria conviver com a culpa. Talvez estou sendo negativo demais, mas sou um humano governado por emoções. Um humano que não é blindado contra medo, tristeza ou desespero; todos os sentimentos que regiam-me ali. 

— Chegamos. — diz Earl que estaciona em uma entrada mais discreta do complexo hospitalar, por graças, Louise se encontrava parada ali com algumas pessoas ao seu lado. O motorista sai do carro, abre a porta do lado em que estou e desço escoltado por Brando até Louise, minha médica e uma das chefes do centro médico. Por sorte, as pessoas ao lado da doutora são dois dos paramédicos que atenderam Maya e mais uma mulher com vestimentas hospitalares. 

— Michael. — a doutora me estende a mão e retribuo o cumprimento. — Tennant e David, os homens que atenderam a Major Rhodes me explicaram a situação. 

— Está tudo bem com ela, não está? — questiono de forma automática. 

— Não está em estado grave, senhor. — responde a desconhecida. — A paciente possui um corte na testa devido a pancada possivelmente no para-brisa do veículo, foi um ferimento grave, mas já devidamente cuidado. Outra coisa; de certa forma, preocupante é a marca roxa no tórax, devido ao choque provavelmente contra o volante. 

— Michael, esta é uma das enfermeiras da ala três do hospital, Harriet Davies. — cumprimento a moça e ela retribui. — É onde Maya se encontra fazendo, agora, a tomografia computadorizada. Também é onde ficará internada ao menos por essa noite. 

— Esse é o único exame por qual Maya passará? 

— Nós optamos pela T.C pois dá uma visão mais abrangente e examina se houve danos em algum órgão vital, além de ser um exame mais rápido. — Harriet novamente responde. 

— Se nos dão licença, temos que voltar ao trabalho. — interrompe David. — Agradecemos mais uma vez por nos ter confiado a vida da Major Rhodes, senhor Jackson. 

— Por favor, apenas Michael. E sou eu quem se encontra grato. — os paramédicos se despedem e vão embora. 

— Eu consegui um traje de médico junto de um jaleco para você, senh… Michael. Dra. Sawyer explicou-me do sigilo que toda situação exige. 

— Se entrar como Michael Jackson, ocorrerá claramente uma algazarra, não apenas com os funcionários; os pacientes e acompanhantes irão querer saber o que está acontecendo. — explica Louise. — Quero evitar a exposição de sua imagem. 

Pego apenas o jaleco e a máscara cirúrgica de uma sacola que Sawyer me entrega. Não quero disfarçar-me por completo pois estou ansioso para ver Maya. Visto-me rapidamente, entro junto da médica e da enfermeira no prédio, logo atrás Earl e Brando caminham mais distantes de nós. Sinto meu coração ter um pouco mais de alívio em relação ao estado de saúde da Major. 

 

  Ela tem mais uma chance para viver e é tudo o que importa. 


Notas Finais


Maico, super-herói que você respeita hshshshshshsjsjsksjh socorro. Ah, e irei deixar o link de duas oneshots especiais (merchan na cara de pau, berros)

Sol: https://spiritfanfics.com/historia/sol-9881940

Love: https://spiritfanfics.com/historia/love-9879878


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