História Calix - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Amy Everheart, Aspen Leger, Carter Woodwork, Celeste Newsome, Lucy, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave
Tags A Seleção, America Singer, Ataques, Calix, Carolina, Illéa, Kiera Cass, Maxon Cálix Schreave, Nortistas, Sulistas
Exibições 185
Palavras 2.834
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Nos vemos nas notas finais!

— Não olhe pra trás. Não é pra lá que você vai. —

Boa Leitura ^^

Capítulo 13 - Doze


Acordei com uma dor terrível na coluna. Esfrego meu olho com a costa da mão e olho para o meu lado, entendendo o motivo da dor. Brice ocupava a maior parte da cama, restando para mim, apenas uma pequena parte.

Sob minha coxa, sinto algo vibrar. Tateio a região, encontrando o meu telefone no bolso, fazendo eu me recordar de que eu não havia tomado banho nesta madrugada. Desligo o despertador e logo vejo as mensagens de Aspen perguntando se eu havia chegado, lembrando-me que eu havia prometido que mandaria uma mensagem avisando assim que chegasse na casa.

Levanto-me e vou até o armário, pegando uma troca confortável para ficar na casa. Hoje é domingo, não iria precisar ir à empresa. Tomo um banho rápido na água morna e logo saio do banheiro já vestido.

Olho em direção da minha cama e vejo Brice começar a se despertar aos poucos do sono. Caminho até a cama, sentando ao seu lado.

— Dormiu bem, querida? — pregunto, colocando uns fios escuros atrás de sua orelha.

— Sim... — respondeu preguiçosa, enquanto coça seus olhinhos com as duas mãos — Você vai trabalhar hoje?

Sorrio com sua pergunta. Hoje, eu realmente planejo passar o dia com ela, compensando essas semanas que ela está longe de nossos pais. Quero mais sorrisos em seu rosto e não, um olhar triste. Respondo:

— Não. — a puxo para o meu colo — Hoje o Max, vai ficar o dia inteiro com uma princesinha chamada Brice. Você a conhece?

— Hm... Ah! Sou eu! — Brice dá uma gargalhada gostosa. A abraço apertado, com medo de que me separem dela.

— Vá pedir para a tia Silvia trocar você. Daqui a pouco eu a encontro para tomarmos café. — minha irmã concorda e pula do meu colo, correndo porta à fora.

Novamente levanto e vou até o canto direito do quarto, onde se encontra a mesa que agora eu passei a usar para o trabalho na editora. Abro o meu notebook e logo eu acesso meu e-mail, assim que o ligo.

De: Gavril Fadaye
             
Para: Maxon Schreave

Sinceramente, eu não sei mais se devo ficar mandando estes e-mails à vossa alteza. Mas, só porque eu sou seu tio e entendo sua preocupação. Eu também ficaria na mesma situação, caso fosse comigo ou com seu pai.
           Bom, informo-lhe que vossa majestade conseguiu convencer a minoria a respeita-lhes aqueles que não tem uma boa condição de vida. A senhorita Ashley Brouillete, levantou um pequeno grupo de filhos dos membros do parlamento para protestar contra seus próprios pais. Muitos deles ficaram revoltados, pois não acreditam no absurdo que seus próprios filhos ficaram contra si.
            Sobrinho, aqui em Angeles está uma loucura! Aconselho a você que fique onde está até a ordem de retorno. Não se preocupe, mesmo com os protestos de seu pai, continuarei a mandar os e-mails o informando. Porém, receio que possa demorar o próximo. Estarei ocupado visitando algumas cidades para pesquisar um pouco sobre o povo de Íllea.
                Ficar bem meu caro. Cuide de sua irmã e não deixe que seu primo cause mais uma confusão. E seus pais então bem. O general reforçou a guarda no terceiro andar, mesmo que seus pais não queiram. Apenas para garantir.

O povo não enxerga o nosso esforço e assim como todos, também tenho medo. E esse meu medo, é não conseguir fazer de Íllea, um bom lugar para se viver.

Escrevo um e-mail agradecendo pelo seu esforço em me deixar a par de tudo que acontece em casa. E para ele tomar cuidado com essas visitas. Não quero que aconteça nada com Gavril. Pois de todos os tios, eu sou muito apegado a ele.

Após enviar, penteio meu cabelo e deixo o quarto, indo direto pra cozinha, encontrando Brice no colo de Aspen. Dou bom dia a todos que estão ali e me reúno a mesa para desfrutar do café da manhã.

— Ah, antes que eu me esqueça. A dona America pediu para eu avisar que não precisava ter me deixado para ajudá-la. — Aspen comenta irônico, enquanto toma sua xícara cheia de café — E ela também não quer que fique se preocupando. Pois está tudo bem.

— Bom, tentei ajudar. — dou de ombros, cansado por não ser agradecido.

— Cara, essa garota é muito mimada! — ele revira os olhos — Nunca vi uma pessoa tão mal humorada e mal agradecida. Até a princesinha da França sabe agradecer!

—•—•—

Mais um dia Brice havia dormido comigo por causa de seus pesadelos. Hoje, eu não precisava trabalhar. No entanto, teria que comparecer na comemoração de aniversário do jornal.

Deixei minha irmã dormir por mais uma hora, já que ontem, ela havia brincado de mais com o seu guarda e estava exausta. E assim que o ponteiro do relógio da cozinha bateu exatamente as dez da manhã, pedi para Silvia arruma-la para o evento.

Como estava um clima abafado e quente, resolvi colocar roupas claras e fiquei aguardando minha irmã na sala, enquanto eu ouvia umas instruções de meu assessor e de Aspen de como eu achar uma desculpa sem contar uma mentira, já que ambos sabiam que eu odiava mentir para as pessoas.

Eu não podia levar Aspen ou Justin. O evento seria fechado, apenas para as pessoas do Jornal. E como eu havia comentado com o senhor Orders que eu tenho uma irmã, ele me deu uma entrada a mais.

— A onde nós vamos? — Brice questiona, enquanto sobe no sofá. Assim, ficando entre Justin e eu.

— Vamos a uma festinha. — explico.

Observo minha irmã que está linda com aquele vestidinho rodado com detalhes em flores vermelhas, nos pés uma sapatilha preta de verniz, enquanto o cabelo, apenas poucos fios estavam presos com uma presilha dourada. E claro, para finalizar, um gloss claro nos lábios.

— E a onde a senhorita vai toda chique? — dou-lhe um beijo na bochecha.

— Poxa, achei que íamos para uma festinha. — comentou triste — Tia Silvia até deixou eu passar um brilho na boca.

Como sempre, sorrio com sua inocência e beijo sua testa.

— Vem, vamos passear. — levanto do sofá com o impulso que dei com as mãos, enquanto minha irmã se levanta em apenas um pulo. Ah, como as crianças tem tanta facilidade de fazer as coisas.

Lembro-me, quando eu era menor, minha mãe vivia a minha procura, enquanto eu me escondia atrás dos móveis. Teve um dia — quando eu deveria ter uns dez anos —, que se não fosse por um guarda, com certeza uma prateleira teria caído pra cima de mim. Pedi a esse guarda para não contar nada para os meus pais, assim eu poderia evitar um castigo. Mas não foi preciso, mamãe estava passando por ali, quando viu a cena. Devo ter ficado um mês de castigo e nunca mais me enfiei atrás das coisas.

Despeço do pessoal e saio com a minha irmã. O nosso motorista, nos deixou em frente ao prédio. A festa ocorria na garagem, já que ela é grande e porque estava com o céu bem bonito. Brice dá a mão pra mim e assim, atravessamos até chegarmos do outro lado. Meu ouvido já era preenchido por gritaria das crianças. Entrego o bilhete para o segurança e adentramos.

Fomos recebidos com o calor das pessoas que sorriam e curtiam a festa. Havia barracas de comes e bebes, brinquedos para as crianças, uma roda com algumas pessoas dançando e algumas barracas para diversão.

— Eu to com fome... — ouço minha pequena reclamar.

— Vamos comer.

Caminhamos entre as pessoas e vimos algumas opções de o que tem pra comer. Por fim, decidimos comer espetos de carne. Brice comeu um e meio e logo disse que estava de barriga cheia. Por outro lado, eu comi dois e mais a metade da minha irmã.

— Max, eu quero ir lá! — disse, apontando para um brinquedo de escorregados inflável.

— Eu deveria ter pedido a Silvia para colocar uma regatinha e um short em você...

— Vamos! — implora.

— Espera a comida abaixar um pouco que eu te levo lá. — ela concorda e me aguarda em pé. Limpo a boca com o guardanapo e me levanto.

Antes de deixar minha irmã ir brincar nos brinquedos, demos uma volta pelo local para sabermos o que tem. Enquanto eu apenas decidia o que eu queria comer, Brice escolhia em qual brinquedo iria primeiro e qual doce comeria. E quando eu achei que ela iria querer o brinquedo, minha irmã decidiu comer dois espetos de morango coberto com chocolate.

O sol já estava difícil de suportar e ainda mais, quando eu tinha uma pequena que não parava de arrastar-me para as barracas de diversão. Em uma das barraquinhas, Brice conseguiu ganhar uma baleia orca de pelúcia, ou seja, eu fiquei carregando o bichinho, enquanto a minha irmã se divertia. Não reclamei, pois o que eu queria, era ver a minha irmã rir.

Deixei que Brice fosse brincar na piscina de bolinhas coloridas, enquanto eu tirava trinta minutos para descansar, pois as minhas pernas estavam queimando. Não tanto quanto nos dias que eu trabalho, mas para um dia de folga, eu havia andado mais do que eu ando nos dias de relaxar.

Brice entregou suas sapatilhas pra mim e entrou dentro do castelo de bolinhas. A garota que está cuidando do brinquedo me dirigia uns olhares tímidos, mas que ao mesmo tempo eu tinha certeza que passava umas cenas reveladoras, já que a garota se avermelhava toda hora.

Um casal novo que estava próximo de mim se divertia e em um dado momento, a menina enfiou um pedaço de um salgado na boca de seu parceiro. Sorri ao lembrar de certo dia que ocorreu o mesmo comigo. E voluntariamente, não pude evitar de me perguntar como America estava.

De coração, eu desejo todo bem a ela. Pelo sofrimento que via naquelas iria azuis dela, via uma America guerreira e, desejei sumir com seus tormentos e leva-la pra um lugar melhor. Mas a verdade, é que, mesmo que eu quisesse leva-la para Íllea, não daria certo. Pois o meu país não é um dos lugares mais seguro. Uns anos atrás, ele já foi. Já foi preenchido por alegrias, energias e felicidades. Claro que tinha seus momentos ruins, mas nem tanto como agora.

America. Como ela deve estar? Já faz um mês desde a última vez que eu a vi andando desorientada pela rua de Carolina. Querendo ou não, eu tenho o sentimento de carinho por ela... Por todos na verdade. Mas, não sei. Talvez pela America ter me deixado saber um pouco de si sem eu pedi, esse sentimento seja maior.

— Senhor... — ergo meu olhar, vendo a garota que dirigia olhares antes — A sapatilha da menina.

Volto meu olhar para a piscina de bolinhas e encontro minha irmã com as mãos atrás das costas enquanto seu olhar estava em seus pés, que estavam inquietos.

Levanto da cadeira, ficando uns vinte centímetros mais alto que a jovem.

— Pode deixar, eu cuido dela senhorita... — estreito os olhos, tentando enxergar seu nome no crachá, mas seus fios de cabelo atrapalha a minha leitura.

A garota segue meu olhar até seu crachá — espero que perceba que é o crachá que eu estou olhos e não seus seios — e se avermelha.

— O senhor está me desres...

— Não, eu quero saber seu nome. — a corto, percebendo que ela não entendeu que eu olhava para a pequena plaquinha branca.

— Oh! Desculpe... — aceito seu pedindo movendo a cabeça em concordância — Tuesday... Tuesday Keeper.

— Obrigado por cuidar da minha irmã, Tuesday. — sorrio agradecido e vou em direção da minha irmã, a pegando no colo — Cansou, querida?

Brice nega timidamente com a sua cabecinha, ainda olhando para seus pés.

— O que houve Brice? — a coloco sentada na cadeira para ajudá-la calçar sua sapatilha — Pode contar.

— Eu não tenho uma amiguinha ou um amiguinho...

— Querida, — novamente, a pego em meus braços — sinto muito por isso. Mas é por pouco tem...

— Calix! — viro-me, encontrando o diretor com um sorriso alegre estampado no rosto — Vejo que trouxe sua irmã.

Ao lado de James, estava Leo de mãos dadas com o pai. O menino sorri ao dirigir seu olhar para a minha irmã, que olhava para trás de mim.

— Sim, ela precisa se divertir um pouco. — comento — Brice? — ela vira seu rostinho pra mim e a vejo com os olhos marejados. Limpo com o polegar uma lágrima que escorreu. Coloco a minha irmã no chão, mas a mesma não desgrudou da minha mão.

— Ela é maravilhosa! — disse James maravilhado, fazendo minha irmã erguer seus olhinhos. Mas a minha pequena não olhou para o mais velho, e sim, para a criança ao seu lado.

Leo desviou seu olhar para o seu pai e o cutucou. O mais velho olhou para o seu filho e a partir daí, começaram a conversar na linguagem de sinais com as mãos.

Sinto Brice me cutucar, assim como Leo fez com seu pai.

— Sim?

— O que eles estão fazendo? — sussurrou curiosa.

Agacho ficando na sua altura e explico:

— Leo, o menino, tem um problema na audição. Então, ele tem que conversar com sinais. — dou uma resumida.

— Mas ele vai sarar?

— Acredito que sim. — ajeito sua franja para o lado, já que atrapalhava sua vista — Por que... — Sinto um leve cutucar em meu ombro. Viro-me e dou de cara com Leo — Oi amigão!

Leo retribui o meu aceno e se aproxima de minha irmã. Vejo Brice dar uma leve corada assim que vê o sorriso do menino. Leo acena pra ela e com a outra mão, oferece uma florzinha na cor salmão. Envergonhada, minha irmã sorri e cora ainda mais quando o rapazinho em sua frente dá a volta e enrosca a flor em seu cabelo.

Já de pé, viro-me para o diretor, que não diferente de mim, também tinha um sorriso bobo estampado nos lábios. Seu filho, segura na mão da minha irmã e a puxa em direção de um carrossel. Porém, Brice para e olha pra mim.

— Pode ir. — permito, a fazendo sorrir e correr com o seu mais novo amigo em direção do brinquedo.

— Leo tem um bom coração. — concordo com o diretor — E ele achou a sua irmã muito bela.

— Brice é o motivo de eu ter vindo pra cá... — paro de falar ao perceber que havia falado de mais.

— Vindo pra cá?

— Não somo daqui. — comento, enquanto nos aproximamos do carrossel para vigiar as crianças.

— São de onde?

— De uma pequena ilha.

— Entendo...

A pedido de Brice, ficamos mais um pouco na festa. Minha irmã havia se soltado e estava radiante por fazer um amigo. Principalmente com Leo, que era uma criança especial, mas muito, muito gentil. Falei para James ir fazer suas coisas que eu olhava seu filho. Ele agradeceu e foi falar com uma mulher que logo descobri que se tratava de Kenna.

Bom, acho que depois dessa conversa, eu e mais outros funcionários terá de aturar mais um dos belos humores da mulher. Kenna e ames conversavam seriamente e em um dado momento, a vi segurar o choro e sua face assumiu uma expressão de raiva para logo em seguida, acerta-lo em cheio com um tapa ardido no rosto. É, vamos ter um dia longo na segunda-feira.

Meu telefone toca, fazendo eu desviar a minha atenção do casal.

Justin

— Sim?

— Perdão senhor. Mas tem como voltar o quanto antes? Estamos com um problema aqui.

— Gerad? — me arrisco, mas tenho certeza que meu primo é o motivo da ligação. O silencio de Justin foi tudo para eu entender que Gerad havia se metido em mais um problema — Já estou a caminho.

Desligo a ligação e vou até o casal que parecia estar tendo uma discussão. Não queria interromper os dois, mas não vi outra opção. Eu precisava pegar minha irmã e ir logo pra casa.

— Calix, agora não! — Kenna bradou — Não está vendo...

— Kenna, pare de dar tanto chilique! — James a corta, parecendo ficar irritado — Pode falar, Caix.

Olho minha chefe que me fuzila com um olhar sério demais.

— É... Só estou avisando que estou indo embora, devido uns problemas familiares.

— Claro. Fico feliz que tenha vindo. — James sorri agradecido — Vou pegar meu filho. Depois continuamos, Kenna.

Antes que fossemos assassinados com apenas o olhar da mulher, escapamos com passos apressados em direção das crianças que brincavam no escorregador gigante e inflável. Brice choramingou porque queria ficar mais um pouco, então, para alegra-la, James prometeu que ambos se veriam em breve.

— Esse breve, é logo? — ela perguntou manhosa.

— Sim. — garantiu.

Então, com essa promessa, consegui levar minha irmã para fora do evento. Pegamos o primeiro taxi que encontramos parado e durante o caminho, Brice ficou em silencio e não respondeu nenhuma pergunta que eu fazia.

Paguei o motorista e entramos no prédio. Assim que paramos no terceiro andar, logo pude ouvir a voz alterada de meu amigo. Brice se agarrou a minha perna e quando eu abri a porta, presenciei meu primo voando pra sala.

— VOCÊ SEMPRE SOUBE QUEM A LUCY É PRA MIM! POR QUE FEZ ISSO, SEU DESGRAÇADO?!

O que aconteceu em seguida, foi muito rápido. E só deu tempo de puxar minha irmã pra trás, e juntos, caímos no corredor do andar.


Notas Finais


* Oi gente, queiram me perdoar pela demora.
* Vou explicar o que houve:
— Primeiramente, como estão?
* Sei que eu disse que postaria na quarta, assim que chegasse de viagem. Mas isso não aconteceu. Fiquei até ontem na casa da minha tia e voltei muito tarde. Então, só agora estou postando. Não se preocupem, domingo vocês terão Bônus para explicar o rolo desse finalzinho. E mano, ficou grande. E dividi em 3 partes. Ah, consegui escrever até o capítulo 15. Bom, pelo menos rendeu.
* Agora, quero falar sobre outra coisa: Não sei se vocês viram outros comentários no capítulo anterior. Mas, caso não, é sobre opiniões de alguns leitores fazendo com que a Ames perca o bebê. (Entendo essas pessoas. Eu até iria fazer com que a nossa ruiva abortasse. Mas daí, eu lembrei da história do meu primo, e quis fazer algo... (Leiem um explicação que eu dei no capítulo anterior. Pq eu não sei explicar)). Eu não vou mudar o que eu planejei. E claro, estou triste pra caralho por perder leitores. Mas, o que eu posso fazer? Eu não escrevo só para agradar vocês, eu escrevo para agradar a mim também. Então pessoa a compreensão de todos.
***** Vamos ao capítulo de hoje *****
* O que vocês acham que Gerad aprontou para deixar Aspen tão bravo? Tretas, treta, e tretas!
* Caralho, chegamos a um ponto da fic que eu mais adoro!
* E vou iludir vocês com um casal... Apenas aguardem!
* Terça feira eu escrevi... Ah, foda-se vou contar! Eu escrevi a cena do beijo de America e Maxon! Eeeeeeeee!
* Acho que esse capítulo é o maior que eu já escrevi! (Digo, dessa fic.)
*- Bom, deixe-me ficar por aqui porque essa nota á está gigante de mais! E eu ainda tenho que responder os comentários do capítulo anterior!
* Então, vejo vocês nos comentários, ou agora, no domingo! Kisses!

Ps. E novamente, fiz a mesma cagada que fiz quando comprei A Escolha. Eu comprei, o volume 7 de Os Bridgertons. Ou seja, comprei uns dos últimos livros, ao invés do primeiro. Sim, conheci a séria A Seleção através do ultimo livro. Bom, na época, A Escolha era o último... Mas, ok. Agora eu compro o vol 1 e os outros, antes de começar ler o vol 7.
Ps2. Playstation 2! Há!
Ps3. Qual que eu leio?
- O Ano em que Te Conheci da Cecelia Ahern (na primeira vez eu tinha lido Ahren ao inves do sobrenome da pessoa)
ou
- Encontrada da Carina Rissi
Ps4. Se você leu até aqui, deixe um "Aleluia" no final do seu comentário.

Bye!


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