História Calix - Capítulo 14


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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Amy Everheart, Aspen Leger, Carter Woodwork, Celeste Newsome, Lucy, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave
Tags A Seleção, America Singer, Ataques, Calix, Carolina, Illéa, Kiera Cass, Maxon Cálix Schreave, Nortistas, Sulistas
Exibições 183
Palavras 2.218
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi meus lindos!
Me perdoem (mais uma vez) pela demora. Não é por mal gente. Ontem, eu ia postar, mas acabei limpando a casa e logo tive que sair para ir a igreja. E para melhorar, minha mãe reencontra um mulher que foi a minha professora não sei quantas vezes. Desculpem!

Sim, é um bônus e ele foi dividido em três partes!
Ele é narrado em terceira pessoa!

— Devagar ou Rápido, 1 Km é 1 Km —

Boa leitura! ^^

Capítulo 14 - Bônus Part. 1


No alto do céu, as estrelas brilhavam para algumas pessoas que as admiravam. Haviam casais, jovens, crianças e até mesmo, os animais olhavam com suas pupilas dilatadas paras as belas luzes que pousavam no céu negro. Eles estavam felizes e agradecendo ao criador por mais um dia. Mas, também havia pessoas que não teve um dia bom.

Não tão longe do centro da cidade, mas na parte mais calma de Carolina, estava um rapaz de um bom coração, sentado em um dos bancos do barzinho enquanto bebia mais uma dose de uma bebida alcoólica extra forte para relaxar. Porém, a bebida parecia não estar fazendo tanto efeito para o jovem. Pois a cada gole que dava, mais ele pensava na jovem que tanto ama, mas que não corresponde o mesmo sentimento que o mesmo.

Gerad estava completamente apaixonado por Daphne, ou como a maioria costuma chama-la, princesinha da França. Mas a bela jovem, não nutria nada por ele, ou sequer, nem o notava. Pois no coração de Daphne, só tinha espaço para Maxon Schreave. E Gerad sabia muito bem disso, apenas não queria aceitar.

— Rapaz, chega. O senhor já bebeu demais! — o dono do bar disse, enquanto afastava a garrafa para longe de Gerad.

— Me deixa! Eu estou pagando! — bradou, recuperando seu único amigo naquele momento.

Kota suspira, se rendendo. E sem que o jovem percebesse, ele substitui a garrafa por uma bebida mais leve ao ver que a bebida começará a fazer efeito no jovem. Gerad enche mais um copo e vira com tudo, engolindo o liquido goela abaixo.

O sino do bar toca, avisando ao dono que chegará mais um cliente. A loira caminha tristonha até o balcão e pede por uma margarida. Sabendo de como a mulher gostava, Kota adicionou um pouco mais de mel.

— Também não está tendo um bom dia? — ela perguntou para o homem ao seu lado, que se afundava na bebida.

E riu da pergunta e respondeu com seu tom sínico e grosso:

— Não, apenas estou enchendo a cara. — a mulher se encolheu, sentindo-se ainda mais triste.

Ao ver a reação da mulher, Gerad sentiu-se ainda mais um ogro. Apesar de todos os defeitos que tinha, ele sabia quando havia passado dos limites e sabia quando consertar.

— Apenas problemas de um amor não correspondido. — compartilhou, agora com o seu tom de voz mais tranquilo.

A loira sorriu, aceitando o pedido de desculpas do homem.

 — Me chamo Lucy Stanton. — apresentou-se um pouco feliz.

Gerad olhou para Lucy, avaliando-a de baixo pra cima: pernas longas e finas, quadril de um bom tamanho, uma cintura de deixar qualquer mulher invejada, bustos médios, pescoço longo e que ficou com uma vontade de deixar uma marca, rosto angelical, olhos azuis e profundos e... Gerad riu consigo mesmo, diante da imagem da mulher.

Eu entendo que sou um péssimo exemplo de pessoa. Mas o Senhor não precisava me colocar diante de uma loira, sendo que eu já estou tentando esquecendo de uma.

Ele olhou mais uma vez pra mulher, a vendo com o rosto corado.

— E você...?

Gerad deu de ombros, não se importando em dizer seu nome.

Que mal faria? Aqui ninguém me conhece me conhece mesmo. E eu não vou me encontrar com ela novamente. E se encontrar, tenho certeza que nem se lembrar de mim.

— Gerad Schreave. — respondeu e voltou sua atenção para a bebida.

Os olhos de Lucy brilharam ao escutar o sobrenome Schreave. E mais uma vez pensou que sua vida poderia mudar de situação. Bastaria se envolver com ele e... Pronto! É isso que ela faria.

Lucy sorriu com sua mais nova ideia e terminou sua margarida, pedindo a Kota pela bebida mais forte que ele tiver. Relutante e estranhando pelo pedido, já que Lucy nunca pedia bebidas fortes, Kota foi pensativo até a outra ponta do balcão para pegar a bebida. Então, chegou a uma conclusão que seria melhor pegar uma mais leve, porém, forte.

Em cinco minutos, a mulher estava com a garrafa nas mãos, sentindo que agora as coisas mudariam de verdade.

Percebendo que a garrafa do Schreave havia esvaziado, ofereceu um pouco da sua. Gerad não negou e se encheu por uma dose atrás da outra. Lucy estava com um copo cheio da mesma bebida, mas apenas molhava os lábios enquanto olhava o homem ao seu lado cair direitinho em seu plano.

Já se passará das duas da manhã e restará apenas os dois. Kota já havia fechado seu bar e havia acabado de limpar a última mesa. E para poder ir embora, precisava limpar o balcão, contar o dinheiro e estaria livre para se juntar a sua esposa e seu filho recém-nascido.

— Lucy, eu preciso fechar o bar. — avisou.

— Claro. — ela tirou da bolsa o dinheiro, deixando as notas em cima do balcão e logo se apressou em ajudar Gerad.

— Pode deixar, Lucy. Eu chamo um taxi pra ele e você volta para sua casa.

— Não. — disse rápida de mais e apressou-se em explicar — Eu conheço a família dele. Pode ficar tranquilo.

Kota que estava com o telefone nas mãos pronto para ligar para um taxi, devolveu para o gancho e assistiu o esforço de sua cliente que tanto conhecia em levar o rapaz pra fora do estabelecimento.

— Por que eu sinto que essa garota vai acabar com uma família...? — murmurou e logo depois negou com a cabeça — Deve ser fruto da minha imaginação. É, deve ser isso mesmo.

Do lado de fora, Lucy ajudava Gerad caminhar pelas ruas. Ele murmurava coisas sem nexo, mas isso não fez com que ela mudasse de ideia. Mas, o hálito quase a fez. Gerad fedia a bebida, fazendo Lucy engolir em seco.

Não, eu não vou desistir! Basta termos uma noite e ele estará na palma das minhas mãos!

Na próxima esquina, estava o apartamento de Lucy. Assim que ela o colocou dentro do elevador, se alongou, sentindo-se aliviada por poder relaxar os músculos. E diante do pequeno espelho que tinha naquela caixa de metal, desabotoou os primeiros botões, deixando amostra um pouco do tecido da lingerie.

— Eu ainda acho melhor, você ligar para o meu primo... — ele parou, assim que Lucy se virou para ele, dando uma visão da sua pele exposta e da cor da lingerie: vermelha. Do jeito que ele gosta — Acho que podemos fazer algo antes.

E sorriu sedutora ao ver que tudo estava indo perfeitamente de acordo com o seu plano.

Gerad a puxou, deixando o corpo de Lucy colado ao seu. Dos olhos dela, ele abaixou para os lábios úmidos dela e avançou, devorando-os sem piedade. Lucy retribuiu na mesma intensidade e sentiu as mãos dele deslizarem até os botões de sua blusa e logo ela sendo tirada de dentro da saia.

Todos me chamam e me conhece de pegador mesmo. Por que eu não poderia pegar ela também? Aliás, seria apenas esta noite e depois não nos veríamos mais.

— Me leva para o seu quarto. — Gerad sussurrou contra a boca dela, a fazendo soltar um gemido.

Gerad sabia muito bem que ela estava o seduzindo, mas não ligou. Ele gostava desses tipos de mulheres que gostavam de seduzir os homens. E também, ele fazia os mesmo com as elas. Então, não viu nada demais.

—•—•—

Já se passara das duas da tarde, e ao ver que o apartamento estava vazio, Gerad se sentiu aliviado. Pois o mesmo não estava com cabeça para aturar os sermões. E se alguém viesse o atacar com palavras hoje, ele não teria pena.

Ele caminhou preguiçoso até o seu quarto, pegou uma troca de roupa e foi para o banheiro. Gerad deixou que a água fria escorresse da cabeça aos pés. Estava calor mesmo. Esfregou o rosto milhares e milhares de vezes e poucas cenas de ontem passaram em sua mente. Ele lembrou de ter ido a um bar para poder esquecer de Daphne — o que deu certo, até aquele momento —, também lembrou de virar vários copos de bebidas e da mesma loira que ele havia dormido ao lado.

Fechou a torneira e se enxugou, vestindo suas roupas sem enrolação. Enfiou a carteira, as chaves e seu celular no bolso, enquanto deixava o banheiro, mas logo voltou por lembrar de escovar os dentes. Deu uma penteada no cabelo e para deixa-lo com um ar mais sexy, bagunçou seus fios que estavam perfeitamente alinhados para trás e desta vez, deixou o cômodo.

— SEU INFELIZ! — e logo em seguida, sentiu seu corpo chocar contra o chão.

Atordoado com o golpe que levou no rosto, Gerad piscou algumas vezes, massageando a bochecha dolorida, sentindo o gosto de sangue na boca. Limpou os lábios e viu que havia cortado. Tentou se levantar, mas Aspen já estava por cima, o segurando no colarinho de sua camiseta.

Aspen Leger, viu o primo de seu amigo, sem roupas enquanto dormia na mesma cama de sua amada. Naquele momento, seu coração se quebrou em milhões de pedacinhos e sentiu-se que, para ele não tinha mais motivos para viver.

Ele resolveu sair, sem acordar os dois e pedir uma explicação. Estava furioso demais com ambos e era perigoso ele matar Gerad. E Aspen sabia o que aconteceria se matasse alguém da família real. Seria condenado a morte! E ele tinha que ajudar a sustentar sua família. Mas, por quê? Por que Lucy havia dormido com aquele imprestável? Justo ela, que sempre fora carinhosa, inocente e certa.

Aspen não entendia mais nada. Então, resolveu caminhar um pouco para tentar entender a situação. Mas não adiantou, pois não chegava a nenhuma conclusão. E quando o mesmo viu Gerad na sala, andando como se nada tivesse acontecido, não pensou. E partiu para cima do mesmo.

— ELA É A MINHA NAMORADA! VOCÊ NÃO TINHA ESSE DIREITO! — ele berrou com todas as forças e jogou Gerad para a cozinha.

Rapidamente, para não ser socado por Aspen, Gerad se levantou e ficou atrás da mesa.

— Do que caralho, você está falando? — o mais novo perguntou impaciente.

— Do que eu estou falando?! — gargalhou irônico, sentido o sangue ferver ainda mais — Estou falando de você ter dormido com a LUCY!

— Ah! — Gerad entendeu que ele se referia a loira de hoje mais cedo — Então ela é sua namorada?

— Oras, seu...

E jogou a mesa de vidro para o lado, a quebrando em alguns pedaços grandes e outros em pequenos. Aspen o pegou e antes que pudesse seca-lo, Gerad fez primeiro, o fazendo cambalear pra trás, dando tempo para ele passar pelo mais velho.

— VOLTE AQUI, SEU BASTARDO! — berrou, correndo em sua direção.

— Mas o que... — Silvia que havia abrido a porta, parou de falar ao ver o caos que estava aquele apartamento — Santo Deus! — e correu até o apartamento 302 — Venham me ajudar! Senhor Gerad e Aspen estão se matando!

Com isso, todos que estavam ali, se levantarão e passou por ela como um trem bala, entrando em seguida, separando os dois.

Carter é quem estava tendo mais dificuldades, pois havia ficado com Aspen. E quando Aspen estava com raiva, era difícil de segurar. Justin havia se isolado para fazer a ligação para sua alteza e assim que encerrou, foi socorrer Carter.

— Ah, talvez você não foi homem o suficiente e ela precisou de carne nova. — Gerad o atiçou — Espera, você deve ser horrível na cama. É, deve ter sido isso.

— ARGH!

Aspen se soltou das pessoas que o seguravam, e partiu pra cima de Gerad, o arremessando para sala.

Por sorte, se não fosse por Maxon, Gerad teria levado Brice consigo, se não tivesse tirado a pequena da frente. Assustada, Brice agarrou-se ao irmão. Maxon se levantou do chão, e caminhou apressado até Silvia, ordenou para levar a irmã dali.

— PAREM! — Maxon teve que gritar, para faze-los parar o que estavam fazendo. Novamente, Justin, Carter e o motorista deles, foram separar os dois — Por que estão agindo assim?!

— Esse seu priminho, — Aspen olhou com nojo em direção de Gerad — teve a audácia de jogar na minha cara, que dormiu com a minha namorada!

Maxon arregalou os olhos, não acreditando no que acabará de ouvir. Ele sabia como o primo era, mas não sabia que seria tão baixo em dormir com a mulher do colega. Se bem que, uma hora atrás, Gerad nem sabia que Lucy, era namorada de Aspen.

— É verdade? — perguntou chocado para o primo.

— Claro que não! — respondeu irritado por ver que a única pessoa que acredita nele estava duvidando do mesmo — Eu nem sabia que a loira era a namorada dele!

— Não me venha com essa! Eu já mostrei uma foto dela! — Aspen rebateu.

— E de certo eu ia lembrar. — retrucou o outro — Faz o quê, dois anos que você mostrou a foto? E eu já disse tudo que eu sei. Mas não. Prefere ficar sego e acreditar que a namoradinha é inocente!

— Chega! — Maxon interviu.

Gerad bufou e num movimento rápido, se soltou das garras da pessoa que o segurava. Ele olhou para o primo e viu que ele não acreditava em suas palavras. Passou por ele, saindo do apartamento.

Se Maxon não acredita em mim, ninguém mais irá acreditar!

— A onde pensa que vai? — Maxon questionou.

E sem virar pra trás, Gerad respondeu:

— Qualquer lugar, mas eu não fico mais aqui. — começou a andar, mas logo parou — Diz a Brice, para acreditar mais na família do que nos outros. — e desceu o primeiro lance de escada.


Notas Finais


* Oi seus lindões, como estão? Chocados com os acontecimentos desse bônus?
* Há! Antes que eu me esqueça, não é da Lucy com o Gerad que eu estou falando que irei iludi-los...
* O sobrenome da Lucy eu peguei de uma selecionada. Não lembro quem é no momento...
* O que vocês acham que vai dar essa treta toda?
* Sinceramente, de todos os personagens da fic Calix, Gerad é o meu favorito... Ah, eu fico tão confusa!
* Bom, hoje eu vou ficando por aqui... tenho que estudar para os vestibulares (que já é nesse final de semana - Alguem me socorre?! - ), e por esse motivo, não sei se postarei nesse domingo.
* Ah! Acho que vou soltar a parte 2 no meio de semana, não sei. Ainda estou vendo...
* Tá, tá, tá! Vou indo! Espero que tenham gostado dessa primeira parte... E eu escrevi em 3ª pessoa para treinar a escrita. alskdhLS
* Bye! Kisses e até... ah, sei lá quando!


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