História Call me Oppa - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Jim, Lemon, Namjin, Namjoon, Yaoi
Exibições 26
Palavras 1.471
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Rei da destruição


Fanfic / Fanfiction Call me Oppa - Capítulo 1 - Rei da destruição

 

Eu sou Kim Namjoon, o rei da destruição, estou sentado em meu escritório grade de mais, com os pés sobre a mesa enquanto assisto o noticiário, ontem algumas pessoas foram lavadas comigo e agora eu quero ver o que o noticiário vai relatar, por tanto, sorrio quando a noticia toca. Um dos traficantes mais conhecidos de Seul foi encontrado morto em seu apartamento... A polícia forense alega que foi overdose, mas fontes externas dizem que ele na verdade foi assassinado pela gangue inimiga chefiada pelo conhecido rei da destruição...

Não que eu saia por ai matando todo mundo, mas ele realmente estava me irritando nos últimos dias, tomou duas das minhas áreas de vendas mais rentáveis, me insultou publicamente e me desafiou de uma maneira nada respeitosa e mesmo no mundo do crime o respeito é necessário. 

A noticia muda e eu me vejo encarando um garoto de cabelos castanhos que sorria, de acordo com a repórter ele é um dançarino conhecido que acabou de abandonar sua carreira para abrir uma escola de artes em umas das áreas comandas por mim... Ele parece bonito e doce com seu jeito delicado e humanitário, porém eu não sabia que um novo morador se instalará em meu domínio, acho que preciso fazer uma visitinha a ele, não é como se qualquer um pudesse fazer isso sem a minha permissão então acho que precisamos conversa, afinal eu não gosto de não estar desinformado.  Tiro os pés da mesa e me encaminho para a porta, quando ela se abre encontro meu amigo se é que nessa profissão podemos ter amigos, ele seria o mais próximo disso. Ele é meu chefe de segurança, por tanto o responsável por me manter vivo, o que se tornou uma tarefa realmente complicada nos últimos anos, pois à medida que eu me torno uma pessoa importante e mais poderosa os riscos aumentam.

-Yoongi.

Ele se vira preguiçosamente para mim, seu rosto congelado e apático como sempre, ele veste preto e tem os cabelos surpreendentemente verdes e eu me pergunto quando foi que ele trocou a cor de cabelo, de novo. Aponto para minha própria cabeça em questionamento e ele simplesmente da de ombros, uma das poucas pessoas com coragem o suficiente para fazer isso, eu o ignoro e começo a caminhar sendo acompanhado de perto pelo mesmo.

-Yoongi vamos dar uma volta?

-Para onde vamos Hyung?

Ele diz pegando o celular e discando um numero, fala rapidamente e desliga, provavelmente arrumando o carro.        
Eu sorrio e falo que preciso visitar uma nova escola de artes, ele não me questiona, apenas acena em aceitação e continua.

Em pouco menos de meia hora eu me vejo entrando em um prédio pequeno onde uma música ecoa por todos os lados... Yoongi caminha rápido para longe de mim e depois de falar com uma garota gordinha atrás de um balcão volta e pede para eu acompanha-lo.

Kim Seokjin... Esse é nome do dançarino da televisão, ele esta em uma sala grande, sozinho, a música toca alto enquanto ele parece ensaiar passos complicados de mais, eu gosto de música isso é um fato, mas nunca em minha vida poderia me mover como ele. Coloco o braço a frente de Yoongi e ele da alguns paços para trás junto com os outros seguranças. Fico observando o garoto se mexer em ritmo com a música frenética e quente e por algum motivo me sinto atraído, resolvo esperar ele terminar. Ele é alto e magro, uma figura bonita de se ver, talvez por isso tenha feito tanto sucesso, mesmo com o ritmo pulsante ele ainda tem o rosto sereno parecendo quase angelical, usa uma blusa rosa que parece um pouco grande de mais para ele, uma calça preta e apertada que contorna perfeitamente seu corpo e tênis da mesma cor, não parece que tenha demorado mais do que dois segundos para escolher aquela roupa, mas esta bonito, seus cabelos suados grudam em sua testa... A música para, ele me encara e sorri.

Sinto como se um soco tivesse me acertado direto no peito, e sorrio ignorando a dor. Ele se ajeita se olhando no espelho da sala, passa a mão nos cabelos molhados caminhando em minha direção. Ele me estende a mão e eu retribuo, apertando-a com força.

- Kim Seokjin.

Sua voz é doce e melodiosa, quase como uma canção, ele é um garoto bonito.

­- Kim Namjoon.

-Outro Kim. Ele sorri. Você veio pelas aulas de dança?

-Quase isso, vim tratar de negócios.

Ele acena em concordância e pede que eu o acompanhe até seu escritório, pois uma aula ira começar e ele não quer que sejamos interrompidos, quando saímos da grande sala ele se assusta ao dar de cara com meus seguranças,  mas eu o tranquilizo.

-Todo cuidado é pouco não é mesmo.

Ele sorri e nos continuamos andando em silêncio até uma porta pequena com uma placa que diz:

Kim Seokjin – JIN

Ele abre a porta com cortesia e eu entro, dando antes uma olhada para meus seguranças que apensa acenam. Dentro da sala o vejo fechar a porta e se senta atrás da mesa, eu me sento a sua frente e o vejo cruzar as pernas sorrindo. Aigoo ele é realmente um garoto bonito.

-O que o senhor precisa de mim?

­-Senhor? Quantos anos você tem aposto que não soou muito mais velho.

Ele ri delicadamente, tão agradável...

-Eu tenho vinte e seis.

Eu não consigo disfarçar meu espanto em relação a sua idade, não parece ter mais de vinte anos, no entanto ele é mais velho do que eu.

-Vinte e três.

Ele deixa sua cabeça pender de lado durante alguns segundos, a vida me tornou um homem velho e por mais que eu tenha pouca idade, eu já vivi mais do que muitos homens com o dobro dos meus dias. Não que eu não me divirta com como um jovem homem que eu sou, mas tenho responsabilidades, e muitas delas. Retomo a conversa ignorando sua expressão doce.

-Eu vim aqui por que você está na minha área.

-Sua área? Ele me pergunta erguendo a sobrancelha.

-Eu sou... Digamos, a segurança dessa região, mantenho meus morados seguros, eu cuido das minhas crianças.

-Onde está querendo chegar?

-Para que nossa estabilidade seja mantida, nós seguimos regras e você quebrou uma delas.

-Eu não fiz nada de errado, tudo aqui esta dentro da lei. Ele diz se endireitando na cadeira com o rosto agora sério.

Eu rio alto e vejo seus olhos espantados, embora seu rosto pareça firme, eu sei que ele esta com medo. Eu realmente sei parecer um louco.

-A única lei que temos por aqui é a minha, as únicas regras a serem seguidas são as minhas. Por tanto temos de negociar as taxas a serem pagas a mim, afinal de contas à segurança de muitos não é tão barata quanto você pensa.

Ele esta espantado e se levanta, falando alto de mais.

-Eu não posso pagar mais taxas, metade da minha escola é comunitária se o fizer terei de fechar!

Dou a volta na mesa parando a poucos centímetros dele que da um passo para trás batendo as costas na parede.

-Eu apenas quero o que é meu. Se você quer segurança tem que pagar por ela.

-Eu não vou pagar por nada você não é o dono de nada por aqui. O prédio é meu, os equipamentos são meus, eu paguei por tudo aqui e não tenho nenhuma obrigação com você.

Sua voz embora alta treme e com seu tremor eu sinto meu sangue esquentar, caminho para mais perto colocando um braço de cada lado do seu corpo, o prendendo a parede. Aproximo meu rosto do seu o máximo aceitável e sussurro em seu ouvido.

-Não são todos tão corajosos antes de nos conhecerem... Eu posso sentir você tremendo por dentro, a presa sempre tenta parecer mais forte do que realmente é.

-Eu... eu não s o u... não sou sua presa.

Eu rio abaixando um pouco o rosto, sinto a sua respiração e seu corpo que se encolhe, ele tenta desviar de meus braços, mas eu o puxo de volta para parede o fazendo bater ali um pouco mais forte do que o necessário, ele arfa.  Encosto a meus lábios em sua orelha e sinto-o roçar na sua pele quente.

-Se você não tem dinheiro, podemos negociar... afinal um homem não sobrevivi apenas de riqueza...

Eu sinto seu corpo se arrepiar, não é sempre que um homem me desperta desejo, entenda que eu não me ligo nesse padrão social homem\mulher ou homem\homem, eu apenas quero o prazer que a vida pode dar e tudo que me cative é prazeroso. Eu me sinto excitado com seu medo, sua respiração acelerada e seu rosto parece uma mascara de terror, ele é adorável como um animalzinho indefeso, eu já o desejo profundamente.


Notas Finais


Sejam bons comigo e com minha história...


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