História Call me queen - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Shadowhunters
Personagens Jimin, Jin, Jungkook, Magnus Bane, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Caçadores, Crossover, Instrumentos Mortais, Jeon, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Kim, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Magnus, Magnus Bane, Malec, Min, Monster, Namjin, Namjoon, Park, Rap, Rap Monster, Saga, Seokjin, Shadowhunters, Suga, Taegi, Taehyung, Taeyoonseok, Vhope, Warlock, Yookook, Yoongi, Yoonseok
Exibições 877
Palavras 2.219
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Fluffy, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Bleed


Fanfic / Fanfiction Call me queen - Capítulo 13 - Bleed

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Quando tudo em volta parece mudar

Pra mim, devemos ficar

Pra sempre assim

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Magnus terminava de trocar a roupa de cama do lugar onde Jungkook dormia serenamente, enquanto observava o garoto permanecer como se dormisse o sono da morte.

Ele permaneceu olhando para o mais novo, de uma forma afetiva, porém, um barulho de batidas à porta o distraiu, e ele teve que ir até lá, porém, foi de uma forma lenta, e, quando chegou, a abriu devagar, dando de cara com um par de olhos grandes e azuis, que logo prenderam sua atenção, e ele pôde focar no resto, vendo os cabelos pretos desgrenhados e a roupa preta completamente desbotada. No pescoço, havia um desenho preto avermelhado, que Magnus identificou como uma runa shadowhunter.

O homem à sua frente sorriu, sem jeito.

— Oi, desculpa incomodar, mas eu estou perdido... Wow.... – Ele arregalou os olhos, encarando fixamente a face do feiticeiro, que não entendeu, até o caçador continuar. – Seus olhos são incríveis... Você é algum tipo de feiticeiro?

— Talvez. – Magnus sorriu. – Você tem algum preconceito com seres do submundo extremamente incríveis?

— Na verdade, não. – Alec soltou um sorriso ladino, e Magnus estendeu a mão.

— Bane. – Disse, e sorriu mais uma vez, encarando os orbes azuis do mais novo. – Magnus Bane.

— Eu sou Alexander. – Disse. – Deixo você me chamar de Alec se me levar até o instituto daqui. – Disse, e Magnus encarou as bolsas e mochilas que o maior carregava.

Ele apontou para os objetos.

— Vai ficar? – Perguntou, e Alec assentiu.

— Eu sou o novo diretor do Instituto. – Coçou a nuca. – Apesar de eu não ser muito de acordo com isso... Sabe... Eu acho o comandante Min, alguém realmente bom no que faz.

— Entre. – Disse, dando passagem ao outro. – Preciso fazer algo antes, mas posso te levar até o instituto.

Alec assentiu, e entrou, deixando as malas na sala e sentando no sofá, enquanto Magnus pedia a Isabelle que cuidasse de Jungkook durante sua estadia fora.

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Um mês.

Um mês de gravidez, quatro semanas de enjoo, trinta e um dias de cansaço.

E mesmo assim, estar grávido era a melhor coisa de todas.

Bom, os enjoos estavam sessando, mas, se tinha algo que só estava aumentando, era a vontade de comer e a raiva que ele sentia quando Namjoon não lhe dava atenção.

Jin já era uma pessoa dramática, naturalmente, mas, agora, estava se tornando um perfeito ator de uma peça de Shakespeare ou de uma novela mexicana. Mas, quem disse que Namjoon não gostava daquilo?

Na verdade, o rei adorava ver as ceninhas de Jin, que, quase sempre, terminavam em ele pedindo alguma coisa pra comer e dormindo com a cabeça em seu peito.

A barriga ainda não estava grandinha, nem sequer era vista uma elevação, porém, o rei adorava passar a mão e beijá-la, e, as vezes, acordava com uma vontade de “conversar” com o filho (ou a filha).

Como era o caso de hoje.

— Meu amor acordou com fome, hoje? – Perguntou para a barriga do mais velho, enquanto Jin tentava se soltar dele, e continuar penteando os cabelos, porém, Namjoon não o deixava se mexer.

— Namjoon, para com isso. – Jin pigarreou, tentando empurrar o marido para longe de si. Sem sucesso.

— Ah, meu amor, me deixa conversar com o nosso bebê. – O rei fez um bico, logo em seguida, beijando levemente os lábios de sua rainha, que suspirou.

— Eu quero me vestir logo, estou com fome. – Jin choramingou. – Depois você fala com ele, me deixa trocar essa camisola.

— Vamos dar uma volta hoje? – Namjoon puxou o outro pelo braço devagar, enquanto Jin se levantava, o rei percebeu o quanto seu marido estava ficando cada dia mais bonito, atraente... Gostoso. Mordeu o lábio mecanicamente, o que não passou despercebido aos olhos de Jin.

— O que está pensando? – Perguntou, cerrando os olhos e colocando as mãos na cintura.

— Você está incrivelmente lindo hoje. – Sorriu, amável, puxando o mais velho pela cintura, e dando um beijo na testa dele, apertando devagar, porém com força, puxando-o para si.

— Eu? – Jin desviou o olhar e mordeu o lábio, tentando evitar contato visual com o marido, pois sabia que não resistiria.

— Você, sim... – O rei depositou um beijo no canto da boca de Jin, puxando seu queixo para si, e beijando seus lábios cheinhos. – E vai ficar ainda mais a cada dia, sabe por que? – Perguntou, e Jin negou com a cabeça, com os olhos fixados nos do mais novo.

— Não sei. – Falou, com a voz meio falha.

— Por que sempre que eu te ver assim, com essa barriguinha crescendo a cada dia, eu vou lembrar de que vamos ter um bebezinho. E eu espero que ele pareça muito com você, com essa boca... – Disse, beijando os lábios do marido. – Com esses olhos. – Beijou o canto do olho amendoado dele. – Com esse rosto... – Começou a dar vários beijinhos em toda a extensão do rosto dele, e apertando sua cintura contra si, ouvindo o som do outro arfando contra seu ouvido.

— Nammie... – Jin chamou, e o outro fez um barulho como um “huuum?” e a rainha continuou. – Sabe, eu não te disse esses dias, por que eu pensei que você iria me achar realmente deteriorado...

— O que? – Namjoon perguntou, olhando para o rosto perfeitamente esculpido do mais velho.

— Esse tempo em que eu estive... – Disse, passando os dedos pelos ombros dele, enquanto acompanhava o movimento dos dedos com os olhos. – Grávido... Sempre que você me toca... Eu me sinto... Quente... – Disse, ruborizando. – Mais do que... O normal... E desde que a gente descobriu essa gravidez, você nem sequer tentou nada...

Desviou o olhar, e ouviu-o soltar um riso meigo, sentindo sua têmpora ser beijada, delicadamente.

— Você sempre é quente, querido. – Namjoon sorriu.

— Você entendeu o que eu quis dizer, seu grande idiota. – Jin disse, dando um tapinha de nada no ombro do mais novo, que sorriu, mordendo o lóbulo de sua orelha e descendo as mãos da cintura dele, para suas nádegas, cobertas, apenas pelo tecido das roupas íntimas e o fino pano da camisola de seda bege que usava.

A rainha soltou um gemido manhoso com o simples toque, seus hormônios estavam explodindo a cada momento. Sentia todas as superfícies de seu corpo enrijecerem sempre que o mais novo o tocava, nem que fosse sem um pingo de malícia, e, naquele momento, por mais pervertido que parecesse, ele só queria que o rei o jogasse contra a parede e o fodesse até não sentir mais suas pernas, mas, foi exatamente o contrário que Namjoon fez.

Ele saiu de perto de Jin, o deixando completamente alheio à situação, e sorriu, mostrando as covinhas no canto de seus lábios.

— Vá se vestir pra comermos, não quero que passe mal... Vou te levar a um lugar hoje. – Repetiu, e saiu dali, deixando a rainha brava.

— Espero que esse passei valha a pena. – Disse para si mesmo, com um certo tom desaprovado, começando a se vestir.

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Quando Yoongi chegou onde o demônio maior deveria estar, não viu nada além de Tae. Jimin havia sumido.

— Eu te avisei pra você não me seguir.

Tae sorriu, de forma completamente diferente dos sorrisos que ele dava sempre.

Aquele tinha malícia, maldade. Era um sorriso mau. Não era os que Tae costumava dar. Ele estava com o tapa-olho cobrindo o machucado que estava sangrando, mas que antes, não o fazia.

Tae tirou o adereço lentamente, olhando fixamente para o comandante, ainda com aquele sorriso.

— Isso tudo é culpa sua. – O príncipe disse. – Seu egoísta, prepotente. – Cuspiu as palavras, enquanto jogava o tapa-olho no chão, mostrando a cicatriz horrível em seu olho. Yoongi desviou o olhar. – OLHA PRA MIM. –Tae gritou. – Olha pra esse buraco... Olha pra essa merda que aconteceu comigo por culpa da sua irresponsabilidade!

— O que você está dizendo, Tae? – Yoongi perguntou. – Você nunca falou assim comigo....

— Você não está entendendo... – O mais novo se aproximou. – Seu inútil, nem sequer conseguiu me proteger, brincou comigo, você não sente nada por mim!

— Isso é mentira! Está mentindo! – Yoongi disse, sentindo seu peito arder por dentro. – Está dizendo isso da boca pra fora, você sabe o que eu sinto por você!

— Mentira? – Tae riu. – Mentira é o que você diz pra mim. Falou que me ama, que se importa comigo, mas sabe que se realmente sentisse algo por mim, não teria me trazido. Você só queria alguém pra te distrair!

— Não é verdade! – Yoongi quase sentiu os olhos marejarem. – Você que é teimoso e não quis me ouvir!

— Vem aqui... – Tae disse, o chamando. – Se você realmente diz que me ama, vem me dar um beijo.

Falou, e aquele não parecia ser o Tae.

O seu Tae.

Tae nunca pediria um beijo e ficaria parado, esperando. Ele simplesmente o roubaria, porém, Yoongi ainda estava sentindo um peso dentro de si, e começou a andar na direção dele. O sorriso do príncipe era provocante, como se aquilo fosse errado, mas estivesse amando fazer o errado.

Yoongi estava frente à frente com ele, agora, pronto para fazer o que lhe foi pedido, quando sentiu uma mão puxar seu corpo para trás, e a imagem de Taehyung se desfazer e dar lugar a um demônio, com a capa branca.

Era uma ilusão.

Jimin estava do seu lado o tempo todo, mas o demônio cuidou para que ele não visse.

Ele estava vendo Jungkook, ali, parado, sorrindo para ele e dizendo que estava tudo bem, que ele estava lá com ele e que sempre estaria.

Taehyung havia resolvido seguí-los, nunca foi de obedecer regra alguma, e quando viu o amante e seu parabatai indo na direção, ambos do mesmo demônio, enquanto ele apenas estava com as garras de fora, esperando cravá-las no peito dos dois, a sua reação foi puxá-los para trás e abraçar Yoongi contra si.

— Comandante, olha pra mim. – Sussurrou no ouvido dele. – Você está bem?

Yoongi permaneceu avulso, seus olhos arregalados na direção do demônio, que antes era Tae.

Jimin não hesitou em sacar sua lâmina Serafim e ir de encontro à besta, que desviou, sorrindo e contra-atacando.

— Temos que ajuda-lo. – Tae disse. – Eu estou aqui, não se preocupe... Estamos juntos, agora. – Falou, abraçando o outro contra si, e beijando o topo de sua cabeça. – Vamos ganhar essa guerra. – Yoongi assentiu, e então se levantou.

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Dois meses desde a descoberta da gravidez.

Estavam andando perto do lago, de mãos dadas, e Jin estava completamente hipnotizado pela beleza da água. Seus dedos entrelaçados nos do rei, sua cabeça em seu ombro, passos lentos e macios.

Não tinham um rumo certo, mas sabiam que estavam felizes. A mão de Jin repousada sobre o abdômen, os olhos focados no chão à sua frente, os cabelos desgrenhados por conta do vento, os olhos pesados.

— Recebi uma mensagem de Yoongi. – Namjoon disse, suavemente. – Eles conseguiram.... Nós ganhamos.

Jin sorriu.

Estava com saudades do cunhado, adorava Taehyung.

— Que bom. – Disse, com os olhos se fechando ao sorrir. – Só fico triste por Jimin.

— Por que? – Namjoon perguntou, e Jin esqueceu que a relação dos dois era escondida do rei. Ele arregalou os olhos.

— Nada. – Disse, sem jeito.

Namjoon parou de andar.

— Me diga. – Falou, a voz séria.

— Eu...

— Princesa... – O repreendeu, e Jin suspirou.

— Jungkook ainda não acordou, e eles... – Parou de falar. – Eles são próximos... Só isso.

— O quão próximos? – Namjoon estreitou os olhos, e Jin se viu encurralado.

— Tipo... – Ele colocou as duas mãos na frente do corpo e depois a juntou, sinalizando que eram um casal.

— Por que não me disse antes?

— Eu não...

— Porra, Jin! – Namjoon colocou as duas mãos nos cabelos. – Esse cara é um filho da mãe...

— Qual o problema, Joonie? – Jin perguntou.

— Jin... Jimin é alguém próximo da gente.... É como da família. – Ditou. – Não quero o Jungkook próximo de mim ou de você.

— Mas ele nos deu nosso bebê... – Jin disse, de uma forma dramática.

— Eu sei, meu amor, eu agradeço por isso, mas eu não quero um Jungkook na minha família. – Disse, por fim.

Oh, Namjoon... Você realmente não deveria ter dito isso.

Jin franziu o cenho, deixando seu corpo cair no chão, de joelhos e se curvando contra si mesmo, soltando um gemido agudo.

— Jin, para de drama. – Namjoon se ajoelhou na frente dele, mas viu que o marido não estava fazendo drama algum, quando viu lágrimas de verdade saírem de seus olhos e ele chorar, enquanto apertava os braços em sua barriga.

— Está... Ah... Doendo... – Disse, sentindo algo repuxar dentro de si, como se algo o corroesse por dentro. – Namjoon... Faz alguma coisa! Não deixa nada acontecer com o nosso bebê.... Por favor...

— Olha, calma. – Namjoon estava completamente em choque. – Meu Deus... Eu vou... Vou chamar o Magnus...

— NÃO! – Jin gritou. – Fica... Fica aqui comigo...

— Mas, Jin... Se eu não arrumar ajuda, você e o nosso filho podem morrer...

Jin começou a chorar mais desesperadamente. Ele não queria morrer.

Não queria que seu bebê que nem nasceu, morresse.

Então, ele sentiu algo quente molhar suas pernas, e olhou para baixo, arregalando os olhos.

— NAMJOON! EU TÔ SANGRANDO! – Gritou. – EU NÃO QUERO ABORTAR.... VAI LOGO... CHAMA O MAGNUS!

O sangue havia sujado toda a roupa azul clara, e ele só entrava cada vez mais em pânico.

Namjoon assentiu, e a cabeça de Jin só ficava cada vez mais dolorida, então, ele sentiu seu corpo todo estremecer e pesar, então, ele desmaiou.

Jungkook havia acordado.


Notas Finais


~le joga a bomba e sai correndo
Socorro!

Lembra que eu disse que ia ter morte?

Pois é...

Vai morrer gente que nem nasceu ainda....?

Opa...

Tial...

Até próximo caítulo

(não se preocupem, vai ficar tudo bem)


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