História Camera Prive - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Hyuna, Namjin, Vhope, Vkook, Vmin, Vmon, Yoonmin, Yoonseok
Exibições 47
Palavras 1.796
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Dul


Chegaram a um restaurante chique, frequentado por jovens ricos e, antes de descerem, os dois retocaram a maquiagem. Sim, os dois, ninguém disse que o Jimin não usava. Uma vez constatado que ambos poderiam causar um acidente de trânsito, tamanha era a beleza que ostentavam, decidiram entrar.

Sentaram-se em uma mesa no centro, onde todos poderiam ter uma boa visão deles, e, mesmo querendo pedir sanduíches e bolos, acabaram por pedir salada e suco natural de laranja, afinal não se mantém um belo corpo sem sacrifícios alimentares.

— Olha aqui Jiminnie!

Hyuna estava mexendo no Instagram e, toda empolgada, mostrou para Jimin a quantidade de seguidores que eles tinham no feed que dividiam. O nome era Brilliant Life e continha, majoritariamente, fotos dos dois em diversas poses, usando diversos looks e em diversos locais. Poderia-se dizer que eram ulzzangs.

— Nossa! — Jimin pegou o celular dela. — 25k, não acredito! — seus olhos brilhavam.

Hyuna pegou o celular de volta.

— Caramba, temos que fazer uma sessão de fotos pra comemorar! — sugeriu.

A salada dos dois chegou e começaram a comer.

— Hum... Sabe o que eu tava pensando? — Jimin começou.

— O quê? — Hyuna estava curiosa.

— A gente podia fazer uma sessão de fotos lá no museu abandonado.

Hyuna pareceu ouvir algo absurdo.

— Mas é proibido entrar lá.

— Ué, e por acaso tem policiais vigiando aquela casa velha?

— Não...

— Então tá combinado, a gente vai pra lá amanhã.

— Mas e se chamarem a polícia pra gente? — Hyuna estava preocupada, o que seria de sua reputação se fosse presa?

— Meu bem, — Jimin fez sua melhor pose de esnobe, — nós somos lindos e ricos. Acha mesmo que a gente iria pra cadeia?

Hyuna riu, a lógica do amigo era incontestável.

— Verdade. Então precisamos de roupas do século 18.

Jimin fez um bico.

— Pior que acho que só vamos encontrar essas roupas em brechós. Credo, só de imaginar uma roupa usada encostando no meu corpinho... — fez cara de nojinho.

— É só a gente procurar uma loja de fantasia, ué.

— Mas fantasia é bem caricata.

— Uma loja de roupas especializadas então.

Jimin considerou a ideia enquanto saboreava seu suco.

—Vou mandar o Hoseok pesquisar algumas lojas aqui na cidade.

Hyuna assentiu.

— Acho que vou pedir milk shake light pra nós. — disse, conferindo o cardápio.

— Eu quero banana split light.

Chamaram a garçonete e Hyuna fez o pedido.

— Nossa eu to morrendo por doce hoje.

— Somos dois, querida.

— Falando em doce, como vai seu noivado com o Yoongi?

Jimin riu, afinal não poderia deixar de rir da discrepância em encontrar doce e Yoongi na mesma frase.

— Vai bem... Ele continua focado naquele piano.

Hyuna conhecia o amigo muito bem pra saber que algo provavelmente o piano de Yoongi o estava incomodando.

— Vocês já estão pensando em marcar a data do casamento?

Jimin parecia meio sem jeito.

— Ah... Ele quer terminar de compor a sinfonia que ele tá fazendo. Eu não tô com pressa também, então vai ficar pro próximo ano.

O pedido chegou e Jimin se pôs a comer, talvez para evitar falar muito. Mas Hyuna, como boa geminiana, era craque em falar demais.

— Mas vocês têm feito muito sexo? Tipo, sexo bom? — sussurrou.

Jimin quase engasgou.

— Claro! Na hora do vamos ver o Yoongi vira uma fera.

Jimin estava corado e não precisava conhecê-lo tão bem para saber que estava mentindo. A verdade era que a vida sexual dos dois deixava a desejar e Hyuna sabia disso, assim como sabia que o amigo era fogoso.

— Ah tá, que bom hein. — fingiu acreditar. — Nossa, eu tenho que te contar! — animou-se.

— Tá pegando qual boy dessa vez? — Jimin se aliviou de mudarem de assunto.

Hyuna corou.

— Bem, na verdade eu não tô pegando.

Jimin lançou-lhe um olhar incrédulo.

— Ainda. — completou. — Eu conheci um boy num site chamado Camera Prive.

— Camera Prive? — Jimin tentava se lembrar se conhecia algum site com esse nome, mas sem sucesso.

— Não é um site de namoro. — disse Hyuna, sugestiva.

Jimin entendeu a referência. Encarou a amiga com olhos arregalados.

— Ué, não tem nada demais em querer ver uns tanquinhos de vez em quando, ou outras coisas mais... — riu. — O Camera Prive é um site de strip. Tipo, você escolhe a pessoa que você quer e entra no bate papo exclusivo com ela, aí o que você mandar ela faz.

— Tipo... — Jimin estava curioso.

— Tipo, você manda o boy tirar a camisa sensualmente e ele tira. Você o manda mostrar o pau e ele mostra. Você manda ele se masturbar e ele...

— Se masturba. — Jimin completou.

— Isso. Eles fazem todas as suas fantasias lá. É maravilhoso. — os olhos dela brilhavam.

— E você conheceu um boy lá?

— Sim. O user dele é J_Park. São suas iniciais, Jiminnie. — ela riu.

— Eu hein. — Jimin debochou. — Nem morto eu me presto a um papel desse. E qual é o seu user?

— É Aegyo_Princess.

Jimin riu.

— Que brega.

— Pois é, tão brega que ninguém desconfiaria que sou eu. — riu.

Jimin considerou.

— Faz sentido. Mas você não liga sua webcam também?

Hyuna negou com a cabeça enquanto tomava um gole de seu milk shake.

— Você não tem que ligar se não quiser. Dá pra conversar por mensagem, você vê o boy, mas ele não te vê. No caso do J_Park, nós conversamos há muito tempo já, acabamos trocando nossos skypes.

Jimin riu, debochado.

— Vai pegar o stripper?

— Se você soubesse quantos caras gostosos tem lá, não desdenharia assim do site. Entra lá um dia desses só pra ver.

— Nem. — Jimin fez uma cara de esnobe. — Eu tenho minha máquina sexual em casa.

— E logo eu terei a minha. — riu. — Tô precisando dar.

Ambos riram.

Claro que toda essa conversa foi bem discreta. Quem passasse perto deles poderia jurar que estavam falando sobre ir no culto orar, de tão anjinhos que pareciam.

Jimin não tinha a mínima intenção de entrar nesse site, mas por alguma razão guardou esse nome: Camera Prive.

Terminaram suas sobremesas e foram embora. Jimin deixou Hyuna na casa dela e foi para a sua. Mal chegou e já foi dizendo para Hoseok preparar-lhe um banho quente.

Hoseok era seu empregado pessoal há mais ou menos um ano. Havia saído de sua cidade natal, uma cidadezinha do interior, e ido para a cidade grande estudar dança, pois sempre fora apaixonado no assunto. E dançava muito bem, Jimin sempre ficava impressionado com a forma que Hoseok se expressava com seu corpo. Muitas vezes dançava junto com ele porque, além de gostar, também ajudava a deixar o corpo definido. Se tinha uma coisa que Jimin se orgulhava em si mesmo, além de seu rosto angelical, eram suas belas coxas e bumbum avantajado.

Estava sentado em sua poltrona macia, lendo uma revista de moda em seu quarto, quando Hoseok bateu na porta.

— Jimin, seu banho está preparado.

— Ok, valeu.

Jimin foi até a sala de banho, despiu-se e entrou na banheira.

— Ah... Como é bom relaxar nessa água quentinha. — disse a si mesmo, fechando os olhos.

Pouco tempo depois ouviu-se um toc toc.

— Jimin...

Era o Hoseok.

— Quê? — Jimin estava impaciente. Será que não podia relaxar em paz?

— Seu noivo tá no telefone.

O garoto não entendeu. “Ué, será por que ele não liga no meu celular?”, pensou.

— Tá, traz aqui.

Hoseok abriu a porta e levou o telefone sem fio até o patrão.

— Oi mozão.

— Oi Jimin. — respondeu Yoongi do outro lado da linha. — Eu liguei no seu celular, mas tá dando caixa de mensagem...

— Ah... — Jimin riu. — Eu deixei carregando no meu quarto.

— O Hoseok disse que você tá no banho.

— Tô mesmo, precisando dar uma relaxada.

— Foi tensa a apresentação do seu trabalho de espanhol?

— Inglês, Yoongi. Inglês. — se Yoongi pudesse ver o noivo nesse momento, veria sua grande cara de bunda.

— Isso, inglês, perdão.

— Foi tranquila, tirando que um babaca trombou em mim e fez um corte na minha testa.

— Nossa amor, um corte? — Yoongi sabia que provavelmente se tratava de um dos dramas do noivo.

— E o pior é que o idiota é da minha classe de inglês. Tem base?

— Não tem base. — Yoongi riu.

— Mas já tô melhorando, claro que vou gastar um quilo de base e corretivo todo dia, mas vou ficar bem.

— Que bom, que bom.

— É.

— Tô ligando agora pra te convidar a irmos no restaurante hoje à noite.

— No restaurante? — a cara de bunda se tornou uma moonface.

— É, tem muito tempo que a gente não sai.

— Nossa, verdade. Você me pega às 9:30?

— Claro. Às 9:30 tá ótimo.

— Então tá. Beijos mozão. Te amo.

— Beijos.

Jimin pigarreou.

— Te amo. — Yoongi disse.

Jimin riu e desligou o telefone.

Não é que Yoongi não o amasse, só não era o tipo meloso de pessoa.

— Ah, ele é tão fofo, não é Hoseok? — suspirou, entregando o telefone para o empregado.

— É sim. — Hoseok, que acompanhou toda a conversa, concordou.

— Hoje eu faço ele ir pro motel comigo, ah se faço.

— Ui. — Hoseok riu. — Vai estuprar o rapaz?

— Se for preciso, até amarro ele. — riu. — Falando nisso, prepara a minha bolsa Chanel com os brinquedos eróticos que comprei semana passada.

— A preta ou a bege?

— A preta.

Hoseok assentiu e saiu da sala de banho. Jimin ficou mais um pouco e saiu também, vestindo seu roupão e indo para seu quarto. Encontrou o empregado sentado em sua cama olhando para todos os vibradores, algemas e chicotinhos espalhados pelo colchão.

— Jimin, não vai caber isso tudo na bolsa.

O garoto riu.

— Claro que não Hoseok. Coloca só um par de algemas e um chicote.

Hoseok olhou para os vários modelos.

— Preto, rosa ou laranja?

— Preto. — Jimin respondeu enquanto procurava alguma roupa em seu closet. — Ah... — virou-se para o empregado. — Hoseok, eu preciso que você procure na internet alguma loja que venda roupas do século 18.

— Do século 18?! — Hoseok não entendeu.

— É que eu e a Hyuna vamos tirar fotos lá no museu abandonado amanhã e precisamos de roupa de época. — respondeu, virando-se novamente para o closet.

— Ah tá. Eu conheço uma loja do tipo, chama Elizabeth Store. Compramos nossas roupas para o mini musical do Shakespeare lá.

— Ué, pensei que vocês dançavam hip hop.

— E dançamos. Fizemos uma versão em rap de Hamlet.

— Nossa, que diferente. Da próxima vez me chama pra ver.

— Claro.

— E as roupas são boas?

— Sim, são meio que réplicas das roupas feitas na época. Eles usam até o mesmo tecido.

— Opa, então pega a chave do carro que nós vamos lá agora. — disse Jimin, terminando de se vestir.

— É pra já.

***

Passaram a tarde toda na loja, que era enorme e muito chique. Jimin ficou maravilhado com todas as roupas e acessórios que via. Gastou uma fortuna em coisas para ele e para a parceira de feed. Comprou também algumas coisas para Hoseok e uma máscara de baile que achou muito sexy, lembrou-se de 50 Tons de Cinza.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...