História Camila-Aprendiz de Feiticeira - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Camila Cabello, Camren, Lauren Jauregui, Romance
Visualizações 26
Palavras 988
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural, Super Power, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero que gostem e uma boa leitura pra todos.

Capítulo 1 - Capitulo 1



POV Camila





Os meus pais vão me matar penso eu difinitivamente extrapolei dessa vez, eu tinha combinado com eles de invés de comemorar o meu aniversário com eles e minha irmãzinha Sofi, esse ano eles deixaram eu comemorar com a minha melhor amiga Veronica Iglesias que havia preparado uma festa surpresa pra mim.




A festa estava tão boa que eu não poderia ir embora tão cedo, muito menos quando uma linda garota que eu não tinha percebido da escola estava afim de ficar comigo, eu não podia fazer essa desfeita né, e deixar-la só na vontade.



Já passava da meia noite quando Veronica me deixava em casa tinha tomado alguns drinks mais do que eu deveria e que os meus pais permitiram que eu bebesse, rezo para que eles estejam dormindo e que só amanhã me dariam uma bronca daquelas e bem merecida admito.







Com certa dificuldade por está  um pouco embriagada e enxerguando tudo em dobro, levo mais de um minuto para acerta o buraco da fechadura da porta de minha  casa, assim espero que seja a casa certa pois todos as casa desta rua são praticamente idênticas, assim que consigo acerta adentro a mesma com passos lentos e com os meus saltos em mãos vou andando até as escadas que levam até o meu quarto, estava tudo escuro eu estava agradecendo ao céus por os meus pais estarem dormindo ou pelo menos eu achava isso até que sem querer eu esbarro em um dos vaso preferido de minha mãe.




-Droga! Falo um pouco alto do normal e me xingando mentalmente por todos os palavrões que eu conheço e para o meu azar quando estou apanhando o que restou do vaso preferido de minha mãe, as luzes da sala se acedem e os meus pais e minha irmã estavam com chapéus de festa e falavam aniamadamente.




-Parabéns pra você! Me fazendo ter um susto e derrubando os pedaços do vaso que estavam em minhas mãos junto com os meus saltos e deixo os mesmos cairem no chão.



Fico sem saber o que fazer e mostro o meu sorriso mais amarelo possível enquanto os meus pais me olham com uma cara sem graça e a única que não percebia o meu constrigimento era a Sofi que sorria animadamente, vou até eles surpresa e tropeçando nos meus próprios pés me levando ao chão, neste momento ouço a minha mãe falar.




-Alejandro leve a Sofi pra cima, eu e Camila precisamos ter uma conversar séria.



-Sim amor. Meu pai diz passando por mim com minha irmã que acena pra mim e eu sorriso pra ela, e sobem tento me levantar e minha mãe vem em meu socorro.



-Querida por sente-se. Ela me ajuda a levantar e me guia até o sofá.



 Ela diz calmamente e isso me assusta quando a senhora Sihu fala assim lá vem chumbo grosso, na verdade nem tanto estou exagerando, pois foram poucas vezes que minha mãe me deu alguma bronca, mas tenho a estrenha sensação que ela não vai brigar comigo e sim falar alguma coisa importante do tipo que teremos que nos mudar novamente, nem faz três meses que voltamos a morar em Miami, pois moramos aqui quando eu era criança, e agora provavelmente iremos nos mudar novamente.




-Sei que deve está pensando. Minha mãe diz sentando ao meu lado no sofá e afagando a minhas costas.




-Sabe? Pergunto incrédula.




-Sei. Ela diz sorrindo.




-Então a senhora entende que eu não quero mais mudar de escola afinal de contas estou no último ano letivo e fiz uma amiga.



-Eu sei disso minha filha, mas tem algo que eu deveria ter contado para você e eu havia planejado falar pra você hoje.



-Mas pelo visto você não está em condição agora. 




-Me desculpe mãe eu não quis decepciona a senhora. Falo sentindo os meus olhos marejados.




-Quem disse que você me decepcionou ah? Ela diz sorridente.



-Está tudo bem, agora vamos subir você precisa tomar um banho colocar as suas roupa pra dormir e amanhã teremos essa conversa não se preocupe.




-Mesmo mãe? Pergunto receosa.



-Sim minha querida.




Ela diz beijando a minha testa e me ajudando a me levantar e fomos até o meu quarto onde ela me ajudou a tomar um banho e me vestir, e claro me fazendo tomar um de seus remédios caseiros para que eu não acorde no dia seguinte com ressaca ou qualqur vestígio que eu havia enchido a cara.




A minha mãe tem uma loja de remédios caseiros para qualquer tipo de doença ou dor de uma simples dor de barriga até algo mais grave como cancer, já que ela é médica, mas optou pela medicina natural também conhecida de Naturopatia que significa que os Naturopatas como são conhecidos utilizam recursos naturais como remédios.



Quando crinaça ouvir muitas pessoas adultas e até crianças que não entendiam o trabalho de minha mãe e a xingavam de todos os tipos de coisas e até mesmo chamavam ela de bruxa, eu nunca me importei com isso, mas me sentia triste e ao mesmo tempo com raiva dessas pessoas, cheguei até brigar com algumas meninas e meninos na escola por não suporta as coisas que falavam de minha mãe por que de mim podiam dizer o que quisessem eu não me importava, mas a minha mae não né, enquanto ela sempre foi compreensiva e sempre me aconselhava a não deixar que isso me afetassem, e que a culpa não era delas por falarem essas coisas, pois elas só ouviam o que seus pais diziam e apenas repetiam, mas que nunca deveria odiar-las por isso pelo o contrário, nunca entendi por que minha mae sempre foi boa com essas pessoas.




Já o meu pai é contador e sempre esteve ao seu lado não questionado quantas vezes nos mudamos desde que eu me lembro foram sete cidades, Nova Iorque, Los Angeles, Chicago, Denver, Nevada, Sacramento até que voltamos para Flórida, Miami nossa cidade natal.
 



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