História Caminho do Sucesso - Capítulo 49


Escrita por: ~

Postado
Categorias Vocaloid
Personagens Len Kagamine, Luka Megurine, Miku Hatsune, Mikuo Hatsune, Personagens Originais, Rin Kagamine
Tags Caminho, Colegial, Luka Megurine, Miku Hatsune, Rin Kagamine, Romance, Songfic, Sucesso, Vocaloid
Exibições 29
Palavras 2.468
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi :3
Boa noite e boa leitura :3

Capítulo 49 - Capítulo 48


Fanfic / Fanfiction Caminho do Sucesso - Capítulo 49 - Capítulo 48

Anteriormente em “Caminho do Sucesso”...

- Só eu to com vontade de chorar? – Perguntei me referindo a Leko.

- Só! – Ela disse e logo acrescentou. - Eu estou mais é feliz que ela vai realizar seu sonho.

- Sim, você tem razão...

...

- E aí, Luka! – Falou o Luki chamando minha atenção. – Perdida?

- Com certeza.

- A galera ta toda reunida ali. – Ele apontou para uma árvore, onde todos estavam sentados debaixo dela, nós dois fomos até eles.

- Nossa está parecendo um enterro aqui...

...

- RETARDADO, IDIOTA, VAI SE FERRAR! – Comecei a jogar água nele e xingar-lo ao mesmo tempo.

- Nossa... Quanta magoa nesse seu coraçãozinho. - Parei de tacar água na criança e comecei a afogar ele, quer dizer tentar... O filho da mãe era muito forte. – Então, já chega né? Já da para perceber que você não é tão forte assim. – Eu dei um soco logo em seguida e ele começou a rir.

...

Esse garoto pensa que é quem? Ele me beija e depois ele me trai e agora ela não sai do meu pé, ah... Eu to cansada disso, ou ele para por bem ou... Eu não faço nada, até porque eu sou da paz, da pomba branca, das vibes boas, a que acredita que o Papai Noel vai sair pela chaminé... A que não quer sofrer problemas amorosos, porque pelo amor  né? Já tem muita gente ao meu redor sofrendo com essas merdas, eu não to a fim de sofrer também!

 

Agora...

 

Pov’s Miku On

Cheguei em casa mais cedo e com apenas uma tarefa: escrever uma música. Como poderia ter sido melhor? Se a Rin ainda estivesse aqui, mas tudo bem, ela está indo atrás dos sonhos dela.

- Oi, filha! – Disse meu pai assim que me viu entrando em casa. – Por que chegou mais cedo?

- Que isso, pai? – Perguntei desconfiada. – Tá me expulsando? Quer que eu volte para a prisão?

- Nada exagerada, né? – Ele riu. – Só estranhei por você estar chegando em um horário diferente do normal.

- A diretora liberou todo mundo, não sei o porquê, e ainda disse que o clube de música tem que criar uma música e apresentar amanhã para a escola inteira. Não entendi nada. Deve ter um rolo nisso aí.

- Segundo essas informações, meu palpite é que amanhã eles receberão uma pessoa importante, então liberaram os alunos mais cedo hoje, a fim de arrumar o local, e as músicas são para fazer uma recepção musical amanhã. – Ele disse com a mão no queixo olhando para o nada.

- Nossa, me senti num seriado policial agora. – Falei com um sorriso bobo na cara. – Muito bem, detetive! Vou averiguar esse caso no meu quarto. – Eu disse pegando minha mochila e indo em direção ao meu quarto.

- Vai jogar, né? – Ele disse com um sorriso irônico no canto da boca.

- Cada dia mais inteligente, Sr. Fuguki. – Disse eu fiz um sinal de continência.

Assim que cheguei ao meu quarto, entrei no banheiro, me despi e tomei um longo banho. Logo que terminei, estava feliz da vida para começar a jogar Fatal Maze e, finalmente, zerar aquela bosta, maaas...

- O Mikuo te ligou 30 vezes. – Disse Hachune na maior tranquilidade do mundo.

- Como assim?! – Exclamei preocupada. – Por que não me avisou antes? Será que aconteceu alguma coisa?

- Relaxa, não deve ser nada demais.

- Ele nunca me ligou mais de 30 vezes, não pode ser só uma coisinha de nada. – Eu disse com minha mão no queixo, imaginando o que poderia ser.

- Então liga logo pra ele, ué. – Hachune bufou irritada. – Ficar aí tentando imaginar o que não ajuda em nada.

- Nossa, eu que menstruo e você que fica na TPM? – Pergunto com uma sobrancelha erguida. – Por que você ta tão assim? Eu hein... – Eu digo e a Hachune apenas me responde com uma revirada de olhos.

- MIKU! – Alguém gritou após, praticamente, arrombar a porta do meu quarto. – POR QUE VOCÊ NÃO ME ATENDE?!

- MIKUO! – Eu gritei e dei um soco no ombro dele. – Como você entra assim no meu quarto?! EU PODERIA ESTAR PELADA, SABIA?!

- Seu pai me deixou subir.

- Enfim, o que você quer? – Perguntei.

- Caso ainda não tenha percebido, eu estou no clube de música graças a você, a Rin e a Luka.

- Sim, já percebi faz tempo. – Revirei os olhos.

- Só que... – Ele me continuou. – Não faço ideia de como compor uma música, e amanhã vou ter que apresentar, para escola INTEIRA, uma composição minha. – Ele falava com uma expressão de pânico.

- Por que você não canta a música que fiz ontem em homenagem a você? – Perguntei com os olhos brilhando.

- Até tinha pensado nisso, mas é melhor deixar pra outro momento. E eu meio que queria usar uma música minha mesmo, não sua, nem de ninguém.

- Entendi.

- Você me ajuda, né? – Ele pegou nas minhas mãos e disse me encarando.

- S-sim. – Gaguejei, mas depois fingi uma tosse para disfarçar. – Já que você ta passando por isso, aposto que o Luki também está, por que não chamamos ele? – Perguntei com um sorrisinho amarelo.

- Ele ta com a Luka.

- Melhor ainda! Vamos chamar os dois, assim a Luka me ajuda.

- Sério que você não entendeu? – Mikuo ergueu uma sobrancelha. – Eles estão se pegando, provavelmente.

- Hã? – Agora bugou tudo. – Acho que não. Mas enfim... – Pensei por um momento e depois prossegui. – E o Len? Ele também deve estar com uns probleminhas para compor música.

- Miku, o Len é quase um DJ profissional, acho que ele ta de boa.

- DJ e compositor não tem nada haver.

-Miku... – Disse Mikuo e depois ele me encarou com uma sobrancelha erguida. – Ta com medo de ficar sozinha comigo?

- Eu? – Isso mesmo, acertou. – Não, por que estaria com medo de você? – Eu disse bufando.

- Eu que te pergunto.

- Cadê a Hachune? – Eu disse e olhei em volta. – Ela vai aprontar alguma coisa, sempre que ela some sorrateiramente ela faz alguma coisa errada.

- Vai me ajudar ou não, Miku? – Mikuo perguntou impaciente.

- Calma, menino! – Ok, agora fiquei estressada. – Como eu vou te ajudar a compor? Não faço ideia de como fazer isso.

- Sei lá, me explica como a música vem na sua cabeça. Tipo... – Ele pensou um pouco e depois continuou. – As letras não, simplesmente, aparecem do nada, né? – Ele perguntou receoso.

- Na verdade sim, elas vêm do nada. – Eu ri.

- Sério?

- Claro que não é assim, de repente. – Expliquei. – Eu preciso de uma breve inspiração. Aí, depois que começo a escrever, é difícil parar.

- De onde vem sua inspiração? – Ele perguntou.

- Ué, sei lá! – Eu me sentei e fiz um gesto pra ele se sentar também. – Normalmente, eu escrevo minhas músicas baseadas no que eu vivencio, por exemplo, ontem eu me baseei na sua história.

- Entendi, posso escrever sobre qualquer coisa?

- Claro, por que não poderia?

- Sei lá, vai que as pessoas achem que minha música é muito depressiva, ou melosa, ou sei lá... Eles irão logo associar com minha vida e com minha personalidade.

- Cara, o bom da música é que você pode esconder sua personalidade ao mesmo tempo em que você pode expor. – Eu disse.

- Como assim?

- Sabe aquela frase “Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência”? – Perguntei e ele afirmou com a cabeça. – Então, você pode falar para as pessoas que aquilo não passa de uma mera musiquinha, mesmo que você esteja expressando sua vida ali. Você pode dizer que aquela música que você criou foi baseada em outra pessoa, ou em um filme, sei lá.

- Nossa... – Mikuo suspirou. – Isso soou meio triste, tipo, você ta escondendo seus sentimentos atrás de uma música.

- Esconder sentimentos já virou rotina pra muita gente. – Eu murmurei com a cabeça baixa, mas o Mikuo encostou sua mão levemente em meu queixo e levantou minha cabeça. – Enfim, vamos meditar.

- Meditar? Sério? – Ele riu.

- Sim, para cabeças não criativas, tipo a sua, meditação é uma ótima solução.

- Ok, Sra. Expert em meditação.

- Hachune! – Gritei esperançosa que minha pixel viria. – Onde ela se meteu?

- Pra que você precisa dela?

- Eu gosto de ficar rosa enquanto eu medito. – Eu disse e Mikuo caiu na gargalhada.

- Você ta me zoando, né? – Ele disse ainda rindo, mas depois que viu minha expressão séria, seu riso foi diminuindo. – What the fuck? Por que rosa, Miku? É sério mesmo?

- Qual o problema? Rosa é uma cor doce e feliz, traz energias positivas.

- Aí meu Deus, eu vou ter que ficar rosa também?

- Não precisa, pra mim é mais fácil porque tenho um pixel, então é só materializar. No seu caso, você teria que tingir seu cabelo de verdade, trocar de roupa, demorar e blábláblá.

- Entendi, deve ser bem fácil a vida com um pixel. – Ele suspirou.

- Só as funções básicas da aparência que ficam simplificadas, basicamente. Cara, cadê aquela mini Miku? HACHUNE!!!! – Gritei ainda mais alto.

- Que? – Hachune disse aparecendo na porta com a cara toda suspeita de ter feito algo errado.

*Link do gif nas notas finais*

- O que você fez? – Perguntei indo na direção dela.

- Tchanran! – Ela exclamou e mostrou um bolo com uma cara muito gostosa.

- Ai meu Deus! – Gritei de alegria dando vários pulinhos. – É pra mim, né, né, né?

Sem nem esperar pela resposta, peguei o bolo, dei para o Mikuo segurar e peguei uma fatia.

*Link da imagem nas notas finais*

Parecia que a cada mordida o bolo ficava mais gostoso.

- Nossa, Hachune, se superou. Ta de parabéns. – Eu disse com um sorriso amplo, até que me vem em mente os planos diabólicos que a Mikuzinha poderia estar fazendo. – Por que você fez esse bolo? Quer o que em troca? Hein? Hein? Hein?! – Fiquei encarando ela com um olhar desconfiado.

- Na verdade, só estava com tédio de ver vocês dois conversando e depois eu desci para a cozinha, brinquei com o Rex lá em baixo e fui fazer esse bolo, agora, se me dão licença, vou brincar com o Rex de novo. – Ela simplesmente virou as costas e fechou a porta.

- Nossa, por favor, fique com tédio mais vezes. – Murmurei e o Mikuo riu.

Depois de comermos aquele bolo delicioso, lembrei de que precisava da Hachune mais uma vez.

- Hachune! – Eu gritei e dessa vez ela veio mais depressa. – É que... Eu queria fazer uma meditaçãozinha com o Mikuo, será que você podia... – Ela entendeu o recado e bufou entediada.

Ela me transformou em minha versão rosa. Olhei para o espelho e reparei que eu fico muito fofinha assim.

- Que? – Mikuo murmurou desentendido. – Preferia quando ainda não tinha visto essa coisa bizarra.

- Ah, Mikuo, vai dizer que não foi legal? E muito obrigada, Mikuzinha. – Eu disse com um amplo sorriso. – E será que você podia... – Direcionei meu olhar aos pratos em que eu e o Mikuo comemos o bolo.

- Miku! – Ela resmungou, mas eu olhei pra ela com a cara mais fofa possível e ela revirou os olhos. – Não vai se acostumando não!

Assim que a Hachune saiu do meu quarto, eu me sentei em meu tapete fofinho e fiz um gesto para o Mikuo sentar-se no tapete de frente para mim.

- Agora, vamos meditar. – Eu disse e ele revirou os olhos. – É sério, concentração agora.

- Concentração agora. – Ele disse me imitando e eu mostrei a língua.

- Quer ou não quer compor? – Eu disse e ele ficou quieto e fechou os olhos, eu sorri e fechei os meus também.

- Pronto, e agora? – Ele perguntou.

- Quero que você não abra os olhos, que você respire fundo e que relembre de todos os principais acontecimentos de sua vida.

- Eu...

- E não fale nada. – Eu o interrompi. – Só relaxe, respire e relembre os fatos mais marcantes.

Depois de algum tempo relaxando, respirando e pensando em como minha vida mudou drasticamente desde que eu me mudei, eu acabei adormecendo. E o Mikuo, provavelmente, também. Isso sempre acontece na meditação, faz parte do processo criativo.

*Link da imagem nas notas finais*

Após se passarem algumas horas, senti uma sensação gostosa no meu braço, mas logo essa sensação deu lugar a um bruto chacoalhamento.

- Miku, Miku, Miku... – Dizia Mikuo enquanto me chacoalhava sem parar.

- Que foi? – Eu disse com uma expressão irritada, mas ainda sonolenta.

- Eu sonhei com uma música, sua meditação deu certo! – Ele disse com um sorriso enorme na cara.

- Legal, fico feliz em ter ajudado. Também tive um sonho ótimo. A Hachune estava me guiando para um lugar secreto onde eu me transformei numa “Super Star” e cantei para uma multidão de pessoas. A música que eu estava cantando foi baseada em... – Eu arregalei os olhos e engoli em seco. – Sei lá, foi meio confuso meu sonho. – Eu cocei minha nuca e dei um sorrisinho amarelo.

*Link do sonho nas notas finais*

- Se você diz... – Ele estranhou um pouco minha reação, mas depois aceitou numa boa. – Eu sonhei com você, a Luka, a Rin, o Luki e o Len. Todos meus amigos em uma rodinha conversando, e de música de fundo era eu cantando uma música sobre o quanto meus amigos são esquisitos.

- Nossa, que música legal. – Eu disse ironicamente e ele deu uma gargalhada contagiante, o que me fez rir também.

- Mas sério, você vai se surpreender amanhã.

- Você não vai me mostrar a música hoje? – Eu disse fazendo um biquinho e ele deu um breve sorriso.

- Não, foi mal, vai ter que esperar até amanhã. – Ele mostrou a língua. – Agora já está tarde, tenho que ir.

Olho para o relógio e vejo marcando 18h, caramba! Nós dormimos muito, e o tempo passou muito rápido.

- Cuidado para não esquecer a letra, hein! – Eu disse acompanhando Mikuo até a saída.

- Pode deixar, eu vou anotando no meu celular enquanto vou pra casa.

- Ok, cuidado. – Falei com um tom de preocupação na voz. O Que? Como assim eu estou preocupada com o Mikuo? Ah, não é nada demais, ele é meu amigo, e eu me preocupo com todos os meus amigos.

- Pode deixar, mamãe. – Ele riu e acenou enquanto ia embora.

- Engraçadinho. – Eu disse antes de fechar a porta e voltar ao meu quarto.

Fui lembrando da música do meu sonho e comecei a escrever em meu caderno de músicas fazendo algumas modificações no ritmo da música.

- Porque cada vez que nos tocamos, eu tenho essa sensação... – Eu murmurava enquanto anotava. – Você não pode sentir meu coração bater mais rápido? Eu quero que isso dure... Preciso de você do meu lado.


Notas Finais




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