História Caminho Estelar - Capítulo 1


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Palavras 1.235
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção Científica
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem dessa história, ela é original e possui influencia principal de um filme muito famoso chamado Star Wars.

Capítulo 1 - O Povo de Keinyon


Fanfic / Fanfiction Caminho Estelar - Capítulo 1 - O Povo de Keinyon

 

Dormindo em sua nave estava Fletcher, em uma maquina de hibernação temporária, depois de boas horas de sono ele acorda, bem animado e motivado para o dia, ele levanta se troca e vai até a sala de comandos da nave e senta em sua cadeira, uma nave relativamente grande mais que não possui nenhum tripulante junto de ti, ele aperta botões diversos no teclado da nave ativa sistemas de partida e viaja com a nave durante umas duas horas, enquanto houve uma canção de quase mil anos atrás de uma banda daquela época chamada Beatles, talvez a única ligação de Fletcher com um antigo planeta verde hoje abandonado.

E então ele para a nave e se depara com uma pequena lua, e decide descer até ela para explorar, a primeira vista é uma lua de rochas da coloração marrom e cinza, ele então coloca seu traje de área externa, e seu capacete com oxigênio para 10 dias e desce da nave, andando na superfície lunar estranha ele se depara com marcações no chão que leva até um túnel, ele liga sua lanterna aponta para ele pra ver o que tem dentro.

Lentamente ele vai entrando na caverna e vê uma gosma verde pingando do teto, o que deixou Fletcher se perguntando se poderia haver vida naquela lua, mais logo ele se depara com destroços de nave destruídas ali mesmo, que poderia ser de uma espécie que esteve ali antes, mais que já teria ido embora, no meio dos destroços Fletcher pega um amuleto prateado com uma escrita desconhecida, sem nenhuma pretensão ele guarda no bolso.

Logo depois ele sai da lua em sua nave rapidamente, dentro da nave ele fica olhando para o amuleto pensando em mil coisas, e tentando decifrar a escrita, no instante em questão a nave aciona um alerta de vazamento, Fletcher se preocupa levanta e vai até a parte interna da nave no subsolo dela para verificar o problema, e então a surpresa.

A gosma que estava na caverna estava nos motores de sua nave.

Ele rapidamente pensa que o que estava na caverna, tinha entrando em sua nave, e então ele entra em um pequeno estado de choque, e no mesmo segundo um barulho vindo de cima da nave, onde fica a sala de comandos, ele sai do compartimento de motores e vira em um corredor pouco antes da sal de comandos onde tem uma salinha pequena com algumas armas, pois não pra saber se a criatura era receptiva ou não, então ele guarda uma pistola de plasma no coldre de seu traje em uso, e vai até a sal de comandos, chegando lá não a nada, ele vai andando lentamente, olhando para os lados quase que em 360º para ver tudo, e então quando ele olha pra baixo ele se depara com uma criaturinha azul de olhos vermelhos esbugalhados.

Ele aciona a arma e pergunta quais suas intenções, o ser o olha de volta com um olhar profundo, e com o poder da mente arremessa-o para longe, Fletcher então cai desmaiado.

Horas depois ele acorda e vê que está em sua cama, levanta rapidamente olha para ver se tem algo ao redor e quando ele vai saindo de seu quarto no corredor da nave do lado esquerdo, estava a criatura, ela diz em um tom sua e calmo – eu não vou te machucar humano – Fletcher meio sem entender e um pouco bravo retruca – não vai!! Você me desacordou – ele o interrompe na mesma hora e responde já com um tom mais firme – você estava apontando uma pistola de plasma pra mim, eu tive que para-lo – e então a criatura se apresenta de uma maneira formal – bom eu sou G2W00026 – com um tom de sarcasmo Fletcher comenta – nossa que nome legal, enfim vou te chamar só de G2 está bem – o G2 responde – que assim seja bom, me devolve – ele confuso pergunta – te devolve oque ?? – G2 se refere ao amuleto que estava em seu bolso, com o poder da mente ele puxa o amuleto do bolso de Fletcher, e agarra com as mãos – curioso o humano pergunta – oque é essa coisa ? – não queira saber responde G2, conclui ainda dizendo – se essa coisa cair em mãos erradas uma raça inteira pode ser extinta, Fletcher pergunta se a raça a ser extinta seria a dele, a minha não responde G2, o diálogo é interrompido pelo alarme de vazamento que na verdade ainda não tinha parado.

G2 diz resolver o problema em um em um instante, ele então desse até o compartimento de motores e concerta o vazamento, Fletcher fica impressionado com sua habilidade mecânica, e pergunta como que ele sabe fazer aquilo ele responde com um sorriso dizendo que sabe concerta qualquer coisa que possua parafusos e engrenagens.

A nave prossegui viajem os dois na sala de comando, que agora possui um tripulante veja só, o G2 define a rota, e Fletcher pergunta – Pra onde estamos indo – G2 responde – para Keinyon, tenho que entregar esse amuleto pra eles , eles saberão a forma correta de protege-lo.

A nave chegando no tal planeta pousa em uma área bem bonita com característica de aeroporto mesmo, Fletcher desce da nave e olha para os lado e se depara com uma cidade muito grande com prédios alto de criaturas de diversos tipos diferente de tamanho a maioria até mais alto que ele.

E então um deles se aproxima dos dois e fala diretamente com G2, o que tem pra mim G ? pergunta a criatura verde de quase dois metro de altura, ele responde apenas mostrando o amuleto, o monstro abre um sorriso de orelha a orelha e diz – como encontrou ele, enfim não importa passa pra cá – e então ele pega o amuleto de G2, e antes de partir pergunta – quem é esse que veio com você – G2 responde – ninguém importante senhor Thigs é só um humano que estava no local de busca – então o monstro denominado de Thigs preocupado pergunta –você não contou pra ele o que o amuleto faz não né?! – não senhor ele não sabe de nada responde G2, e Fletcher ali no meio da conversa paralela diz – olha eu to aqui ouvindo tudo, e agora estou morto de curiosidade – somem daqui os dois!! Curto e grosso responde Thigs.

E o povo de Keinyon guardou em um local seguro o amuleto misterioso, antes de partir Fletcher abastece a nave, e G2 se despedi de alguns amigos ali próximo na cidade, os dois vão para nave e decolam com ela e partem do planeta Keinyon.

Fletcher pergunta – você vai ficar comigo agora ? – G2W00026 responde – não tenho nada melhor pra fazer mesmo – e então os dois riem e o Fletcher coloca Love me Do dos Beatles pra tocar, G2 com cara de nojo comenta – que porcaria essa ? – Fletcher responde musica de humanos – e abre um breve sorriso,  e então a nave entra na velocidade da luz some na imensidão do espaço.

Ainda lá no planeta Keinyon, o líder Thigs comenta – esse humano não pode saber da verdade sobre o amuleto se não tudo pode mudar – diz isso em uma reunião com varias outros Keinyanos que estavam ali presentes.

 

No Próximo capitulo: a verdade sobre o amuleto pode vir a tona, e o que será que o povo de Keinyon tanto teme e qual o envolvimento de Fletcher com essa história toda? .....  NÃO PERCA O PROXIMO CAPITULO AINDA ESSA SEMANA!!

  


Notas Finais


se gostaram não esqueçam de favoritar, e para eu fazer o segundo capitulo eu preciso da aprovação de vocês obg:)


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