História Caminho para a Fama. - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Tags Comedia, Hentai, Lysandre, Musica, Romance
Exibições 18
Palavras 1.278
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Aviso: Possui Hentai. Um Hentai ruim, mas tem.

Capítulo 7 - Capítulo 7


Fanfic / Fanfiction Caminho para a Fama. - Capítulo 7 - Capítulo 7

          Caminho para a Fama

 

Pov's Autora

 

Lysandre deixou o quarto de Luna após a mesma adormecer. O prateado desceu as escadas da casa pensativo, desde que ela chegara vem se sentido assim, ansioso, nervoso, ciumento e, sempre que ela está por perto.

Somente o fato de vê-la, toca-la ou escuta-la o deixa feliz, realizado. Talvez esteja se apaixonando pela prima? Sim, isso sem dúvidas. E, ao contrário de muitas pessoas, ele aceita o fato de estar apaixonado.

Suspirou quando ouviu baterem na porta, abriu e viu parada diante de si, Nina, uma parente dos Chavalier que ele vem fazendo amizade — Olá Lys! —ela sorriu.

— Boa tarde, Nina. 

— Não vai me convidar pra entrar? 

Ele pensou, talvez não fosse uma boa ideia e, não por ele mas sim porque Luna daria um chilique ao ver a loira ali, deu de ombros, também não poderia ser tão mal educado. Então, liberou passagem para a garota entrar — Fique à vontade — apontou para um sofá pra que ela se sentasse.

— Como está sua prima? Parece que ela adora subir em árvores — riu, mas tinha uma face meio preocupada.

— Está bem, apenas quebrou um braço — se sentou ao lado da loira.

— Ufa! Ficou feliz que ela esteja bem.

— Eu também — suspirou aliviado olhando para os pés.

— Eu estava aqui pensando, não quer dar uma volta comigo? Ainda tem muitas coisas que eu desconheço aqui.

— Eu adoraria, mas não posso... não hoje.

— Que tal amanhã!? Podemos fazer um piquenique ou nadarmos na cachoeira, andar à cavalo... sei lá.

Lysandre se lembrou do dia em que encontrou Luna na clareira ou no dia do piquenique em que eles quase fizeram amor...Enrubesceu — Lys? Está tudo bem?

— Ahn? Ah! Sim, sim.

— Então, aceita?

— Aceito? — à olhou, confuso — O que mesmo?

— Meu Deus, você é muito distraído! Passear comigo amanhã, topa?

— Eu iria a... — foi interrompido ao sentir um chinelo acertar sua nuca, olhou pra trás irritado e observou Luna descer as escadas sem muitas dificuldades, apenas mancando a perna machucada — O que está fazendo fora da sua cama??

— Cala a boca! — foi fria e terminou de descer, parando em frente aos dois. — E me desculpe querida, o Lysandre não vai poder lhe acompanhar, ele tem que limpar o estábulo, plantar as mandiocas e colher soja... 

         De onde ela inventou que eu tenho tudo isso pra fazer? — Lysandre pensou com uma gota na cabeça.

— Ah, é verdade? — a loira perguntou olhando tristemente para Lysandre.

— Err... s-sim — gaguejou sem graça ao mentir.

Luna os observou com um olhar de superioridade — Nina, já está na hora de você vazar daqui!

— O que?? — a loira pôs-se de pé. 

— Olha as horas, está tarde, xô! — Luna conseguiu, depois de uns minutos, que a loira fosse embora.

— Você foi muito mal educada — o prateado disse meio irritado — Não se trata alguém assim.

Luna o olhou friamente, uma aura maligna rodeou seu corpo, Lysandre temeu por seu corpo agora — Ah é? Você preferia que eu deixasse essa abusada ficar de gracinha com você!?

— Ela não estava de gracinha, apenas me...

— Te chamou pra sair? É, eu ouvi e foi porque você iria aceitar que meu chinelo voou na sua cabeça!

— Eu ia aceitar porque ela é minha amiga e, você fica insuportável com ciúmes — sorriu.

— Ciúmes eu? Ha-ha-ha — riu forçado, negando com o dedo indicador da mão direita — Eu não sinto ciúmes, entretanto você é burro o suficiente pra sair com qualquer uma!! — quase gritou, enfurecendo o rapaz.

— Luna, você não quer entender que eu nunca ficaria com outra pessoa que não fosse... — se auto-interrompeu ao perceber o que dizia.

— Quem? Outra pessoa quem? — indagou, com esperanças.

O toque de um celular o impediu de responder, Luna viu que Rosalya ligava pra ela e praguejou mentalmente porque o sinal voltou bem naquela hora, atendeu — Alô?

— Luna! 

— Rosa, o que quer?

— Nossa, eu só queria conversar com minha melhor amiga que sumiu.

— Ah, sobre?

— Como está aí?

— B-bem...

Lysandre sorriu sádico e se aproximou da garota que conversava com a amiga no telefone, a empurrou para a parede e prensou seu corpo ao dela.

— Quando vai voltar para fazer a faculdade?

Ele então começou a mordiscar a orelha de Luna, em seguida descendo uma trilha de beijos suaves até o pescoço da moça, que tentava segurar os gemidos à todo custo.

— E-eu n-não aahh, sei ainda — não controlou o gemido quando ele mordeu seu pescoço.

— Eu conheci um cara aqui na faculdade — comentou, entusiasmada.

— Q-quem? 

Lysandre ponhou as mãos por dentro da blusa da menina e começou a massagear seus seios fartos, enquanto beijava e chupava seu pescoço.

— Leigh — respondeu.

Então, segurando a cintura da menina ele à levantou fazendo-a entrelaçar as pernas em volta da sua cintura.

— Rosa m-me d-desculpe, mas eu ahh... Preciso fazer o-outra coisa — sem dar tempo da amiga protestar ela desligou o telefone — Seu maluco — sorriu.

— Você adora me provocar, eu não posso? — sussurrou próximo ao rosto dela e como resposta ela o beijou.

O beijo à cada segundo ficava mais fervoroso e ambos se exitavam mais e mais. Ele caminhou até o sofá onde a deitou, Luna tirou a camisa que ele usava e jogou no chão. Lysandre passou as mãos pelo corpo da menina que arquejou quando ele arrancou sua blusa com rapidez, fazendo-a ficar apenas de sutiã e com a saia azul que usava. 

Ainda por cima do tecido ele apalpou o seio da garota, levando as mãos ao fecho do sutiã ele o tirou do corpo dela o jogando longe, os seios saltaram para fora e ele não conseguia desviar o olhar.

Se aproximando lentamente Lysandre lambeu um de seus bicos já enrijecidos, o sugando com veemência. A garota arqueava o corpo e gemia alto, ele deixou os seios e desceu os beijos para o abdômen da menina enquanto ela arranhava suas costas com força.

— Vamos subir? —  ele perguntou ofegante, ela assentiu.

Pegaram as roupas do chão e subiram as escadas correndo indo para o quarto da garota. Praticamente arrombou a porta e a fechou com força também, ela pulou em cima dele o jogando na cama.

Beijou o pescoço dele e ombro, arranhou levemente seu peito o causando arrepios —  Você está tão duro — disse rouca, rebolando no membro ereto de Lysandre.

—  Ahh —  ele gemeu, trincando os dentes.

Luna tirou a saia numa rapidez junto com a calcinha ficando nua, já estava toda molhada. Lysandre, ainda de calça, inverteu as posições ficando por cima. Se beijaram mais uma vez e com o dedo do meio ele estimulou o clitóris dela, que gemeu na boca dele.

A cada segundo ele mexia e remexia o dedo com mais força e velocidade, parou e ponhou o dedo na entrada de sua intimidade, adentrando o canal úmido logo em seguida com o dedo. A masturbou até que Luna sentiu seu corpo sofrer espasmos, revirando os olhos ela atingiu o ápice.

Ele sorriu e retirou o dedo de dentro dela, se levantou da cama e tirou a calça, ela apenas o acompanhava com o olhar. Voltando para a cama ele se pôs entre as pernas dela e posicionou o membro na entrada dela — Você n-não tem camisinha né? —  ela perguntou.

— Não —  respondeu.

Luna deu de ombros, não pensava direito nesse momento. Abaixando a cabeça Lysandre a beijou, lentamente e com amor. Sem que ela esperasse ele à penetrou com força, ambos gemeram roucamente.

As estocadas eram fortes e um pouco violentas, os seios da garota subiam e desciam por causa dos movimentos impetuosos de Lysandre. Abocanhando o seio direito dela ele diminuiu o ritmo, para chupa-los e morde-los.

Minutos depois os dois atingiram o ápice e Lysandre tombou seu corpo caindo suado em cima de Luna, que respirava com dificuldade.

***



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