História Caminho para a Fama. - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Tags Comedia, Hentai, Lysandre, Musica, Romance
Visualizações 21
Palavras 1.265
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Imaginem que essa pessoa na imagem do cap. é a Luna!
Boa Leitura *-*

Capítulo 8 - Capítulo 8


Fanfic / Fanfiction Caminho para a Fama. - Capítulo 8 - Capítulo 8

 

                        Pov's Luna

 

Acordei sozinha. Minha janela estava aberta e meu corpo coberto por um lençol branco. Me sentei na cama bocejando e esfregando os olhos, flash de ontem passaram pela minha memória e eu sorri.

Me levantei, estava nua, vesti um short curto jeans, uma blusa regata branca e uma camisa azul por cima, calcei minhas sapatilhas vermelhas e sai do quarto. Fui até o banheiro onde escovei os dentes e lavei meu rosto, penteei meus cabelos.

Desci para o café da manhã, não tinha ninguém na cozinha, peguei meu celular e vi que já passava das 13:00 horas da tarde. Comi duas maçãs.

Depois de procurar em toda a casa percebi que não tinha ninguém, peguei meu celular procurando por sinal, quando encontrei disquei o numero de Rosalya — Alô —  ela disse.

— Rosa, oi, como está?

— Bem, muito bem — parecia séria.

— Olha por ontem...— fui interrompida.

— Você desligou na minha cara pra ir transar.

— Como sabe? 

— AHA sua safada — ela gritou.

Então ela jogou verde pra colher maduro!?

— Bom, você me dizia que está namorando? 

— Sim, ele faz um curso de moda comigo, entretanto até uma loja ele já tem.

— Me diz o nome dele.

— Leigh — me surpreendi.

— Leigh? 

— Sim, ele é muito lindo, gentil e...

— Me descreve ele fisicamente.

— Hmmm, alto, magro, cabelos pretos e olhos pretos também.

— Ele vem do interior?

— Sim, por que tudo isso?

— É meu primo — ri.

— Sério!? Que azar.

— Eii! E então, como estão todos?

— Bem, o Alexy também cursa moda, Castiel música e o resto da turma todos seguindo seus sonhos, e você?

— Eu vou voltar logo, ainda tenho um sonho pra realizar!

Me lembrei da minha adorada música, mais ao mesmo tempo Lysandre me veio ao pensamento.

— Que bom.Tem que voltar antes que perce sua vaga na faculdade.

— Tem razão — suspirei.

— Por que eu sinto que você não está feliz?

— Estou é só que...Eu estou apaixonada pelo Lysandre.

— Aquele seu primo que você vivia falando?

— Sim, ele mesmo.

— Meu cunhado!! — ela gritou.

— É, seu cunhado e a pessoa pra quem eu entreguei meu coração.

— Mas, você vai voltar mesmo assim agora que sabe isso?

— Claro que sim...Você sabe que amores vem e vão e, com o tempo eu supero — estava confiante.

— Se você acha...

Conversamos por mais um tempo até a bateria do meu celular acabar, voltei para meu quarto e o deixei ali. Sábado que vem eu vou viajar para Paris pra fazer meu teste e ver se eu consigo entrar na faculdade de música.

Depois de um tempo assistindo TV a porta da sala se abriu e Lysandre entrou — Oi — ele disse sorrindo.

— Oi sumido — me emburrei.

— Desculpa, é que eu  e o vovô tivemos que enterrar um cavalo.

— Morreu? 

— Sim, mas ele já era bem velho.

Ele sentou ao meu lado e ficamos uns minutos em silêncio — Lys?

— Hm?

— Sábado eu vou para Paris — ele ficou surpreso e abaixou o olhar — Mas depois que fizer o teste eu volto pra cá.

— Sério!? 

Assenti e nos beijamos, deitei minha cabeça em seu ombro — Estamos namorando agora?

— Você quer?

— Sim — murmurei fechando os olhos — Muito!

— Então estamos.

Sorri e o silêncio voltou a reinar.

 

1 Mês depois

 

Já tem um mês que viajei para Paris e fiz meu teste. Estou apenas esperando a ligação mas não sei como contar à Lysandre que se for aceita na faculdade irei embora.

Entretanto ele sempre soube do meu sonho e que eu não ficaria nessa fazenda para morar.

Estamos bem e a cada dia sinto que o amo mais, isso é um problema.

— Vovó? — entrei na cozinha correndo.

— Luna? O que houve?

— A senhora sabe onde está aquele meu vestido branco rodado com umas flores?

— Por que? 

— Hoje eu vou sair com o Lys, vamos para a cidade vizinha e eu quero estar bem vestida.

— Para a festa dos Lamartine? — ela secou as mãos molhadas em um pano e se virou para mim — Ele está na lavanderia.

— Sujo?

— Não, eu lavei ontem.

— Ufa — suspirei.

Corri até a lavanderia e peguei o vestido do varal, subi para meu quarto separei um salto alto preto, deixei o vestido sobre a cama e um casaco. Peguei minha toalha na cama e fui tomar banho.

***

Estava pronta. Ouvi batidas na porta e fui abrir, Lysandre me olhou de cima a baixo sorrindo — Está maravilhosa!

— Obrigada, você também.

Ele usava uma roupa social — Vamos?

— Sim.

Fomos de carro até a cidade vizinha, era mais moderna que à em que eu estava, tinhas muitas casas e prédios, a viajem durou quase 1 hora.

Paramos em frente uma casa muito grande e bonita — Quem são esses Lamartines?

— São amigos da família, hoje é o aniversário de casamento deles.

— Hmm.

— Estou feliz — ele disse, eu o olhei confusa — Por estar com você, esse último mês foi o melhor da minha vida toda.

— Eu penso assim também — sorri e aproximei nossos rosto lhe dando um beijo singelo nos lábios. — Te amo — sussurrei.

Me afastei de Lysandre e olhei em seus olhos, que tinham um brilho estranho, meu coração acelerou — Também te amo, muito e muito!

Sorri — Vamos?

Saímos do carro juntos e andamos até a entrada da casa, Lysandre apertou a campainha, um tempinho depois uma mulher já de idade abriu sorrindo — Olá Lysandre — eles se abraçaram e se ela não fosse uma decrepita eu teria ficado com ciúmes— Que bom que veio, e seus avós?

— Não puderam comparecer, peço desculpas.

Ela olhou para mim — E quem é você mocinha?

— Luna, sou a namorada dele! — segurei o braço do prateado, que sorriu sem graça.

— Podem entrar, fiquem à vontade.

Entramos, tudo estava decorado e tinha uma mesa branca com muitas comidas e bebidas, uma música clássica era tocada e muitas pessoas dançavam e conversavam animadas — Sério isso!? Com ciúmes daquela senhora? — ele sussurrou no meu ouvido.

— Eu...Olha! Bolos! — andei apressada até a mesa e peguei um pedaço de bolo, ele andou até mim rindo.

— Você é uma boba!

— Eu não estava com ciúmes! Qual é o problema de deixar claro que você me pertence?

— Nenhum — me abraçou pela cintura.

Terminei de comer meu bolo quando vimos que duas pessoas se aproximavam de nós, um rapaz loiro e uma garota com cabelos castanhos — Lysandre! A quanto tempo! — o loiro abraçou MEU Lysandre.

— Nathaniel, que prazer revê-lo!

Sério que são amigos e se tratam tão formalmente? A guria olhou para mim — Olá, meu nome é Melody, Olá Lysandre — e depois desviou o olhar para o prateado.

— Que bom vê-la Melody, sempre encantadora.

Caramba, meu sangue ferveu — Eu sou Luna, a noiva do Lysandre!

Olhei de canto e vi Lysandre corar e arregalar levemente os olhos, o casal sorriu — Até que enfim Lys! — o loiro deu tapinhas nas costas do meu namorado.

  Depois de um tempo eles saíram para irem cumprimentarem outras pessoas — Noivo? 

— Ah, eu esqueci que somos apenas namorados.

— Haha, tão ciumenta! — Lysandre apertou minhas bochechas e eu cruzei os braços, irritada.

— Já disse que não é ciúmes!

— Aham.

— RUM — virei a cara.

***

 

Estava imersa na água daquele lago, mesmo faltando o ar eu não subia para a superfície, meu corpo já estava dormente. 

Se passaram alguns dias desde aquela festa e ontem me ligaram informando que eu fui aprovada, devo estar em Paris em até uma semana ou perderei minha bolsa.

Conversei mais cedo com Lysandre sobre morarmos em Paris e ele se negou abertamente à ir para lá por que queria acima de tudo cuidar dessa fazenda e dos nossos avós, eu não vejo outra escolha à não ser passar essa semana com ele e depois ir rumo ao meu sonho, caminhando para a fama.



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