História Caminhos árduos - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~HILucifer

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Zumbi
Visualizações 6
Palavras 2.258
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Canibalismo, Drogas, Estupro, Necrofilia, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Primeiro capítulo da História! Esperamos que gostem e Boa leitura!!

Capítulo 1 - O início de tudo.


09/08/2017


P.o.v Diego


Lembro bem de quando tudo começou... ou melhor, de como tudo acabou, era só mais um dia normal de uma rotina chata de um jovem estudante.

Me mudei para o Rio de Janeiro a três meses, moro com minha tia e um primo, três meses foram tempo suficiente para fazer algumas amizades, decidi morar aqui quando meus pais morreram, foi em um acidente de carro em um dia chuvoso, enfim, era mais um dia normal como eu tinha dito.

07:00.

Acordo, escovo os dentes e desço para tomar café, minha tia me recebe na mesa junto com meu primo, logo termino o café e subo para o meu quarto pra trocar de roupa, pego meu celular para falar com alguns amigos, mas a Internet não funcionava, o que era estranho já que a Internet não era Tim.

- vamos logo, a gente tá atrasado pra aula. Meu primo me chama batendo na porta.

- já estou saindo.

- eu acho que não vai ter aula, mas mesmo assim minha mãe quer nos levar para ter certeza.

- por que não teria aula?

- parece que ouve um tiroteio entre a polícia e alguns bandidos, talvez tenha alguém ferido lá.

- a gente mora no Rio de Janeiro, você já devia estar acostumado com isso, você mora aqui a mais tempo do que eu.

Chegamos na escola às 07:36, a aula começou as 07:00, perdemos a primeira aula, decidimos esperar, minha tia estava certa, realmente tinha aula.

09:00

A primeira aula acaba, entramos rápido na sala e esperamos pelo próximo professor, ele chega alguns minutos atrasado, tempo suficiente para alguns valentões praticarem bullyng com um dos meus amigos, Denilson, nerd, cabelos negros e grisalhos, ele é um pouco acima do peso e usa óculos, ele sofre bullyng desde que eu cheguei aqui, Rafael, um outro amigo, chega na sala depois do professor, o professor é chamado na diretoria antes de pedir para os alunos abrirem os livros.

 - quando ele voltar vai dizer para irmos para a casa - argumenta meu primo. por que a filha do diretor levou um tiro e está em coma no hospital.

- por falar nisso ela não veio pra escola hoje.

_ se eu levasse um tiro também não viria.

O professor volta para a sala.

- o diretor disse que não vamos mais ter aula hoje, voltem para suas casas e tirem um dia de folga. - avisou o mesmo. nos vemos na próxima aula

- por que nos liberaram? Pergunta meu primo.

- alguns problemas na escola.

09:20

Meu primo tenta ligar para  a mãe dele vir nos buscar, mas estranhamente nem a Internet e nem os telefones da escola funcionam, decidimos então pegar um ônibus, o mais estranho é ver a maioria dos alunos da minha sala pegarem o mesmo ônibus, pelo menos todos os que vão e que moram na direção do nosso bairro, eu estou sentado do lado da janela, olho para fora, chovia fraco, vejo quatro carros de polícia passarem pelo ônibus em alta velocidade.

- "problemas com a escola" - meu primo quebra o silêncio. Essa é a desculpa que dão, se fosse algum outro aluno não teria nenhum problema, mas é a filha do diretor.

- ainda não sabemos o que aconteceu.

- problemas na escola.

09:40

Chegamos em casa meu primo (que se chama Arthur) conta para minha tia sobre o que aconteceu, subimos para o quarto e jogamos video game até a hora do almoço.

13:00

Almoçamos e saímos para ir ao ginásio encontrar alguns amigos e ver as meninas jogando futebol.

Andamos pelas ruas, mais carros de polícia passam por nó, chegamos no ginásio, encontramos alguns amigos lá, ficamos conversando até um deles ir embora, pois estava passando mal, no ginásio só crianças jogavam com a supervisão de um adulto, vários grupos diferentes estava no ginásio conversando sobre as coisas que tem haver com eles, funk bebidas, futebol, entre outras coisas, a maioria dos jovens passavam nisso, talvez por isso meus amigos e eu somos um pouco excluídos, eu vejo um homem vindo na nossa direção, ele parecia não estar bem, se aproximava cada vez mais, era só um bêbado.

- esse vai ser o futuro de algumas pessoas. - comenta Denilson.

- só espero que não seja o meu. - responde Arthur.

13:30

Ouvimos um barulho vindo de fora, era três homens brigando, estavam cobertos de sangue, eram dois contra um, por sorte um policial aparece e separa a briga, os dois homens param, mas um deles morde o braço do policial, que reage com uma coronhada na cabeça do homem e o leva para a viatura.

- aí, vocês estão bem? - pergunta Rafael aos dois homens.

- sim estamos, esse maluco chegou em cima de mim, ele mordeu minha mão. - responde um dos homens.

- é melhor ir no hospital. - devolve Douglas (um outro amigo).

- é melhor mesmo.

- vamos embora gente. - eu chamo a todos.

13:40

- é sempre assim que começa, nos filmes de zumbis. - Denilson começa a falar. - Um dia normal, todos estão bem e então uma série de canibalismo começa a acontecer.

- cala a boca seu nerd maldito. - brinca Rafael.

Eu e meu primo nos despedimos de nossos amigos e voltamos para casa, no caminho vimos um mendigo ser atacado por um homem, passamos rápido pelo lugar, olhamos para trás e vimos o mendigo gritando após levar uma mordida.

- e se o Denilson estiver certo? - eu começo a falar. E se forem mesmo zumbis.

- se forem zumbis não vai ser igual aos filmes, o governo vai conseguir controlar tudo. Vamos comer alguma coisa.

Entramos na lanchonete e pedimos hambúrgueres, a TV estava ligada em um canal onde passava um seriado, ele foi interrompido por uma transmissão de emergência.

"Uma nova droga está fazendo com que as pessoas pratiquem canibalismo, a polícia está tentando apreender essa droga que foi fabricada fora do país e transportada pra cá, fiquem em suas casas, só saiam acompanhados se for um caso de emergência. Agora voltamos com a programação normal."

A atendente vem até nós.

- desculpe mas estamos fechando mais cedo hoje.

- ok, entendemos. - responde Arthur.

13:50

Chegamos em casa, minha tia vem ao nosso encontro preocupada e entramos rapidamente em casa.

- os telefones não funcionam, a Internet não funciona na televisão só está passando reprises de séries ou filmes, alguma coisa de ruim aconteceu. - comenta minha tia com um semblante preocupado.

- é melhor não sairmos por enquanto, vamos esperar outra transmissão, enquanto isso vamos ficar em silêncio aqui dentro. -Eu respondo aos dois.

- oi gente, como vai a escola? - é meu outro primo Nycolas que não mora com a gente.

- estou tão preocupada com isso que esqueci que seu irmão veio chegou aqui logo depois de vocês terem saído.

- oi, sabe alguma coisa sobre isso? - Pergunta Arthur.

- só sei que é melhor não sair nas ruas por enquanto.

Alguém bate a porta ficamos com um certo receio de abri-la, mas escutamos uma voz familiar, era Denilson.

- o que você tá fazendo aqui? - pergunta Arthur.

- desculpe mas meus pais não estão em casa, decidi vir pra cá, posso ficar com vocês?

- claro. - aceita minha tia.

- obrigado dona.

Uma transmissão toma a atenção de todos na sala.

"As autoridades informam que estão sendo montados muitos campos de refugiados, a situação dos usuários está sendo controlada, esse vírus é transmitível tomem muito cuidado, não sejam mordidos ou arranhados, vão para os campos de refugiados, em muitas escolas, shoppings e estádios."

- talvez estejam montando um desses campos na minha escola. - comenta Arthur. - vamos pra lá.

- eu dirigo. - responde Nycolas.

- vamos pegar algumas coisas.

Fizemos algumas malas com roupas e comidas e fomos, as ruas estavam deserta, alguns carros capotados, lojas saqueadas e corpos em decomposição em alguns lugares, chegamos a escola, um policial nos para e começa a fazer perguntas.

- alguém foi mordido?

- ninguém. - responde Nycolas.

- se tiverem alguma arma me entreguem e deixarei vocês entrarem.

- não temos arma.

O policial nos pede para descer e começa a nós revistar.

- tudo bem, venham comigo.

Ele nos mostra tudo o que fizeram na escola, como as coisas funcionam e onde nós iríamos ficar, eu encontrei alguns de meus amigos aqui, Rafael, Beatriz, Luís e Marcos.

- todos os que estudam com a gente estão aqui. - comenta Rafael - e suas famílias também.

- o melhor é que terão mais pessoas para nos devorar quando esse lugar ceder. - responde Arthur.

- um dos médicos nos disseram que isso não é uma droga, é uma doença desconhecida, e a mordida te mata, igual aos filmes. - Comenta Marcos.

- então é melhor não serem mordidos. - completa Rafael.

Ouvimos um grande barulho vindo de fora, eram carros batendo uns nos outros, pessoas correndo desesperadas em direção a escola, entre elas vinha os bichos (chamamos eles assim) alguns rápidos e outros lentos, começaram a morder tudo o que viam pela frente, o grande número de pessoas dificultou a ação dos policiais em matar os que vinham entre as pessoas, alguns dos polícias levaram as pessoas para um lugar seguro na escola enquanto a outra parte começa a atirar em pessoas e bichos, os policiais não foram suficientes para contê-los ainda mais porque eles não sabiam como matá-los.

Denilson - pensei que esse lugar fosse durar mais tempo.

Nycolas - vamos ficar juntos, não se separem.

Os bichos avançam as pessoas com medo começam a correr passando por cima de crianças e as matando sem pensar, essas pessoas logo foram mortas, uma grande chacina começa a se formar, Nycolas nos leva para uma das salas junto com outras poucas pessoas e tranca a porta.

Nycolas - vamos ficar em silêncio, abram as janelas lentamente.

Três pessoas abrem três das quatro janelas da sala.

Nycolas - se preparem para correr.

As pessoas saem pela janela e correm em direção a um muro, mas eu, Denilson, Marcos e Beatriz fichas o presos na sala, graças aos bichos que apareceram do lado de fora da janela.

Nycolas - vamos esperar vocês em casa, vão para lá assim que puderem.

Nycolas ajuda as pessoas que já estavam em cima do muro a pular para o outro lado, ficamos cercados dentro da sala.

Beatriz - como vamos sair?

Marcos olha por uma das pequenas janelas que dão vista para o corredor e vê o lugar cheio de bichos.

Marcos - pelo corredor não dá.

Denilson - pelas janelas também não.

eu- talvez por cima.

 

P.o.v Natalie

Estava indo até a cozinha que tinha uma janela bem grande, com detalhes bem delicados brancos, que ja estavam meio amarelados ao passar do tempo.

Essa janela dava de cara para a rua eu tinha a visão de tudo o que acontecia, logo vi uma criança correndo e também alguém atrás dela.

Ja era noite então a rua ja estava toda escura, imaginei se seria uma familia passeando pelo bairro.

Desliguei a tv e vejo que minha irmã e minha mãe estavam descendo.

Nathy- Mãe? O que está acontecendo, tem tanta gente correndo.

Kaly- É mãe! Por isso eu te chamei

Mãe- Vamos dá uma olhada pela janela.

Minha mãe logo vai se aproximando da porta dando pequenos passos, havia outra janela ao lado da porta então ela deu uma olhadinha, ela sorrir e abre a porta rápido. Pai entra com algumas armas, eu e minha irmã olhamos estranho e logo fomos correndo até ele.

Nathy- Meu Deus!!! Que coisa linda

Kaly- Pai me da uma!!!

Pegamos as armas e antes que a gente mira-se em algo, minha mãe pega as armas e diz:

Mãe- Meninas! Isso não é brincadeira, está ocorrendo algo muito sério.

Ela manda a gente subir para fazer as mochilas, confesso que não estava entendendo nada, mas sabia que iria fazer de tudo para proteger minha familia.

*Dias anteriores*

Era apenas uma adolescente que estava passando por várias fases como uma qualquer. Desde cedo meus pais me ensinaram a me defender sozinha para não precisar da ajuda de ninguém. Os dias eram escola, aulas de karate, casa, escola, aulas de arco e flecha, casa...

Tudo bem que eu gostava daquilo! Me fazia me sentir bem, mais segura.

O Sul sempre foi um lugar bom de morar. Curitiba era uma ótima cidade, bom por enquanto era...

*De volta ao dia do surto*

Eu e Kaly estavamos arrumando as coisas... logo escutamos alguns barulhos no andar de baixo, logo pensamos em correr para ver o que era, mas não seria uma boa idéia pois estavamos despreparadas para qualquer coisa.

-Kaly fique aqui... irei ver o que está acontecendo! Tranque a porta.

Ela não diz nada apenas observava tudo, saio e ela fecha a porta. Caminhava pelo corredor sentido a escada, confesso que nunca sentir o clima tão pesado naquela casa apesar das brigas era um lugar agradável, agora estava tudo escuro e frio com barulhos estranhos...

Logo chego as escadas, respiro fundo e começo a descer as escadas. Olho na cozinha não havia sinal de ninguém, caminho até a sala e ouvia os barulhos cada vez mais constantes.

Pego uma pistola na bolsa de armas que ainda estava jogada em frente a porta, pego a bolsa e coloco na escada. Volto a andar em direção a sala, enquanto eu caminho ia carregando a pistola aos poucos pois não tinha prática nisso.

O clima ali ainda era tenso, o medo era cada vez maior conforme andava e os sons dos meus passos no piso de madeira me fazia arrepiar.

Logo ouço um estrondo na porta mas continuo a andar em direção da sala. Ligo a lanterna do celular tentando iluminar o local.

Ao chegar a sala o cheiro estava começando a ficar horrivel, a vontade de vomitar era grande...

Natalie- Pai? Mãe...

Vejo um algo se levantar e dois corpos no chão, os dois apertos. Aquilo se aproximava cada vez mais de mim e eu não sabia o que fazer, sinto algo me puxando pelo ombro.

Me viro e logo...


Notas Finais


Se gostarem da história ja deixa um favorito e compartilhe com seus amiguinhos.

Bjs Tia Viih


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...