História Caminhos Cruzados - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Mitologia Egípcia
Tags O Lazaro, O Rico
Visualizações 58
Palavras 1.353
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Gente minha primeira fic nesta categoria.
Por favor digam o que acham e o querem.
Quem vocês já shippam, que casais que eu coloquei que vocês menos esperavam.
Qualquer dúvida, perguntem.

Capítulo 1 - One


Na Babilônia

Nitócris olhava Nina a dormir tranquila na cama. Havia se casado com Nabuzaradã a dezassete anos e agora tinha Nabonassar, seu primeiro filho que já tem dezasseis anos e é um ávido guerreiro, Hamurábi, seu segundo filho de quinze anos, um guerreiro como o pai e o irmão que assim como ele são a cara de Nabuzaradã, Belsazar, o penúltimo filho que teve um garoto mimado que não gosta de ninguém e desobedece a todos, tem oito anos. Mas depois de três filhos homens e quando menos esperada teve a sua tão sonhada filha. Nina a sua cara, que com os seus três anos demonstrava ser uma menina doce e amável mas com a personalidade de uma verdadeira princesa.

Não percebeu quanto tempo passou apenas sentiu Nina a abraçar e a abraçou de volta – Bom dia minha linda! 

Nina – Bom dia mamãe. Passa maquilhagem em mim?

Nitócris sorri – Vamos eu ponho um batom rosa clarinho em você mas a senhorita tem de me prometer que não vai arranjar confusão com Belsazar! – propõe

Nina – Tudo bem! – vai até Nammu – Nammu vai buscar meu vestido e minhas jóias, quero uma roupa igual à da minha mãe. 

Nammu – Um vestido amarelo e uma tiara e pulseiras de ouro?

Nina – Sim Nammu vai logo! – manda e a serva sai

Nitócris vai até a secretária de Nina – Vem aqui Nina. Vou ensinar como te deves maquilhar.

A princesinha saltitante vai até lá. E assim passam o tempo entre explicações e gargalhadas.

 

Em Judá

No palácio de Jerusalém, Kassaia observava o harém em silêncio. Estava agradecendo mentalmente por a sogra não estar lá. Sentiu duas mãos macias taparem os seus olhos e uma risada doce e calma pairar no ar. Rosa sua filha mais velha que já contava os seus dezasseis anos, recentemente completados. Geralmente era uma moça calma, mas ao contrário dos pais. Honrava o sangue que escorria em suas veias. Nascida e educada para ser uma rainha de porte, a única rainha de sua dinastia e de todas as outras. Nem sua avô que pertence a uma das mais nobres famílias de Judá, reinou sozinha após a morte de seu avô. Mas não ela era a única descendente viva do sangue real de Judá. Todos os filhos que sua mãe gerou homens padeceram de pragas como a febre amarela, sarampo ou então morreram durante a noite. Seis filhos homens haviam morrido, para que ela herdasse o trono. Nunca foi visto nada assim, quem reinaria após Joaquim de Judá seria a neta de Nabocodonor ||, meia judia e meia Babilónica acabaria por reinar. Mas por detrás de uma face angelical vivia uma guerreira.

Kassaia sorri para a filha – Onde estavas minha filha, procurei te por todo o palácio?

Rosa – Estava no jardim. As rosas acabaram de brotar. – sorri meiga 

Kassaia – Queres nadar um pouco na piscina do harém comigo? 

Rosa – claro mãe. Afinal amanhã partiremos para a Babilônia! 

Kassaia – Faz oito anos que não vou lá! – suspira ajeitando a coroa – Finalmente vais conhecer a minha família. Teu pai permitiu a tua ida desta vez.

Rosa bufa – É injusto eu nunca ter ido. Sempre acabava por ficar aqui no palácio com os servos. E a avó. – revira os olhos – Mas como vocês sempre vão na festa das tendas eu acabava por ir até a tenda da família de Tereza e ficar com ela e a família dela.

Kassaia – A filha de Joana e Zac é uma boa amiga. O filho mais velho de Nitócris Nabonassar é da tua idade irão se dar bem.

Rosa – aposto que é um daqueles príncipes nariz em pé! – resmunga começando a nadar – Mas vamos aproveitar enquanto minha avó não aparece, com reclamações para a rainha.

Kassaia – nem me fales minha filha. – suspira mergulhando

 

Na Babilônia

Shamiran passeava com Evil e Dário, o filho de ambos pelos corredores do palácio. A notícia da vinda da comitiva de Judá deixou todos eufóricos, ainda depois que todos souberam que a famosa princesa Rosa, a herdeira de Judá viria junto. 

Todos no palácio estavam afoitos, Dário era um garoto especial com doze anos ele tinha uma inteligência rara. Mas era perito em estratégias de guerra como o pai. Era ele quem aconselhava o avô e os seus generais nas estratégias de guerra. Gostava de estratégias mas não de lutar. 

Shamiran só havia conseguido dar ao reino aquele menino. Ao contrário de Nitócris. Dário era um príncipe respeitado mas os filhos de Nitócris eram quase idolatrados por a maioria serem guerreiros ávidos. Dário é um garoto moreno como a mãe mas tão gentil como o pai.

Evil – Vamos Dário? 

Shamiran – para onde?

Dário a abraça – Para a sala de estratégias militares mãe. – explica saindo com o pai

Shamiran suspira – o tempo passou tão rápido.

Em Judá

Num palacete de Judá 

Joana tecia na companhia de Tereza sua filha mais velha, já que tanto Martha quando Duarte estavam com Zac fazendo compras juntamente com Zita, uma serva. 

Tereza – Mãe! – chama baixinho 

Joana – Sim filha! – sorri para ela

Tereza – A senhora nunca me disse como conheceu o papai.

Joana sorri – Eu era uma nobre e ele também. Minha mãe e meu pai morreram e eu fiquei no harém, depois de muitos anos como amigos. Ele começou a me cortejar, pediu minha mão em namoro e eu aceitei. Meses depois casamos e um ano depois chegou você, mais sete e chegaram os seus irmãos. 

Tereza – E você ama o papai?

Joana – claro que o amo Tereza. Senão como eu estaria com ele até hoje?

Tereza abana a cabeça logo sorrindo para a mãe -  claro me desculpe! – pede 

Joana a abraça – claro meu anjinho. Não tem o que desculpar!

Tereza – eu amo você mamãe!

Joana – eu também filha! – garante sorrindo

 

Na Babilônia

Num dos quartos do palácio, Lia e Samara tomavam o desjejum. Samara já completava os seus quinze anos e era uma adolescente cheia de vida. Amante de cores vivas e de música. 

Desde pequena introduzida naquele meio. Em que todos sempre exigiam uma moça perfeita. Era filha de um homem muito importante para a Babilônia, local onde ela nasceu. Seu sonho sempre foi conhecer Jerusalém. Mas seus pais e sua condição a impedia de tudo o que ela desejava. Era uma grande amiga de Hamurábi, filho de Nitócris. Normalmente sempre assaltavam a cozinha real juntos durante a noite. 

Samara, era e sempre seria a tão cobiçada moça que todos desejavam desposar. Mas ela acreditava que o amor devia ser verdadeiro. O amor que os pais tinham um pelo outro, era a sua maior prova que era mesmo verdadeiro esse sentimento. 

Lia – Tens ido às aulas de Aspenaz, Samara?

Samara – claro mãe. Afinal, tenho que dar o exemplo às moças do harém como sempre. 

Lia acaricia a bochecha da filha com cuidado – és filha do governador, minha querida. Mesmo tentando esconder isso. Todos do reino saberiam. Deves tentar não ligar para as cobranças e ser feliz do teu jeito. Olha a tua irmã Márcia. Ela é feliz, mesmo todos a achando uma rebelde. 

Samara – Márcia tem oito anos. É normal detestar este mundo cheio de códigos e etiquetas. – lembra a moça 

Lia – mas você na idade dela. Já andava cheia de jóias e cortejos pelo que me lembro.

Samara cora – não é bem assim. 

Lia sorri – Está na hora de começares a pensar nisso Samara. A idade de uma moça casar é entre os quinze e os dezassete anos. 

Samara – ainda tenho dois anos mãe.

Lia – Dois anos para começar a arranjar pretendentes. – escutam batidas na porta – quem é? Gadise minha querida podes ir ver?

Gadise – claro senhora! – abre a porta – é o príncipe Hamurábi!

Samara sorri – entra Hamurábi! – pede e o príncipe entra sorrindo – bom dia!

Hamurábi – bom dia Samara! Bom dia senhora Lia!

Lia – bom dia, príncipe Hamurábi! O que o trás cá?

Samara se levanta – na verdade eu combinei com ele de irmos às ruas da Babilônia. Visitar os jardins da rainha. 

Hamurábi – então podemos ir?

Lia – claro! Claro! – sorri simpática

Samara e Hamurábi saem

Gadise – Senhora, eu acho que ainda vai dar algo entre o príncipe e sua filha.

Lia sorri – eu também minha querida.


Notas Finais


Então o que acharam.
Favoritem e comentem caso gostem por favor.


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