História Caminhos Diferentes - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha
Personagens Personagens Originais, Rin, Sesshoumaru, Toutousai
Tags Rin, Sesshoumaru
Exibições 121
Palavras 1.741
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa tarde amores. Mil perdões pela demora. Como já havia dito, estou com bloqueio pra escrever essa fic, então os capítulos vão demorar mais do que eu previa.
Mesmo com essa minha demora, saibam de uma coisa. Eu posso até demorar, mas nunca vou abandonar a história,

Boa leitura a todos! :)

Capítulo 3 - Superando a depressão


Capítulo Três

Superando a depressão

Alguns meses se passaram e Sesshoumaru acabou entrando em depressão. Ele não saia mais do quarto, não ia mais pra escola e não gostava de receber visitas.

No aniversário do menino, Rin foi visitá-lo, mas ele nem abriu a porta do quarto. Ela ficou mal com isso. Sabia que ele estava sofrendo e queria ajudar, mas o garoto não estava facilitando as coisas. No natal e ano novo foi a mesma coisa. Rin não queria desistir dele, queria ajudá-lo a ficar bem, mas tudo o que ela fazia era inútil.

Rin: Pai, eu já não sei mais o que fazer.

Manuel: Calma Rin! Logo logo o Sesshoumaru volta a ser como antes.

Rin: O senhor já me disse isso, mas até agora nada. Na verdade, ele só ficou pior.

Manuel: Rin, você fez tudo que estava ao seu alcance. Se o Sesshoumaru não quer ser ajudado, então deixe-o.

Rin: Não vou fazer isso. – Respondeu alterada – Sesshoumaru é meu amigo. Amigos de verdade não abandonam uns aos outros.

Manuel: Sei que não. Desculpe-me querida, eu não devia ter sugerido isso.

Rin: Está tudo bem, papai. Tente conversar com o Toutousai, por favor.

Manuel: Já conversei e ele disse que Sesshoumaru não o escuta. – Ela suspirou

Rin: Tudo bem. Eu vou dormir.

Manuel: Boa noite, minha filha. – Deu um beijo na testa da filha que subiu as escadas e foi para o seu quarto

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Toutousai: Sesshoumaru, abra essa porta. – Já era a décima vez, só aquele dia, que ele batia na porta

Sesshoumaru: Já pedi que me deixasse em paz.

Toutousai: O que você está fazendo é ridículo. Abra essa bendita porta, ou eu vou arrombar.

Sesshoumaru: Faça o que quiser, a casa é sua mesmo.

Toutousai: Essa história de novo? Já falei, Sesshoumaru, essa casa é sua também.

Sesshoumaru: Não é não! Me deixe sozinho.

O homem suspirou e voltou para a sala. Seu telefone tocou e ele atendeu, já reconhecendo aquele número.

Toutousai: Algum problema, Manuel?

Manuel: Como o Sesshoumaru está?

Toutousai: Rin perguntou sobre ele novamente?

Manuel: Sim, mas eu também quero saber sobre o estado dele.

Toutousai: O de sempre. Está trancado naquele quarto e não sai de jeito nenhum.

Manuel: Nem pra comer?

Toutousai: Eu deixo a comida do lado de fora e ele pega, quando não estou por perto.

Manuel: Precisamos fazer alguma coisa.

Toutousai: As férias de verão estão se aproximando, por que não deixa a Rin ficar conosco?

Manuel: Eu não sei se terei tempo de levá-la.

Toutousai: Não tem um meio de fazer isso?

Manuel: Na verdade tem um meio, sim. Vou providenciar tudo e quando o verão chegar ela estará ai.

Toutousai: Espero que ela consiga tirá-lo daquele quarto.

Manuel: Também espero isso.

Semanas depois

Manuel: Rin, pode vi até aqui? – Ele estava no fim da escada e chamou sua filha, que estava no próprio quarto

Rin: Sim papai. O que deseja? – Apareceu no campo de visão do homem

Manuel: Nós precisamos conversar.

A menina estranhou, mas seguiu o pai até a sala e sentou-se ao lado dele no sofá.

Rin: Aconteceu algo grave? Por que está tão sério?

Manuel: Rin, você sabe o que é emancipação*?

Rin: Mais ou menos. Por que?

Manuel: Porque vou emancipar você. A partir de amanhã, você será responsável por todas as suas ações.

Rin: Por que vai fazer isso? Não quer mais ser o meu responsável?

Manuel: Claro que não é isso, meu bem. – Sorriu para a filha – Só vou fazer isso, porque não terei tempo de te levar até a casa do Toutousai e eu gostaria que você visitasse o Sesshoumaru.

Rin: E pra isso eu preciso ser emancipada?

Manuel: Você é menor de idade e não pode viajar sozinha, por isso vou emancipar você.

Rin: Entendi. Bom, então vamos fazer isso.

Manuel: Amanhã faremos, sim. – Sorriu de lado

Alguns dias depois

Rin desembarcava no aeroporto de Washington e Toutousai já esperava por ela.

Toutousai: Olá Rin! É um prazer revê-la. – Disse sorrindo

Rin: O prazer é meu. – Retribuiu sorrindo – Como o senhor está?

Toutousai: Estou bem, mas sei que você gostaria de perguntar sobre outra pessoa. – Pegou a mala dela e começaram a caminhar até o estacionamento 

Rin: É, bom, como o Sesshoumaru está?

Toutousai: Ele está na mesma, mas espero que você o tire daquele quarto.

Rin: Farei o meu melhor. – Disse sorrindo

Assim que chegaram a casa do homem, ele a guiou até o quarto de hóspedes e colocou a mala ali.

Toutousai: Sinta-se em casa, Rin. Tome um banho, assalte a geladeira e, quando for falar com o Sesshoumaru, é só bater na porta ao lado.

Rin: Obrigada Toutousai. – Disse sorrindo e ele saiu

A menina fez tudo o que ele disse. Primeiro ela tomou um banho para relaxar, depois foi até a cozinha e fez um lanche, por último a menina foi até o quarto do seu amigo.

Rin: Sesshoumaru. – Disse ao bater na porta – Abre a porta pra mim, por favor.

Sesshoumaru: Você ainda não desistiu?

Rin: Eu nunca vou desistir de você. Abre a porta, por favor.

Sesshoumaru: Rin, vá embora.

Rin: Sesshoumaru Taisho, abra essa porta agora mesmo! Já cansei dessa sua criancice. Você vai morrer, se continuar ai trancado.

Sesshoumaru: É isso mesmo que eu quero. – A menina revirou os olhos

Respirando fundo, ela contou até três e começou a chutar a porta. Seu pai lhe ensinou como arrombar uma, caso fosse necessário. Lógico, ela ainda é nova e não consegue de primeira, mas um dia a menina chega lá.

Sesshoumaru: Rin? O que você está fazendo?

Antes que ele pudesse falar mais alguma coisa, a menina deu um último chute e a porta se abriu. Rin entrou no quarto e achou lamentável o que viu. Seu amigo estava jogado na cama bagunçada, as cortinas fechadas davam um ar sombrio aquele quarto, que estava cheio de caixas; pois o menino não arrumou nada na mudança. Ele estava mais magro, os cabelos prata estavam sujos demais, os olhos dourados estavam inchados de tanto chorar, enquanto demonstravam muita tristeza.

Rin: Sesshy?

Sesshoumaru: Por que entrou aqui? Por que arrombou a porta? Como você fez isso?

Rin: Isso não importa. Levanta dessa cama!

Sesshoumaru: Não vou coisa nenhuma. Você não vai me obrigar. – Cobriu a cabeça com o cobertor

Rin: Nada disso, mocinho. – Foi até ele e jogou a coberta no chão – Levanta!

Sesshoumaru: Rin, eu não quero.

Rin: Mas você vai. – Disse autoritária, enquanto o puxava pelo braço

Sesshoumaru: Você ficou mais forte.

Rin: Está enganado. Você que ficou mais fraco. Vamos lá, Sesshoumaru! Sai dessa, levanta dessa cama e vá viver a sua vida. Eu tenho certeza que o tio Inu e a tia Satori não gostariam de te ver assim. – Ele suspirou e levantou, o que fez a menina sorrir – Vá tomar banho. Passe o shampoo duas vezes, três se necessário, lave atrás das orelhas, escove bem esses dentes, se quiser usar toda a pasta, tudo bem. Vou pegar roupas limpas pra você, espera um minuto.

Ela vasculhou algumas caixas, até achar as roupas de seu amigo.

Rin: Pega. – Entregou um conjunto confortável de dormir, pois já estava anoitecendo – Vá fazer o que mandei. Depois, se você quiser aparar as unhas, eu posso fazer isso pra você. – Ele ficou parado, encarando a sua amiga, sem acreditar em todas aquelas ordens – Acorda pra vida, Sesshoumaru! Vá logo se renovar. Entra um Sesshoumaru depressivo, sai um novo Sesshoumaru. Agora vai! – O empurrou até o banheiro e fechou a porta – Quero ouvir o barulho do chuveiro. Eu vou ficar aqui e arrumar essas caixas, ou pelo menos o máximo que der.

Ainda sem acreditar em tudo o que aconteceu, Sesshoumaru começou a fazer o que sua amiga queria. Ela tinha razão, ele precisava admitir. Estava na hora de voltar a ter sua vida de antes.

Rin abriu as cortinas, a tempo de ver o final do pôr do sol. Ela foi até o Toutousai e pediu uma vassoura, panos, produtos de limpeza... Enfim, o que era necessário pra fazer uma limpeza naquele quarto empoeirado. Ele sorriu pela atitude dela de ter derrubado a porta, coisa que ele queria fazer a muito tempo, e depois entregou o que ela pediu.

Toutousai: Quer ajuda, Rin?

Rin: Não precisa. Eu vou fazer a limpeza e, quando o Sesshoumaru terminar, ele vai me ajudar a arrumar. Além do mais, o quarto é dele e deve estar arrumado do jeito que ele quiser. – O homem sorriu e concordou

A menina limpava tudo, enquanto ouviu o barulho do chuveiro. Era um som reconfortante, pois assim ela sabia que o seu amigo estava fazendo exatamente o que ela disse.

Minutos se passaram e Rin já tinha terminado a faxina. Sesshoumaru ainda estava no banho e ela não interferiu, começando a arrumação sem ele. Colocou as roupas no closet, menos as cuecas, pois ela tinha vergonha só de ver uma; imagina pegar.

A porta do banheiro se abriu e Rin olhou na direção dela. Sesshoumaru já estava vestido e completamente renovado. Ele sorriu fraco e Rin retribuiu.

Sesshoumaru: Quer ajuda?

Rin: Claro! O quarto é seu, você que sabe o jeito que quer a arrumação dele.

Sesshoumaru: Você conhece meus gostos. – Os dois sorriram

Poucas horas depois, tudo já estava em seu devido lugar e o prateado estava olhando para aquele que será seu novo quarto.

Rin: Gostou? Detestou? O que achou?

Sesshoumaru: Falta alguma coisa.

Rin: E o que seria?

O menino foi até uma caixa pequena, que ainda estava fechada, a abriu e pegou um porta retrato. Nele continha duas fotos, uma de seus pais sozinhos e outra de quando eles foram ao parque de diversões. Nessa última, Rin e o pai também estavam presentes. Ela foi tirada na semana que o menino conheceu sua melhor amiga.

Sesshoumaru: Agora está perfeito. – Disse ao colocar o porta retrato na mesinha de cabeceira

Rin: Realmente, está perfeito. – Aproximou-se do amigo e sorriu

Sesshoumaru: Obrigado Rin! Você é uma ótima amiga.

Rin: A melhor de todas. – Abriu um largo sorriso

Sesshoumaru: Convencida. – Ela riu

Rin: Vamos! Venha conhecer a casa e, principalmente, comer. Você precisa de comida.

Sesshoumaru: Você vai cozinhar? Porque o Toutousai não sabe fazer isso.

Rin: Eu te ensino durante o verão, assim você não passará fome o resto do ano. – Ele riu e seguiu a amiga

 

*Pela minha pesquisa, a idade mínima para emancipar uma pessoa é 16 anos. A Rin tem 12, mas eu precisava fazer isso. 


Notas Finais


Bom, então é só isso por enquanto. Espero que tenham gostado do capítulo. Foi bem difícil de escrevê-lo, mas eu fiz o que pude.
Bjs e até o próximo. *Sem previsão* =(

Outras fanfics minhas:
Na fila do banco (One-shot): https://spiritfanfics.com/historia/na-fila-do-banco-5801823

Ela me hipnotizou (com 2 capítulos): https://spiritfanfics.com/historia/ela-me-hipnotizou-6092846

Os agentes (Finalizada): https://spiritfanfics.com/historia/os-agentes-4930097

Sempre te encontrarei (Em andamento): https://spiritfanfics.com/historia/sempre-te-encontrarei-5277838


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