História Caminhos Incertos - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Xena, a Princesa Guerreira
Exibições 78
Palavras 782
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Mistério, Orange, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Plano sequestro


Fanfic / Fanfiction Caminhos Incertos - Capítulo 8 - Plano sequestro


Varia estava à espreita da caverna, a conversa toda foi ouvida pela guerreira, ela afastou-se do local e correu para o cavalo. Mislina, Chilapa e Amarice a aguardavam perto de um rio, não muito longe da caverna.
- A rainha Gabrielle precisa de nossa ajuda, vamos partir agora mesmo para Ática, o vilarejo não fica longe da nossa tribo, os guerreiros de Ares querem tomar aquele lugar, Mislina preciso que volte para aldeia, reúna algumas de nossas melhores guerreiras e as leve para onde vamos... Não temos muito tempo, você precisa ser rápida. Avise a rainha Marga sobre o meu plano. - Varia terminou de falar e Mislina partiu para tribo, enquanto as outras guerreiras seguiram para Ática.

O vilarejo estava sendo atacado por todos os lados, Esperança disparava com as mãos bolas de fogo em algumas casas, em outras vezes atirava espadas e flechas apenas com o olhar nas pessoas que tentavam fugir para algum lugar, o sorriso era fixo nos seus lábios, matar sempre a deixava em êxtase. Xena, Gabrielle e Lívia esperavam pelo comando de Esperança para atacar. Soldados cortavam e esquartejavam camponeses sem piedade, Gabrielle se sentia enjoada e suja por estar ajudando, ela viu um grupo de mulheres e crianças saírem as escondidas de uma casa e seguir para floresta, a barda olhou para Xena e percebeu que a morena já havia visto a fuga, Xena levou o dedo indicador aos lábios em sinal de silêncio, Lívia estava a frente delas observando a batalha e não percebeu os sinais das duas.

Apesar de não estarem na batalha, elas sentiam o coração apertado por não estarem ajudando aquelas pessoas. O chão já estava vermelho de sangue, um soldado gritou alertando a fuga das mulheres e crianças, Xena e Gabrielle ficaram de pé quando viram soldados indo em direção aos fugitivos, Xena desembainhou a espada correndo para o vilarejo sem se importar com Lívia que já seguia atrás dela. Xena enterrava a espada no estômago de alguns soldados, o ódio no olhar da guerreira a transformava, ela correu para cima de outros cortando braços e pescoços, com golpes firmes, o sangue escorria pelos corpos dos soldados mutilados. Gabrielle puxou suas Sais e avançou acertando de três a quatro soldados com chutes e socos violentos, Lívia enfureceu -se atacando atacando camponeses, e avançando em direção da barda, quando a atenção das guerreiras foi desviada para outro lado, gritos de muitas mulheres vindo em direção da aldeia se fez forte.

Vários soldados começaram a cair mortos feito sacos de areia no chão, amazonas apareceram de todos os lados, destruindo soldados, flechas cortavam o ar, algumas voaram em direção a Esperança, mas foram desviadas por ela, acertando algumas amazonas, os soldados que iriam atrás da crianças foram destruidor por Varia, Amarice e Chilapa que apareceram do outro lado do vilarejo. Varia correu os olhos pela aldeia e parou em uma certa guerreira, seus olhos brilharam. A atenção de Lívia foi chamada, a guerreira forte e selvagem estava ali de pé, a espada sendo segurada com força, a guerra ao redor foi perdendo o som, a dor forte na cabeça lhe atingiu como raio, e tudo apagou. Varia assistiu Xena acertar Lívia e correu ao encontro da guerreira, os soldados começaram a recuar percebendo que haviam perdido, Esperança cerrou os olhos para Xena, a guerreira a encarou, e logo Esperança sumiu diante de todos.

- Xena! Gabrielle gritou do outro lado do vilarejo. A guerreira a fitou com carinho e sorriu. Varia chegou e olhou Lívia caída desacordada no chão.

- Precisamos levá-la para tribo mas a mantenha acorrentada, Esperança ainda tem o controle sobre ela. Não quero que ela fuja. - Xena observou o olhar de Varia para Lívia e pressionou os lábios.

- Preciso que você tome conta dela.
- Eu? - Varia protestou, apesar de um sentimento por Lívia estar crescendo, ela não queria que alguém percebesse. E ela sabia que Xena já havia percebido. Gabrielle aproximou-se com um semblante cansado e triste.

- Você está bem? - Xena tocou o rosto de Gabrielle que tinha um machucado nos lábios.
- Sim... Precisamos voltar para tribo e nos preparar, Ares já deve estar sabendo da nossa traição. 
- Varia leve-a daqui.
- Mas eu...
- Não discuta. - Gabrielle interveio como rainha.
- Ela está sobre sua custódia
não deixe que nada aconteça a ela.
- Sim minha rainha.
Varia assovio para o cavalo que não demorou a aparecer, ela subiu no cavalo e Xena carregou Lívia a acomodando no colo da amazona. Ter Lívia tão próxima de si, deixou a amazona um pouco desconcertada, ela olhou desconfiada para Xena e estalou a língua fazendo o cavalo partir para floresta.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...