História Camouflage - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Lily Collins
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Lily Collins
Tags Jarissa, Justin Bieber, Lily Collins
Exibições 63
Palavras 2.120
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


ME DESCULPEM PELA IRRESPONSABILIDADE DE ONTEM
Sério, eu estava escrevendo mas meu computador deu pau e não consegui mais mexer nele, então eu resolvi postar só hoje, me perdoaaaa, por favor?
Ta aqui o POV do Justin que pediram, não tá lá GRANDES coisas, mas tem uma coisa que muita gente esperava, eu acho....

Capítulo 6 - Entre família e felicidade.


Fanfic / Fanfiction Camouflage - Capítulo 6 - Entre família e felicidade.

JUSTIN BIEBER

Quando a vi sair de minha casa, meu coração se apertou. Eu não queria que ela fosse assim, dessa forma, mas foi preciso.

Enquanto Clarissa estava no banho, recebi uma ligação de Eric e como ele é um invejoso filho da puta que quer tudo o que é meu a todo custo, ameaçou ela. Sei que ele é um babaca, mas não posso por a vida dela em risco, então prefiro que ela me odeie agora e fique a salvo do que morta e eu me culpando pelo resto da minha vida.

Olho no relógio em meu celular e só então me lembro de Caleb. Não há ninguém em casa e eu preciso buscá-lo no aeroporto. Dou um aviso prévio para Bernie e pego um dos meus carros e vou dirigindo em alta velocidade até o aeroporto. Caleb é legal, lembro dele quando moleque e nunca me deu trabalho algum, espero que ele não seja um problema agora. Estaciono em uma vaga qualquer e saio á procura dele. A essa hora ele deve estar me esperando, provavelmente exausto.

É, eu sou um péssimo primo.

Quando entro no salão de desembarque, vejo a correria de pessoas com suas malas para lá e para cá, entre elas vejo um garoto com uma mochila olhando para um papel no meio do nada. Ri comigo mesmo e o identifiquei na hora, só Caleb seria idiota o suficiente para esse tipo de coisa. Caminho lentamente em sua direção, esbarrando em algumas pessoas e quando chego ao seu lado, ele levanta o olhar e arregala os olhos.

— Jay! — ele me cumprimenta com nosso toque e eu rio. — Cara, você está atrasado. — ele reclama e eu suspiro.

— Tive um problema, mas já resolvi. — olho para suas duas malas no chão e estranho.

— Você vai passar as férias ou o resto da vida aqui, cara? — ele coça a cabeça e sorri torto. Dou de ombros e pego uma das malas para ajudá-lo. Ele pega a outra e assim vamos conversando e andando em direção ao carro.

Assim que chegamos ao carro, Caleb me olhou espantado e em seguida olhou para o carro.

— Uma Bugatti, sério? — sorrio para ele e entro no carro. — Essas férias vão ser as melhores!

Após chegar emcasa, encontramos Amanda, Ryan, Chris e Chaz na sala. Caleb cumprimentou todos e fomos almoçar. Então mais tarde decidimos que iríamos para algum lugar comemorar a chegada de Caleb, Chris pensou em uma boate, porém, Caleb é menor de idade e eu não iria querer problemas com dona Pattie por agora. Amanda procurou por vários lugares e encontrou um salão de jogos, de árcade, videogame, com boliche e essas coisas. Todos confirmaram e quando deu oito e meia no relógio, estavam todos prontos. Usei uma camisa colorida, calça preta e tênis branco. Quando Caleb saiu do quarto onde agora lhe pertencia, eu só conseguia pensar que esse pirralho era mesmo meu primo. Amanda estava gostosa, como sempre, se gabando de como estava bonita. Minha família estava reunida e eu não poderia estar mais grato por isso.

Cada um pegou seu devido carro e fomos rumo ao salão onde Amanda escolheu. Caleb decidiu ir com Chris e eu aproveitei pra curtir um momento sozinho. Enquanto as pessoas passavam como um borrão á minha frente, uma pessoa invadiu meus pensamentos. Clarissa.

O último olhar que ela me deu, só me deixou com vontade de puxá-la pra mim e beijá-la. Porém, eu deveria manter o máximo de distância possível e provavelmente esqueceria ela em breve, eu tenho que esquecer.

Chris, Chaz e Ryan acabaram chamando mais um pessoal para a festa e isso não me incomodou. Gosto de casa cheia, de fartura, de todo mundo bebendo e se divertindo. No final das contas, sei que a conta vai cair no meu bolso, mas eu não dou a mínima pra isso. Eu quero ver minha família reunida e feliz.

Pedi para os garçons servirem do bom e do melhor, assim Caleb também teria o que merece. Quando entrei no local, todas aquelas luzes em neon me chamaram atenção. Amanda realmente sabia escolher um lugar. Chris me chamou para uma partida de futebol no Xbox e eu sabia que detonaria ele ali mesmo.

A primeira partida foi decisiva, ele era realmente bom, mas ninguém vence o Bieber, então acabei ganhando de três a dois. Ele quis jogar uma segunda partida, como uma revanche, mas eu estava interessado em outra coisa. Uma loira que conversava com Amanda não parava de olhar, eu tinha certeza que essa noite eu me daria muito bem. Sai andando em sua direção e interrompi a conversa delas.

— Atrapalho? — sorri para a loira.

— Sim. — Amanda disse emburrada.

— Nunca, J. — ela mordeu o lábio e de soslaio vi Amanda revirar os olhos e sair andando para o outro lado. Ri baixo e me aproximei da loira, que parecia me devorar apenas com aquele olhar. — Então, muito legal o que você fez pelo seu primo.

— Ah é? — olhei diretamente para seus lábios avermelhados.

— Quer sair daqui? — ela pediu num tom malicioso, suprindo ali todas minhas necessidades. Caralho, eu precisava foder essa garota agora.

Ouvi uma risada e vozes distintas e levantei meu olhar para ver quem havia chegado, e quando meu olhar cruzou com o seu, eu desejei não ter feito essa merda de festa. Clarissa estava aqui, com Ella e mais um garoto que não desgrudava dela. Balancei a cabeça negativamente e ela desviou o olhar, agora, cumprimentando Amanda. Quando ela se inclinou, tive a perfeita visão de suas pernas desnudas e porra... Ela só pode estar de brincadeira.

Olhei para a loira a minha frente que estava falando algo, mas eu não estava mais interessado.

— Eu preciso ir. — a deixei falando sozinha e cheguei perto de Ryan.

Ele estava pegando duas cervejas e quando me viu, já sabia o que eu estava prestes a falar.

— Eu não vou falar duas vezes, Ryan.

— Eu não posso expulsar as duas daqui, Justin. Qual é o problema com a garota, cara?

— Ela é a porra do meu problema, você entendeu? Dê um jeito nisso.

Me virei e fui em busca de alguma coisa pra beber. Um garçom estava passando com um champanhe e peguei a primeira taça. A observar de longe era torturante, eu queria me aproximar, mas sei que não deveria fazer isso. E pra ajudar, aquele babaca que estava com ela e não a deixava sozinha um minuto sequer, eu iria descobrir quem ele é, e isso não ficaria assim.

A música estava alta e do outro lado do salão, Caleb estava se divertindo com duas garotas. Esse é o meu garoto. De outro, Amanda ria com suas amigas e jogava algum jogo de arcade. Ryan e Ella estavam se pegando, e finalmente, Clarissa estava sozinha no basquete. Deixei minha quinta taça de lado e andei em sua direção, ela estava de costas então provavelmente não me viu chegar.

Ela era péssima, não acertava uma cesta sequer, sua mira era terrível e só conseguia rir de sua situação no jogo. Sem ver, peguei uma bola e joguei na cesta, logo acertando. Ela olhou para o lado e sua feição se tornou indecifrável assim que seus olhos se chocaram com os meus. Clarissa largou a próxima jogada e saiu andando, sem ao menos falar comigo. Respirei fundo e fui atrás dela, que agora estava em um arcade.

— Vai me ignorar até quando? — encostei-me à máquina.

— Talvez quando você parar de ser babaca. — ela apertou o botão com tanta força que fez um barulho alto.

— A gente precisa conversar. — toquei seu braço na intenção de ver seu rosto, mas ela se livrou de mim com rapidez e fechou a cara.

— Não toca em mim. — ela deu dois passos para trás. — Babaca.

Ela saiu andando e me deixou sozinho, de novo. Eu já estava perdendo a paciência com essa garota.

Eu não sei quando tempo se passou, mas eu estava cansado. Minha noite estava uma merda, essas garotas não paravam de encher o saco e para ajudar, Clarissa estava nos ombros daquele babaca, rindo e se divertindo. Que porra.

Saí dali e fui para fora do salão, estava frio e  ventando demais. Mas isso não seria problema para acender um. Coloquei o cigarro entre os lábios e fechei os olhos, sentindo uma sensação boa e relaxante tomar conta do meu corpo. Eu não sei por que me importava tanto com essa garota, era uma merda, eu não conseguia tirar meus olhos dela, parecia uma espécie de droga, eu estava me viciando nisso e me destruindo. Eu nunca ficaria atrás de uma vadia ou qualquer pessoa, mas Clarissa me prende, mal sabe ela que só estou tentando protegê-la.

Enquanto observava a movimentação na rua, me distraí quando a porta se abriu e a mesma saiu de lá, abraçando o próprio corpo e olhando para os lados como se estivesse procurando alguma coisa.

— Perdeu algo? — disse soltando a fumaça de meus lábios.

Ela se virou e engoliu a seca, caminhando agora até a mim.

— Você tem dois minutos para se explicar. — ela cruzou os braços e então comecei a rir. — O que foi?

— Eu não tenho que explicar nada pra você, garota.

Ela se retraiu um pouco e respirou fundo.

— Então por que, Justin? — olho para ela sem entender nada. — Por que você vive me salvando? Por que você está sempre sendo gentil e de repente se torna um babaca, como agora? Por que você me procura e depois me afasta como se eu fosse um nada? — uma lágrima escorreu pela sua bochecha e ela a limpou antes que eu notasse, mas eu vi. — Você... Eu me senti tão humilhada hoje, nunca me senti assim antes, entende? Por Deus! O que você quer de mim, Justin? — ela estava gritando agora e eu não conseguia parar de prestar atenção nos seus lábios rosados se movendo deliciosamente a cada palavra dita.

— Você quer saber? — largo o cigarro no chão e fico de frente para ela.

— Sim, por favor... — Clarissa olha para baixo, mas eu chego perto o suficiente para ela me olhar. Seus olhos estão marejados e eu me sinto um merda por tê-la feito chorar, não queria nada disso. Seguro sua cintura e a puxo para mim, fazendo um pequeno impacto quando nossos corpos se chocam. Ela me olha assustada, confusa, mas consigo ver o que ela quer e ela quer o mesmo que o meu.

Seu rosto parece que foi esculpido por um anjo, sua boca é perfeita, seus olhos são lindos, sua beleza é natural e eu nunca vi algo assim. Aliso sua bochecha devagar com o polegar e ela fecha os olhos por um segundo, o momento perfeito para aproximar meus lábios dos seus. Clarissa recua um pouco, roçando nossos lábios e me deixando completamente louco. Ela puxa meu lábio entre os dentes e sobe sua mão até minha nuca, puxando de leve meu cabelo. Ela molha os lábios e me olha do mesmo jeito que olho para ela, implorando por este momento como se precisássemos disso para a vida. Seu peito está subindo e descendo tão rápido, sua respiração ofegante batendo contra meu peito, era exatamente o que eu precisava. Rapidamente e sem mais delongas, tomo seus lábios com os meus e sinto a maciez deles. Ela não se move por um tempo, mas vai relaxando em meus braços aos poucos e deixando que eu explore sua boca com velocidade.

O beijo que era para se tornar calmo se tornou uma disputa agora de quem estava no comando. Clarissa segurou meu rosto aprofundando mais o beijo com uma velocidade espetacular, enquanto isso, fui para frente a segurando com mais força entre meus dedos e a prendi entre a parede, assim ela não poderia fugir de mim. Por fim, eu mordi seu lábio e o puxei no fim do beijo. Ela abaixou a cabeça ofegante, assim como eu. Sua mão desceu de minha nuca até meu abdômen e tentou me afastar.

— Clarissa, não. — segurei seu pulso antes que ela fosse embora.

— Isso não devia ter acontecido, não mesmo. — quando me olhou, percebi que ela parecia ter se arrependido disso.

— E por que não? Porra, você queria, eu queria. Não tem do que se arrepender. — disse sério.

— Eu prometi que ficaria longe de você, eu... Me desculpa.

E novamente, ela escapou entre meus dedos e saiu de perto de mim. Eu não sei que porra tinha acontecido agora, mas eu não me arrependo de tê-la beijado, não mesmo. Agora por culpa dessa maldita promessa eu não vou poder ficar perto dela. Porra nenhuma, eu me conheço, não vou deixar nada atrapalhar meus planos.

Eu sou Justin Bieber e eu teria essa garota a todo custo, não importa quando ou como, eu vou conseguir.

 

 

 



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