História Camouflage - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Justin Bieber, Selena Gomez
Tags Jelena
Exibições 63
Palavras 1.071
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Mais um capítulo fresquinho para vocês. Foi bem mais rápido que eu tinha previsto. O que um coração partido não faz não é?

Enfim, Boa leitura e como sempre LEIAM AS NOTAS FINAIS!!!!!

Capítulo 4 - 4. Aftertaste


Justin Bieber

Condado de Butler, Al.

5:50 am

O céu estava nublado, avisando de que em alguns minutos iria chover. Continuou sua luta com Ryan, seu melhor amigo, no meio da clareira. Os golpes de Ryan eram rápidos, mas não tanto quanto os dele. Afastou-se, pegando impulso e foi pra cima do amigo, com um chute. Fazendo o mesmo cair para trás com toda força, arrastando junto tudo que tinha perto.

- Chega cara, não dá mais não. Já estamos aqui a mais de duas horas e, daqui a pouco, a chuva começa a cair. Não quero voltar molhado não! - exclamou o amigo, enquanto se levantava e limpava sua roupa.

- Cara, é apenas uma chuvinha. Você é de açúcar por acaso? Não! Então vamos continuar. - o loiro de olhos acastanhados disse, enquanto posicionava-se em posição de luta. Ryan bufou e virou-se, ameaçando ir embora. - RYAN, não me de às costas - o loiro exclamou raivoso.

- Justin, sem querer faltar com respeito, nem nada. Mas eu estou cansado, quero descansar um pouco. Continuamos amanhã! - Ryan falou, antes de virar-se completamente e ir embora. Deixando Justin sozinho.

- VOCÊ É UM FILHO DA MÃE RYAN!! - gritou o mais velho. Enquanto seu amigo apontava seu dedo do meio para o mesmo. Gargalhou sozinho, observando seu amigo desaparecer entre as árvores. Suspirou fundo e em seguida bufou cansado.

Sua camisa estava em algum lugar na clareira, deixando seu peitoral definido à mostra. Com sua mão, bagunçou seu cabelo recém cortado. Gotículas de suor caiam pelo seu corpo. Sua respiração estava acelerada, com o tempo, iria normalizar. Jogou-se no chão verde da clareira e fechou os olhos.

Ficou minutos ali, até sentir gostas de água caírem em si. Abriu os olhos e viu que a chuva havia começado. Continuou ali no chão, recebendo aquelas gotas frias em seu corpo. O fato de ser um lobo não o incomodava  mais. Acostumara-se rápido com suas habilidades, seu pai o treinou até morrer. A super audição, o super olfato, a super força e mais várias habilidades que ganhara ao ser um lobo. No começo foi difícil, admitira isso. Mas já havia pegado a prática. Do mesmo jeito foi com a transformação. Antes, apenas e só apenas, transformava-se quando havia lua cheia e não tinha nenhum controle sobre si. Mas agora, transformava-se a hora que queria e quando queria. Obviamente, controlando cada passo e cada ação sua.

Já havia nascido lobo, já que seu pai era um. O mesmo se casou com sua mãe, uma humana e tiveram ele. O mesmo tendo os genes de seu pai. Que comandava a alcateia e agora estava morto. Ou melhor, assassinado, por, até agora, um desconhecido. Quando seu pai foi morto, tornou-se assim o novo Alfa da alcateia e tomando em suas mãos a responsabilidade de comandar tudo. Mas ele tinha apenas 15 anos. E até hoje trabalha para descobrir quem matou seu pai e ter sua vingança.

Afastou esses pensamentos e levantou-se, quando estava quase encharcado, pegou sua camisa surrada e começou a correr em direção a sua casa. Em questão de minutos estava abrindo a porta de madeira branca da sua casa.

Sua casa era composta por piso de madeira, com paredes em tons pastéis. Seus móveis eram uma mistura de rústico com moderno. A lareira ficava no centro da sala de estar, em frente ao sofá de couro marrom. Sua cozinha era uma mistúra de vermelho com branco, uma ilha de mármore e utensílios de alumínio. O resto da casa era de madeira com paredes brancas. Possuía três quartos, sendo um seu. O mesmo possuía uma cama de casal de madeira, aclopada a parede, sendo elas de madeira também. Elas iam até o teto, em seguida, fazendo uma tenda, cobrindo a cama. O chão era de uma madeira desgastada. Janelas ficavam entre a cama e na parede ao lado. Criado-mudos pretos ficavam ao lado da cama.

Jogou sua camisa molhada em qualquer canto da casa, juntamente com seus tênis. Foi logo em direção ao banheiro, deixando o rastro de água por onde passava.

Em questão de trinta minutos já havia saído do banho. Colocou apenas uma calça bege e uma camisa preta colada em seu corpo e por cima, sua típica jaqueta de couro. Um tênis de cor branca e saiu para ver sua mãe. Sem esquecer do seu celular e carteira, sua chave de casa e de seu bebê, ou seja, sua moto.

Uma Harley XL 1200 CB. Com pintura Black Denim (preta fosca) exclusiva, tendo as rodas com raios cromados e aros pintados em preto. O guidão é no estilo Mini Ape, no qual os braços vão levantados, e os comandos são avançados, com pedaleiras fixadas na parte frontal do quadro. Equipadas com o mesmo conjunto motriz -- o motor Evolution de 1.202 cm³, câmbio de cinco marchas e transmissão final por correia dentada. Possui um motor de dois cilindros em "V", 1.202 cm³, refrigeração a ar. Um torque de 8,9 kgfm a 3.500 rpm. Tendo um câmbio de  cinco marchas, com uma injeção eletrônica. E o tanque aguenta até 17 litros.

Subiu em sua moto, que foi uma herança de seu pai, e dirigiu até o condomínio em que sua mãe era gerente e dona. Chegando lá, um cheiro específico de algo, ou melhor, de alguém estava no ar. Era tão forte que ele chegava a ficar sem ar. Tirou o capacete e desligou sua moto. Desmontou da mesma e seguiu em direção ao grande prédio, no qual sua mãe trabalha e o cheiro vinha.

...

Entrou sem nenhum aviso no escritório da sua mãe. Jogou seu capacete em uma poltrona que ali tinha. Escolhera ficar em pé, estava agoniado. Sua mãe escrevia calmamente  algo em sua agenda. Estava desnorteado, o cheiro era tão forte e tão bom que chegava a doer seu pulmão. Tossiu e passou a mãe em seu peito, afim de aliviar a dor. Sua mãe levantou a cabeça e sorriu calma.

- Você sentiu não foi?! - a matriarca falou calma.

- Como você sabe que eu senti algo, mãe?! - o mais novo respondeu.

- Eu posso ser humana, mas aprendi algumas coisas em relação à esse mundo. - a matriarca tirou o óculos que usava, colocando-os em sua mesa. Sorriu orgulhosa, sabia que o que viria a seguir. Sabia que aquela menina que chegara mais cedo era especial.

- Ela chegou, filho. Ela está aqui. Sua marcada está aqui... 


Notas Finais


N/A: Primeiramente fora Temer. Segundo, um capítulo beeeeem grande pra vocês. Terceiro, sejam muito bem-vindas leitoras novas. Estou muito feliz com o rumo dessa estória e como ela foi vem recebida por vocês. Vocês não tem noção da felicidade que isso me trás. Todos os comentários, todos os favoritos e todas as leituras. Só tenho a agradeçer a vocês. Muito Obrigada. Amo Vocês ❤❤

FALEI TUDO SOBRE A MOTO DO JUSTIN SOK E SE RECLAMAR EU FALO DE NOVO. POR QUE EU AMO MOTO.

Ob"i"s: Muitas surpresas estão por vim!!!! Preparem o coração, que o encontro Jeleninha está para acontecer.

• As reticências são para a passagem do tempo.

Obrigada, mais uma vez, por terem lido. Compartilhem, mandem para seus amigos, irmãos, famílias e etc. Isso ajuda muito. ❤

Então é isso por hoje, família Kiwi.
Um beijo, um queijo e nos vemos nos comentários e nos prótimos capítulos, que será logo. ❤

● A música que me inspirou para o capítulo foi: Rockabye - Clean Bandit feat. Sean Paul e Anne-Marie.


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