História CAMP OF DRAGONS - The prophecy comes true - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Originais
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Palavras 3.027
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Hentai, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Desculpe, desculpe e desculpe pela demora! Juro que isso não irá se repetir!
Bem, estão preparados?
Então vamos lá!

Capítulo 16 - Things start to go back


Acordo com a cabeça dolorida. Sento-me e pego meu celular. Nossa, já são 13h23min! Se me apressar, consigo ter tempo de almoçar. 

Vesti o vestido vermelho claro, penteei os cabelos e olhei-me no espelho. Que ótimo, minha aparência está em decadência. 

Estou com os olhos fundos, nariz um pouco inchado e avermelhado e ainda por cima, estou levemente mais pálida que o normal. Suspirei. Ah, vai ficar assim mesmo. Se eu me maquiar, ficarei parecida com um palhaço e não disfarçarei coisa nenhuma. 

Desci para o pátio e caminhei para o salão de refeições. Quando entrei, dei boa tarde a todos.

- Cat! - Diz John com uma expressão preocupada - Sente-se bem? Levantou-se somente agora e está com uma aparência doentia. - Outros meninos disseram "é verdade".

- Estou gripada. - Respondo dando de ombros - Preocupação não é necessária meninos - Digo dando um sorriso. 

Começamos a conversar enquanto comíamos. Dei uma olhada de relance para Nathaniel e reparo que está olhando para seu prato. 

Olhei novamente para ele mais 8 vezes e todas elas Nathaniel fitava seu prato. Parecia não querer conversar com ninguém. 

John me cutuca e me passa seu bloquinho por de baixo da mesa. Leio o que está escrito:

"Hoje de manhã estava o senhor Enzo e eu sentados num banco perto da fonte, o senhor Castiel estava treinando com a senhorita Destiny em um canto, quando todos nós vimos o senhor Nathaniel sair do prédio onde fica seu aposento, somente de pijama. Depois, ele volta já vestido para seu prédio com uma xícara e remédio em mãos. O senhor Castiel ficou vermelho de tanta raiva. Quando o senhor Nathaniel voltou para o pátio, o senhor Castiel pediu (mandou), ele acompanhá-lo até a biblioteca; Foram assim os senhores Castiel e Nathaniel e a senhorita Destiny. Quando saíram, a senhorita Destiny exibia o maior sorriso que já vi e o senhor Nathaniel parecia angustiado. "

Hum... Que ótimo. Viro-me para trás e espirro três vezes. Voltando de novo à mesa, escrevo no bloquinho:

" Agradeço por me contar John."

O entrego e vejo um sorriso mínimo brotar-se em seu rosto. 

Quando terminei o almoço, fui para o pátio.

Infelizmente, mal comecei a treinar e logo fiquei com falta de ar. Essa maldita gripe! Qualquer exercício físico que eu fizer, fico sem ar! 

Sento-me no banco e cruzo os braços. 

- Ei - Chama Enzo, sentando-se ao meu lado - Não precisa ficar enraivecida. Qualquer um fica doente. - Cruzei os braços, com raiva. 

- Por que fica assim quando adoece? - Ele pergunta levantando a sobrancelha. Pensei um pouco. 

Realmente o motivo é meio idiota, eu sei disso. Mas... É algo que veio de mim...! Não muda assim tão rápido. 

Tossi (bem, um espirro misturado com tosse) e em seguida, olho para John. Aponto para onde fica seu bloquinho e ele logo o entrega a mim junto da caneta.

"Enzo, eu sei que o que vou falar para você aqui pode soar um pouco idiota... Mas é a verdade ok? 

Quando eu fico doente, fico indisposta. Inútil. Fraca. Não gosto disso! 

Admito que gosto de determinadas pessoas cuidarem de mim... No entanto, não poder fazer nada... Isso me deixa injuriada sabia? 

E além do mais, enquanto fico sentada em um banco, Destiny fica treinando. E BANG! Mais um ponto para ela! 

E se chegar uma hora que não precisarão mais de mim, pois vocês já possuem a ruivinha ali do canto? Eu simplesmente iria embora não é? Eu seria descartada." 

Entreguei-o a Enzo e suspirei. Belo desabafo em Catherine! - Penso. 

Olho novamente para Enzo e o vejo me encarando. Ele também suspira, ranca a folha do bloquinho, amassa e a coloca no bolso.

Logo em seguida, ele se levanta, segura a minha mão e começa a me arrastar em direção ao portão. 

- Aonde vão? - Pergunta John. Ele não parece estar gostando... Levantei os ombros, querendo insinuar "Não faço a menor idéia".

- Quero falar em particular com a Cat - Enzo responde e nem esperou John dizer mais nada; estávamos dentro da floresta.

- Posso saber exatamente onde deseja falar comigo? - Pergunto extremamente curiosa e até um pouco ansiosa.

- É surpresa. - Ele responde fazendo-me fechar a cara. 

Após caminhar em uma subida por apenas dois minutos, eu já não conseguia respirar direito.

Maldita gripe!

- Enzo! Estou gripada lembra-se? Subir aqui me deixa sem ar! - Enzo sorri e pede desculpas. 

- EI? O que está fazendo?? - Ele me coloca no colo.

- Assim você não fica sem ar. 

- Por que não se transforma em dragão? 

- Quero que aproveite a vista... Fique quietinha e descanse seu corpo. Tanto fisicamente quanto mentalmente. - Ficar deste modo em seu colo deixa-me um pouco nervosa de inicio, mas logo eu já estava me sentindo mais à vontade. 

Durante todo o percurso, observei a grande diversidade na fauna e flora desta floresta.

Sei que já moro aqui à bastante tempo, mas nunca entrei tão a fundo nesta mata... É completamente surpreedente. 

Pela posição do sol, imagino que andamos (bem, Enzo andou), por bastante tempo. Umas duas horas talvez.

- Já estamos chegando? - Pergunto sentindo-me mal. Como pude deixá-lo me carregar por tanto tempo? - Deve estar cansado... - Murmuro. Enzo dá uma pequena gagalhada e diz:

- Não nos cansamos tão facilmente Cat! Ah, chegamos. - Olho para frente mas só consigo ver mais árvores. 

Enzo me põe no chão e se coloca atrás de mim, tampando meus olhos em seguida. Sorri. Ele me empurrou delicadamente para frente, para fazer-me andar. 

Depois de mais alguns passos, Enzo me faz parar. 

- Agora, preste atenção aos sons que pode escutar. - Um pouco confusa, fiz o que ele mandou. 

Posso escutar algo agradável... Mas não sei distinguir ao certo o que é. Parece ser uma mistura de... Pios incessantes, formando uma bela melodia... Alguma coisa batendo em uma superfície sólida, fazendo um som tranquilizante... Urros discretos...

- Conseguiu escutar? - Enzo pergunta de repente, assustando-me de leve.

- Sim. - Respondo um pouco hesitante.

- Esses sons representam a senhorita quando chegou ao nosso acampamento. Era algo misterioso... Algo que não podíamos... Decifrar. Mas também, algo agradável de se ouvir... Agradável de se ter por perto. - Enzo diz fazendo-me sorrir de maneira tímida. - Agora, fique atenta aos odores. 

Mais um vez fiz o que ele mandou.

Os cheiros já são um pouco mais distinguíveis. Primeiro foi o forte cheiro de plantas diversas que invadiu minhas narinas... Mas agora... Posso sentir o perfume de várias flores juntas (algumas nunca tinha sentido o cheiro antes)... Sinto também um cheiro forte, mas adocicado... Eucalipto? 

- Pôde sentir? - Ele pergunta novamente. Afirmei com a cabeça. Aonde ele quer chegar com isso? - Pensei um pouco nervosa. 

-Estes odores representam a senhorita quando decidiu ficar conosco e a conhecemos melhor. A gente pôde entendê-la um pouco melhor... Mas ainda um pouco difuso. Ainda restava mistério em seu interior. No entanto, descobrimos que é meiga, gosta de ajudar os outros e é muito dedicada... E com certeza não é fraca. Além de aprender rápido, sabe se opor em determinado assunto com facilidade e ainda, sabe "responder bem". - Nossa, neste momento eu literalmente ri para não chorar. 

Enzo tira as mãos de meus olhos e pude enxergar novamente. Assim que vi onde estamos, arquejei surpresa. 

Estamos na beira de um penhasco! 

Abaixo de nós, posso avistar uma extensa floresta, com algumas clareiras lotadas de diversas flores (o perfume que senti a pouco tempo). Perto de nós à esquerda, uma cachoeira destaca-se (o barulho de algo batendo em uma superfície sólida). À direita, o mar forma uma linha azul cristalina. Pássaros voam lá em baixo, em bandos (os pios incessantes). O urro é o vento, passando por nós em direção ao leste.

É a paisagem mais linda que já vi.

- E este imagem - Continua Enzo, fazendo-me olhar para ele - Representa você, em todos os aspectos. Além de completamente linda, tanto por fora quanto por dentro, é algo que nos tranquiliza. Algo que nos passa confiança. Algo que esperamos sempre ter por perto. - Enzo coloca as mãos em meus ombros - Cat, se tivessemos que escolher entre você e a senhorita Destiny, não teríamos nem dificuldade! A escolhida é você. Sabe disso... - Não aguentando mais, dou um abraço apertado em Enzo. 

- Muito obrigada Enzo - Agradeço, com muitas lágrimas rolando por meu rosto.

- Eu só disse a verdade Cat. - Sorrio e me afasto, para secar meus olhos. 

- Podemos ficar mais um pouco aqui? - Pergunto já me sentando na macia grama verde. Enzo senta-se ao meu lado.

Sim, eu perdi o Matt.

Mas ganhei Enzo, John, Andy, Luck, Gabriel e principalmente Nathaniel.

Sinto-me a jovem mais feliz do mundo. E espero que continue assim...

***

Depois de bastante tempo ali sentada observando a paisagem, minha gripe até deu uma melhorada. Não é bem uma gripre sabe? É mais para um chato resfriado pós banho à noite. 

Quando o sol já estava quase se pondo, perguntei ao Enzo:

- Que horas são? - Ele olhou um pouco para o céu.

- 18h03min. - Respondeu - Vamos voltar? 

- Claro. Podemos voltar voando agora?

- Sem problemas - Enzo ri e me ajuda a levantar. Depois, ele transforma-se em dragão. Quando vou me acostumar com isso? 

Subo em suas costas e seguro-me nos seus chifres. Sem mais nem menos, o dragão Enzo se joga penhasco abaixo. 

Berrei o mais alto que consegui e segurei bem forte os chifres dele. 

- Mas que droga Enzo! - Digo e dou um tampa nele - Você quase me matou de susto! - Uma risada grossa de dragão me faz estremecer. 

- Foi a intenção. 

- Idiota. - Murmuro. Assustou-me e tal, mas confesso que foi até divertido. 

O resto da viagem foi silenciosa e bastante gradável. 

***

Chegamos ao acampamento e Enzo voltou à forma humana.

- Até a janta Cat.

- Até. - Caminho em direção ao meu prédio. Entrei em meu quarto, fechei a porta atrás e acendi a luz.

- AH - Arquejei de susto. Nathaniel está sentando na beira da minha cama, encostado na cabeceira. 

- Você me assustou! - Reclamo e sento-me defronte a ele.

- Posso saber aonde a senhorita foi com o senhor Enzo? E aproveitando, por que ficaram a tarde inteira fora? Se está doente, deve ficar deitada! - Ele diz visivelmente bastante irritado.

- Ciúmes? - Pergunto rindo.

- Você não faz idéia. - Nathaniel diz com o semblante sério e raivoso. Parei de sorrir. 

- Ele só quiz me mostrar um lugar. - Digo um pouco desconcertada - Até que o ar puro ajudou no meu resfriado. Desculpe se te "preocupei". - Nathaniel suspira e passa a mão pelos cabelos. Sua expressão suavizou-se. 

- Desculpe. Exagerei - Ele diz tombando a cabeça para trás - Estou um pouco cansado. - Aproximei-me dele e deitei em seu colo, com seus braços protetores abraçando-me de forma acolhedora. Pego sua mão esquerda e começo a brincar com ela.

- Seu cansaço tem haver com o que você conversou com seu pai e com Destiny, hoje mais cedo? - Pergunto, sentindo o corpo de Nathaniel enrijecer-se abaixo de mim. 

- O senhor John tem uma língua muito grande... - Ele comenta suspirando. 

- O que vocês conversaram? Ele brigou com você? Foi por minha causa? - Indago sentindo-me um pouco culpada.

- Ele disse que eu "não tenho o direito" de ficar próximo assimà você. Que eu... Mereço algo melhor. Alguém como... Bem, como a Destiny. 

- É, eu suspeitava. - Murmuro enraivecida. 

Destiny, Destiny, Destiny e Destiny! 

Só vão falar daquela puta ruiva na minha frente agora?

Nathaniel segura meu rosto entre as mãos e me olha no fundo dos olhos. 

Com esse olhar, senti um frio na barriga. Por que estão todos olhando-me desse jeito? Por que Nathaniel olhou-me como se nunca mais fosse me ver? 

Sinto um prego perfurar meu coração. Estão prentendendo me... Me dispensar? 

Não! 

Lembre-se do que Enzo disse! 

- Cat... - Nathaniel chama-me.

- O que foi? Por que essa angustia? - Pergunto passando de leve os dedos pelo seu rosto. 

- Eu te amo.

Ai meu Deus. 

Senti-me perder o ar. 

Eu não sei se fico feliz por ele ter se declarado, ou choro porque isso mais se pareceu uma despedida. 

- Eu também te amo Nathaniel - Digo para minha total surpresa. Ele sorri e seus lábios se encontram com os meus. Demos um beijo terno. Somente nos separamos por falta de ar. 

- Lhe daria muitos problemas se ficasse aqui hoje a noite? - Pergunto esperançosa. 

- Já me dará problemas eu estar aqui. - Ele reponde e dá um sorriso triste. - Se apronte. Lhe espero no jantar. - Depois de mais um beijo terno, Nathaniel se retira do quarto. 

Decidi tomar um banho. Quando saí, vesti o vestido roxo claro, desembaraçei o cabelo e caminhei em direção ao salão de refeições. 

- Boa noite rapazes - Digo sentando-me em meu lugar - E senhorita - Digo lembrando-me da puta ruiva. 

Todos cumprimentaram de volta.

Durante todo jantar, dei algumas olhadas de relance e reparei que Destiny não tira esse sorriso triunfante do rosto.

O que fez esta desgraça ficar tão feliz?

Termino o jantar e vou em direção ao meu quarto. 

Estou tão cansada! Tanto fisicamente, quanto emocionalmente. 

Coloquei meu pijama e estava prestes a ir deitar, mas batem na porta. 

Será que ele mudou de idéia?!

Sorridente, abri a porta, porém logo tudo se desfez. 

Destiny.

- Olá senhorita! - Ela cumprimenta com a sua voz melodiosa. Depois de entrar (a força), Destiny certifica-se de a porta estar bem fechada. 

- Só vim avisar, que muitas coisas ocorreram... Essa parte é só um gostinho sabe? - Ela diz e depois se retira. 

Deitei- me na cama e logo caí no sono, sem dar muita atenção para a inveja alheia.

***

Acordei com o despertador tocando. Minha vontade é tacar o celular na parede. Mas, não tenho dinheiro para comprar outro, então... 

Levantei-me e pude respirar pelo nariz quase normalmente. 

Bom, pelo menos esse resfriado está indo embora. 

Depois de um banho, coloquei o vestido azul turquesa, desembaraçei o cabelo e desci para o pátio. 

Hum... Está chuviscando... Tombo a cabeça para trás e sinto a água gelada pingar em meu rosto. 

Olhei em volta e estranhei. Normalmente alguns meninos ficam no pátio antes do café... Não tem ninguém aqui... Ao invés disso, ouço vozes altas vindo do prédio do salão de refeições. 

Isso não parece bom...

Com passos exitantes, entrei no salão de refeições. 

Tudo silênciou-se. Todos me olham de maneira triste e preocupada. 

Não gostei disso...

- Senhorita Catherine,  me acompanhe, por favor - Gabriel diz todo formal. Seu semblante é sério e seus olhos estão tristes. Estremeci. 

Segui Gabriel até a biblioteca. Entramos e ele se sentou. É impressão minha, ou ele está tentando evitar me olhar? 

- O senhor Castiel é uma pessoa de grande importância aqui no acampamento. - Ele começa a dizer, olhando para a mesa - Sem ele, estaríamos mortos. Em decorrência disso, tudo o que ele desejar, nós fazemos sem pensar duas vezes.

- Aonde quer chegar com isso? - Pergunto. Eu sei exatamente aonde ele quer chegar. Espero estar enganada...

- Ele não ficou... Satisfeito com a sua presença aqui... Ele não... Não acha necessário... Ter duas e... - Ele gaguejou, fitando a mesa.

- Que droga Gabriel! - Murmuro dando um tapa na mesa - Fale logo o que tem para falar e pelo menos olhe nos meus olhos! - Gabriel suspira e finalmente olha-me. Seus olhos estão cheios d'água e um pouco avermelhados.

- Estou querendo dizer obrigado por nos ajudar, mas seus esforços não são mais necessários. Pedimos... - Sua voz falha - Pedimos que vá embora. - Ele terminou de dizer e eu fiquei sem fala.

Eles estão me dispensando. 

Perdi aulas de forma desnecessária. 

Apaixonei-me de forma desnecessária.

Perdi meu amigo de forma desnecessária. 

Enzo mentiu para mim. Eles fizeram justamente o que eu temia. 

- A senhorita Destiny será nossa escolhida. - Gabril continua - E o senhor Nathaniel se casará com ela. - Arregalei os olhos.

O Nathaniel vai fazer o quê? 

É. Isso foi como uma facada nas costas. 

- Mais alguma coisa? - Pergunto com a voz fraca e com os olhos cheios d'água.

- Foi um prazer conhecê-la. - Levantei-me, fiz uma reverência, e saí da biblioteca. 

Quando cheguei ao pátio, Enzo, Andy e John vieram ate mim. 

- Saiba que não sabíamos de nada disso. - Diz Enzo, com a fisionomia triste. 

- Vou sentir tanta falta - Murmura John, abalado.

- Adeus Cat. A senhorita será inesquecível em nossas vidas. - Diz Andy. Sem dizer nada, vou direto para meu quarto. Assim que fechei a porta, caí de joelhos e comecei a chorar copiosamente. 

Burra! Idiota! Trouxa!

Sinto-me enganada. Traída. Fui simplesmente descartada. Jogada fora. 

Eu não consigo acreditar nisso! 

Guardei todas as minhas coisas, e coloquei uma blusa de mangas compridas verde e calça jeans escura. 

Por que essas malditas lágrimas não param de cair? 

TOC TOC

Quem pode ser agora? Quando abri a porta, olhos azuis cheios d'água me encaram. 

Sem minha permissão, Nathaniel entra no meu quarto e fecha a porta.

Sem dar muita atenção, terminei de colocar as coisas na mala. 

- Cat... 

- Não- Digo com a voz firme e o fuzilo com o olhar - Não diga nada. 

- Cat... Eu... Eu não queria... 

- VOCÊS SIMPLESMENTE ME DESCARTARAM! ME JOGARAM FORA COMO LIXO! E COMO SE NÃO FOSSE RUIM O BASTANTE, VOCÊ VAI SE CASAR COM ELA! - Grito perdendo a paciência. Não vou deixar ele me tratar assim. Nathaniel fica sem fala. Pego minha mala e passo por ele, parando só por que ele segurou com força meu braço. 

- Não pode ir embora assim. 

- Vá se fuder Nathaniel - Digo e solto meu braço. Desci para o pátio e vi Destiny e Castiel parados. Castiel está sem expressão e Destiny sorri maldosamente. 

Saio do acampamento, sem olhar para trás. 

Enquanto caminho pela floresta, choro e soluço sem parar. 

Pare de chorar Catherine! Sua fraca! 

Caí de joelhos, morrendo de chorar. 

Devo ter ficado assim umas duas horas... Até que... 

- Olá? Você está bem? - Olho para cima e um senhor de cabelos grisalhos me olham de maneira gentil - Não chore mais... Estou aqui.


Notas Finais


Não me matem por favor!
Kkkkk
Bjsssss


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