História CAMP OF DRAGONS - The prophecy comes true - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Originais
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Palavras 3.132
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Hentai, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Hello! Cheguei aqui novamente pessoal! Aproveitem!

Capítulo 19 - Deleted souvenirs return


Sinto alguém cutucar-me. Abro lentamente os olhos e vejo que é Ang. 

-Desculpe te acordar Cat. É que já são 7h. - Sorri um pouco triste. 

- Obrigada Ang. - Agradeço sentando-me. - Mas o sono estava mesmo maravilhoso. 

- Levanta logo preguiçosa - Ele diz e me dá um leve empurrão. Dou um tapa em seu ombro e saio da cama, indo em direção ao banheiro. Tomei um banho demorado e me enxuguei. Olhei para meu braço machucado e fiquei maravilhada. Já está quase curado! 

As bolhas se estouraram e estão quase cicatrizadas... Como se estivesse com 2 semanas de remédios constantes.

Enfaixei novamente e vesti minha roupa. Saí do banheiro e fomos tomar café. 

Coloquei minha comida em meu prato e sentei-me na mesa. Desta vez, fui a primeira a sentar.

- Bom dia. - Diz Lúcifer sentando-se ao meu lado. 

- Bom dia! - Digo dando um sorriso. Logo Can, Ang, Guilherme, Lili e Lydia sentaram-se conosco. 

- Mamãe mandou uma carta - Lili diz bastante sorridente e entrega um pequeno envelope rosa claro à Lydia. Arregalei os olhos, bastante surpresa. 

- Vocês são irmãs? - Pergunto. 

- Claro. - Lili exclama colocando um grande pedaço de sua torrada na boca. Tudo bem que ambas tem os olhos azuis mas só isso. Mas se bem que... Comecei a reparar e vi que possuem detalhes congruentes na face e corpo. 

- Sou "loira oxigenada" - Lydia diz com a expressão enraivecida. - E aliso o cabelo. 

- Só por que somos irmãs temos que ter a mesma personalidade? - Indaga Lili entregando a carta à Lydia. 

- É raro ter irmãos que ambos são peculiares- Responde Lúcifer, antes mesmo que eu pergunte. Elas nem agem como irmãs! Admito, estou muito surpresa. 

- Onde estão os pais de vocês? - Pergunto à Lili. A mesma ficou muda e olhou para Lydia. 

- Vou ir escrever uma resposta para a mamãe, você vem Lili? - Pergunta Lydia já saindo da mesa. Ops... Quando elas já estavam longe, perguntei:

- Por que elas se ofenderam? 

- Aqui ninguém nunca vive com os pais. - Responde Can - Se fizermos isso, além de eles terem uma reação... Vamos dizer traumatizante, iremos colocar-los em risco. 

- Então nunca mais poderei... - Começo a dizer mas paro. Harry me falou que os monstros, assim que descobrimos nossa peculariedade, não nos deixam em paz. 

- Desculpe Hayes, mas não poderá mais ver sua mãe, ou seu pai. A não ser que queira colocá-los em risco. 

- Acho que nesse ponto de vista eu tenho até sorte- Murmura Ang mexendo nas torradas dele. - Como meus pais morreram, não preciso me preocupar em deixá-los. - Todos ficamos sem fala ao ouvi-lo. Meus olhos encheram-se de água. 

- Eu tenho mais sorte ainda, já que fui deixado na porta desse acampamento ainda bebê. Nem conheci meus pais. - Diz Lúcifer e dá uma gargalhada triste. O acompanhamos, tentando suavizar a tensão que começou a pairar sobre nossas cabeças. 

Não verei mais meus pais... 

Será que se eu não tivesse conhecido os dragões, isso tudo não teria acontecido? Eu poderia ter evitado mortes? Eu poderia ter me apaixonado por outra pessoa? Eu poderia ver meus pais quando eu quisesse? Eu poderia fazer minha faculdade de medicina? Eu poderia... Eu poderia ter tido um futuro melhor do que este que me aguarda? 

Entristecida, aceito o fato de que essas perguntas, nunca poderão ser respondidas. 

- Vamos treinar? - Guilherme pergunta. Concordamos e começamos a caminhar. 

Treinamos até dar a hora do almoço. Sentei-me na mesa onde já estão sentadas Lydia e Lili. 

- Sabe usar arco e flecha Cat? - Lili pergunta.

- Não-  Respondo, aliviada por elas não estarem mais sentidas por hoje mais cedo.

- Depois te ensino - Diz Lydia, piscando para mim. Logo os meninos já estavam sentados conosco e estávamos tendo um agradável almoço. Até que...

- Catherine? - Ouço alguém me chamar. Olho para trás e vejo Harry parado- Venha, precisamos conversar. - Apreensiva, levanto-me e o sigo até a casa vermelha. 

Quando entramos, vejo Josh sentado à mesa junto de outra pessoa, que está de costas para mim. Um rapaz. Quando ele se vira, arregalei os olhos, surpresa. Ele se parece bastante comigo! Os mesmos olhos cinzas... O mesmo lábio carnudo... Mesma altura... Seu cabelo é igual ao meu antes de eu ter pintado: um castanho claro. O mesmo cai levemente em seus rosto, quase escondendo seus olhos. 

- Oi Josh -  Cumprimento e sento-me ao seu lado - Oi pessoa que não conheço. - Digo referindo-me ao bonito rapaz sentado à mesa. Ele me olha no fundo dos olhos e sorri. Um sorriso largo e sincero. 

- Finalmente pude vê-la novamente. - O desconhecido diz. 

- Quem é você? - Pergunto cruzando os braços. Finalmente pude vê-la novamente. Sério? Quem é esse cara? Por que sinto que já o vi antes?

- Meu nome é Percy. Percy Hayes Santine. - Arquejei e quase caí da cadeira. O quê? Como assim?

- C-c-omo a-assim? - Gaguejo. 

- Somos irmãos Cat. Irmãos gêmeos. - Levanto-me e caminho para trás, tentando colocar uma distância entre mim e o desconhecido. Isso é... Possível? 

- Então por que papai nem mamãe nunca me falaram de você? Por que não me lembro de você? - Pergunto começando a ficar com raiva. É uma brincadeira de mal gosto, só pode ser! O tal doPercy dá uma risada.

- Porque eu fiz que vocês esquecessem. - Ele diz, fazendo meus músculos rezetarem. - Desculpe por isso Cat... Mas quando fiz quinze anos, descobri minha peculariedade. Os monstros começaram a me perseguir... Eu não podia continuar em casa. Por isso, para não fazê-los sofrer, apaguei toda a memória de vocês que se referissem a mim. E... Peço desculpas por isso Cat. Eu não sabia que você era peculiar... Quais podiam ser as chances? - Ele pergunta por fim, mais para ele mesmo. 

Eu tenho um irmão gêmeo.

Minha cabeça roda e começa a latejar. Muita informação de uma vez... 

- Vamos deixar os dois conversarem à sós. - Murmura Josh. Ambos saem da sala, deixando-me com o meu "irmão gêmeo". 

Ficamos nos encarando por um bom tempo, enquanto eu tento digerir tudo que me foi dito. 

- Poderia pelo menos devolver minhas lembranças? - indago em voz baixa. Ele me olha e abre um sorriso.

- Com todo prazer. - Percy responde e caminha lentamente em minha direção. Pousa levemente as duas mãos em minha cabeça e pede:

- Feche os olhos - Obedeci. De repente senti algo puxar-me para o fundo da minha mente e lembranças reaparecendo.

Flashback on

"Avistei-me com apenas dois anos e com meus cabelos castanhos ondulados até os ombrinhos. Um menino muito parecido comigo me faz companhia. Percy. Brincávamos com bonecas, bonecos e carros. 

Depois, eu já estava com meus cinco anos e estava chorando sentada no chão da escola. A minha amiguinha tinha se mudado... Percy aparece e me entrega um potinho com muitas uvas e consolou-me. 

Mais uma vez a imagem muda e me vejo com doze anos. Estou em um parque aquático junto com Papai, mamãe e Percy. Nos divertirmos demais. 

Logo em seguida, estou no aeroporto com meus quinze anos. Estou prestes a ir para Oregon fazer meu ensino médio. Meus pais estão chorando bastante mas o que mais está entristecido é o Percy. Ele me dá um abraço apertado e sussurra algo em meu ouvido:

- Nunca a esquecerei Cat. Eu te amo.

Flashback Off 

Ele descobriu a peculariedade dele... E foi embora. Aquela última cena, foi uma despedida. 

Percy tira as mãos de minha cabeça e o ouço se afastar. Abro os olhos e os mesmos enchem d'água. 

Percy... Meu irmão! 

Corro em sua direção e dou um abraço apertado. Meu irmão! Como pude esquecê-lo??

- Percy... Que saudades! - Digo emocionada. Escuto-o fungar e dizer:

- Eu também Cat... Eu também... - Ficamos um tempo abraçados até que Harry e Josh entram no local, fazendo separarmos um do outro. 

- Que tal ajudar seu irmão a se instalar Catherine? - Josh pergunta - Seja bem vindo - Ele acrescenta olhando para Percy. 

- Obrigado - Ele diz e saímos para o pátio. Enquanto mostro o acampamento para ele, faço perguntas que não me saem da cabeça:

- Então sua peculariedade é mexer nas memórias das pessoas? Como a descobriu? Como soube que era uma "peculariedade"? O que andou fazendo por todo esse tempo? Como se protegeu dos monstros? Como chegou aqui? Como... 

- Cat, acalme-se! - Ele me interrompe, fazendo-me rir. Chegamos ao meu dormitório e falei para ele escolher alguma cama. Quando ele se instalou e guardou suas coisas, fomos para a varandinha e nos sentamos. 

- E então? - Pergunto mal me aguentando de curiosidade. Agora que tenho meu irmão de volta, quero recuperar o tempo perdido. 

- Se prepare Cat... Vou contar desde o início e em ordem, ok?

- Ok.

- Faltando duas semanas para a sua viagem para cá, eu decedi comprar um presente para você...

- ...A coleção de livros "A maldição do Tigre". - Digo, lembrando-me do presente.

- ...Isso. Só que no caminho, encontrei com a Amber. Lembra-se dela?

- A sua ex super gostosa e que era grudadenta em você igual chiclete? - Pergunto morrendo de rir.

- Essa mesmo. Então, ela veio me perturbar, dizendo que queria voltar e tal. Mas eu não suportava mais ela. Portanto eu disse não. Porém ela não desistiu. Continuou insistindo e insistindo, até que eu segurei seus ombros e disse "garota, me esqueça". Ela arregalou os olhos e depois os fechou. Eu afastei-me lentamente dela. Quando voltou a abri-los, ela me olhou com uma expressão confusa e continuou seu caminho. Admito que fiquei muito surpreso... O que tinha acontecido ali? Quando cheguei na biblioteca, decidi fazer um experimento. Peguei o copo que o bibliotecário estava usando para beber suco e o taquei no chão. Ele me olhou com raiva e foi vindo para cima de mim. Coloquei as mãos nos seus ombros e disse: "esqueça que eu taquei seu copo no chão". Ele fez as mesmas coisas que a Amber... E depois voltou para o balcão. -"Posso ajudá-lo senhor?"  Ele me perguntou, enquanto esticou a mão para pegar seu copo de suco... E viu que ele não estava mais lá e sim, no chão. -"Que estranho" ele murmurou "nem o vi caindo". Comprei sua coleção e voltei para casa, bastante apreensivo. 

- Por isso que quando você me entregou o presente, estava um pouco ansioso... - Murmuro, lembrando-me daquele dia. 

- Sim. - Ele confirma, sério - Decidi ignorar isso, mas não deu muito certo. Naquela mesma noite, escutei algo no quintal. Quando saí para ver... Um Minotauro me aguardava.

- Um o que? - Pergunto e arregalo os olhos. Um Minotauro invadiu o nosso jardim? 

- Estranho, não?

- E o que você fez? 

- Não sei como... Mas eu o enfrentei. Eu... Simplesmente o enfrentei. Só o distraí, na verdade. Philipe foi o verdadeiro herói. Ele apareceu e derrotou o Minotauro. Depois, ele me disse de onde vinha... E perguntou se eu queria segui-lo. Eu disse que sim. Esperei somente você entrar naquele avião e apaguei as memórias de nossos pais. Quando desembarcou aqui em Oregon, apaguei as suas e de seu amigo Matt. Essa é minha peculariedade Cat. Controlo como eu bem quiser as memorias de qualquer pessoa. Depois de ficar no Lar de Peculiares de Washington por um tempo, descobri que posso apagá-las, fazê-las voltar, mudá-las, inventar algumas... E outras coisas mais.

- É impressionante Percy! - Murmuro impressionada. 

- Alguns dias atrás, Philipe me disse que, em uma viagem a outro acampamento dos peculiares, viu uma moça muito parecida comigo. Lembro-me de ter perdido o ar e a cor. Então, decidi vim ver com meus próprios olhos... E aqui está. Você. Faz alguma idéia do quanto estou feliz? - Ele me pergunta, por fim, abraçando-me firmemente. 

Retribuí e pequeninas e silenciosas lágrimas começaram a rolar por minha face. 

Não terei mais o Matt...

Não terei mais os dragões...

Não terei mais Nathaniel....

Não terei mais meus pais.

Mas... Terei meus amigos deste acampamento. 

Terei Percy.

E isto, basta.

- E você Cat? Como tem vivido? - Percy pergunta, seus olhos brilhando de curiosidade. Suspirei e o adverti:

- Isso vai demorar irmãozinho. 

- Demore o tempo que precisar. - Repirei fundo e comecei a contar para sobre a escola que eu frequentava. Contei sobre minhas amizades e inimizades que tive por lá. Depois, contei sobre a noite em que encontrei Nathaniel pela primeira vez. Contei em seguida sobre o acampamento e sobre a profecia. Contei sobre tudo que lá ocorreu... Sobre Destiny. Logo, contei como se livraram de mim... Como Harry me achou... E como descobri meu "poder": Controlar os quantro elementos. Contei sobre as máguas que sinto dentro de meu peito. Sobre os "e se" que alagam meus pensamentos. 

Parei e respirei fundo, olhando para o lago. Eu não esperava contar tudo isso çara alguém. Mas agora que desabafei, sinto-me bem mais tranquila. 

- E eu achando que tive muitas coisas na minha vida... - Percy murmura, fazendo-me dar uma pequena gargalhada. 

- Eu precisava disto - Comento. 

- Eu também Cat...

- Caaaatttt - Ouço Ang gritar e abrir a porta da varandinha. Quando nos viu, estreitou os olhos.

- Então você é o novato? O que está pensando? Não pode ficar a sós com a Cat! - Ang diz, cerrando os seus pequenos punhos.

- Ela é minha irmã gêmea. A conheço a bem mais tempo que vocês. - Ang arregala os olhos e nos observa com atenção. 

- Uau, vocês são muito parecidos! - Murmura, impressionado. - Oi, eu sou o Ângelo...

- Mas pode chamá-lo de Ang. - Digo sorrindo.

- Olá, eu sou o Perseu...

- Mas pode chamá-lo de Percy. - Digo mais uma vez. Ambos me olharam com a cara amarrada e sorri poe causa disso.

- Vamos Cat. Harry está chamando para treinar. - Ang diz ajudando-me a levantar. 

Caminhamos para o campo de treino. 

- Gente esse é o Percy, meu irmão gêmeo. - Apresento quando nos aproximamos dos meus amigos. - Percy, estes são: Guilherme, Can, Lúcifer, Lydia e Lili. 

- Prazer- Eles disseram uns aos outros.

- É boa com machados Cat? - Percy pergunta, dando-me uma fraca cotovelada.

- Não. - Admito dando de ombros. - Mas com espadas...

- Vem, vou te ensinar. - Fiquei treinando com machados o dia inteiro, acompanhada por Percy e Lúcifer. Não luto tão bem quanto com a espada, mas sou boa. Os meninos me ensinaram bastante truques... 

Nathaniel. Gabriel. Andy. John. Enzo. Luck. Ezequiel. E os outros. 

Esses nomes surgiram em minha mente. Quando irei esquecê-los? Eu não faço idéia. Nossa amizade acabou com a mesma velocidade que começou. Como uma amizade passageira, conseguiu fixar-se tão fundo em meu coração? Por que não consigo mandá-la para longe? Por que dói tanto? 

Enquanto jantávamos, uma coisa bastante desagradável tomou conta de meus pensamentos. Ah não... 

- Percy...? - Chamo. Ele me olha com a boca cheia de macarronada. Dou uma risada.

- Podemos conversar rapidinho? - Pergunto em voz baixa. Todos estão observando o Hank pular de cadeira em cadeira, por isso não prestaram atenção em nós. 

- Vamos... - Digo e me levanto. Saímos de fininho e o puxei para um canto. 

- O que aconteceu Cat? - Ele pergunta, preocupado com minha expressão angustiada. 

- Percy... Eu não vou mais poder falar com meus pais... Nenhum de nós dois podemos. Eles já te... Te esqueceram. Falta eles... Me esquecerem... - Minha voz falhou e meus olhos encheram-se d'água. Percy me abraçou e assim ficamos por uns dois minutos. 

- Posso apagar de... Uma amiga minha? - Pergunto secando as lágrimas. Percy afirma com a cabeça. 

- Vem... Vamos pedir a pedra do Harry emprestada. - Caminhamos até a casa vermelha e vimos Harry e Josh sentados, jantando. 

- Posso ajudar meninos? - Harry pergunta, surpreso pela visita inesperada.

- Precisamos da sua pedra que telesporta. - Percy diz. 

- Para onde pretendem ir a essa hora da noite? - Josh pergunta. 

- Irei para a casa dos meus pais... Iremos apagar as memórias deles que se refiram a mim - Explico com a voz baixa. Ambos se entreolham e vejo Harry pegar a pedra roxa e a estender em nossa direção. Percy a pega e começa a me arrastar para a floresta. Nos posicionamos e Percy me encarou. 

- Pronta? 

- Pronta... - Fechei os olhos e quando os abri novamente, estava em frente a casa dos meus pais. O clima quente me abraçou de maneira acolhedora... Estou de volta ao Brasil... 

- Quer esparar aqui fora? - Ele pergunta, reparando que hesitei. 

- Não. Quero vê-los uma última vez... - Entramos de maneira silenciosa. Meus pais estão sentados no sofá, cochilando. Quando olhei para seus rostos tranquilos, quase soltei um soluço.

Que droga Catherine! Seja forte! 

De forma lenta, se aproxima de nossos pais. Ele coloca as mãos em cada ombro de nossos pais. Depois de um tempo, ele se afasta, olha novamente para eles e saímos da casa. Foi só eu chegar na calçada que caí de joelhos. Cheguei a gritar de tanto chorar. 

- Cat, sei que é difícil... - Ouço Percy falar com a voz embargada, ajoelhando-se ao meu lado. Quando o olhei nos olhos, avistei tristeza e saudades. Dor. Nos levantamos e fechei os olhos. 

Mais uma vez o vento gélido do Oregon me alcança. Quando olhei em volta, reparei na casa da Jenny. Entramos e encontramos-a sentada em sua cama, mexendo no seu notbook. Quando olhei para a tela fo mesmo, vi que uma imagem de Matt, Jenny e eu, sentados no palco de nossa escola, destaca-se. Minha melhor amiga chora ao ver as imagens. 

Percy se aproxima por trás e segura a sua cabeça com ambas as mãos. Logo que afastou-se saímos da casa em silêncio. 

- Isso passa Cat. - Meu querido irmão sussurra em meu ouvido - Eu te juro. - Voltamos para o acampamento e caminhamos para o nosso dormitório. Ang já está dormindo tranquilamente em sua cama. 

Após o Percy tomar banho, entrei no banheiro e também tomei um. Quando terminei, vesti meu pijama e deitei em minha cama. 

- Boa noite Cat. Eu te amo. - Ouço meu irmão dizer e adormeci com essas palavras rondando pelos meus sonhos...

***

Um peso cai sobre mim, fazendo-me acordar de susto: Ang e Percy. 

- Malditos! - Exclamo empurrando ambos. 

- Vamos dorminhoca. Temos que tomar café. - Diz Ang me empurrando com tanta força que caí da cama - Desculpe. - Depois de trocar de roupa, fomos para o refeitório. 

Estávamos comendo tranquilamente, quando escuto passos vindos do portão. Quando olhei para ver o que era, o copo que estou segurando caiu de minha mão. 

Não. Não. Não. Não! 

Caminhando em nossa direção com Josh e Harry, estão os dragões do outro... Ou melhor, dos outros acampamentos...


Notas Finais


Foi isso pessoal. O que acharam?
Bjsss!


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