História Campos Elíseos - Capítulo 1


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Categorias Originais
Tags Campos Elíseos, Dante, Deuses, Guerra, Guerreiro, Hades, Mitologia Grega, Morte, Poseidon, Revelaçoes, Trama, Zeus
Exibições 5
Palavras 1.265
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bem vindo, espero que goste da história!

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Campos Elíseos - Capítulo 1 - Prólogo

Uma era sombria, pois é o que as pessoas dizem ser, uma "Idade das Trevas", com a Peste Negra reinando sobre a Europa em pleno século XIV, mais de 65 milhões de pessoas mortas... Isso na Terra; já lá fora, em outra realidade, no multiverso em um mundo espelhado, refletindo sobre o planeta terra, uma visão diferente dos problemas de um lugar que antes estava sobre domínio dos grandes do Olimpo, agora já está no auge de uma ruína.

Guerreiros valentes lutam por suas famílias e suas terras, num mundo que a cor do sangue vai ocupando o espaço no céu, montanhas virando arenas de batalhas no horizonte, vulcões em erupções, flechas cegas no meio das lutas acertando quem se intrometer no caminho, um cenário 70% destruído; Drakon, fera temida por guerreiros espartanos depois de traumas, uma vez que essa fênix com mais de 90 metros,  vermelha e um poder de fogo incalculável, libertado e furiosa, causa uma devastação apenas com o bater de suas asas em Esparta, agora a fera com uma raiva maior do que o Templo de Atenas, que acaba de destruir com suas asas em chamas, devorando centenas de camponeses, comerciantes, sacerdotes e por fim, soldados de Panaghia, que logo, estão travando batalha com inimigos romanos junto com a besta. 
             — OLHEM... — Gritou o velho plebeu, caído no chão acompanhado por uma poça de sangue.
             — O REI DOS MARES ESTÁ DESCENDO!
            — 
Um som estrondoso, que daria para ouvir á 800 milhas de distância, lá vem Poseidon invocando uma grande ave d'água contra Drakon, em uma disputa de chamas do Tártaro contra o mar do monte Olimpo. — Quero todos fora, eu cuido dessa fe... — Poisedon é jogado nos entulhos do templo sagrado de Atenas, todo empoeirado, sua bela toga grega agora com as marcas da pata de uma fênix, a grande ave marinha do deus parte para cima do Drakon, com uma mega força em pressão marítima, num cenário mudando entre subaquático e infernal, com sequencias de socos e jogo de corpo acompanhado por um show de luzes azuis e vermelhos, tufões d'água arrebentando casas plebeias e matando soldados , o céu trovoando, e guerreiros em sangues; — "Er... por que essa fênix está aqui? Qual o sentido desse caos todo, de onde está vindo tanto poder afinal?... Ah, merda"  — Pensou o deus.
             — HOMENS... — Está falado em voz perfeitamente clara e alta que todos em um raio de 500 mil metros estão ouvindo — ...HÁ ALGO MUITO MAIOR ACONTECENDO NESSAS TERRAS, VOCÊS... GHRR... — Um jato de fogo, lavando o rosto de Poseidon, desfigurando aos poucos, dolorido e agonizante até mesmo para um imortal, enquanto o povo corriam das fúrias que ali estavam também, sobre a cidade em chamas e desespero; de repente os céus soam a uma trombeta alta, sons como á de uma cerimônia ou casamento; um mortal carregando uma grande caixa revestida com ouro e simbolizada com o rosto do velho Cronos desenhada sobre ela, se encaminha até o deus, se debatendo com o jato de Drakon ardendo em chamas.
          — Puta merda, olha só o seu rosto, essa sua dancinha aí, já pensou em fazer parceria forte com Dionísio?  —  Disse o mortal libertando risadas, apoiado na caixa de 1,5 metros de largura, 1 metro de altura e com formato de baú. — Quero dizer, tem talento para teatro Poseidon; tá, piadas á parte, o que eu quero mesmo, é o relatório do que realmente aconteceu...

 — O QUE FAZ COM A SAGRADA CAIXA? — Enfurecido, grita em uma ira jamais vista, o deus sempre conhecido por sua calma.

— HADES TE MANDOU AQUI?...(Sem respostas)... ME RESPONDE! ME DÊ ESSA CAIXA E VÁ EMBORA.

— Nossa, sem gritar por favor, é a ultima coisa que irá querer antes de morrer... Né?! É impressionante como o senhor consegui falar e levar uma surra em chamas ao mesmo tempo... E Hades?! Por favor, não me faça rir, aquele é só outro merda que nem você, a Caixa de Pandora é uma coisa, que certamente não deve estar nas mãos assassinas de deuses, tudo que vocês fazem é destruir a terra cada vez mais.

— Mortal, não escolha isso para sua vida, senão, passará o resto de suas desgraças nas profundezas, sofrendo eternamente no colo das irmãs do destino! Você não sabe o tamanho poder desse baú, não sei como conseguiu acha-la, mas será levado para um lugar seguro e...

— Aahh, segurança? No Olimpo? PARA DE ME ENROLAR, sua raça não irá sobreviver sem nossa compaixão, fala em segurança, mas é um assassino... VOCÊ MATOU TUDO O QUE EU TINHA!... ZEEEUUS, ESTÁ VENDO? SEU IRMÃO, MORRE AQUI...

 — O mortal encosta na representação em desenho de Cronos na caixa, e luz se faz, as bestas que ali estavam lutando, ali mesmo se desfazem, os mares começam a ficar super agitados, e trovões pelo céu. No Olimpo, os deuses ficam presos sob efeito da caixa, sem poderem fazer nada, nem mesmo os outros filhos de Zeus, que estavam em missões pelo mundo; no momento, um diluvio em Atenas, com a essência da ira do deus dos mares sobre as águas, enquanto isso...

ISSO... É PARA O MUNDO VER...(explosões, gritos perturbadores)... QUE NÃO EXISTE UM DEUS IMORTAL, EXISTE ALGO QUE MATE UM, ISSO É UMA VINGANÇA POR TODOS QUE ESSES FILHOS DA PUTA FIZERAM... EU SEI O QUE ESSA CAIXA FAZ, E ELA ESTÁ FAZENDO O MELHOR PARA A NOSSA HUMANIDADE, IMAGINEM ELA ABERTA, POIS ESSE PODER (grande explosão e terremotos no local)... ER... ESSE PODER TODO, É SÓ D'EU TOCAR NELA... — Disse o mortal!

AAARGHH, VOCÊ É LOUCOO... Is... isso... isso não irá trazer seus.... pais de volta! —  O grande rei do mar fala com voz falhada e tremula.

Mas quem sabe... Não traga o seu?! — O mortal surpreende o deus com um olhar maniaco. — Você sempre adorou seu pai né?" Idiota (mais explosões), você... É um idiota, Cronos só queria a paz de todos, você não respondeu a minha pergunta... O que realmente aconteceu lá, na Idade Dourada?...

— ...(Silencio e gemido).

... Foi o que imaginei, a fraqueza... De três mortais, netos de Gaia, a traíra... (explosões mais intensas, céus totalmente negros com manchas vermelhas, mar em nível alto e luz de cegar)

(No Olimpo...)

Mas o que é isso em minha cidade Zeus? O que houve lá, por que estamos PRESOS AQUI! — Desesperada, pergunta Atenas.

Estamos em riscos dimensionais Atenas, aquela caixa se for aberta, irá abrir portais para universos desconhecidos, até mesmo um convite para outras divindades que a gente talvez não poderíamos vencer... A gente não... Não podemos fazer nada aqui parados, aquela caixa, é a coisa mais forte do universo, os dois irão morrer. — Disse o pai de todos, grande do Monte Olimpo.

—... (Atenas o escuta e fica sem resposta)

— Hoje, perderemos nosso irmão, dono dos mares e da esperança... Mas, isso não... ACABA AQUI! TEREMOS NOSSA VINGANÇA, TRAREMOS ELE DE VOLTA.

Atenas se vira para Hermes... — Vá atrás de quem libertou os portões da prisão de Hermides, procure saber como aquele mortal conseguiu a Caixa de Pandora... AGORA!

Estamos presos aqui, você está perdendo seu foco?! Cade sua sabedoria? — Disse Hermes sarcasticamente.

Atenas se irrita. — VOCÊ NÃO COME...(—CHEGAAA!)

— VOCÊS ESTÃO AONDE? EM UM TEATRO? CHEGA DESSA INFANTILIDADE!

— Disse Zeus irritado. Enquanto isso lá embaixo...

Tá ouvindo? É o som do deses... Desespero de não poderem fazer nada (altos sons, terra rachando) — Pergunta o mortal para Poseidon.

Poseidon, está tudo acabado... Es... Está na... Hora... a caixa depois disso irá pa... Para mãos seguras, va,,, Vai se teletransportar para um lugar distante, lon... Longe dos olhos de deuses, e a gente...

A gente se vê nos Campos Elíseos...


Notas Finais


Muito obrigado caro leitor, espero que tenha gostado... Até o próximo capítulo.


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