História Campus Of Love - Don't Forget, I Miss You - Imagine Hoseok - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope
Tags Hoseok, J-hope, Sogra, Você
Exibições 342
Palavras 2.095
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


E ai se vai mais uma COL, eu estou sinceramente muito triste.. Estou dando adeus a minha primeira serie, é muito horrível. Minhas safradenhas, eu peço mil perdões por ter sumido mais é que a situação tá ruim pro meu lado. Acontece que em todo o bimestre eu tiro 4,0 ou menos que isso! E minha mãe parece está cansada disso, eu também. Eu tento eu juro por deus, mas evidentemente eu não sou de exatas. Era para eu voltar agora a tona por finalmente está livre - TIREI 6,0 NA RECUPERAÇÃO, TO MUITO FELIZ, TO ME SENTINDO A ÚLTIMA BATATA DO PACOTE! - But, o Enem ta chegando e eu vou ter que estudar mais do que eu esperava que iria ter, to mal, alguém ai quer trocar de vida? kkkkk

Fugi do assunto... Eu estava super agradecendo a vezes por não ter me abandonado, amo vocês de todo o meu kokoro, e eu quase tenho certeza que não vou atualizar com muita frequência, mais eu não vou deixar de postar as minhas fics não se preocupem se eu desaparecer de vez em quando.

Capítulo 7 - Capítulo Sete


Fiquei olhando estática para o garoto a minha frente. Confuso e curioso, ele pegou o celular da minha mão.

- Alô...? - disse com a voz grave. Sua expressão ficou ranzinza e eu apenas continuei o encarando. Talvez agora fosse a hora da verdade. Hoseok iria me deixar novamente por causa de sua mãe. Ele mordeu o lábio me encarando e afastou o celular do ouvido, desligando o mesmo.

- E ai...? - perguntei, receosa. O vi abaixar a cabeça e dar um suspiro fundo. Meu coração bateu devagar, quase me sufocando.

- E ai nada - deu de ombros. Continuei o encarando confusa.

- Tipo nada... A sua mãe acabou de ligar e eu atendi, e pelo que eu pude ouvir dela, a mesma estava furiosa - tentei entende-lo. - E você me diz que não foi nada - Hoseok riu da minha cara de afobada. Não era engraçado quando se estava na minha pele.

- Carinho, não deu tempo de ouvi-lá, eu apenas desliguei quando começou a ligar - arregalei um pouco os olhos. Okay, certo.... Hoseok era tipo, o filhinho da mamãe, fazia tudo pela mesma, era sempre acolhido por ela... demorou mais finalmente pude vê-lo sair de debaixo das assas da mãe coruja. Uma parte de mim se sentia um pouco mal por ser a razão da briga familiar, eu sinceramente, não queria isso, mas não dá para impedir o amor, e futuramente eu esperava que a minha sogra diaba me aceitasse, ou talvez só se acostumasse com a minha presença. Milagres acontecessem.

- Bom... Sua mãe deve estar me odiando ainda mais nesse exato momento - falei. Seus lábios se aproximando do meu, me dando um pequeno selar.

- Já disse que não me importo, não quero saber disse agora - sussurrou. O seu telefone começou a tocar novamente.

- É ela novamente - avisei. Eu não podia evitar, mas sentia uma grande satisfação por vê-lo a ignorando. Eu era má, mas ela era pior.

- Estou cansado dela mandando em tudo, as pessoa dizem que as mães estão sempre certas, eu não tenho mais tanta certeza disso - fez um biquinho lindo e confuso. Não resisti o mordendo.

- A sua mãe vai me aceitar com o tempo, eu acho - eu era péssima com concelhos, eu mal sabia resolver os meus problemas, imagine os dos outros. Mesmo que fosse de uma pessoas próxima, eu quase nunca sabia o que dizer, era angustiante.

- É engraçado ver você assim - colou a testa na minha, mas uma vez soltando uma gargalhada por minha causa. - Eu senti falta - vi seu rosto ficar um pouco abatido e o segurei pelas bochechas.

- Agora nós estamos juntos - puxei o seu lábio inferior. - E eu acho bom que dure, porque senão.... - o ameacei.

- Senão o quê? - erguei uma sobrancelha, mordendo o lábios e apertando a minha cintura. - Hein? - suas mãos me fizeram cocegas e eu me contorci rindo. - Eu amo sua risada - murmurou quando finalmente parou de me torturar. - Eu te amo ____ - sorri feliz. Parecia que eu estava em um sonho. Era bom o ter de volta, e eu sentia tanto a sua falta.

- Eu não tenho mais a certeza se te amo como antes -falei seria. Vi seu sorriso morrer e ele ficou mais branco que papel. - Acho que te amo mais - Hoseok fez um expressão irritada fofa e eu ri mais ainda. - Aigooo... - gemi quando ele me deu um tapa na coxa, bem perto da bunda.

- Não me assuste mais assim - disse autoritário. Puxei a sua franja com raiva e ele gemeu.

- Não me bata - ele resmungou algo e eu só ri, feliz com a situação.

************

- Eu só quero ver a hora em que você vai embora - resmunguei ainda olhando  para a TV - tentei mexe-lo. - Hoseok...Hoseok... - o chamei. Olhei um pouco de lado, tentando ver o rosto do garoto que se encontrava no meu colo. Depois de passar uma tarde de bobeira. Eu fugindo das suas tentativas de fazer.... e ele tentando me arrastar para o quarto, o bem dito finalmente se aquietasse. A sua mãe ligava de meia em meia hora, e o garoto nem ao menos chegava perto do celular. Soohe passou por nós, nos olhando de cima abaixo, e depois saiu para mais uma de suas noitadas. Eu não me sentia nem um pouco intimidada por ela, agora eu tinha o meu namorado, e se ele tentasse mais uma vez escapar de mim eu juro que... tocava fogo na casa da mãe dele. - Hoseok... - tentei sair de debaixo dele. Okay, foi erro meu ter feito cafune nele, pois sabia que o mesmo iria acabar pegando no sono, mas é que é tão bom tocar nos seus cabelos. O ouvi murmurar algo e cheguei mais perto. O garoto rolou para o lado me puxando pela cintura com ele, me fazendo ficar por cima. Ele ainda se encontrava de olhos fechados. Apoiei a mão em seu peito o olhando. As vezes eu me perguntava como uma pessoa conseguia ser tão bonita. - Amor.. acorda - o cutuquei. Se fosse para dormir, que dormíssemos em um lugar mais confortável.

- ____.... - sussurrou o meu nome. Olhei ao redor e bufei. Ele parecia uma pedra dormindo. Mordi o lábio tendo uma ideia maliciosa. Oh Deus, isso iria ser demais. Desci a mão pelo seu peito, a levando em direção ao caminho do pecado. Apertei o seu membro adormecido. E eu o acordasse com isso, ele não iria dormir por um bom tempo, eu também não. Meu nome saiu dos seus lábios novamente e a voz rouca me fez arrepiar. Quanto mais eu movimentava a mão por cima do seu membro coberto pela calça, eu o sentia endurecer. Quando o senti ereto e começando a dar longas pulsadas o soltei, ganhando um resmungado. O meu namorado continuava de olhos fechados. As vezes eu o odiava e o invejava por ter um sono tão pesado. Me sentei em seu colo abaixando um pouco a calça e deixando a box visível. Ele não tinha cuidado de mim depois da ligação da sua mãe, e isso havia me deixado um pouco frustrada. Sentei em cima do seu volume e movi o meu quadril, mordendo o lábio e fechando os olhos. Eu sentia a pressão deliciosa que ele fazia em cima do meu clitóris. Rebolei e levei a mão até os meus seios, os apertando. Abri os olhos assutada quando senti suas mãos na minha cintura, me forçando ainda mais contra ele.

- Porra ___ - murmurou. - Ótimo jeito de acordar - sorriu sacana. Hoseok mudava tão rápido, ele conseguia ser o cara engraçado e conseguia ser o cara completamente pervertido. Eu amava os dois lados. Ele se sentou e me puxou pela cintura enquanto levava os lábios para os meus. Gemi alto quando recebi um tapa na bunda. Eu poderia aproveitar, Soohe não estava em casa. - Você merece uns tapas por ter feito isso comigo - apertou as bochechas da minha bunda. - E eu vou lhe dar com o maior prazer - com os olhos entre-abertos eu vi o seu sorriso sádico. Tirei uma de minhas mãos que estava em seus braços que me rodeavam e puxei os seus cabelos com força.

- Não mesmo - murmurei quase sem força. Com raiva ele mordeu o meu lábio inferior o fazendo sangrar. - Isso não vai mudar a minha opinião - falei ofegante. Ele se levantou com pressa me deixando com as pernas em volta da sua cintura. Minhas costas bateram contra a parede e eu gemi.

- Então, você ao menos vai deixar eu te foder contra a parede? - rosnou com raiva. Não falei nada e o mesmo se apossou do meu pescoço, deixando marcas bem evidentes e dolorosas. Apertei os seus ombros, e desci minhas unhas contra as suas costas, querendo o marca do mesmo jeito que fazia comigo. Enquanto estávamos em nossa luta de que ficava mais marcado, um nó se desfazia aos pouco no meu ventre. Hoseok não ajudava, rebolando contra o meu centro. Arranquei a camisa do seu corpo, o deixando exposto para mim. Hoseok não me deu tempo de explorá-lo e me virou de costas prendendo o meu pulso no alto e me deixando a merce do mesmo.  - Como eu amo essa posição - senti minha calça se abaixada com agressividade e senti mais um tapa na minha bunda.

- Hoseok! - gritei. Virei meu rosto para ele com raiva e o vi com aquele sorriso.

- Empina pra mim carinho - fiz o que o mesmo pediu e o senti me massagear no local onde antes tinha batido. - Você está tão molhada para mim, eu consigo até ver o seu mel escorrendo entre suas pernas - suspirando, eu encostei a bochecha contra a parede, esperando o momento em que ele entraria em mim. Seu membro esfregou-se contra a minha bunda, e eu senti o quanto estava quente e pulsante. Hoseok o colocou entre as minhas pernas e eu me contorci tentando soltar os meus pulsos quando o senti prensar contra o meu botão inchado.

- Entre logo em m-mim - murmurei levando o quadril para trás. Acatando o meu pedido senti sua cabeça se força contra minha entrada.

- Puta merda, você está tão apertada - aos poucos pude o sentir me rasgando e revirei os olhos gemendo arrastado. Ele colou atrás de mim e enroscou sua boca na minha orelha, sussurrando quando finalmente pode está completamente dentro de mim. Os barulhos que ele fazia quando se batia contra mim eram tão excitantes. Rebolei em busca de mais atrito. Eu o sentia dentro de mim, abrindo caminho, pulsando.

- Mais rápido... - pedi com lágrimas nos olhos.

- Você quer mais rápido, carinho? - assenti, desesperada. - Eu vou te dar o que precisa - ajustou o meu quadril, saindo todo de dentro de mim. Eu vi estrelas brilhando em cima da minha cabeça, bem em frente aos meus olhos quando Hoseok entrou em mim novamente. Ele acertou bem  no ponto, eu sentia minhas pernas fraquejarem e eu não conseguia emitir mais nenhum som. - Acho que encontrei algo - riu sádico. Só para me provocar ele apertou minha cintura para eu não me mover e começou movimentos lentos em mim.

- Não faça isso... por favor, não seja tão mal assim comigo - minha voz saiu manhosa e eu quase tive um orgasmo quando ele riu arrastado.

- Vou ser bonzinho com você, mas só desta vez - mordeu o lóbulo da minha orelha. Gritei os mais alto possível quando ele entrou com força. Parecia que fogos de artifícios tinham explodido dentro de mim. Uma onda passou pelo meu corpo me deixando mole. Ainda sendo segurada pelo meu namorado, eu não me movi ainda tremula. Hoseok começou a sussurrar o meu nome, e senti os seus movimentos ficar ainda mais intensos. Me senti completamente preenchida quando o mesmo gozou dentro de mim. No fundo da minha mente, eu agradeci a deus por nunca ter parado de tomar anti-concepcionais. Eu estava tão mole que nem tinha percebido quando ele me pegou no colo e caminhou comigo para o quarto. Senti o meu corpo ser deixado na cama e logo senti o colchão ao meu lado afundar.

- ____... - chamou minha atenção. Seus dedos faziam carinho no meu cabelo e eu o encarei com os olhos quase fechados. - Nunca mais me deixar fazer uma burrada daquelas, eu nunca mais quero pensar em te perder - enrolou o dedo no meu cabelo. - Eu te amo e não quero mais ficar longe de você, como eu disse antes, que se dane a minha mãe, o problema é dela se não aceitar você, eu não vou me separar de você por ela, nunca mais - finalizou. Sorri ainda embriagada de sono. Eu pude finalmente descaçar depois de seis meses, ao seu lado. Desde o começo eu pensava que esse dia nunca mais aconteceria, que ele nunca iria dizer essas palavras para mim. No final, foi o que eu esperava, ele realmente me amava e iria ficar comigo mesmo que sua mãe dissesse que não. Eu me sentia feliz e orgulhosa. Eu ainda tinha um pouco de esperança que a mãe dele me aceitasse, mas acho que vai levar um bom tempo. Enquanto isso, como ele disse antes: Que se dane a Sra Jung.


Notas Finais


UM SUPER PS AQUI: Sra Jung me perdoe! Não queria fazer a senhora má nessa fic, me desculpe minha sogrinha linda do meu coração, no dia que a gente se conhecer tenho certeza que a senhora vai me amar.... espero.

Desculpa gente, mas é que eu me senti um pouco mal por fazer isso com ela, ainda mais agora que tem a música do Seok, toda vez que eu escuto Hey Mama eu penso nessa fic e me sinto mal.


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