História Camren one shots - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Ariana Grande, Camila Cabello, Elizabeth Gillies, Fifth Harmony, Shawn Mendes, Troye Sivan
Personagens Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Elizabeth Gillies, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais, Shawn Mendes, Troye Sivan
Visualizações 1.933
Palavras 3.806
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, galera, notas finais.

Capítulo 3 - Quente e excitada (Camila G!P )


Fechei a porta do carro com meu quadril e bati o meu polegar contra a tela do meu telefone para responder à mensagem que Alycia debnam-carey tinha deixado sobre nossos planos para o dia de Ação de Graças. Camila e eu tínhamos nos oferecido para sediar o feriado para nosso grupo muito unido de amigos, parecia que teríamos uma mesa cheia.

Jin e Jungkook estavam perto da data de seu casamento e não tinham tempo ou energia para montar uma reunião, especialmente durante a tentativa de conciliar os seus novos negócios com uma gravidez.

Nem Alycia e Eliza sabiam cozinhar e Anna kendrick não tinha qualquer outro parente, exceto seu primo Eric que iria passar o feriado com sua mãe e irmãos. Dylan o'brian ainda estava em dúvida, mas Camila me garantiu que ele iria participar, senão por outra razão, pela desculpa para acompanhar Anna.

Eu não tinha certeza do que pensar sobre isso.

'Você estava em aula? Demorou muito para responder!'

Eu praticamente podia ouvir o tom de beicinho na mensagem de Alycia e sorri enquanto pegava minha mochila no banco de trás do meu carro.

'Não. Eu estava dirigindo. Camila não gosta quando digito e dirijo ao mesmo tempo.'

Eu não contei que ela tinha me flagrado quebrando uma de suas regras de condução algumas semanas atrás e tinha me punido de uma forma incrivelmente sexy. Uma palmada brincalhona tinha posto um fim a esse hábito perigoso. Minha pobre bunda tinha ficado em brasa e ardida por um dia inteiro por causa do que a minha possessiva e protetora namorada tinha feito comigo.

Claro, Camila tinha beijado minha bunda, na carne aquecida e usou aquela boca impiedosa para deixar tudo melhor. Mesmo agora, quase um mês depois, eu ainda apertava minhas coxas para amenizar a necessidade pulsante e profunda em meu núcleo com a simples lembrança do jeito que ela tinha trabalhado em mim e, em seguida, feito amor comigo até que eu não conseguia nem me lembrar o meu nome.

'Oh. Bem. Segurança em primeiro lugar. Então, Eliza disse que vai levar o vinho e as bebidas. Posso talvez comprar flores para as mesas?'

Puxando minha mochila mais para cima do meu ombro, percebi que era a opção mais segura. Eu já tinha visto e experimentado algumas tentativas de Alycia na cozinha. Deixá-la comprar flores era o melhor para todos.

'Soa bem. Eu te ligo mais tarde.'

'Ok. Não se esqueça sobre o nosso almoço amanhã!'

'Eu não vou.'

Estávamos nos encontrando para finalizar os detalhes da festa de despedida de Jin.

Alycia tinha dado a ideia de um dia no SPA e uma noite na cobertura que Eliza deixou de usar. Se Anna concordasse com o plano, iríamos fazer com que uma das últimas noites de Jin como um homem solteiro, fosse uma festança para ele se lembrar.

Rolando para baixo os meus alertas de mídia social, fui para a porta da frente do armazém que continha o ginásio e o centro de treinamento de Camila. A fachada do edifício degradado sempre me fez querer correr para o meu médico e tomar uma vacina antitetânica. Eu ainda me lembrava da experiência chocante de descobrir o interior brilhante, limpo e ultramoderno.

Em alguns aspectos, o armazém era muito parecido com a sua dona.

Empurrando a porta pesada do armazém, entrei no interior frio e tirei meus óculos de sol. Atraindo os olhares dos homens que treinavam no centro de Camila, dei-lhes pouca atenção enquanto guardava meus óculos de sol e telefone, no bolso da frente da minha mochila.

Além da recepcionista do sexo feminino, que já durava uma semana, nesse ambiente de testosterona pesado e clientela masculina, eu era a única mulher que Camila permitia dentro do centro. Nem mesmo as esposas ou namoradas dos lutadores que treinavam aqui eram autorizadas a entrar.

Eu não abusava desse privilégio. Até recentemente, só tinha passado pelo ginásio se ela precisasse de mim para assinar formulários, para lidar com os negócios, ou quando nos encontrávamos para fazer algo chato, como coisas diárias de um casal, tipo compras de supermercado.

Camila tinha deixado muito claro para os homens que treinavam com ela, que eu estava fora dos limites e que ela não iria tolerar qualquer gracinha. Me sentia extremamente segura e confortável perto dos lutadores, mas não queria forçar sendo excessivamente amigável com qualquer um deles.

Embora nunca tivesse vindo vestida indecentemente, sempre tentava fazer o certo usando meus vestidos mais longos e decotes que não fossem muito ousados. Mesmo gostando da atenção que recebia de Camila quando me vestia um pouco mais ousada, não queria incentivar a ideia errada em outros caras. Havia hora e lugar para me vestir assim e este ginásio repleto de homens forçados ao celibato como parte da sua formação não se encaixava nisso. Como Camila tinha dito certa vez, seria como acenar um bife na frente de um leão faminto.

Havia apenas uma mulher que eu queria banqueteando-se com o meu corpo e ela estava em pé no ringue central treinando Dinah, a única lutadora que ela treinava na academia e que lutava corpo a corpo.

Surpresa com a visão de Camila brigando com apenas um short, top e um capacete fino, fiquei presa ao chão. Em todas as vezes que tinha vindo aqui, nunca tinha visto Camila realmente lutando. Toda vez que seus combatentes haviam estado em disputa, Camila sempre tinha ficado do lado de fora do ringue, ou em um dos cantos, onde ela gritava dando instruções. Quem olhasse Camila e não a conhecesse, pensaria que ela era um donzela em perigo, por causa de sua estrutura corporal pequena e o rosto mais doce. Vendo-a lutar com Dinah e com sucesso derrubar a mulher mais jovem e maior, me fez ofegar.

A julgar pelos gritos e assobios dos homens assistindo a luta, eu não era a única impressionada. A expressão chocada de Dinah mostrava sua surpresa. Um segundo depois, ela parecia determinada a escapar do estrangulamento que Camila tinha colocado em cima dela, mas o tronco e pernas em volta de seu corpo, esmagando suas costelas tornaram isso impossível.

Engoli em seco, quando Dinah finalmente foi forçada a bater no chão e aceitar a ajuda de Camila para ficar em pé. Cuspindo seu protetor bucal, Camila começou a fazer observações.

Colocando seu protetor de boca de volta no lugar, Camila deu em Dinah um soco tímido que a empurrou para trás. Com os braços levantados, Dinah pulou de um pé para o outro antes de atingir Camila na mandíbula. Minha mão voou para a minha boca para abafar o meu grito de terror.

Recuperando-se do soco, Camila deu outra duas vezes mais forte do que recebeu de Dinah que a fez oscilar e, em seguida, bateu com o punho no lado da cabeça da outra mulher. Apesar da proteção, Dinah cambaleou e acabou contra o muro de suporte.

Camila ficou para trás e esperou pacientemente que Dinah se recuperasse da tontura. Elas bateram as luvas e começaram a treinar novamente. 

Como diz o ditado, tamanho não é documento. 

Quanto mais tempo eu assistia Camila lutando, mais difícil ficava de respirar, mas não porque estava com medo por ela.

Engolindo em seco, lambi meus lábios e olhei em volta, nervosamente. Ninguém parecia ter notado que meus mamilos estavam franzidos e apertados pressionando contra meu sutiã. Orei para que a estampa preta e branca do meu vestido camuflasse o suficiente para esconder o meu estado de excitação.

'O que há de errado comigo?'

Eu não conseguia entender por que a visão de Camila batendo em Dinah estava me deixando tão quente. Certamente isso não era normal.

'Que tipo de namorada era ativada por algo tão brutal e violento?'

Aparentemente, meu tipo. Eu silenciosamente reconheci, enquanto desesperadamente tentava ignorar o latejar dolorido entre as minhas coxas. Eu nunca tinha negado que uma das coisas que achava tão atraente sobre Camila, era seu lado durão. Depois que ela me salvou de membros de gangues armadas com as mãos nuas, eu nunca havia duvidado de que ela iria me proteger. Havia algo incrivelmente sedutor sobre ser amada por uma mulher que faria qualquer coisa para me manter segura.

Mas isto? Na verdade, vê-la lutar? Maldito. Inferno. Eu queria correr minhas mãos gananciosas por seus seios suado e cair de joelhos para adorar seu grande pau que eu amava tanto. Eu queria sentir o seu corpo empurrando dentro de mim e aquelas mãos correndo sobre minha pele nua com a intensidade suave que eu tinha aprendido a esperar dela.

Quando Camila fez uma pausa para tomar água, seu olhar se concentrou em mim. Ela sempre pareceu sentir a minha presença e desta vez não foi diferente. Seus olhos se estreitaram e sua mandíbula ficou tensa. Eu segurava firmemente as alças da minha mochila e me perguntava o que ela estava pensando. 'Será que ela sabia que eu estava praticamente ofegante por ela?'

Ela esticou o polegar em direção ao seu escritório, em silêncio, ordenando para que eu fosse lá esperar por ela. Eu não conseguia ler a expressão em seu rosto.

Desviando o olhar do ringue, fui caminhando pelo ginásio até seu escritório. Eu fechei a porta, mas não fechei as cortinas porque queria vê-la. Larguei minha mochila na cadeira em frente de sua mesa, me sentei em sua cadeira de couro giratória e me conectei ao software de contabilidade. O gerente do ginásio estava de licença médica e eu tinha entrado em cena para cobri-lo. Isso me deu a chance de usar minhas habilidades de contabilidade e me ajudou a sentir como se estivesse pagando Camila por toda a generosidade que ela tinha me mostrado.

Não que ela tivesse me cobrado um único centavo! Nos primeiros dias da nossa relação, eu tinha ficado desconfortável com as belas coisas que ela me dava e sua insistência em me apoiar para que eu pudesse terminar meu mestrado. Eu tinha aprendido rapidamente que Camila verdadeiramente não esperava nada em troca por sua ajuda. Ela não jogava isso sobre a minha cara ou usava isso como uma arma quando argumentava. Ela havia deixado claro que ela fazia essas coisas para mim, porque me amava. Era simples para ela.

Embora ela nunca tivesse perdido uma chance de me dizer o quanto me amava, Camila parecia encontrar grande prazer em me mimar. Eu fiz questão de assegurar que gostava e apreciava as pequenas coisas que ela fazia para mim, como piqueniques e bilhetes doces enfiados em minha bolsa ou livros didáticos, tanto quanto as coisas ostensivas. Aceito que Camila é uma mulher adulta plenamente capaz de decidir a melhor forma de gastar o seu dinheiro e deixo por isso mesmo.

Incapaz de me concentrar sobre os valores da folha de pagamento na minha frente, mantive olhares através da janela. Camila e Dinah continuavam a treinar enquanto Taylor, um de seus treinadores mais confiáveis, gritava instruções. Eu entendia agora por que esses homens eram combatentes legítimos e por que caras e mulheres como, Dinah, pagavam tanto dinheiro e passavam por tanto sofrimento no processo de formação de Camila.

Quanto mais tempo a assistia lutar, mais excitada ficava. Espremendo meus joelhos juntos, peguei a garrafa de água em sua mesa, abri a tampa e tomei um longo gole. O fluido fresco que desceu pela minha garganta não ajudou a aliviar a luxúria escaldante que me queimava.

Quando Camila saiu da gaiola, ela olhou em direção ao escritório e nossos olhares se chocaram. Ela só olhou para longe de mim uma vez, foi quando Taylor desamarrou a fita de suas mãos. Rapidamente, ela desapareceu no vestiário e saiu alguns minutos depois com um calção e top diferente e com os pés descalços. Enxugando o rosto e pescoço com uma toalha limpa, ela caminhou em direção ao seu escritório com passos determinados.

Com o calor da excitação colorindo meu rosto, tentei parecer ocupada. Meu núcleo vibrava como um enxame de borboletas enquanto contava os segundos até que ela entrasse pela porta. Engoli em seco quando as dobradiças fizeram barulho, mas não olhei para cima imediatamente, fingi que estava concentrada em uma coluna de números na tela do computador.

"Laur?" ela falou meu nome com um tom tenso que eu não estava esperando.

Olhando para ela, mantive meu olhar focado em seu belo rosto e não nos músculos do seu abdômen, que me tentanvam tanto. Tentei de novo ler seu rosto, mas não consegui. Havia uma tensão em torno da boca e uma dureza em seus olhos castanhos que me surpreenderam.

"Sim?"

Ela fechou a porta, mas não chegou mais perto da mesa. Segurando a toalha em suas mãos, ela olhou para mim.

"Eu não sabia que você viria hoje."

"A folha de pagamento tem de ser processada até terça-feira. Eu queria terminar até segunda-feira à tarde."

"Oh." ela deve ter me flagrado admirando seus seios, por onde caíam algumas gotas de suor, porque ela limpou sua pele com a toalha, arrastando as fibras brancas sobre seus seios.

"Eu não sabia que você ainda lutava assim."

"Eu não luto. Só entrei no ringue hoje porque o parceiro de Dinah está doente e Chris não podia sair de uma reunião." Camila hesitou e torceu a toalha em seus dedos.

"Ouça, meu anjo, o que você me viu fazendo no ringue..., eu não sou mais aquela mulher. Você tem que entender que é apenas a prática, você nunca vai ver esse lado meu fora desta academia."

Eu finalmente entendi por que ela parecia tão tensa. Meu coração doía por saber que ela mostrou seu lado vulnerável para mim e só para mim.

"Eu sei que você nunca iria me machucar. Eu não tenho medo de você."

"Você nunca teve um motivo para ter verdadeiramente medo de mim. Você nunca me viu assim." Ela fez um gesto em direção ao ringue.

"Eu sou uma mulher violenta, Laur. Nunca se esqueça disso."

"Você era um monte de coisas, mas não é mais. Eu sei quem você é agora e isso é tudo o que me interessa, Camz." Com esperança de colocar sua mente à vontade, decidi ser honesta com ela. "Assistir você lutar não me assusta. Na verdade, ... hum ... me excita."

A surpresa estava estampada em seu rosto.

"O quê?"

Engoli em seco, ansiosa.

"Isso me deixou muito excitada."

Sua boca estava inclinada de forma inocente, torta, que sempre fez meu coração disparar.

"É isso mesmo?"

"Sim."

Ela me estudou por um momento antes de se virar e ir marchando até a janela. Ao vê-la fechar a cortina, agarrei a borda da mesa e esperei para ver o que ela faria em seguida. Quando ela trancou a porta, respirei um pouco mais rápido. Uma sensação selvagem balançou meu núcleo. Certamente uma de nós precisava ser responsável e eu encontrei a coragem de falar.

"Camz, aqui?"

"Sim."

"Mas ... agora? Com um ginásio lotado de pessoas?"

"Sim."

"Mas eles vão nos ouvir."

"Isso é muito provável." Com um brilho malicioso nos olhos, Camila caminhou em minha direção e me levantei da cadeira.

Ela me virou e me sentou em cima da mesa. Segurando a parte de trás da minha cabeça, ela caiu de boca na minha, reivindicando meus lábios com um beijo apaixonado, tinha tanto fervor que me deixou tonta.

Eu gemia e agarrava seus braços, sentindo os músculos flexionado sob meus dedos. A quantidade louca de calor que irradiava de seu corpo incrível me surpreendeu. Corri minhas mãos sobre sua pele, desejando já estar nua.

Como se tivesse lido minha mente, Camila tirou meu casaco e puxou meu vestido.

"Onde está o zíper?"

Salpicando seu pescoço com beijos, eu disse:

"Na parte de trás, mas tire o cinto primeiro."

Ela tirou o cinto e atirou para trás. Voltando para mim, ela encontrou o zíper e puxou para baixo. Plantando as palmas das mãos contra a mesa, levantei minha bunda apenas tempo suficiente para que ela tirasse meu vestido. Camila o jogou sobre a cadeira e rapidamente meu sutiã se uniu a ele.

Agarrando minhas meias e calcinha, Camila empurrou para baixo pelos meus quadris e coxas. Ela ainda teve que tirar minhas botas de couro pretas de salto alto. Fiquei emocionada pela forma como ela me despiu, arrancando e puxando tudo para deixar minha pele nua mais rápido.

Envolvendo minhas pernas em volta de sua cintura, apertei seus ombros e puxei para mim. Beijá-la com minha pele nua me fez gemer. Ela deslizou os dedos nos meu cabelos, agarrando os fios em seu punho e duelou sua língua contra a minha. Quando ela me beijava assim, não havia nada a fazer a não ser me segurar para o passeio selvagem que isso prometia. Embora ela sempre fosse um amante atenciosa, Camila possuía este lado dominante e feroz que às vezes não conseguia conter.

Como hoje.

"Oh! " Engoli em seco quando a boca dela caiu sobre meu mamilo. Ela chupou forte e passou a língua sobre o pico vermelho antes de me mamar novamente. Eu arranhava suas costas, ainda vestida com o top, querendo que ela parasse e querendo que ela não parasse. A sensação de sua boca apertada no meu seio viajou até ao meu clitóris latejante e ela absolutamente sabia disso.

"Você está tão molhada que posso sentir seu cheiro, meu anjo."

Às vezes, Camila dizia as coisas mais sujas, coisas que faziam a minha buceta e coração vibrarem ao mesmo tempo.

Como que para provar que ela estava certa, ela deslizou os dedos ao longo da minha fenda gentilmente me sondando. Ela me penetrou com facilidade, seus dedos me espetaram profundamente me fazendo gemer.

"Camz..."

"Você quer mais do que os meus dedos?" Ela trabalhou com seus dedos dentro e fora de mim em um ritmo tão lento que me atormentava.

"Será que você quer minha língua aqui? " Camila rodou as pontas dos dedos em todo o broto inchado do meu clitóris antes de mergulhar os dedos de volta dentro do meu canal.

"Ou será que você quer o meu pau aqui?"

Eu queria tudo, mas tinha que escolher. Deslizando minha mão em seus shorts soltos, encontrei seu pau enorme. Ela seguiu em frente, dobrando seus quadris para que sua ereção deslizasse contra minha palma.

"Eu quero isso dentro de mim."

Ela emaranhou sua língua com a minha.

"Faça, Laur. Mostre onde você quer o meu pau."

Queimando com paixão e necessidade, eu não tive que ser mandada duas vezes. Eu empurrei seus shorts para baixo e libertei sua enorme ereção. Puxei para mim e arrastei a coroa lisa através das minhas pregas rosadas. Amando a forma como ela se sentia quando a cabeça de seu pênis brincava no meu clitóris, eu fiz isso de novo e de novo até Camila estar gemendo.

Alinhando com a minha entrada, o empurrei dentro da minha buceta antes de envolver meus braços em volta do seu pescoço e olhar para aqueles olhos castanhos que tanto me amo.

"Me faça gozar, Camz! "

Rosnando, ela empurrou para dentro de mim e saqueou a minha boca com aquela língua má. Não havia nada de suave ou fácil sobre essa união. Hoje à noite, no conforto do nosso quarto, eu estava certa de que Camila iria me amar de forma lenta, sensual que me deixaria com os olhos marejados e trêmulos. Agora, ela estava me mostrando seu lado primitivo, que deixava meus joelhos fracos e os meus dedos enrolados.

Camila empurrava dentro de mim com tanta força que a mesa tremia sob nós. Mesmo com a música alta e o nível de ruído geral do ginásio, eu não tinha dúvida de que os lutadores dos equipamentos mais próximos ao escritório de Camila poderiam nos ouvir. Isso deveria me deixar envergonhada, talvez quando a onda de luxúria finalmente desaparecesse, mas isso não aconteceu. Tudo o que eu conseguia pensar era no quanto eu amava essa mulher e como ela me fazia sentir.

Quando Camila agarrou a minha mão e empurrou para baixo entre os nossos corpos, eu sabia o que ela queria que eu fizesse. Acariciei meus dedos em volta do meu clitóris no ritmo que eu mais gostava, esfregando e esfregando aquela pérola rosa até minha buceta apertar em torno de seu pênis. Minhas coxas apertaram sua cintura, os meus mamilos pulsavam incessantemente enquanto eu subia mais e mais alto.

Pouco antes de saltar sobre o abismo do Canyon de êxtase, nossos olhares se travaram.

Castanho no verde, verde no castanho.

Abaixo da luxúria que escurecia seus olhos, vi o mesmo amor profundo e apaixonado refletido de volta para mim. Isso me levou à loucura. Enterrei meu rosto contra seu pescoço e sussurrei seu nome uma e outra vez enquanto estremecia por causa do orgasmo.

Agarrando minha bunda em suas mãos, Camila me levantou da mesa. Eu apertei minhas pernas em volta dela e capturei sua boca, mostrando a ela o quanto eu a amava com nosso beijo interminável.

Ela empurrou para dentro de mim mais duas vezes antes de bater tão profundamente que me deixou ofegante contra seus lábios. Eu podia sentir seu pênis inchado e o calor se espalhando dentro de mim enquanto ela me balançava em seus braços e gozava.

Sempre muito gentil, ela me abaixou até a mesa, mas não se afastou de mim ainda.

Me segurando perto, Camila fez amor com a minha boca, de forma lânguida, adorável e sussurrou coisas doces para mim. Eu acho que jamais iria me cansar de ouvi-la me chamar de seu anjo.

Quando ela dizia isso, eu acreditava.

Correndo o polegar sobre meu lábio, Camila sorriu para mim.

"Talvez eu devesse contratá-la em tempo integral."

"Você não vai ter qualquer trabalho feito."

"Este lugar praticamente funciona sozinho."

Eu agarrei o braço dela.

"Mentirosa."

"Bom…" Ela admitiu "Acho que eles precisam de mim mais vezes dentro do ringue de treinamento."

Eu acariciava seus seios, os apertando, a livrando do top.

"Eles precisam de você para muito mais do que isso."

Ela inclinou meu queixo e segurou o meu olhar.

"E você, meu anjo?"

Olhei em seus olhos e lhe disse a verdade, mesmo que me assustasse o fato de ser tão apaixonada por ela.

"Eu preciso de você como eu preciso de ar."

Seus olhos brilharam com felicidade de amor e posse.

"Todos os dias acordo esperando que possa mostrar o que você significa para mim, que você é tão essencial para mim como o ar, a luz do sol, a água e a comida. Vou para a cama todas as noites sabendo que isso nem sequer chega perto."

Colocando seu rosto entre minhas mãos, a forcei a olhar para mim.

"Você me mostra. Todos os dias …" Adicionei e a beijei com todo o amor que eu poderia reunir.

"Eu não posso acreditar em quão sortuda sou por ter você, Camz. De todas as mulheres do mundo, você me escolheu."

Ela piscou rapidamente e pensei ter visto um leve brilho de lágrimas. Tão rapidamente quanto o brilho apareceu, ela desapareceu. Ela apertou os lábios no topo da minha cabeça.

"Às vezes me pergunto como o destino conspirou para nos colocar juntas naquela tarde, quando você veio me pedir ajuda."

Eu descansei minha bochecha contra seus seios, agora descobertos. Pensando em todo o amor que nós compartilhávamos e nos amigos que em breve estariam sentados ao redor de nossa mesa para compartilhar o dia de Ação de Graças, por todo o bem que tivemos em nossas vidas, eu sorri.

"Talvez nós sejamos apenas pessoas realmente de sorte..."

FIM


Notas Finais


Espero que tenham gostado.

Eu agradeceria, imensamente, se vcs comentacem, ficaria mais fácil saber oq vcs querem.


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