História Can Do - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Kai, Sehun
Tags Baekyeol, Chanbaek
Exibições 376
Palavras 3.154
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Esporte, Famí­lia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Estamos aqui novamente. Eu achei que esse capítulo não fosse sair, pois eu andei bem mal esse mês, talvez tenha sido o pior de todos. Mas eu queria muito conseguir e ele está aqui. Entretanto, gostaria de dizer a vocês que não está mil maravilhas, eu realmente tive que dar tudo de mim para atualizar. Mesmo assim eu espero que vocês gostem de coração e já agradeço muito a atenção de vocês para com a fanfic sempre. Obrigada mesmo.

Alias, o próximo é último mesmo. Sim, a fanfic esta no finalzinho.

Capítulo 11 - O Renascer de Park Chanyeol


Muita coisa mudou na minha vida depois do meu aniversário.  Eu andava bem mais feliz e acho que a razão para isso se chamava Baekhyun. Bom, o fato das férias estarem chegando também me deixava bem contente, eu tinha inúmeros planos para colocar em prática. Talvez fosse um combo início de namoro mais liberdade da escola. O fato era que a cada dia que se passava mais eu me sentia pronto para começar uma nova fase da minha vida.

A primeira atitude que eu esperava tomar diante de tudo isso era me livrar dos remédios. Claro que não dava para eu parar de tomá-los da noite para o dia, mas eu estava pronto para conversar seriamente com a minha psiquiatra e com a minha psicóloga para ver se já era possível ir diminuindo as doses. Porque eu me sentia bem de verdade! E isso era a melhor sensação já sentida por mim. Sabe, beijar na boca é bom demais, porém conseguir ser feliz sem nenhuma amarra, sem nada te puxando para baixo, ah, não inventaram nada melhor.

O que me deixava mais espantado é que as coisas ao meu redor não havia mudado drasticamente, para ser sincero, a mudança acontecera em mim. De repente eu não tinha mais aquela visão nublada e distorcida do mundo, do meu futuro ou de mim mesmo. A minha impressão é que alguém havia me ensinado a colorir a vida novamente; e era isso que eu estava fazendo, colorindo-a pouco a pouco.

Eu tinha muito que agradecer a Baekhyun, especialmente depois de assumirmos nossos sentimentos um para com o outro. Ele é o tipo de pessoa que te faz derreter com apenas um “bom dia”. Mas eu não posso dar todos os créditos a minha melhora para ele. Minha mãe esteve sempre ali, dia após dia, me aturando, me amparando e me ajudando no que fosse. Minha irmã, coitada, aguentava todo meu humor diariamente e meu pai fazia exercício físico mesmo a contra gosto subindo e descendo comigo. Eu tinha tanta gente do meu lado me querendo ver bem, querendo cuidar de mim... Fui um grande cego por causa da depressão, mas me livrando desta inimiga consegui perceber que eu sempre tive muito amor me envolvendo, eu só não permitia que isso me atingisse.

Filosofias daqui e dali, como eu já havia contado, as férias estavam batendo na porta e só faltava uma semana de aula para todos jogarem a mochila no canto do quarto esquecendo-a por ali durante um longo mês. O clima de final de ano trazia consigo a festa natalina, o espírito de paz e o de competição. Sim, era a última semana de jogos do campeonato interescolar e o time de Sehun estava para disputar a final. A escola inteira estava ansiosa com a partida, se eles ganhassem seria o nosso primeiro título na categoria 13 a 14 anos. Todos estavam torcendo muito.

E eu como um grande fã de esportes e do meu amigo de cabelo colorido, fui assistir a grande final acompanhado do meu namorado mais nerdzinho do mundo. Aquele dia nem teria aula, era o último e a escola só abriria para sediar o jogo. Baekhyun passou em minha casa pela manhã e após tomarmos um delicioso desjejum, com direito a ovos e bacon, pegamos um ônibus e seguimos para escola trocando mensagens com o astro do time.

Chegando lá, seguimos direto para a quadra que começava a encher de alunos com pompons, faixas e tudo quanto é tipo de apoio. Estava bem bonito de ver! Até parecia como a final de um torneio de basquete de um filme que havia sido lançado alguns anos atrás, chamado High School Musical. Eu cheguei a comentar com Baekhyun que no ano seguinte, quando eu disputasse a final de basquete paraolímpico, ele teria que ir vestido de Gabriela e cantaríamos “We breakfree”. Só então percebemos como éramos similares aos personagens e caímos na gargalhada. Era comum rirmos por qualquer bobeira.

Decidimos que sentaríamos na parte mais baixa da arquibancada devido a minha dificuldade de locomoção, mas eu bem sabia que ele queria ficar alguns degraus mais acima até porque a visão era bem melhor. Após muito pensarmos, meu melhor amigo e também namorado fez algo que eu nunca esperei que ele fizesse na minha vida. Ele soltou a fita que segurava-me na cadeira, passou meus braços ao redor de seu pescoço e com uma expressão de quem está quase morrendo de tanto fazer força, ele me pegou no colo e subiu tropeçando em tudo e em todos até chegarmos lá no alto. Eu fiquei da cor de um pimentão, se não para mais vermelho que isso. Todo mundo olhou e o baixinho assim que me colocou sentado, ficou com um sorriso todo lindo e orgulhoso, parecia um pavão se exibindo para as outras pessoas, como se dissesse “olha que namorado maravilhoso que eu sou”. E eu me senti uma princesinha da Disney sendo levada pelo príncipe... Mas quer saber, gostei muito, seria uma ótima princesa. Vou mandar essa dica para a Disney depois.

Ficamos tagarelando sobre o que faríamos durante o recesso escolar, e eu só fui perceber que o jogo estava prestes a começar quando anunciaram no microfone a entrada dos jogadores. O alvoroço foi total e Byun e eu não perdemos a oportunidade de zoar com o nosso amigo; pegamos alguns pompons que havíamos separado sem o mais novo saber e começamos a sacudir gritando bem alto “Sehun lindo e gostoso”. Foi hilário! Eu nunca vou esquecer a expressão de pânico do atleta quando nos viu “tietando” daquela maneira. Ele mandou logo um dedo do meio para nós dois que caímos na gargalhada pela milésima vez em menos de uma hora. Era muito divertido zoar com o “machinho” Oh.

Após algumas apresentações dos times e anúncio de algumas regras, o jogo começou verdadeiramente. E foi aquele jogo de fazer você vibrar do primeiro instante até a última batida da bola no chão. Eu suei frio, roí todas as minhas unhas, arranquei meus cabelos, berrei até sentir a garganta doer, mas valeu a pena. Os meninos ganharam de três sets a zero, numa competição extremamente difícil e numa vitória bastante merecida. A comemoração foi linda mesmo! Com direito a bexigas caindo do telhado da quadra, fogos de artifício e o hino do time cantado em uma só voz. Eu me arrepiei inteiro, mas confesso que tudo isso não chegou nem aos pés do abraçado gostoso que ganhei de Baekhyun e do sussurro que ele deu em meu ouvido me fazendo sentir a pessoa mais vitoriosa do mundo, muito mais do que qualquer um que estivesse dentro daquele ginásio.

 

-É muito bom te ver tão feliz e empolgado assim. Se você soubesse o quanto eu desejei te ver feliz. Eu te amo, Chany.

 

Que loucura, eu viajei da Terra a Lua num segundo. Derreti-me inteiramente nos braços dele e em meio aquela confusão toda eu só queria beijá-lo e dizer que estava tudo bem, que eu era feliz sim e que nunca mais deixaria de ser. Mas algo me fez ser forte e controlar o meu impulso de colar meus lábios aos dele. Foi algo muito bom por sinal, pois quando desviei meu olhar para longe, vi Choi nos observando como um corvo sedento por comida. Qualquer deslizada nossa e eu sabia que ele não perderia a oportunidade de foder comigo. Por isso logo me afastei de Byun. Ele me olhou levemente confuso, mas logo eu também deixei como um segredo em seu ouvido um “eu te amo” e ele tornou na sorrir.

Descemos a arquibancada aos poucos e ele me ajudou a sentar na minha Ferrari, queríamos parabenizar Sehun, porém eu bem sabia que seria quase que impossível chegar perto dele já que o mesmo estava cercado por milhares de menininhas loucas para tirar foto e um pedacinho do herói do dia. É obvio que o nosso amigo mulherengo não estava achando ruim não, pelo contrário, dava para perceber em seu rosto que ele estava amando a popularidade lhe abrindo portas para futuros “rolos” amorosos. Acabamos o cumprimentado de longe, com aceno e só então ele desviou de suas futuras namoradinhas para vir pular em meu colo como era de costume.

A cadeira nem estava travada quando Sehun pulou. Foi um micão só, pois ela deslizou para trás, o Baekhyun quase caiu, eu que não estava preso também quase fui pro chão e o vencedor bateu o queixo no braço da Ferrari. Só desastre. Rimos mais uma vez e nos abraçamos em trio reforçando ainda mais a amizade bonita que tínhamos. Sehun agradeceu o nosso apoio e depois nos convidou para irmos comemorar junto ao time, numa lanchonete perto da escola. Eu queria muito aceitar, entretanto sabíamos que era um momento deles e que nosso amigo havia sido bem educado de nos convidar. Então recusamos delicadamente e logo nos despedimos do atleta que não deixava o sorriso morrer no rosto por um segundo. Eu estava feliz por ele.

Assim que desviamos da multidão, Baekhyun e eu deixamos a escola e seguimos para o ponto de ônibus. As férias estavam apenas começando, mas eu já achava que era hora de colocar meus mil planos em ação; e o primeiro deles era jogar basquete. Sim, eu havia acabado de começar as aulas com o professor Jongin, e estava amando com toda a minha alma. Cada movimento que eu reaprendia era uma vitória particular. Apesar de estar apenas duas semanas nisso, sentia como se eu estivesse treinando desde sempre. Era muito bom começar a me sentir vivo novamente, repleto de esperanças e com vontade de vencer.

Com um pacote cheio de coisas boas em minha vida, eu precisava mostrar para meu pequeno anjo os meus progressos por mínimos que fossem. Então decidi que não deixaria o nerdzinho ir embora e iria arrastá-lo comigo até meu treino da tarde.

 

-Baek, eu estava pensando aqui... Aproveita que hoje não tem aula de tarde e que entramos nas nossas lindas férias e vem me ver treinando.

-Ah, Chany eu adoraria, mas meu pai quer que eu faça umas coisas para ele.

-Baek você está me escondendo algo? –Virei rapidamente minha cadeira fazendo o menor dar um passo para trás. –Conta logo.

-Não é nada, Chan. –Ele insistiu, mas a sua felicidade morreu ali naquele momento.

-Você não precisa ter medo de contar as coisas para mim. Somos namorados não somos? –Falei sentindo minha bochecha ficar vermelha porque dizer que Baekhyun era meu namorado ainda era uma coisa assustadoramente incrível. –E somos amigos também.

-Você está certo. –O seu sorriso renasceu e eu fiquei um pouco mais aliviado. –Meu pai anda pegando muito no meu pé ultimamente. Ele diz que não vai ficar me sustentando e que eu tenho que arrumar um emprego de meio período.

-Ah então é isso? E você já arrumou um?

-Não, mas ele quer que eu saia procurar algo hoje e se eu te falasse isso eu sabia que você iria querer faltar em seu treino para me acompanhar.

-Você me conhece bem mesmo. –Segurei em sua mão e ele ficou levemente assustado, olhando para os lados, então logo a soltei. –Desculpe.

-Enfim, eu não quero que você perca seu treino, então eu vou para a casa e depois eu te ligo.

-Eu tenho uma ideia melhor. –Levei minha mão até o bolso de minha calça e peguei meu celular. Baekhyun ficou me olhando com sua sobrancelha levantada até eu lhe dar uma resposta do que estava acontecendo. –Prontinho, agora é só esperar um pouquinho.

- Esperar o que?

-A gente descobrir quando você vai começar a trabalhar.

-Como assim, Chan?

-Mandei uma mensagem para minha mãe dizendo que você estava interessado em ajudá-la no restaurante. –Comentei como se fosse algo extremamente simples. –Se prepara para lavar muita louça comigo viu!

-Você pediu um emprego para mim para a sua mãe? –Ele parecia bem espantado.

-Não é bem assim, mamãe já estava precisando de mais gente no restaurante. Eu só achei alguém para a vaga.

-Não acredito que você fez isso! É por isso que eu amo você. –Então ele me abraçou com força e eu quase chorei de emoção porque eu sou muito sentimental mesmo.

 

Seguimos para o local onde eu treinava e fomos recebidos com um agradável sorriso de Jongin. Era engraçado porque o Baekhyun tinha um ciúme bem infantil a respeito do meu professor e eu poderia levantar e sair andando para provar a ele que não tinha nada a ver, mesmo assim, o teimoso dizia que os olhares de Kim eram muito sedutores. Só viajando na maionese esse meu namorado. Ele me apoiava, óbvio, mas eu sempre tinha que escutar sobre como Jongin se aproximou demais de mim sem motivo aparente. Isso porque nem tinha como ficarmos muito próximos já que ambos estávamos em cadeiras de roda, mas vai discutir com o nerdzinho.

O treino iniciou bem tranquilo, fizemos o alongamento dos braços e eu só na palhaçada para ver o Baekhyun rindo da arquibancada. Depois me concentrei melhor, outros meninos chegaram e começamos a jogar efetivamente. Eu sabia que meus olhos brilhavam, eu sentia que estava depositando minha alma em cada vez que eu chegava a quadra para aprender um pouco mais. E minha cabeça adorava me incentivar ainda mais com um filme imaginado no qual eu era o protagonista da grande vitória. Eu almejava o interescolar, porém mais que isso, eu queria ser um atleta de verdade. Meu grande sonho estava nas paraolimpíadas.

Suei minha camisa, a cada jogada que os meus companheiros de time faziam, mais eu tentava acompanhá-los e mais alto eu ouvia os gritos de incentivo de Baekhyun. Ficava até meio envergonhado, sabe, da forma como ele pulava chamando atenção de todos na quadra; só que no fundo era toda a animação e perseverança dele que me dava força para prosseguir e não voltar atrás. Por isso eu sorria cada vez mais e tentava com mais vontade superar a minha história, pronto para escrever uma nova.

 

 

 

~~*~~

 

 

Voltei para casa parecendo que tinha pulado na piscina de tão suado que estava. Byun me acompanhou até a porta de casa e mesmo com a insistência fervorosa de minha mãe para que ele ficasse, meu pequeno agradeceu e disse que precisava ir antes que seu pai ficasse bravo. Ele também aproveitou para agradecer a sogra pela oportunidade do emprego e lhe deu um chocolate, o qual havíamos comprado no caminha de volta.

Mamãe ficou toda lisonjeada e deu um beijo na bochecha do Baekhyun que acenou para mim e começou a caminhar me fazendo perder meus olhos em seus movimentos tão sutis. Eu andava tão apaixonado por ele que até uma toupeira (aquele animalzinho cego que vive debaixo da terra) saberia que eu estava afim do menino de óculos. Pois bem, minha mãe que não era lerda nem nada, suspirou fundo e me lançou aquele olhar que você não sabe se chora ou se sai correndo. Como eu não sou capaz da segunda opção e não queria me mostrar fraco pela primeira, engoli meu pranto e fiquei paralisado.

 

-Acho que precisamos conversar, Chanyeol. –Eu sabia que tinha fodido tudo porque Yoora nem estava em casa para me defender. Portanto seria só um filho e uma mãe descobrindo que esse filho sai com meninos.

-Tudo bem. –Falei com a voz quase inexistente. Ela deu as costas assim que entramos e eu tranquei a porta.

-Nem seu pai nem sua irmã estão em casa e eu espero que você seja bem franco comigo. –Ela começou de um jeito bem firme, como o de quem não esta ali para brincar. –Você e Baekhyun são melhores amigos, estão sempre juntos e vejo o quanto esse garoto fez bem a sua vida. Mas eu acho que está acontecendo algo mais...

-Olha mãe... –E ela me interrompeu.

-Não terminei. Por um tempo eu fingi que não era verdade, tentei esconder de mim mesma, só que esta ficando difícil porque parece que vocês não fazem mais questão de esconder. Seu pai... –Então pude ouvir o soluço forte dela. –Seu pai está muito desconfiado, mas você o conhece, ele nunca vai falar nada para você. Ele disse que não terá um filho viado e que se isso for de verdade, ele vai largar a nossa família porque nós vamos sujar o nome dele. E eu não queria estar falando tudo isso para você porque eu sei que você está se recuperando de uma doença maldita e eu tenho muito medo mesmo de te perder filho.

-Desde quando você desconfia? –Foi a única coisa que me veio a cabeça para perguntar. Eu ainda estava assimilando o fato do meu pai ser um escroto. Porque ele sempre foi meu herói e de repente ele estava me dando um pé na bunda.

-Eu não sei te dizer, Chanyeol. Só sei que hoje eu tive a confirmação de tudo isso.

-Você tem razão, mãe. Eu e o Baekhyun estamos namorando e... –Eu pretendia continuar, dizer que nada do que ela me dissesse faria com que eu o abandonasse, mas mamãe começou a chorar tão alto que eu me senti verdadeiramente culpado. –Você pode me bater se quiser.

-Eu não vou te bater Chanyeol. Eu só não sei o que vai ser das nossas vidas daqui para frente, entende?

-Você me odeia, mãe?

-Não, Chanyeol. Eu odeio a situação em que estamos. –E então a senhora Park se virou e mostrou-se verdadeiramente acabada. Meu pai havia a colocado em uma situação terrível ao fazê-la escolher entre o filho e o casamento. Deixei que viesse o meu choro também, estava me sentindo péssimo naquele momento, mas diferente de me deixar levar pelo negativismo que me consumia outrora, ergui minha cabeça e assumi meu verdadeiro eu. Se meu pai não estava pronto para me aceitar, então ele que sairia perdendo.

-Posso continuar escondendo, só que de forma mais efetiva até que a senhora tome uma decisão, mãe.

-Chanyeol, você é meu filho e eu nunca colocaria nada a sua frente. Mas será difícil, será outra onda de maré ruim entende?

-É claro que eu entendo mãe, mas o que seria a vida se não fossem estas constantes ondas que vêm fortes, mas que passam? – Tentei sorrir e abri meus braços; o meu ciclo de depressão estava próximo de se findar e um novo se iniciava, talvez até mais intenso. Mas dessa vez eu estava forte e pronto para enfrentar tudo.

-Você amadureceu muito, filho.

-Obrigado por estar ao meu lado.

-Eu te amo meu filho. Eu te amo.

 

A descoberta da minha mãe foi bem estranha e de uma forma que eu jamais imaginaria ser. Bem menos cruel do que em minhas fantasias, entretanto tão dolorido quanto meus pesadelos. Teríamos que vencer isso juntos, mamãe, Yoora, Baekhyun e eu. E no fundo eu tinha certeza que venceríamos, pois eu havia renascido e agora tinha todas as forças do mundo para lutar pela minha felicidade. 

 


Notas Finais


Não sei se ficou bem escrito, nossa, eu estou realmente nervosa com esse capítulo. Espero que eu consiga finalizá-la logo para vocês, vou tentar não demorar muito para o próximo, porém não garanto nada. Beijos a todos e obrigada.


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