História Can I Be Him? - Capítulo 4


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Categorias André Schürrle, Christian Pulisic, Erik Durm, Lukasz Piszczek, Marc Bartra, Marco Asensio, Marco Reus, Mario Götze, Mats Hummels, Pierre-Emerick Aubameyang, Robert Lewandowski, Roman Bürki
Personagens Marc Bartra, Marco Asensio, Marco Reus, Mario Götze, Mats Hummels, Personagens Originais, Robert Lewandowski, Roman Bürki
Tags Alemanha, Amizade, Amor, Borussia Dortmund, Bundesliga, Esporte, Futebol!, Ingrid Rech, Maximilian Philipp, Patinação, Roman Burki, Romance, Traição
Visualizações 88
Palavras 1.003
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, pessoas! Enjoy.

Capítulo 4 - Ciúmes Daquela Que Não Te Pertence


Fanfic / Fanfiction Can I Be Him? - Capítulo 4 - Ciúmes Daquela Que Não Te Pertence

Depois de conversar com Ingrid, Roman retornou para perto de Durm. Tarefa impossível para o suíço conseguir conter o riso ao deparar se com a cômica cena do colega de time tentando de todas as maneiras possíveis se equilibrar sobre os patins. A expressão de frustração estampada no rosto de Erik, não deixavam dúvidas de que ele estava prestes a desistir de tentar dominar a prática.

- Agora chega! - exclamou em tom irritadiço conforme tirava os patins dos pés e caminhava para fora da pista. - Quando eu era criança, ficar de pé com esse negócio parecia algo bem mais fácil. - resmungou e Roman gargalhou alto, satisfeito pela teimosia do amigo ter tido uma consequência, porém apesar de ter achado todo o rumo daquela situação muito bem feito e claro, merecida, uma parte sua não poderia deixar de se sentir grata a ele, afinal ter que encarar uma pista de patinação não havia sido algo de todo ruim, pois acabou tendo a sorte de encontrar com Ingrid, e melhor ainda ganhou a chance de passar alguns instantes em companhia da bela jovem de olhos verdes. Não era exatamente um fã de patinação, claro que aprender qualquer esporte traz inúmeros benefícios, além de ser uma boa forma de diversão, porém sabia o principal motivo de ter aceitado aquela idéia, estaria mentindo se dissesse que aquela proposta teria tido o mesmo efeito sobre si caso fosse oferecida por outra pessoa.

- Eu sabia que era uma idéia ruim desde o começo. - Roman se gabou e Erik revirou os olhos, inconformado com tamanha demonstração de cinismo por parte do colega de time, pois ele não parecia ter achado aquela sugestão nada ruim enquanto flertava com uma das patinadoras. 

- Você não tem nada do que reclamar. - retrucou. - Eu te vi conversando todo animadinho com uma das patinadoras. - afirmou com a intenção de fazê lo entender que não havia sido prejudicado de nenhum jeito. - E quem levou vários tombos foi a minha pessoa. - completou. - Sequer consegui chamar a atenção de alguma garota. - prosseguiu irritado com sua maré de azar. - A não ser de duas adolescentes que ficaram rindo de mim. - finalizou e Roman riu, se divertindo com as desventuras narradas por Erik.

- Para a sua informação, eu não estava flertando. - tratou de deixá-lo ciente a respeito da postura que mantinha enquanto conversava com Ingrid. - Eu nem poderia fazer isso com ela... - abaixou o tom de voz como se ainda estivesse tentando lidar com aquele cruel fato, infelizmente sua realidade nua e crua, causando certa estranheza em Durm, porém todas as suas dúvidas acerca daquele breve momento de lamento foram saciadas assim que avistou Maximilian, chegando até a pista de patinação e caminhando justamente em direção a bela patinadora com quem Roman conversava a apenas alguns instantes atrás. Max não parecia ter percebido a presença dos dois colegas de clube no estabelecimento, melhor assim, pois a maneira como Roman encarava a cena dele beijando os lábios de Ingrid, deixava evidente o quanto qualquer ato de carinho entre o casal lhe incomodava. Erik fez uma careta estranha, compreendendo tudo. Aquela garota era comprometida com Maximilian, mas tudo levava a crer que Roman também gostava dela. Inevitável constatação de fatos que deixou Durm receoso, temendo os rumos que aquela história poderia tomar, pois todos nós sabemos que nada melhor do que o amor em comum por alguém para conseguir destruir uma boa amizade. Sem querer correr o risco de ter sua presença no local percebida por Max, Roman passou a caminhar apressadamente em direção a saída do shopping, alguns segundos depois, Erik o acompanhou, afinal haviam vindo até o local no carro pertencente ao goleiro.

Enquanto dirigia pelas ruas da cidade de Dortmund, Roman não falava nada, tão preocupado em remoer seus complicados dilemas internos, que sequer parecia se importar com o ridículo papel que protagonizou na frente de Erik, que por sua vez não teve a ousadia de tocar no assunto, tendo a capacidade de entender que o amigo não estava em seu melhor momento para ouvir, tampouco conseguir absorver opiniões contrárias e conselhos que com toda a certeza seriam descartados iguais a lixo, ou seja, por hora estava de mãos atadas.

Na mente de Roman, estava tudo tão confuso, estranho, em seu abalado subconsciente aquela cena de carinho protagonizada pelo casal se repetia várias vezes, judiando de seu coração. De uma hora para outra havia pedido totalmente o controle sobre suas próprias emoções, um homem forte somente fisicamente. Impossível não se sentir um completo estúpido, mau caráter, rótulos que jamais fizera por onde merecer. Não sentia raiva de Max, talvez um pouco, quando nem tinha esse direito, a maior parcela de sua ira estava voltada para si mesmo, tantas mulheres disponíveis nos quatro cantos do mundo e seu coração escolheu amar justamente e com tão pouco tempo de convívio e conhecimento a respeito de sua pessoa, aquela que não podia estar em seus braços, pior ainda movido por tal sentimento sucumbiu facilmente ao vacilo de sentir ciúmes de algo que não lhe pertence, nunca pertenceu, muito menos dera indícios de que gostaria de pertencer, praguejou mentalmente contra o dono de uma posição que tanto gostaria de ocupar. Ingrid pertencia ao seu colega de clube, eles formavam um casal feliz e aparentemente apaixonado um pelo outro, tal constatação que embrulhava lhe o estômago. Se tinha a mais sensata noção de tudo o que acontecia a sua volta, por quê aos seus olhos, Ingrid era a pessoa certa para estar ao seu lado? Jogo de emoções que não pareciam pertencer a um homem adulto bem resolvido consigo mesmo e sempre leal aos seus amigos. Deveria ter encontrado um jeito de evitar tudo isso. Havia uma complicada guerra entre o certo e o errado, bom e ruim, princípios morais contra o desejo de correr atrás da sua verdadeira felicidade prestes a ter início dentro de seu coração e o goleiro ainda não tinha idéia de qual lado era mais forte.



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