História Can I trust them? - Capítulo 6


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Categorias A Rainha Vermelha
Personagens Personagens Originais
Tags Espada De Vidro, Rainha Vermelha, X-23
Exibições 41
Palavras 802
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OI GENTE >D
Finalmente voltei, obrigada a todos os favoritos e aos comentários, tô com notebook de volta ( amém ) e espero que as postagens fiquem mais recentes sem demora.
P.S: Desculpa pelos erros e por ter pouca coisa é que eu não sei tirar da cabeça e por aqui :p

Capítulo 6 - Forte parte 2


Fanfic / Fanfiction Can I trust them? - Capítulo 6 - Forte parte 2

POV HAYLEY

Kilorn dirigia a um bom tempo, saímos do mercado pouco antes de amanhecer e agora o sol já estava quase no meio do céu, o forte parece seguro em questão de distância por que estamos no meio do nada, Former Border ficava perto do lago Eris em Rift o estado do príncipe.

Tudo que eu via era arvores, arvores e mais arvores. O velho caminhão fazia um barulho insuportável, devia ser alguma coisa no motor, estava torcendo para que o combustível não acabasse ou que a lataria se desmanchasse no caminho por causa dos buracos dessa estrada, Kilorn pegou uma via estreita e com desfiladeiros dos dois lados, o caminho não era asfaltado e sim de barro e isso fazia a poeira subir se fossemos muito rápidos mas nem podíamos mesmo, o lata velha estava a 20 km/h e estava querendo se desfazer. O interior da cabine cheirava a cigarro e mofo, os bancos tinham sua costura arrebentada e fazia o enchimento sair e se espalhar no chão, o vidro da janela não subia já que a pequena alavancar estava arrebentada e a minha porta não fechava direito o que fazia um barulho terrível bem perto do meu ouvido (quando chegamos nesse tal forte vou tocar fogo nesse lixo).

Meus pensamentos foram impedidos por uma batida na parte de trás.

_Kilorn? Hayley? Chegamos? _ era a Mare.

Quando eu ia dizer que não Kilorn respondeu.

_ Sim, chegamos _

Foi quando notei que a estrada estreita estrava se abrindo e entrando numa enorme clareira aberta de grama verde, mas não havia nada, nem um só galho seco no meio dela (como assim? Cadê o forte?)

Kilorn parou o caminhão perto da estrada sem adentrar a clareira. Abri a porta que já estava aberta e fui para a carroceria abri as portas junto com Kilorn, quando as duas portas velhas abriram um odor de carne podre saiu junto com Mare e Cal. Olhos de bronze saiu resmungando e ameaçando que se eu fizesse isso de novo eu iria ver, rolei os olhos, Mare não falou nada estava boquiaberta então questionou.

_Cadê o forte Kilorn? _

Literalmente não havia nada só a clareira, que tipo se jogo é esse?

_Está aqui Mare, eu não errei o caminho ela fica exatamente aqui_

Outro doido.

_ Eu não vejo nada_

 Disse com uma paciência que eu nem sei onde arrumei.

_ Tenham calma _

 Cal mandou, estou quase dando meia volta e indo embora quando vejo uma mancha azul passa no meio da clareira como se fosse luzes num show de mágica, conforme as luzes desciam do alto e iam até o chão colunas de tijolos antigos apareciam com um muro alto e desgastado ao redor com partes destruídas pelo tempo. Era o forte.

Não disse nada mas gostei do que vi, ao menos não eram tão burros assim. Cal e Kilorn tiraram os panos velhos que cobriam o rosto, logo depois Mare também os tirou juntamente com as luvas guardando no bolso do surrado casaco. Rift era fria mas nem por tanto, ao meio dia podia-se considerar as ilhas Bahrn.

O forte já estava completo quando o triangulo amoroso andava em direção a ele, e eu logo atrás quando ouvi Cal explicar para Mare que eram placas de disfarces militares roubadas.

Logo em frente havia um enorme portão de grades de ferro subia nos dando passagem para a parte de dentro, pedra acima de pedra formava as duas torres, levantei a cabeça e vi dois homens vigiando. Entrei mas adentro do lugar e vi um pátio aberto com o chão de pedras e algumas graminhas insistindo em nascer, nas laterais haviam uma cobertura de madeira e no final do pátio tinha uma área com cobertura também em madeira onde havia mesas e uma pequena concentração de pessoas comendo eu acho. Ouvi um barulho abafado, eram as placas fazendo-nos ficarmos invisíveis.

Logo que chegamos no pátio o portão fechou fazendo barulho onde todos olharam para nós e vieram correndo para o triangulo amoroso, adultos, jovens, velhos e poucas crianças que ficaram empolgadas em ver Cal, abraçando sua perna, haviam um pequeno menino de luas de couro que Cal pegou no braço.

Eles não tinham medo? Raiva? O que ele tinha, o que eles tinham que deixaram euforia nos outros, por causa da revolução? Por que eram seus líderes? O que era?

Me atrapalhei em meus pensamentos quando todos deram espaço para uma mulher loira passar, ela era esbelta e com cicatrizes de guerra, tinha uma faixa no braço amarrada com o símbolo da guarda, será ela a líder?

_ Mare, Kilorn, Cal _ ela os cumprimentou e me encarou.

_ Farley, ela é a Hayley nos ajudou a chegar ate aqui, deixei com que ficasse_ Mare disse

_ É claro_ a tal Farley disse.

  

 

 



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