História Can The Joker love ? - Capítulo 27


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 27 - Vigésimo


Fanfic / Fanfiction Can The Joker love ? - Capítulo 27 - Vigésimo

Numa loja de CD's na cidade de Gotham há muito tempo atrás....

Uma linda mulher entra fazendo os sininhos da porta soltarem um barulho. Ela vai nos CD's de rock clássico.

Um homem de cabelos pretos e olhos azuis fica olhando pra ela discretamente, pelo menos pra ele era discretamente.

- Olha se vai ficar me olhando, podia pelo menos me pagar um café. - Ela diz olhando uns CD's.

*Ele ri*

- Você percebeu... - Ele fala meio envergonhado.

- É... - Ela vira pra ele.

- Então... você também gosta de rock clássico ? - Ele diz pegando um dos DVD's da prateleira.

- Não, é um presente pra uma amiga. Bem que você podia me ajudar né? Eu não sei nada sobre rock clássico.

*Ele ri e fica olhando os DVDs, até que pega um e leva até as mãos dela*

- Hummm parece uma boa escolha. - Ela diz analisando a capa.

- Pra mim não tem melhor rock que esse. - Ele diz.

- Humm okay, então quer tomar um café ? É o mínimo, já que me ajudou num presente super importante. - Ela diz e ri mostrando seu perfeito sorriso.

*Ele sorri também*

- Ham... Claro - Ele diz sem jeito.

- Sou Jeannie - Ela estende a mão.

- Joseph. - Ele aperta e sorri.

Dias atuais

- Jeannie ? - Pergunta Arlequina. Quem é Jeannie ?

*Coringa chacoalha a cabeça pra voltar a realidade*

- Uma pessoa que devia estar morta - Ele diz franzindo a testa.

- E você preso. - Ela diz apertando os punhos.

*Ele ri*

- E quem vai me prender ? Você ?

*Ela sorri e chuta Arlequina na barriga, colocando um pano em seu nariz para ela desmaiar, Coringa tenta se aproximar mas Zatanna da uma chave de pernas em seu pescoço o fazendo cair*

- Ora, ora, ora. Alguém ainda sabe usar as pernas. - Ele sorri malicioso.

- O que aconteceu com você ? - Ela pergunta com os olhos tristes.

- Deixei de ser tão sério ! - Ele diz e ri descontroladamente.

*Ela bufa e taca um pó roxo em seu rosto que o faz desmaiar*

Um tempo depois Coringa acorda atordoado, olha por todo lado, nenhum sinal de Harley, e isso não era nada bom... Irritado, o palhaço do crime volta para casa e se acomoda no sofá com um copo de whisky.

- Chefe ? Tá tudo bem? - Um dos capangas pergunta se aproximando.

- Ah, está muito bem... - Ele diz olhando para lareira. - Hoje é dia de reviver o passado. - Ele sorri. - Quero que descubra aonde uma tal de Zatanna está vivendo, rápido que eu vou pegar as ratoeiras. - Ele joga o copo de whisky no fogo da lareira.

Não muito longe dali...

Eu acordo presa numa cadeira, olho ao redor meio tonta ainda.

- Olá ? Tem alguém aí ? Essas coisas machucam muito. - Digo Mr referindo as correntes.

*Zatanna aparece*

- Aff você de novo... - Eu bufo.

- Não se preocupe que até o final do dia meu rosto vai ser um dos menores problemas para você. - A mágica diz.

- Ok Jianni, se você tá dizendo... - Arlequina diz tentando irrita - lá.

- Não te dei o direito de me chamar assim em momento nenhum, para pessoas como você... - Ela aponta para mim. - É Zatanna.

- Zatanna ? - Arlequina gargalha. - Parece Savana, você nasceu numa por acaso ?

- Tudo é piada pra você ? - Zatanna pergunta com raiva.

- Só o que tem graça - Ela sorri.

*A mágica aperta os punhos*

- Não posso te matar, ainda. Mas assim que eu puder...

- Nossaaa, temos uma assassina aqui, que medoooo. - Harley diz fazendo caras e bocas. - Queridinha você não é a primeira que tenta me matar. Sobrevivi ao Pudinzinho até hoje, você é fichinha.

*Zatanna se senta de frente pra Arlequina*

- Pudinzinho ?

- Éééé ! É como eu chamo o meu docinho, o Senhor Coringa. - Digo meio sem paciência.

- Coringa... Você sabe quem ele era?

- Hammm o Coringa talvez ? Daaahhhh. - Reviro os olhos.

- Ele era o homem mais doce e gentil que eu já tinha conhecido. - Ela diz e se lembra de algo.

*Joseph chega*

- Jeannie, querida, cheguei. Trouxe comida... Bom, pouca... mas foi o que deu pra comprar com o dinheiro do ônibus. - Ele diz e sorri pra ela.

- É o suficiente meu amor - Ela vai até ele, pega a pequena sacolinha em suas mãos e depois o beija.

- Eca, eca, eca ! Que cena mais repugnante ! - Eu me debato na cadeira.

*Zatanna revira os olhos*

- Olha só, Savana. O Puddinzinho não é tão gentil assim como você ta dizendo... Ah espera ai. Já entendi... - Sorrio. - Você ta querendo dar uma de Arlequina não é ?!

- É Zatanna, e não eu não tô querendo dar uma de ninguém. O Joseph era um homem bom até o acidente...

- Ihhh, adoro acidentes ! - Eu digo animada batendo palminhas.

- Porque? Gosta de ver o sofrimento alheio?

- Não, Savana. É que acidentes não acontecem. - Digo com um sorriso malicioso.

*Zatanna olha para ela e lembra do dia em que Joseph se tornou o Coringa*

Jeannie estava dormindo num sono pesado, depois de passar o dia todo tentando arranjar um emprego.

Ela acorda assustada com o cheiro de fumaça e corre até a porta. Ela anda devagar tentando não desmaiar mas quando chega no 2° andar, Jeannie cai.

- Bom, e aí ? Você morreu ? - Eu pergunto nem um pouco interessada.

*Zatanna respira fundo*

- Não, eu não morri. Alguém me  tirou do fogo. - Ela diz.

- Ata, bom pra você. Me sequestrou só pra me contar isso ? - Eu pergunto tentando pegar meu celular com muito esforço no bolso.

*Ela revira os olhos*

- Você é uma doente mental que mesmo que eu tente explicar, não vai entender...

- Nossa... As palavras magoam ás vezes sabia ? - Digo um tanto sarcástica.

*Zatanna a ignora*

*Eu consigo pegar o celular e aperto pra ligar pro Puddinzinho*

- Nossa, que cheiro ruim.. Aonde estamos mesmo dona Savana ?

*Zatanna respira fundo*

- Estamos aonde o Joseph morreu e aonde o Coringa nasceu um dos maiores vilões que Gotham já teve. - Ela diz triste.

- Correção, o maior dos vilões que Gotham tem ! - Eu sorrio dando ênfase na palavra maior. - Meu Puddinzinho.

- Que seja - Ela volta a polir sua arma.

*Coringa, furioso joga o celular pela janela e pega sua lamborghini*

- Então... Será que tem algo aí pra comer ? - Eu pergunto tentando soltar minhas mãos.

- Não - Zatanna diz seca.

*Eu bufo, olho pra cima e vejo uma sombra pulando de uma janela pra outra*

- Er... Dona Savana - Eu digo.

- Aí o que é ?! - Ela pergunta irritada.

- Tem alguma coisa na janela, eu vi uma sombra...

*Zatanna olha pra cima e não vê nada*

- Fica aí - Ela manda e vai em direção a sacada.

- E você acha que eu vou aonde amarrada ? Besta - Eu digo.

*Zatanna anda até a janela e olha em volta mas não vê ninguém*

- Aff, isso que dá confiar em palhaça. - Ela diz vira de volta e acaba tropeçando num macaquinho de brinquedo.

- Mas o que... - Ela pega o macaquinho e olha pra ele que solta um gás verde pela boca fazendo-a desmaiar.

- Savana ! - Eu grito e tento me soltar o mais rápido possível.

- Doutora Quinnzel... - Um homem baixo entra.

*Eu tento olhar mas ele está numa parte escura demais pra eu ver seu rosto*

- Quem é?! - Eu pergunto.

- Um velho amigo. - Ele ri.

*Eu me assusto com a sua risada e me debato na cadeira. Ele ri mais ainda e joga uma bolinha perto de mim*

- Ai não... - Minha cadeira cai de frente pra bolinha.

*Um gás sai de dentro dela me fazendo desmaiar e ele ri outra vez mas mais histérico*

Uma hora depois....

*Coringa chega na fábrica não muito feliz e procura por Arlequina e Zatanna*

- Zatanna! Eu estou aqui, porque não começamos a brincar ? - Ele sorri com um revólver na mão.

*Ele encontra Zatanna desmaiada e vai até ela*

- Ou ! - Ele dá tapinhas na cara dela mas ela continua desmaiada.

- Era só o que me faltava. - Ele olha em volta e para quando vê o macaquinho.

- Mas o que ... ? - Ele o pega e vê um bilhete grudado.

"Sua vez de jogar.

De : Homem Brinquedo."



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