História Can you be my hero - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Monsta X, Sistar
Personagens Hyoryn, Hyung Won, I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Min Hyuk, Personagens Originais, Show Nu, Soyou, Won Ho
Tags All In, Fighter, Monsta X, Perfect Girl, White Girl
Exibições 52
Palavras 594
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Visual Novel
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Quero colar a capa da fanfic na testa.
Eu to muito muito muito muito animada para escrever essa fic,vocês não tem noção ;=;
Espero que gostem. <3

Capítulo 1 - Sinopse.


Fanfic: Can you be my hero

Capitulo um: Um ano atrás.

 

- Seohyun-

Mais uma vez eu estou em meu quarto pensando no que eu errei. Não é possível que seja tão difícil para ele me ver como eu sou. Enxergar-me como alguém que só quer o bem dele e que não falo as coisas por maldade.

Para todos ele é o drogado da família, aquele que eu e minha avó já devíamos ter desistido faz anos, e ainda assim, sempre o defendi com unhas e dentes, com todas as minhas forças, com todo o meu desejo mais insano de provar para todos que ele tinha sim chances de mudar.

Mas pelo visto me enganei.

Não foram pelas palavras sujas, pelo jeito violento, ou até mesmo pela forma em que ele veio em minha direção como se fosse me bater. Foi apenas as lembranças e a sensação de frustração que me fizeram ir para o fundo do poço. Tudo se tornou raiva e decepção e ao longo dos minutos em que o ouvi me expulsar e falar mal da minha avó que lutou tanto por ele.

Fomos as únicas que ficamos perto dele, eu só queria ser aquela que ele iria agradecer no final de tudo e dizer que sentia orgulho. Queria poder deixar que minha avozinha dormisse em paz pelo menos uma noite e esquecesse que o filho dela é um alcoólatra, com problemas com drogas mais pesadas e que batia na mulher. 

Arrependo-me amargamente de ter o respondido no momento da briga, de ter o lembrado das vezes que ele ameaçou a minha avó, que ele até mesmo ameaçou a minha mãe com uma faca e a derrubou por cima de mim quando eu era apenas uma criança. Mas já fazia anos que eu queria ter essa brecha para poder dizer tudo que estava preso e não comentava por medo, por receio de acabar apanhando. Mas simplesmente não dava. Falei até ele ficar quieto e fui embora. Engolindo meu orgulho, minha raiva, o choro e principalmente a vontade louca de desaparecer por ter o mesmo sangue que ele.

Nunca foi tão difícil olhar para minha avó e explicar o que aconteceu. Cada palavra doía tão profundamente, mas eu estava tão anestesiada com a decepção que nem mesmo consegui demonstrar tudo que sentia. E até mesmo quando ela me disse que por mais que estivesse na cara, não conseguia perder as esperanças nele, que ela iria rezar por ele todos os dias, iria fazer de tudo para que ele mudasse.

Vê-la tão determinada, apesar de ter sofrido inúmeras ameaças, ter sido obrigada a sair da própria casa e morar em um apartamento tão pequeno, tão ruim para ela na idade que está... Me deixou em pedacinhos.  Não conseguia nem mesmo segurar o choro quando voltei para casa, queria ajudar, queria mudar tudo e começar do zero. Mas não existia um jeito.

Dias depois eu decidi, iria usar a única coisa que faço de melhor e faria o impossível para ajudar minha avó e talvez meu pai. Eu iria retirar minha avó daquele apartamento e fazer com que meu pai sentisse orgulho e saísse do poço em que ele está agora.

Esperei então as audições da Starship começarem, era lá onde meu grupo favorito estava, haviam acabado de debutar e eu queria muito ficar perto deles, pois querendo ou não, nos momentos difíceis, eu ouvia suas músicas e era como se tudo ficasse bem.

Fiz a audição, aguardei uns dias e então me chamaram finalmente.

Eu, Kim Seohyun, me tornaria trainee da Starship Entertainment.



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