História Can you be my hero - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Monsta X, Sistar
Personagens Hyoryn, Hyung Won, I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Min Hyuk, Personagens Originais, Show Nu, Soyou, Won Ho
Tags All In, Fighter, Monsta X, Perfect Girl, White Girl
Exibições 30
Palavras 2.904
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Visual Novel
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


BOM DIA PESSOINHAS *---*
OLHA QUEM PERDEU O SONO PQ TEVE IDEIA PRA FANFIC? EUZINHA.
Bom, desculpa já desde inicio caso tenha algum erro ortográfico, mas eu não vou revisar por agora... Talvez mais tarde. Eu to morrendo de sono finalmente e preciso dormir um pouquinho.
Espero de verdade que gostem <3

Capítulo 3 - Feridas


Ep. 3 – Feridas.

 

- Seohyun –

 

Acordei aos pulos com o meu telefone tocando sem parar, nem sabia ao certo o que estava acontecendo, mas sabia que algo bom não era, afinal de contas, quando minha avó liga as 6h da manhã pra mim, sabendo que eu teria que ir para o treino uma hora depois.

Atendi ao telefone um pouco sonolenta e procurei pelos meus óculos no criado mudo, colocando-os e retirando os cabelos do rosto.

- Bom dia, vovó. – Resmunguei e apoiei a cabeça na parede.

- Seohyun, seu pai precisa de você! Eu não posso ir, não acho que vá dar conta... – Ela dizia em um tom estranho de voz. Eu podia imaginar claramente as mãos trêmulas segurando o telefone e talvez até mesmo sua pressão estivesse alta.

- Tudo bem, não fica nervosa! Eu vou resolver isso! – Tentei acalma-la e desliguei o telefone.

Não queria ver meu pai tão cedo. Desde aquela briga na qual ele me expulsou de casa, eu realmente não queria vê-lo pelo menos até conseguir dinheiro suficiente para ajudá-lo.

Me vesti rapidamente e prendi os cabelos, não ia dar tempo de fazer absolutamente nada, nem mesmo comer. Afinal, seja lá o que está acontecendo agora, não podia deixar minha responsabilidade de cuidar da minha família de lado.

 

Enquanto corria para a casa de meu pai, disquei o número do K-Will sunbae o mais rápido que pude, ele era o único que poderia me atender naquele momento, o que foi feito rapidamente.

- Sunbae! – Eu o chamei.

- O que houve? Por que ligou tão cedo? – Ele perguntou curioso.

- Eu preciso muito resolver um problema familiar... Vou acabar me atrasando um pouco... – Não dei espaço para muitas perguntas, mas como ele sabia de praticamente tudo,  suspirei pesado.

- Seu pai? – Perguntou ele, eu apenas concordei. – Tudo bem! Qualquer coisa me ligue.

 

Desliguei o celular e guardei no bolso. O tempo também não estava dos melhores e eu estou louca de fome.

Pergunto-me o que ele aprontou desta vez, o que de tão errado ele cometeu para que me ligassem sabendo que eu não posso fazer muito contato familiar por enquanto.

 

Não demorou para que eu pudesse avistar o grande problema que havia acontecido. A casa estava em chamas, havia pessoas em todos os lados, encarando sem saber o que fazer e meu pai estava de joelho em frente à homens armados e bem vestidos. Naquela hora eu congelei.

Parei automaticamente quando vi toda aquela situação. Eu me criei naquela casa praticamente, e eu nunca tinha visto meu pai implorando por vida, muito menos para homens que aparentavam ser de algum tipo de organização.

Sabia que não podia ficar parada ali e precisava resolver isso, mas como? Nem mesmo sabia a gravidade da situação. Lembrei-me de minha vó dizendo que ainda tinha esperanças em cima do senhor Wook e suspirei pesado tentando controlar meu medo de entrar naquela confusão.

Corri até meu pai e o ajudei a levantar, ele se apoiou em mim, consequentemente me deixando suja de seu sangue por causa dos ferimentos sofridos. Ele me olhou e olhou para os homens, eu só conseguia o olhar e pensar no que fazer.

- Appa, o que aconteceu? Quem são eles? A nossa casa está assim por quê? – Eu perguntava baixinho para que só ele ouvisse, mas um homem em minha frente se aproximou e me empurrou, fazendo com que meu pai caísse novamente.

- Seu pai estava apostando de novo. – Ele respondeu sendo direto e então usou a arma para apontar para a casa. – Isso foi punição por não pagar o empréstimo que ele fez.

- E-Empréstimo? – Perguntei, o homem assentiu. As pessoas em volta apenas comentavam entre si, o que me deixava mais confusa ainda. – E isso foi uma punição? – Perguntei e olhei para a casa que ainda pegava fogo. – E se ele estivesse lá dentro? Poderia estar morto!

- Não fique bancando a filha boazinha, Seohyun. – Wook se levantou lentamente, e me encarou irritado.

- Appa!? – Eu não sabia o que fazer, queria ajudá-lo apesar da raiva, mas ele mesmo fazia com que eu desistisse da ideia. – Eu não estou aqui por você! Por favor, me explique o que está acontecendo. – Pedi e tentei manter a calma.

- Você é igual a sua mãe! Uma cadela desprezível. – Ele comentou e retirou um cigarro do bolso e em seguida um isqueiro, acendendo-o como se nada estivesse acontecendo. – Eu preciso pagar a dívida ainda não é?

- Se você não pagar, você sabe o que lhe aguarda, não é? – Outro homem comentou enquanto sorria maldosamente.

- Aí está o pagamento.  – Meu pai dizia enquanto apontava pra mim, na hora eu não entendi, mas após observar os olhares maliciosos dos homens e até mesmo o olhar de alívio do meu pai após me “vender”, fez com que meu coração parasse de vez.

- Que tipo de pessoa você é? Agora você está me vendendo para sustentar seu vício? – Fiz do possível ao impossível para manter a calma e não me exaltar, mas isso fez com que eu perdesse totalmente o controle. – Se a avó viesse agora, você a venderia também?! – Eu perguntei, ele apenas assentiu. Não consegui conter minha raiva naquele momento, era demais pra mim.

Ele apenas concordou com algo tão absurdo, para ele era simples, vender as pessoas que ele ama para sustentar as drogas e vícios horrendos que ele tinha. Nada importava e esse não importar me fez perder totalmente a cabeça e esquecer por um momento que ele era meu pai.

Levei  a canhota com tudo em seu rosto, batendo-o com força, porém recebi em troca um soco que até mesmo me derrubou no chão. Aquilo despertou em mim o medo que eu sentia pelo meu pai, a dor que eu senti após tantas brigas e ver tantas ameaças, de fato despertou também as lágrimas presas desde aquela época até então. As lágrimas que segurei por um ano. Pelas noites que não consegui dormir por lembrar dele me mandando embora. E agora meu coração mais uma vez estava despedaçado e eu não podia nem mesmo me esconder em algum lugar e chorar, na realidade eu tinha que sair dali o quanto antes.

Definitivamente não deixaria ninguém me pegar, me levantei e dei alguns passos para trás, os homens não entenderam de fato o que eu estava fazendo, afinal de contas a casa atrás de mim estava pegando fogo. Sem nem mesmo olhar para trás, caminhei pelo canto estreito que havia entre a casa e a parede de concreto, a fumaça quase me fez perder totalmente o ar, e por pouco não pegou fogo no meu casaco, mas consegui chegar no muro que ficava atrás da mesma, devia ter uns dois metros. Estava acostumada a fugir por ali quando meu pai e minha madrasta brigavam. Subi rapidamente enquanto ouvia os homens gritando para dar a volta na casa. Eles queriam muito receber o pagamento pelo visto.

Acabei saltando de qualquer jeito e isso deu consequência em um pé torcido no final da queda, este que me fez resmungar de dor baixinho. Mordisquei o lábio inferior com força para que ao menos naquele momento conseguisse segurar o choro e então sai correndo.

Corri para qualquer direção, não importava para que lugar eu estivesse indo desde que não me pegassem. Me escondi em um beco qualquer e peguei o celular, deveria ligar para minha avó e pedir para que ela fosse para a casa da minha tia. Bem provável que ela estivesse com o telefone em mãos, pois me atendeu assim que a chamada começou.

- Ele está bem? – Ela perguntou, eu engoli em seco ao ouvir sua voz.

- Halmoni, faça uma mala e vá para a casa da tia Hye, por favor. – Eu pedi sem graça.

- Mas ela esta morando em Daegu.  O que aconteceu? – A curiosidade e preocupação dela estavam me matando.

- Por favor, vá para lá, eu lhe envio o dinheiro agora mesmo e a senhora vai ainda hoje, certo? Prometo que vou explicar tudo depois, mas me promete que vai fazer isso. – Eu pedi, quase implorei. Ela apenas concordou e  desligou a chamada.

Fiz a transferência do dinheiro pelo celular e o guardei em seguida. Eu estou no meu limite. Não consigo correr por causa do meu pé, meu coração está acelerado e eu simplesmente só quero chorar de dor e raiva.

Levei ambas as mãos no rosto, batendo em minha face levemente para tentar manter o controle e resolvi sair do beco, passando a caminhar sem rumo. Tudo estava deixando o clima digno de pena, eu mancando, a dor, a chuva que começava a cair.

Eu não podia ir a um hospital, pois iriam querer saber o que aconteceu, não podia ir para a delegacia, sobraria para o Appa e minha Halmoni poderia adoecer e isso é o que eu menos desejo. Voltar para a Starship nem pensar! Existem pessoas importantes lá e não posso colocá-las em risco. O sunbae me deu a opção de ligar...

Sacudi a cabeça ao pensar na possibilidade de ligar para ele, eu não deveria fazer isso!

Mas existia um lugar que eu poderia me esconder e ninguém iria me achar! Era um pequeno parque que ficava mais afastado do centro de Seoul e não ficava tão longe da Starship, eu poderia me esconder por lá e ir embora depois.

 

Depois de quase uma hora caminhando, eu cheguei ao local. A chuva não parava de jeito nenhum e eu podia prever o resfriado que pegaria no futuro.  Acelerei o passo até a casa na árvore que havia ali e sorri pela primeira vez no dia ao me lembrar que brincava aqui com um antigo amigo de infância que provavelmente agora deve estar gravando alguma novela.

Entrei na pequena casa e me encolhi em um dos cantos, me sentindo segura pela primeira vez no dia.  O que não foi algo bom, pois acabei desabando em lágrimas, lágrimas que eu queria negar de todas as formas.

Naquele momento tentei me apegar até aos acontecimentos de ontem para ver se me animava, mas nada adiantava, não era o Wonho nem o Kihyun que iriam me fazer parar de chorar.

 

- Algumas horas depois.

 

Abri meus olhos lentamente, devo ter pegado no sono enquanto chorava e nem mesmo percebi. A chuva havia parado e estava noite. Peguei o celular para verificar as horas, mas o mesmo já havia descarregado. Suspirei pesado e desci da casinha lentamente, meu pé estava bem inchado, não queria arriscar mais ainda.

Olhei para o céu e estava estrelado novamente, talvez tudo tenha se acalmado não é?  As roupas estavam fedendo a molhado e isso me irritava bastante, principalmente minha renite. É, acho que devo voltar para o dormitório agora.

Como era perto, não me preocupei em andar rápido, mas isso foi de fato um grande erro meu, pois logo ao meu lado um carro preto estacionou e um homem enorme saiu do mesmo segurando um taco de baseboll. Congelei mais uma vez, não ia conseguir fugir, eu estava entre o prédio da Starship e um beco sem saída praticamente, pois se eu voltasse para o parquinho, ou eu seria pega por mais caras ou ele mesmo me pegaria.

Dei alguns passos para trás sem desviar o olhar e no momento apenas pedi baixinho para que ele não me levasse embora.

- Seohyun-

- Hoseok-

- O show estava incrível, não acham? – Minhyuk perguntava com um largo sorriso nos lábios.

- Sim! Eu sabia que Fighter seria um sucesso tanto quanto as outras canções. – Eu o respondi com a mesma empolgação, e não tinha dúvidas, assim como nossos álbuns anteriores, o novo estava fazendo o mesmo sucesso e até mesmo mais.

- Vocês viram a cara do K.Will? – Jooheon perguntou e deu um sorrisinho. – Parecia até mesmo orgulhoso!

Saímos do carro da empresa e então nos direcionamos para o prédio onde ficava os dormitórios. Shownu havia ficado para trás, pois ele tinha ido comprar sorvete e nós ficaríamos o esperando aqui na frente.

- E eu o achava um quase monstro na época do No Mercy. – Resmungou Hyungwon, colocando as mãos nos bolsos do casaco e rindo das próprias palavras.

Nosso desempenho com certeza estava melhor do que de um ano atrás quando debutamos. Nenhum de nós guardava rancor daquela época, não tínhamos arrependimentos e agora éramos mais unidos do que nunca.

Meu coração agora já pode bater mais aliviado, pude ajudar minha mãe e agora ela não precisa pagar as contas e tudo que ela gastou comigo, eu vou dar em dobro para ela, e principalmente, quero a deixar sempre muito orgulhosa.

Paramos em frente ao prédio e ficamos conversando ali por alguns momentos, até que fomos distraídos por uma voz que pra mim e aparentemente para Kihyun, era um tanto familiar.

 

- Me solta!!

- Você é minha, sabe disso!

- Eu não sou! Me solta, por favor, se afasta!

 

- O que é aquilo? – Perguntou Minhyuk voltando o olhar para mais longe, assim como todos os outros.

A garota de ontem estava fugindo de um cara enorme, o mesmo segurava o braço dela e talvez em uma tentativa de fazê-la desmaiar, a batia inúmeras vezes com um taco de baseball. Aquilo era demais para mim e pelo visto não fui o único a me irritar, no momento em que corri para ajudar, os outros garotos já estavam correndo também e logo que chegamos, notamos a garota machucada e ainda assim se mantendo acordada.  O homem nos encarou e então a jogou no chão, senti meu sangue ferver, independente de quem fosse aquela mulher, aquele tipo de covardia não se fazia com ninguém.

- Vá embora. – Ordenou Changkyun com o seu jeito sério, o rapaz que estava em nossa frente, veio na direção do maknae, mas a garota se levantou e o puxou.

- Pare, deixa eles irem embora. – Ela pediu em tom baixo e ofegante de voz, o cara então usou o taco mais uma vez, batendo no estômago da garota, a fazendo ir para o chão mais uma vez.

Aquilo foi além do meu limite, não consegui segurar minha raiva e fui para cima dele, dando-lhe um soco no rosto e levando um em troca. Pude sentir o gosto do sangue em meus lábios e o olhei irritado.

- Você quer mesmo brigar conosco? – Perguntou Hyungwon tentando manter a seriedade. – Quer aparecer na TV por ter agredido os membros do Monsta X e esta garota? Realmente? – Perguntou ele aumentando o tom de voz. O homem suspiroue então deu um passo em direção ao Hyun que se manteve parado.

- Eu disse para deixá-los em paz! – A garota se pronunciou mais uma vez. Seu tom de voz era choroso, dava para perceber que ela estava sentindo muita dor.

Ela se levantou mais uma vez, lentamente e aquilo me deixou louco de vontade de pegá-la no colo e levá-la para um hospital. Seu pé estava inchado, haviam arranhões e hematomas por todas as partes visíveis de seu corpo.

- Crianças! – Ouvi uma voz mais ao longe, era K-Will. Ele veio correndo e tão assustado quanto nós com a tal situação. – Seohyun?

- Sunbae! – Ela o olhou com uma expressão de alivio, dando um sorriso ao ver o mais velho. Eu então aproveitei para ir até a garota e a puxar para perto, retirando meu casaco e colocando em volta dos ombros dela. Em seguida a pegando no colo sem deixar nem mesmo que ela falasse algo. E pelo visto nem forças ela tinha para falar, pois assim que a peguei, a mesma se aninhou em meu peito e se deixou levar pela dor.

- Quem é você?! – Ele perguntou e empurrou o homem que foi pego desprevenido ao ter o taco puxado com tamanha forçadas mãos do mesmo e recebendo dois golpes no estômago. – Saia daqui antes que eu chame a polícia!

Aquele desgraçado não pensou duas vezes e se afastou, eu olhei para os outros garotos sem entender e então Minhyuk se aproximou da garota que estava em meus braços.

- Ela vai ficar bem? – Perguntou ele assustado. Ninguém sabia responder, eu olhei para o sunbae e apertei a garota. Acho que ela estando comigo agora, permaneceria tudo bem.

- Vamos levá-la para o hospital. – K-Will falou preocupado, os outros meninos apenas concordavam ainda confusos. Logo Shownu chegou sem entender nada e com o sorvete em mãos.

- O que aconteceu? – Ele perguntou assustado e enquanto processava a cena. Entregou o pote de sorvete para Jooheon e pegou o telefone, imediatamente ligando para a ambulância.

- Quando eu falei com ela pela manhã, ela me falou algo sobre problemas com seu pai. - O mais velho dali comentou.

- O que vamos fazer? – Perguntou Kihyun os olhando, Shownu me encarou e eu o olhei também.

- Vamos eu, Shownu e Wonho para o hospital e vocês voltem agora para o dormitório. – K-Will ordenou. Os garotos não gostaram muito da ideia, Kihyun e Chang até tentaram contestar, mas não deu muito certo.

Enquanto íamos até o carro do mais velho, me perguntava o que havia acontecido. Não parecia a mesma garota de ontem, a menina que me empurrou e me viu praticamente nu. Essa Seohyun que eu estou vendo agora estava tão debilitada e tão amedrontada, que eu me sinto no dever de ficar perto dela. E não seria o sunbae, muito menos qualquer tipo de regra que me tiraria esse direito.



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