História Can You Feel My Love? - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Asking Alexandria, Black Veil Brides (BVB), Bring Me The Horizon, Memphis May Fire, Sleeping With Sirens
Personagens Andrew "Andy" Biersack, Ben Bruce, Denis Stoff, Kellin Quinn, Matty Mullins, Oliver Sykes, Personagens Originais
Tags Andy Biersack
Exibições 26
Palavras 1.165
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Bishoujo, Bishounen, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Hentai, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá meninas, como vão?
Eu queria me desculpar pela demora em atualizar a fic mas eu tenho meus motivos. Infelizmente eu perdi duas cachorrinhas em menos de 20 dias. Eu não estou totalmente bem, mas temos que aprender a lidar a dor.
Quero me desculpar pela edição, eu não estou conseguindo passar direito (como eu editei) aqui pro spirit.
Desculpem algum erro ou algum bug
Boa leitura💚

Capítulo 13 - I'm Back



      Já podia sentir o clima tropical do Brasil. Depois que chegamos no aeroporto de São Paulo, Bela e eu pegamos um táxi até nossa casa. Estava tudo como havíamos deixado, isso era bom. Subi até meu quarto e deixei minhas malas de viagem lá, tomei um banho, e logo mandei uma mensagem para meu pai, dizendo que havia chegado ao Brasil, que estava bem. Em seguida ele me ligou.

~Ligação on~
--filha, oi, tenho boas notícias.
--Que ótimo pai, é sobre ela, não é?
--Sim. Ela está melhorando a cada seção de quimioterapia, claro, ela está bem cansada, mas ela está cada vez melhor.
--Nossa pai, isso é maravilhoso, não vejo a hora de ve-lá. Quando posso ver ela?
--Bom, eu vou conversar com o médico. Mas é provável que amanhã.
--Okay.
--Filha, vai dormir, você deve estar cansada.
--Você também pai, então, boa noite.
--Boa madrugada na verdade.
--Ah, é, claro.
--Tchau filha, eu te amo
--Tchau pai, também te amo. Amanhã vou ai ver você e a mãe.
~Ligação off~

--Bela! -gritei, ela veio correndo até mim.

 --Boas notícias? 

 --Sim.Bela sorriu e correu até mim me abraçando.
--Conte me mais sobre.
--minha mãe está reagindo a quimioterapia. Ela está ficando cada vez melhor, Bela.
--isso é muito bom. Estou feliz.
--Eu também. Amanhã terei de ir até Curitiba, na casa dos meus pais, e vou ver minha mãe no hospital. -sorri, e Bela retribuiu o mesmo.
--Okay, talvez eu fique pra mim arrumar nossas coisas aqui. Ou só organizar, até a gente voltar pro Canadá. E pode usar meu carro.
Eu apenas fiquei em silêncio, flashes vinham em minha mente, tudo em apenas um segundo.
--Mari, eu não quis...
--Não, tudo bem. Irei usar seu carro. Vamos dormir, tá.
--Okay. -Disse a garota envergonhada.

~Na manhã seguinte~
Acordei eram 8:20 da manhã. Me levantei e fui direto a cozinha, eu estava com fome, aproveitei e fiz o café. Bela veio logo em seguida, seduzida pelo maravilhoso cheiro de café que exalava da cozinha.
--amo esse cheiro.
--Eu também. -respondi colocando as coisas na mesa.
--Que horas você vai?
--Não sei bem, talvez 10:00 AM
--Hum, se quiser eu ainda posso ir com você.
--ah se você quiser. -Falei, me sentando na mesa, a frente de Bela.
--Ah eu não sei.
--Bela, se decida logo.
--acho que vou ficar.
A encarei séria.
--Vou ficar.
--Deusa da indecisão.
--Sou. -rimos.
Ficamos em silêncio durante um tempo. Bela mandava mensagens, que, provavelmente eram para Dennis. Eu apenas tentava focar minha atenção ao estado de saúde de minha mãe, no momento era o que mais me interessava. Evitava ao máximo pensar no dia em que as coisas aconteceram. Andy. Minha mãe. Juliet.
Pisquei algumas vezes na tentativa de expulsar aquelas lembranças horríveis e não tão distantes. Infelizmente.
Olhei em meu celular o horário, e já eram 9:00 AM, apenas me levantei levando minha xícara de café até a pia. Subi para meu quarto e fui tomar um banho. Coloquei uma calça jeans azul escura, e uma camiseta branca, junto de um colete preto. Não fiz maquiagem alguma, apenas peguei o carro de Bela emprestado, e fui até Curitiba, antes do que havia previsto. Fui direto ao hospital, meu pai havia mandado o endereço quando eu ainda estava em São Paulo.
Estacionei em frente ao hospital e liguei para meu pai, para que não tivesse problemas com a portaria.
Entrei sem problemas, ele veio até mim e me deu um abraço apertado, dizia sentir muito minha falta. Conversei sobre coisas boas, como eu havia adiado o intercâmbio. Não contei nada sobre Andy, apenas optei por pular esta "parte" da viagem. Uma enfermeira saiu de dentro do quarto de minha mãe e veio até mim, disse que eu poderia entrar para ve-lá. Sorri e olhei para meu pai, que também sorriu em resposta.
--Vai lá filha, conversa com ela, ela não para de falar de você.
Assenti e então eu entrei. Foi um choque encontrar aquela mulher que costumava ter uma vida corrida de trabalho, que tinha belos cabelos lisos e negros em corte chanel, que cuidava de seu corpo, e agora ela está em um quarto de hospital, tratando uma doença grave. Sem seus cabelos por consequência da quimioterapia, sua expressão de cansaço marcará profundamente seu rosto. Então ela notou minha presença, me olhou e sorriu, um sorriso que eu senti saudade.
--Filha!
Corri até a ela é a abracei. Senti meus olhos marejados, eu mal consegui falar.
--Senti falta da minha menina rebelde. -Sorri com os olhos ainda mais marejados.
--Mãe... eu te amo, senti tanto sua falta.
--Eu também, meu amor. Calma, não chora, você está aqui, do meu lado, tudo vai ficar bem melhor agora. -ela beijou minha testa.
Ela parecia tão frágil, tão frágil que qualquer abraço apertado poderia machuca-lá. Me sentei na cama do lado dela, segurando sua mão. O tempo todo.
--Mariana, fale alguma coisa.
--Senti medo, mãe... medo de...
--Menina, coloque isso na sua cabeça. -A olhei fixamente nos olhos cor mel.- você vai ter que me aturar por muitos anos ainda. -Ela riu e abaixou a cabeça.
--É bom mesmo mulher, você é minha guerreira, você é meu exemplo, exemplo de como devo ser, uma mulher forte, que nada abate. -Ela levantou o rosto e sorriu.-Mãe, você é tudo pra mim.
--Então por que foi aquela adolescente rebelde? -nós rimos.
Ficamos em silêncio por alguns minutos, apenas nos olhamos e nos abraçamos.
--E então, como estava sendo lá no Canadá? -Encarei a parede de um azul neutro do quarto, lembrando de tudo. Respirei fundo e menti.
--Estava sendo ótimo mãe.
--Logo você vai voltar, eu vou sair dessa porra de hospital logo, logo. -Eu a olhei assustada.- que foi? Só por que sou velha não posso falar palavrão?
--Não é isso mãe, é que você sempre foi contra a esse tipo de coisa.
--Filha, as pessoas mudam.
Sorri e a abracei, eu adorava sentir o perfume floral de fundo amadeirado que ela usava, por mais o tempo em que ela passasse no hospital, o perfume parecia estar colado a seu corpo. Agora frágil.
    --Filha, aqui tem cada médico bonito.
  --Mas mulher, o que tá acontecendo com você. -eu e ela rimos.
  --Quero que conheça o meu. É um rapaz que daria certinho para ser meu genro.
Naquele momento respirei fundo e pensei no moreno de olhos azuis. Sorri para disfarçar, mas minha mãe, -como sempre- notou que havia algo de errado com a garota rebelde dela.
     --Tem algo lá no Canadá não é.
  --É mãe, tem. Ou tinha, não sei ao certo.  -Suspirei.
  --Quer me contar o que aconteceu agora?
  --Acho que não é necessário, outra hora.
Fomos interrompidas pelo médico de minha mãe, -que realmente era muito bonito, um louro alto de olhos de um azul claro.- ele dizia estar na hora de eu ir, já havia passado do horário de visitas. Me despedi de minha mãe, disse que logo no dia seguinte eu iria visita-lá novamente.

~Três dias depois~
Bela on~


Notas Finais


Quero agradecer aos Favoritos
E peço, novamente, para que comentem, eu não mordo hshshaha, responderei comentários o mais rápido possível.
Acreditem, eu até que sou uma pessoa legal. Eu acho.
Caso vocês queiram, me segue no twitter: @Fuckever_ything
La vocês podem conversar comigo.
Até o próximo capítulo

Indicações:
A primeira é sobre Percy Jackson e a segunda são histórias de terror incríveis.

https://spiritfanfics.com/historia/we-remain-7030235

E também:
https://spiritfanfics.com/historia/strange-stories-6239292


(COMENTEM MEUS AMORES)


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