História Can You Hear My Silence? - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Guns N' Roses, Kurt Cobain, Nirvana
Personagens Axl Rose, Dave Grohl, Krist Novoselic, Kurt Cobain
Tags Axl Rose, Colegial, Dave Grohl, Grunge, Guns N' Roses, Internato, Krist Novoselic, Kurt Cobain, Musica, Nirvana, Romance
Exibições 27
Palavras 1.642
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Desculpem, a demora mas estava escrevendo detalhe por detalhe nesse cap.
Espero que gostem...

Capítulo 11 - Salve-Me!


Fanfic / Fanfiction Can You Hear My Silence? - Capítulo 11 - Salve-Me!

Eu gritei e me senti tão puro e livre ao fazer isso era como libertar aquele Kurt morto dentro de mim, era um livramento, me sentia único, não estava mais trancando, ela havia encontrado a chave, confesso que nem parece comigo agora, estava com medo, mas ela estava gritando "Salve-Me!", estava estampado em seu rosto. E assim que faço isso, ele corre aquele filho da puta, sai correndo como um idiota, então para estuprar uma garota ele era um grande machão? E agora pra enfrentar alguém de verdade, ele preferia correr?


-Desgraçado! -Falo sussurrando.


Ele correu pra algum lugar, e acabei nem vendo, ela só continuou ali, estava amarrada e derrotada, então pensei em ir até ela, mas talvez ela se assustasse e achasse que eu era um psicopata, talvez um pouco, mas eu não deixaria alguém morrer, somente aquele desgraçado e eu veria ele morrer rindo ainda. Decidi ir até la, ela não podia esperar nenhum minuto à mais. 


Corri bem rápido até ela e então a vejo, realmente, seu estado era deprimente e me machucou, eu fui atrás da árvore e bem devagar desamarrei seus pulsos que estavam cortados pela corda, ela solta os pulsos e eles caem bem rápido no chão ela estava inconsciente, seu pescoço estava escorrendo sangue. Eu fui até ela, me agachei e a encarei, uau, ela era tão delicada, linda, com cada detalhe, que parecia ser desanhado, era como ver um anjo, sem asas, se é que eles existiam, mas agora eu vi um, e era o mais lindo do qual acredito que vi, era pequena e indefesa, apesar de tudo, era como se fosse algo feito a mão e eu estava com medo de tocá-la.


Ela abre os olhos bem pouco, quase sem força e ela me olha e suspira, aquilo foi como um presente ela ainda estava respirando, ela tenta levantar a cabeça mas não consegue seus olhos ficam levemente abertos por uns cinco segundos, mas eu pude ver sua alma, perdida e sozinha, mas não era só por aquilo, havia algo mais naquela garota, algo que me deixou curioso e um tanto quanto idiota, confesso, senti vontade de beijá-la, mas não beijei, eu decidi apenas ajudá-la, além disso seus olhos eram azul, não eram como os meus era um azul claro mas nem tanto, era um azul diferente quase igual ao céu, só que ainda mais lindo, era como o infinito, era algo indefinido, do qual encarei e literalmente esqueci do mundo à minha volta, o que eu estava sentindo? Eu estava confuso e literalmente envolvido, com a alma sozinha da minha garota e então ela abre os lábios tetando dizer algo e eu olho pra eles tentando decifrá-los, mas o sangue a atrapalhava e então ela consegue na sua segunda tentiva.


-Salve-Me! -Ela disse algo tão baixo, puro e algo como se tivesse confiado em mim, ela estava com medo de mim mas decidiu pedir ajuda, eu podia ver isso e estava grato, ela queria que eu a ajudasse, isso era tão bom e ela fecha os olhos ao dizer isso, e eu senti meu coração quebrar, pensei por que aquela garota precisou passar aquilo, ela parecia já ter sofrido tanto, que acabei desistindo de dizer que eu estava sozinho e perdido naquele mundo, sem alguém, e o melhor agora era que eu tinha ela.


-Tudo bem...Eu estou aqui agora, vai dar tudo certo. -Eu falo pra ela sussurrando em seu ouvido e ela levemente levanta sua mão e segura na minha e entralaça seus dedos nos meus, sua mão estava gelada, mas ela se esquenta assim que toca na minha, era um toque de agradecimento, suave e muito bom, então eu aproximei dela, que se contraiu um pouco mas eu apenas segurei em seu rosto e beijei o topo da sua cabeça, sento ao seu lado e ela deita em meu ombro, parecia sonho, aquilo não parecia real, até que olho pra ela e ela então começa tocir desesperadamente e eu seguro em sua perna colocando elas em meu braço direito e a outra em suas costas, então consegui pegá-la ela não aguentaria dar mais nenhum passo então ela deita sua cabeça em meu ombro e eu olho pro seu rosto, e fico sorrindo até que fui andando mais rápido e percebi que havia um caminho mais rápido e finalmente, uma noticia boa, eu corria o maximo que podia, a minha mochila também atrapalhava muito, mas havia comida lá e se eu largasse isso ela iria morrer, então minha mão começa a latejar, eu não estava mais aguentando segurá-la, mas continuei, minha mão estava em guerra comigo, eu estava quase caindo pela dor insuportável, mas disse pra mim mesmo, você está quase lá, sua garota, já está em seus braços, repirei fundo e consegui, mas apesar de ser um caminho mais rápido e conhecer aqueles lugares, parecia um eternidade, então ela vai ficando mais fraca e eu vou ficando exausto, eu soava muito, meu cabelo atrapalhava minha visão, pois havia um vento forte e então começou a chover denovo e aquelas folhas e galhos ficavam escorregadios, algumas vezes tropeçei mas consegui segurá-la e segurei minha dor. Apesar de estar tudo ruim, eu não conseguia derrubar minha garota, até que eu sinto meus joelhos tremerem e ela começa a ficar com falta de ar, novamente eu me desespero, confesso, mas sussurrava pra ela dizendo que ia dar tudo certo. Começei a olhar pro céu denovo até que lá no fundo estava a cabana, eu agradeçi na minha cabeça e sussurrei.

-Tudo bem, chegamos.

Eu corri pra dentro e encostei a porta, ela já estava aberta assim que cheguei provavelmente Axl deixou ela assim e me ajudou de alguma forma, coloquei ela um pouco atrapalhado, mas com tamanha delicadeza, e quando termino de colocá-la e soltá-la completamente meu corpo agradeçe, então eu caio sentado no chão tentando recuperar meu fôlego que nem existia mais, então ela acaba ficando do jeito que deixei ela, eu consigo minha respiração e mão melhores e pego minha mochila das costas, coloco na minha frente abrindo o ziper rapidamente, encontro uma garrafa de água que era o que ela mais precisa agora.

Me levantei com um pouco de dificuldade e abri a garrafa jogando a mochila na cama, então seguro na sua cintura, que por sinal seu corpo era macio e ela tinha uma cintura, que eu confesso que fiquei completamente alucinado, nenhuma garota tinha um corpo igual o dela, com coisa que eu já peguei em muitas garotas mas sua pele era suave e macia, era um conjuto do perfeito, eu nunca acreditei e nem liguei pra perfeição, mas ela me surpreendeu, sentei ela na cama, e ela estava um pouco melhor sua tosse havia parado e isso era um ótimo sinal.

-Vem, eu vou te ajudar. -Falei colocando a mão no seu rosto e me ajeitando na cama e colocando seu rosto reto, com muito cuidado, eu então coloco a garrafa em seu lábio inferior e viro devagar, ela abre bem pouco sua boca, mas ela consegue, um pouco de água cai sobre sua blusa, mas ela não se importa, até que com sua mão direita ela me ajuda segurar a garrafa, pois minha outra mão estava completamente terrivel. Ela ainda estava de olhos fechados, mas faz um esforço e consegue mover sua boca para beber a água, ela era tão linda, ela bebia a água sem parar, o que fez ela tossir um pouco pois acabou esgasgando, mas continuou, sua garganta se mexia sem parar e seu desespero pela água fez ela beber toda a água da garrafa sem parar, até que ela bebe o ultimo gole sem mais e derruba a garrafa, abre os olhos me olhando e sorrindo, que sorriso mais perfeito, meu coração disparou e eu senti medo, mas não era medo em si, era apenas insegurança, um mistura louca que não entendi porque sentia.

-Obrigada! -Ela disse mais claramente. -E eu retribui o sorriso e ela me olha por um tempo, até que eu volto pra realidade.

-Você quer um biscoito?

-Sim, por favor! -Ela falou impaciente.

-Aqui! -Falei rindo e dando o biscoito que estava embrulhado em um plástico, do qual ela rapidamente rasga e coloca metade dele na boca e fecha os olhos saboreando.

-Meu Deus isso é bom... -Ela disse engasgando e rimos.

-Eu sei. -Falei pegando um e comendo um pedaço pequeno, por fim acabei fazendo uma cara de dor.

-Você está bem? -Ela diz virando a cabeça para olhar meu rosto.

-Estou! -Falei dando um pequeno sorriso.

-Sua mão. -Ela diz.

-Não foi nada, eu só sou distraído mesmo.

-Você precisa cuidar disso. -Ela fala segurando minha mão e eu sorri, ela me deixava seguro.

-Obrigado, mas eu que preciso cuidar de você. -E ela sorri, terminando de comer o biscoito e melhorando boa parte do seu rosto, no sentido de que ela estava totalmente branca e derrotada, mas agora ela estava melhor.

-O que está doendo? -Falo e ela deita na cama.

-Minhas costas! Elas ardem! -Ela fala colocando a mão no local.

-Acho que aquela árvore não era tão agradável! -E rimos, ela coloca o cabelo atrás da orelha e me encara, eu acabei ficando de boca aberta, até que ela ri e em seguida pego alguns panos, remédios, curativos, que tinha por minha causa mesmo.

-Eu estou horrivel, não estou? -Ela diz olhando seu sangue das mãos.

-Sabia que eu gosto de garotas sangrando? -Falei indo até ela e colocando um pano em sua mão e agachando na sua frente.

-Meu Deus, você é um psicopata?! -Ela diz irônica.

-Talvez. -E ela sorriu, deixei o pano ali por um tempo, enquanto olhava para o seu corpo sem ela perceber, e também vi que ela não parava de me olhar, um silêncio permanecia por alguns minutos, que não era constrangedor por incrivel que pareça, até que ela fala um pouco mais baixinho.

-Seu cabelo é uma merda, mas eu gostei, é o melhor que vi até hoje. -E ela sorri totalmente sincera.


Notas Finais


Você quer um biscoito? <3


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