História Can You Hear My Silence? - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Guns N' Roses, Kurt Cobain, Nirvana
Personagens Axl Rose, Dave Grohl, Krist Novoselic, Kurt Cobain
Tags Axl Rose, Colegial, Dave Grohl, Grunge, Guns N' Roses, Internato, Krist Novoselic, Kurt Cobain, Musica, Nirvana, Romance
Exibições 22
Palavras 1.252
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Pessoas entrei de férias (aleluia), passei nessa merda de matemática, por isso já postei cap novo e com certeza agora vou atualizar mais rápido.
Enfim,
Boa Leitura :)

Capítulo 12 - Meu Psicopata.


Fanfic / Fanfiction Can You Hear My Silence? - Capítulo 12 - Meu Psicopata.

Ela simplesmente me encarava e eu me senti muito envergonhado, senti ficar vermelho e ela riu, mas ela também estava com as bochechas um pouco avermelhadas.

-E digamos que esse seja o melhor elogio que recebi até hoje. -Falei surpreso com o que ela tinha falado.

-Isso definitivamente não foi um elogio mas sim uma verdade.

-Gosto de verdades. -Falei.

-Eu também. -E sorri. Termino de limpar sua mão e pego um pouco de água que ainda tinha na minha garrafa.

-Não você tem que tomar isso! -Ela fala empurrando minha mão.

-Eu estou bem! -Falo rindo.

-De verdade? -Ela fala preocupada e me senti especial, pois as pessoas não ligavam "muito" pra mim.

-Sim. -Disse sorrindo de canto. -Tenho sido verdadeiro. -Falo tentando convencê-la, apesar de saber que queria muito aquela água, minha garganta estava seca, mas ela estava muito pior que eu.

-Promete? -Ela diz ainda desconfiada.

-Prometo. -E sorrimos, eu simplesmente adorei ver seu sorriso de novo, veria ele cem vezes e nunca enjoaria.

-Você acredita em verdade? -Ela disse olhando para o teto e balançando os pés, enquanto eu olhava para ela e colocava a água no pano.

-Faz tempo que estou odiando a verdade. 

-Eu odeio dizer que odeio a verdade. -Ela fala suspirando devagar.

-Mas ao mesmo tempo... -Falo olhando para a janela.

-EU AMO! -Falamos juntos e seus olhos brilham e o meu frio na barriga aparece, então coloco a água na sua mão.

-Desculpa te dizer a verdade, mas isso vai doer pra caralho! -E ela balança a cabeça positivamente e eu sorri.

-Tudo bem que a verdade, se torne uma grande mentir... -E coloquei o pano na sua mão e ela contraiu seu corpo, mordendo a boca.

-Desculpa. -Falei triste.

-Ok, está tudo bem Polly se controla. -Ela disse respirando ofegante e ficando mais calma, tentando conter sua dor.

-POLLY?! -Falei suspreso com a resposta, seu nome era lindo e eu simplesmente nunca havia cruzado com garotas chamadas Polly, sendo que eu sempre amei esse nome, estaria entre os meus três preferidos.

-Então agora o meu psicopata sabe meu nome?! -Ela me olhou rindo e colocando a mão no rosto e eu ri, eu fiquei totalmente imprecionado, à ele dizer "MEU". Sendo que ela era minha garota.

-Minha prisioneira Polly seja bem-vinda ao meu mundo. -Falei me levantando e segurando em sua mão ajudando ela a sentar na cama.

-Obrigada, Psicopata. -Ela disse me olhando, enquanto sentei ao seu lado. -Mas agora pode falar, meu nome é o pior do mundo.

-Pior?! -Falei abrindo a boca e cruzando os braços. -Seu nome está entre os três melhores da minha lista. -E ela riu.

-E por acaso você tem lista de nomes?

-Não digo lista de nomes, mas sim nomes guardados na cabeça.

-Minha própria cabeça é minha lista. -Ela disse abaixando a cabeça e sorrindo e eu olho pro seu cabelo, do qual havia simplesmente admirado agora, ele era lindo, um rosa bem claro como um algodão doce, era liso e estava um pouco bagunçado, era um cabelo longo, que chegava a passar da sua cintura.

-Seu cabelo é lindo! -Falei tirando ele do seu rosto e ela me olha sorrindo.

-Meu cabelo? Ele é a pior merda que já vi até hoje.

-Seu cabelo é diferente e eu gostei dele. Ponto final. -Falei sério, mas com um ar irônico.

-Você é o primeiro a dizer que gostou dele.

-Você também foi a única a dizer que gostou do meu cabelo.

-Sério?! -Ela fala me olhando.

-Sim. -E começei a rir e fiz ela rir também, sem ao menos falar nada direito. -Vou te contar uma história. -Falei e ela se empolga.

-Eu amo histórias! -Ela disse cruzando as pernas e apoiando seu braço em sua coxa e sua mão e dedos embaixo do seu queixo, indo até sua bochecha direita, quando estava me arrumando para ficar frente à frente com ela, vi sua posição fiquei um tanto quanto assustado, eu ficava do mesmo jeito que ela, sem mudar nada, ela então fica me olhando e decido começar a contar, cruzei minhas pernas e coloquei minhas mão na cama, respirei fundo tentando parar de rir de tudo e começei.

-Uma vez uma garota disse que queria "transar" comigo. -Falei abrindo aspas no ar.

-Qual é a das aspas?! -Ela disse me imitando e rindo.

-Sei lá, eu acho que não era definitivamente transar e sim só me beijar e ela fazer todo o trabalho. Se é que me entende. -Falei sussurrando na ultima frase.

-Ah, mas não deixa de ser. -Ela disse com a voz um pouco mais fina. -Acho que você precisa prestar mais atenção nas aulas de educação sexual. -Ela falou sorrindo.

-Talvez a vergonha tenha me deixado quase reprovar nessa matéria. -E começamos a rir.

-Tá, vou confessar, eu também odiava essa matéria, não que eu odiava mas eu literalmente me sentia desconfortável.

-Não é?! -Falei erguendo as sobrançelhas e continuei. -Sabia que você também era assim! -Então ela fechas os olhos sorrindo. -Continuando, então ela marcou até dia, hora.

-Coisas de garotas! -Polly disse revirando os olhos igual à mim e rimos.

-Então eu fiquei completamente animado, ela era bonita, e eu era um virgem bobão com hormônios quase explodindo, sendo que "todos" os garotos viviam falando que haviam pegado tal garota e eu sempre inventava histórias, mas eu cansei disso. Sendo que eu vivia com garotas.

-E eles te julgavam como gay? -Ela disse.

-Sim, exatamente! -Falei sorrindo e ela bufou.

-Garotos são idiotas.

-Sim, eles são. -Falei balançando a cabeça positivamente. -Até que o dia chegou e eu finalmente fui até ela e começou aquela coisa que você já sabe.

-Não sei, me conte detalhes. -Ela disse cruzando os braços.

-Você realmente quer saber?! -Falei rindo.

-Essa história é mais interessante que minha vida inteira. -Ela fala rindo e abrindo os braços.

-Prepare seus ouvidos, pois isso é a pior merda, pior que meu cabelo, esses detalhes são, bem, vamos lá, a gente estava em uma festa e ela me chamou, para dançar com ela, eu fui, mas a música era péssima.

-Estava tocando o quê?

-Alguma merda, sobre vamos fumar maconha e transar até você não aguentar mais. Aquele tipo de rock terrivelmente sexualizado, dos quais você ouve sua vida inteira e só depois entende como eles tratão as mulheres como lixos.

-Eu realmente fui entender isso depois de muito, muito tempo e passei a odiar isso.

-Eu também. Mas mesmo assim eu queria transar com aquela garota como dizia a música. -E ela riu baixo. -Eu precisava levar ela pra outro lugar então fui devagar segurando nela até que ela me beijou, me disse vamos pro quarto, naquele momento eu senti algo estranho.

-Tá bom, essa parte eu já entendi, não entre em detalhed nela. -E ela riu e eu também.

-Pulando essa parte...Eu então tirei a roupa dela, ah e lembrando que eu simplesmente nem sabia em que quarto ficamos era algo bem aleatório, eu apenas fiz coisas que aprendemos em filmes, e então ela faz o mesmo em mim, até que ela diz, que eu era um pouco estranho.

-Não entendi. -Ela diz erguendo as sombrancelhas.

-Ela disse que eu não tinha o corpo que ela procurava e depois daquilo eu simplesmente peguei um trauma do meu corpo, e acabei deixando toda a minha vontade pra lá.

-Que garota filha da p... -E ela para e eu ri dela.

-Mas tudo bem, eu acabei nunca mais me envolvendo com ninguém, ela foi a primeira e última.

-Aposto que ela perdeu o cara mais legal do mundo.

-Você acha? -Falei levantando meu rosto um pouco e olhando pra ela que se aproximou um pouco.

-Não, eu tenho absoluta certeza. -E eu sorri pra ela abaixando a cabeça e ela levanta meu rosto, segurando em meu queixo, então ela beija minha testa e eu fecho os olhos.

Notas Finais


POLLYYY!!! Haha viram a música Polly, tem uma ligação completa com essa história.


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