História Can you help me? (HIATUS) - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug)
Tags Adrinette, Marichat, Romance
Exibições 137
Palavras 2.846
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Drogas, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Me desculpem a demora
Uma amiga muito querida minha: Niiko_Sama sofreu um grave acidente de carro, ai eu fiquei meio deprimida e fui visita-la no hospital
NÃO ELA NÃO MORREU
Só ta mal, mas agoa ela ta melhor.
Enfim, espero q tenha ficado bom

Capítulo 3 - Sweet girl


Fanfic / Fanfiction Can you help me? (HIATUS) - Capítulo 3 - Sweet girl

Olhei–a em duvida, sua expressão era inexplicável, era irada, e determinada, como eu imaginei. O corpo perfeitamente delineado combinava com o rosto angelical e os olhos da meia–noite, misturado com um toque suave do cabelo negro azulado, que refletia por conta da pele branquíssima de porcelana. Os lábios róseos estavam me hipnotizando aos poucos, eu já podia senti o sorriso psicótico que formava em seus lábios trêmulos.

— Fuja enquanto pode, ele não vai parar de te caçar, assim como fez com os outros. – deu uma meia volta pelo pequeno cômodo. A respiração baixa pode ouvir–se por conta do silêncio.

Como...? Como ela poderia ser a Ladybug? Ela parece tão frágil e indefesa... O que merda está acontecendo? Ouvi um riso baixo da parte dela.

— O que foi? O gato comeu sua língua? – dessa vez a risada foi alta e terrorista, mas eu pude ver o enchimento de lágrimas que ia se acumulando em seus olhos, que foram seguradas por parte dela.

Ela me encarou, senti seus olhos perfurarem minha alma e meu rosto ficar rubro, meu coração começou a acelerar, senti borboletas no meu estomago e, a pequena lambida que ela deu nos lábios aumentou todas essas sensações.

— Parece que está corando doutor. – ela veio engatinhando suavemente e sensualmente até as grades. — Algum problema? Você parece tenso. – ela mordeu os lábios. — Porque não vem aqui por cinco minutos? Tenho certeza que eu posso te fazer esquecer.

Engoli o seco, mas o que diabos estava acontecendo? Meu coração batia sem parar e minha boca estava seca, sem contar as borboletas no estomago, mas então, vi a risada alta novamente no cômodo.

— O que foi?! Achou mesmo que isso iria acontecer? – ouvi a gargalhada seca, e um pouco tremula.

— V–Você é doente... – respondi engolindo o seco.

— Você é mais. – ela se se encostou ao vidro junto as grades. — Caso contrario não estaria aqui, caso contrario não teria estragado sua vida assim. – ela respondeu me encarando. — Porque você insiste? Porque me chama de maluca, se sabia que era isso que iria encarar?

Nunca antes, uma pessoa conseguiu confundir minha mente como ela. Ela dizia coisa turvas, e eu já estava começando a pensar pelo lado dela.

— Para falar a verdade Marinette, estou apenas impressionado por te ver. – ela maneou a cabeça, tombando–a para o lado. — Eu realmente achei que a famosa terrorista Ladybug fosse uma mulher durona, forte, tipo a mulher maravilha entende? – ela fez uma expressão mais confusa enquanto continuava com a cabeça para o lado, eu ri. — Mas, você está mais para a Cinderela. – ela inflou as bochechas.

— As aparências enganam não é mesmo? – ela sorriu. — Eu posso parecer a Cinderela, mas no final, todos somos a bruxa. Ou o sapato de cristal dela. – ela levantou–se do chão. — De qualquer jeito, por favor, peça para que me tragam uma cadeira é desconfortável aqui. – neguei com a cabeça.

— Por favor, sente–se e me conte sobre você, seu passado. – falei.

— As pessoas que me perguntaram isso também não saíram–se bem. – ela respondeu me olhando por cima do ombro.

— Por quê? Você apagou suas mentes? – perguntei.

— Não... Elas não existem mais. – senti um arrepio correr minha espinha.

Reach out, grasp nothing but air

(Não segure nada além de ar)

Can’t you see there’s nobody here?

(Você não percebe que não há ninguém aqui?)

Watch out, you’re on your final run and I’m already long gone

(Cuidado, pois essa é sua reta final e eu já estou nela há muito tempo)

— Porque não conversa normalmente comigo? – eu perguntei.

— Você já não disse? Eu sou louca. – pude ver o mínimo sorriso formando–se em seus lábios.  — Me deixe em paz, como sempre, eu não posso te proteger.

— O que?

I’m standing before you

(Eu estou bem na sua frente)

Completely see–throug

(Completamente da forma)

You’ve drawn the outline

(Como você desenhou)

Now looke at me

(agora olhe para mim)

— Eles sempre... Sempre tentam... Mas... Se nem eu consigo escapar, como posso ajuda–los...? Como eles podem me ajudar? – ela me olhou turvo.

Os cabelos negros, tão negros que refletiam na luz com um brilho azulado único, a pele branquinha e meio rosada combinava perfeitamente com a altura, junto com os olhos azuis claros profundos e intensos, tão intensos que me sinto num oceano, onde eu podia me perder ali. A luz opaca que os olhos emitiam não tiravam seu brilho natural, o rosto triste sempre queria derrubar lágrimas, e a boca tremula falavam palavras enigmáticas direcionadas a mim. Era como se tivesse uma nuvem opaca que rodeava seu corpo, e mesmo com o olhar de fúria, eu via a tristeza e ela estava quase clamando por ajuda minha, o que me desconcentrava bastante, sem contar o olhar hipnotizante e penetrante.

I’m a broken frame

(Eu sou um quadro quebrado)

I’m just fun and games

(Sou apenas uma diversão, um jogo)

I’ll keep my poker face, and won’t leave a trace

(Eu irei continuar com o meu rosto sem expressão, e não mudarei nenhum traço)

— Marinette, se continuar com esse linguajar creio que não poderemos nos comunicar. – respondi sereno.

— Eu não quero que você me entenda! Eu só quero que vocês me deixem em paz. – ela respondeu.

— Não podemos deixar você em paz, é a maior procurada de Paris. – digo.

— Se me deixar sair, logo serei a mais procurada da Franca. – ela sorriu travesso, foi ai que minha paciência estourou.

— Você acha que isso é um jogo?! – gritei enfurecido. — Sabe quantas pessoas você colocou em risco? Sabe quantas vidas quase tirou?!

You can keep the last of me

(Você pode manter a ultima de mim)

I don’t care

(Eu não me importo)

I am obsolete

(Eu sou antiquada)

You have seen the last of me

(Você viu a ultima de mim)

— Como você disse: quase, tirei. – ela riu alto e claro. — Interessante, eu simplesmente gosto disso, porque faz tantas perguntas? – mais uma risada alta. — Apenas entenda! Eu. Sou. Um monstro. – outra risada.

Wring my neck

(Torça meu pescoço)

I won’t feel a thing

(Eu não irei sentir nada)

— Vá embora! Nada do que você diga me fará mudar de ideia! Porque perde seu tempo? POR QUÊ?! – ela começou a gritar. — Quanto tempo acha que eu ficarei aqui? Hum? – dessa vez a risada foi mais tremula e mais sofrida, porém, psicopata.

Parecia que ela dizia aquilo para mim, como se estivesse me passando uma mensagem.

— Torça meu pescoço, eu não sentirei nada! Afinal eu sou só uma marionete não?

Reverb, resound, and repeat

(Ressone, Ressoe, e repita)

Phase out my heart

(Elimine o meu coração)

And you will see

(e você verá)

Slam shut, eyes blank, and repeat

(Feche, seus olhos brancos, e repita)

I will show you what I can be

(Eu irei te mostrar o que eu posso ser)

Olhei–a um pouco petrificado, devo admitir que eu estava levemente assustado. Engoli o seco, ela não iria falar nada?

— Senhor Chat Noir, seu tempo acabou. – ouvi uma voz do criado do mundo me chamar. Olhei em direção e vi a mesma ruiva que me trouxe aqui.

— Claro. – dei uma ultima olhada nela, que mantinha um sorriso, falso, nos lábios.

— Foi um prazer! – ela acenou pra mim com a mão. — Até amanhã, gatinho.

[...]

— Ela disse algo? – perguntou a ruiva mexendo em seu óculos.

— Não. – passei a mão na testa nervoso.

Estávamos andando pelo mesmo caminho de antes, e meu estomago implorava por ar puro. Eu via alguns ratos correndo por ali e a água poluída e suja escorrendo sob meus pés. Não faria mal a ninguém limpar aquilo faria? Ao contrario! Eu não sei nem se isso é um esgoto. Senti um alivio quando subi as escadas e respirei aquele ar gelado que fazia em Paris. Puxei uma lufada, segurei o ar nos pulmões e depois soltei tudo pela boca. Vi a ruiva com uma expressão serena.

— Chat Noir, se quiser vir aqui em um outro horário não pense duas vezes em falar comigo ok? – ela tirou um pequeno papel do bolso. — Aqui meu número, caso precise. – ela sorriu. — A proposito sou Sabrina.

Peguei o número, não iria fazer mal contata–la caso precisa de algo, apesar de Félix ser meu irmão ele é osso duro de roer e nunca me deixaria entrar fora de hora, por isso era bom ter uma amiga ali. Fui até o balcão do atendente, vi aquela mesma mulher, ela corou quando me viu.

— S–Senhor Chat Noir, c–chegou uma carta para você. – ergui uma sobrancelha, seria meu pai? Não, ele só me liga ou deixa recados, não escreve cartas. — Aqui.

Ela me entregou um envelope com arquivos.

— Ai está a ficha de Jack Will. – ela disse.

— Ficha? Ficha de que? – perguntei olhando o interior do envelope.

— De suicídio.

Suicídio?!

Quase deixei o envelope com as folhas cair no chão, como assim? Eu não fui avisado disso? Ele era meu cliente depois da Ladybug, o que merda esta acontecendo?

— E eu não fui reportado sobre isso?! – gritei socando a mesa– ou melhor balcão dela.

— M–Me desculpe! Mas eu só repasso o que a impressa me manda, não tenho nada a ver com isso. – ela tinha razão, me acalmei.

— Ok. – passei a mão na testa. — Quando isso aconteceu.

— Eu não posso lhe informar, mas pelo que sei Jack deixou um bilhete de suicídio, que foi diretamente feito para o senhor.

— Para mim?! – perguntei ríspido e nervoso.

— Sim, a empresa não leu o que ele escreveu, mas tem seu nome na capa da carta, então acharam melhor manter isso em segurança.

Olhei o envelope em choque, ele teria escrito algo para mim antes de morrer? Engoli o seco para logo depois suspirar, de qualquer jeito é melhor eu ir para casa.

[...]

Fui até a rua, senti o frio que fazia e senti todos os meu pelos se arrepiarem dentro da roupa de silicone. Respirei o ar gélido fundo, senti meu cérebro doer e quase congelar, me abracei estava um frio enorme.  Olhei em volta, não tinha ninguém na rua, o tempo estava ruim e a cidade melancólica. Claro que esse tipo de tempo é para aquelas pessoas que adoram chocolate quente e cobertas, poder se abraçar em alguém e ficar o dia todo comendo besteiras e vendo TV. Se eu realmente não tivesse tanto trabalho, ou alguém, eu realmente ficaria em casa e ficaria olhando séries. Comecei a andar rapidamente, eu não tinha vindo de carro, poderia ligar para Plagg vir me buscar. Foi o que eu fiz, pois se chegasse em casa nesse estado eu congelaria.

“Plagg.”

“Ah, oi Adrien, como foi?”

“Conto–te no carro, vem me buscar.”

“Dez reais amigo.”

“Vem logo porra.”

“Que isso? Nem pergunta se eu quero ou não.”

“Vai vir ou não?”

“Chego em sete minutos.”

Se eu não congelar antes.

Senti algo gelado cair na ponta do meu nariz, neve? Ué, que estranho, não era pra ter neve essa época do ano. E o frio aumentava, dei um espirro, se continuar assim vou me resfriar. Eu iria pensar mais, mas ai, vi uma Ferrari preta fosca se aproximando dali. Fui até ela e bati no vidro preto.

— Se não fosse por mim, você tava perdido. – ele sorriu convencido.

— Realmente. – sorri e entrei no carro, colocando o cinto e sentindo a tontura do frio vir. — Isso foi cansativo.

— Pela sua cara não obteve bons resultados. – ele ligou o ar condicionado e deixou o carro quente. — O herói pedindo carona, quem diria. – ele riu, fiquei com cara emburrada.

— Não enche, tive muitos problemas em relação ao trabalho. – suspirei nervoso.

— Eita, o que aconteceu? – ele perguntou.

— Se não se importa eu gostaria de esquecer isso.

Breathe in, don’t let it go

(Prenda o ar, não deixe escapar)

Tread too far and you’re out of bounds

(Pise num lugar longe e você estará fora)

My lungs are toxic now

(Meus pulmões são tóxicos agora)

Don’t get close or you will drown

(Não se aproxime ou você irá se afogar)

Senti–o ficar calado e apenas dirigir, provavelmente ele estava tinindo para me perguntar, Plagg é bem curioso, mas nada disse. A tontura estava me consumindo e senti que ia desmaiar.

— Plagg tem algum remédio? – perguntei quase botando tudo pra fora.

— Por quê? Tá mal? – ele perguntou.

— Não sua anta, é que eu quero observar um medicamento de saúde. – eu digo revirando os olhos sarcásticos, ele fez um bico.

— Só quero ajudar seu idiota, parece até que tá gravida! – ele disse bravo, mas depois riu, fiz uma cara torta.

— Vai se foder!

[...]

Depois de um tempo eu cheguei em casa, com a ajuda do Plagg claro, senão não teria conseguido. Quando cheguei me atirei na cama. Minha cabeça girava muito, e também algo não saia de minha cabeça, ou melhor alguém... Porque ela não sai daqui?

I’m standing before you

(Estou bem na sua frente)

Completely see–through, you’ve draw the outline

(Exatamente da forma, que você desenhou)

Now look at me

(Agora olhe pra mim)

I’m a broken frame

(Eu sou um quadro quebrado)

I’m just fun and games

(Apenas uma diversão, um jogo)

I’ll keep my poker face

(Eu irei manter meu rosto sem expressão)

And won’t leave a trace

(E não irei mudar nenhum traço)

You can keep the last of me

(Você pode manter a ultima de mim)

I don’t care

(Eu não me importo)

I am absolete

(Eu sou antiquada)

You have seen the last of me

(Você viu a ultima de mim)

Wring my neck, I won’t feel a thing

(Torça meu pescoço, eu não vou sentir nada)

Reverb, Resound, and Repeat

(Ressone, Ressoe, e Repita)

Phase out my heart

(Destrua meu coração)

And you will see

(E você verá)

Slam shut, eyes blank, and repeat

(Feche, seus olhos brancos, e veja)

I will show you what I can be

(Eu irei te mostrar o que eu posso ser)

Encarei o envelope, o que poderia estar escrito lá? Peguei–o e abri, tinha vários documentos, peguei a fixa de paciente atual dele.

Paciente número 258456876697

Nome: Jack Anderson Will

Sexo: Masculino

Idade: 31

Peso: 85 kg

Altura: 1,81

Problema: Tentativa de suicídio, Violência

Médico: Chat Noir

Estado: Morto

A ultima palavra me deu um aperto do coração, como assim? No fim, você conseguiu o que queria não é Jack? Peguei mais uma folha, dessa vez a carta. Estava escrito, Chat Noir, bem na frente.

Chat Noir.

Eu estou sendo perseguido. Cada vez mais. Eu o sinto me observando enquanto eu durmo, eu sinto ele me observando quando estou com uma faca nos meus pulsos, eu o vi sorrindo quando eu tinha uma faca em meu pescoço. Ele tem um sorriso tenebroso, e eu passo noites sem dormir, ele até ameaçou matar minha esposa e minha filha. Chat Noir, para muitos eu era só mais um lunático, mas você viu em mim algo que ninguém mais pode ver: a verdade. Você desde o inicio foi gentil, nunca disse que eu era um assassino ou que eu estava desperdiçando minha vida, você sempre me apoiou. Por isso, eu estou lhe escrevendo. Chat Noir, ela tentou me avisar, tentou me dizer que fazer aquilo era inútil, mas sua lágrimas sempre atrapalhavam minha mente e sua voz tremula não conseguia me deixar relaxado. Eu conseguia ouvir seu choro sofrido e desesperado dentro de minha maca, era quase como se ele dissesse: você é um inútil, não pode ajuda–la, ponha–se em seu lugar verme. Desde então eu me sinto perseguido, quando vou me machucar, ele me observa com um sorriso, quando estou calmo, ele me tortura até que eu me machuque. Eu não vejo outra opção a não ser tirar o que me resta.

Chat Noir, eu o conheço, e vai tentar ajuda–la! De qualquer forma. Mas, por favor, eu lhe peço, fique vivo, vivo por todos os outros. Ela é só uma pobre alma que clama por ajuda para que se livre daquele monstro. Chat Noir, não fraqueje, não se intimide, pois ele vai usa–la, vai tortura–la na sua frente, para que você desista, mas não faça isso, não como eu. É isso o que ele quer. Mas, você deve estar preparado para as consequências, pois ele não vai parar de te perseguir, até conseguir o que quer: sua morte. Somos pedras no caminho dele, e ele não vai parar até que alguém o detenha, por favor, Chat Noir seja essa pessoa! Todos me acham maluco que eu tentei matar minha filha, mas ele a ameaçou, e disse que se eu não me matasse, ele mataria minha esposa e filha, quando ela entrou naquele quarto ele estava lá, entrei em desespero. Chat Noir, por favor... Pare esse assassino, e principalmente. Tire–a dele, protege–a, ela é só uma menina. Conto com você!

Eu estava em estado de choque, não podia acreditar no que acabara de ler, meus olhos marejaram e eu sem querer deixei a carta cair, e atrás estava escrito em vermelho sangue, com uma caligrafia macabra.

"Não lamente por eles

Não desvie seus olhos

Isso é mais feliz para eles...

Eu os salvei"


Notas Finais


Musica:https://www.youtube.com/watch?v=7Skij_GE9n4
Apartir daqui, algumas musicas poderão ser em japones, ai so vou colocar legenda em portugues ok?
Beijokas


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