História Can You Love Me Again? - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Drogas, Gangster, Hentai, One Direction, Sexo, Zayn, Zayn Malik
Exibições 62
Palavras 3.155
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Hentai, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá Marimbers,

Tá aí mais um capítulo, meio sem sal mas eu gostei, achei bonitinho...

Espero que gostem.

Boa leitura.

Capítulo 18 - Now I Have Two Puppies


Fanfic / Fanfiction Can You Love Me Again? - Capítulo 18 - Now I Have Two Puppies

Chapter Eighteen - Now I Have Two Dogs

*GHIETZA’s P.O.V.*

  Eu simplesmente não consegui acreditar naquilo. Casar… não tem como eu falar que eu nunca pensei nisso, toda garota sempre sonhou em se casar com um príncipe louro de olhos azuis montado num cavalo branco, eu também sonhei com isso, mas a realidade era bem oposta e irônica. Eu aceitei me casar com um badboy de cabelos pretos e olhos castanhos dirigindo conversíveis impecáveis.

  Se alguém na oitava série me dissesse que eu aceitaria me casar com o menino mais chato da sala, no mínimo, eu teria uma crise de risos…. Sorri enquanto chorava e sentia seus braços me esmagarem fortemente, ele falava que esperou muito tempo por aquele momento, desde quando se entendia como gente.

- Eu também, amor… - Confessei e senti seu sorriso no meu pescoço. - Desde sempre, você nem imagina…

  Senti seu corpo se afastar ao ouvirem minhas palavras, a curiosidade o comendo rapidamente. Não pude deixar de sorrir quando vi sua cara de espanto.

 - É isso mesmo, amor. É óbvio que você não se lembra… - Eu falei vendo sua testa se enrugar a medida que minhas palavras eram registradas pelo seu cérebro. Mas eu me lembro, seu chato... - Eu sempre me pegava pensando naquele menino mimado que dormia o dia todo no quarto de hóspedes quando um amigo do meu pai ia visitá-lo, trazendo sua família consigo. - Disse rindo enquanto brincava com a lapela do seu terno. Ele riu me fazendo continuar. - Sabe aqueles meninos bem chatos que, quando acordam, irritam qualquer um? Esse menino era um desses… Quando não estava desmaiado de sono, estava correndo pelo meu quarto, bagunçando absolutamente tudo. - Ele riu outra vez, me puxando para mais perto a medida que se recordava de quando tinha oito anos de idade. - Me estressando à ponto de me fazer chorar. Aí, como sempre, a mãe dele surgia e me culpava sem motivo algum e o levava embora, me deixando sozinha com a bagunça e a vontade de voltar no tempo e ter aproveitado a presença dele. - Eu completei deitando a minha cabeça no seu peito. - Sempre quando ia dormir escutando meus pais terminar o livro que eu havia lido no dia para me fazer dormir, eu esquecia da história e pensava em uns olhos castanhos brilhando de felicidade em me irar e no que o dono deles estaria fazendo. - Finalizei abraçando o seu corpo magro e me aconchegando melhor nos seus braços. - Talvez isso seja o motivo pelo qual eu não suportava um garoto na época da escola, que sempre arrumava umas frases fofas e desconcertantes para me falar em horas que não devia. - Dei de ombros me lembrando de quando ele se virava para trás para atrapalhar a minha leitura ou os meus origamis com suas cantadas baratas, arruinando toda a minha concentração. Suas mãos me soltaram aos poucos, se afundando nos bolsos da calça de alfaiataria que ele usava e eu pressenti que ele se didicou a olhar para o horizonte. - Sabe, amor… acho que você talvez se daria bem com esse menino… - Eu falei olhando para o seu rosto feliz e assisti de camarote seu riso contido.

 - Deixa de ser boba, amor… - Ele falou ainda encarando o pôr-do-sol. Depois de uns segundos de total devoção à natureza, Zayn olhou para o seu pulso, para o relógio. Nele marcava 18:11. Vi seu rosto se virar para mim enquanto ele envolvia minha cintura devagar. - Vamos, amor? - Ele chamou e eu enruguei a testa, eu pensei que fôssemos ficar aqui por mais tempo… - Tenho mais uma coisa pra você, mas tem que ser rápido. Vem. - Ele anunciou me puxando para o caminho de pedrinhas, me fazendo estacar e me virar. - O que foi? - Ele perguntou e eu lhe falei do buquê enquanto voltava para a toalha forrada e o pegava. Quando o fiz, eu perguntei sobre aquela cena toda, quem desfazeria o cenário. - As mesmas pessoas que o montaram, Baby. - Respondeu inteligente enquanto me piscava o olho. Assenti enquanto voltava ao caminho.

   Segurei o buquê me permitindo perguntar o quê ainda faltava para aquele dia ficar mais perfeito do que já estava enquanto caminhava de mãos dadas com ele. Ele sorria seguro enquanto caminhava e brincava com a aliança que ele acabara de me dar, rodeando-a no meu dedo. Eu já havia parado de chorar, mas a emoção ainda estava viva dentro de mim, me fazendo sorrir.

   Enquanto descíamos aquela montanhazinha, eu me permitia pensar sobre o futuro… e o que vinha à minha mente era exatamente o agora: dois preguiçosos, porém mais velhos. Suspeito que não mudaria nada, nos encaixaríamos perfeitamente na sua definição que tanto me encantou. O que aconteceria? O que mudaria? O que seríamos?

   Quando dei por mim, já estávamos passando o lago, indo para a entrada daquele parque maravilhoso, Hampstead Park. Aquele lugar lindo… Perfeito que, definitivamente, marcou a minha vida. Não demorou muito para que nós chegássemos ao grande portão antigo e bem cuidado daquele oasis. Nos encaminhamos para fora, para o carro, andando devagar, minha perna surgia e sumia por entre a fenda do vestido.

   Quando chegamos, Zayn continuou com o seu cavalheirismo e foi até a minha porta, na intenção de abri-la para mim e eu aproveitei essa deixa para fazer o que eu desejava desde aquele momento. Quando ele passou na minha frente, segurei seu braço e ele estacou, parando na minha frente em seguida. Segurando o seu rosto nas mãos, eu juntei nossos lábios, beijando-o, transmitindo tudo o que eu sentia. Depois de ter a minha passagem ao paraíso concedida, saboreei o gosto da sua boca, o champagne quase não se fazendo mais presente. Suas mãos me envolveram a cintura, quase que de um jeito fraternal, cheio de carinho. Sua língua massageava a minha suavemente, explorando cada canto da minha boca, tomando todo o domínio daquele beijo. Eu era tão submissa à ele... eu me sentia tão bem ao ter ele me dominando de maneiras diversas, tanto passionais quanto sexuais.

  Eu gemi baixo quando ele me aproximou, me puxando para si com delicadeza separando seus lábios do meu por um instante e eu aproveitei para encher os meus pulmões de ar para mais um beijo gostoso e apaixonado daquele cara… do meu noivo.

[...]

- Para onde vamos agora? - Perguntei depois de vários minutos de silêncio admirando seus traços belos e bem cuidados, sentada no banco do carona. Ele conduzia um pouco veloz e olhava frequentemente para o relógio, me fazendo entender que estávamos atrasados ou algo assim. Recebi seu silêncio como resposta e percebi que, mais uma vez, era segredo.

 Assim como anteriormente, eu não fazia ideia de onde íamos. Até me passou pela cabeça que seria um jantar romântico, mas descartei a possibilidade quando ele não seguiu as direções dos três restaurantes que costumávamos jantar. Sem falar que comemos demais naquele piquenique… O que será que ele tem em mente?

- Merda… - Ele murmurou baixo depois de olhar outra vez para o relógio, alguma coisa deu errado. Neste mesmo momento, vi ele pegar seu celular no seu bolso e o ligar. Depois que o seu iPhone mostrou vida, ele abriu a aplicação de chamadas e apertou umas teclas, depois pressionou o iPhone no ouvido direito, o mais distante, para que eu não ouvisse a pessoa do outro lado da linha. - Não, espera… eu já tô chegando… você pode esperar, sim… não, amanhã não. Eu paguei por ele e eu quero ele HOJE… não me interessa os seus compromissos, eu também tenho os meus e você tem a obrigação de me esperar se não quiser um processo… eu já estou chegando, daqui uns dois minutos eu tô aí. - E ele desligou, enfiando o iPhone no bolso em seguida. Sua mão acaricou a minha devagar. - Estamos quase chegando Baby… eu quero te dar uma coisa. Só isso. Fica tranquila. - Ele pediu e eu assenti deixando minha imaginação fluir sobre o que ele queria me dar enquanto acariciava as pétalas das flores que eu mais gostava.

  Enquanto pensava em absolutamente tudo, senti Zayn parando o carro, finalmente no nosso destino. Olhei ao redor e não reconheci aquele lugar. Com a curiosidade atiçada, coloquei o buquê no banco de trás, retirei o cinto e a porta do meu lado se abriu, revelando um Zayn sorridente do lado de fora, nem sequer tinha visto ele saindo. Agradeci o seu gesto gentil e dei de cara com uma loja colorida, assim como o letreiro que nomeava o local… Leny’s Petshop. Que droga é essa?

 - Espere um pouco aqui, Baby. É rapidinho. - Zayn avisou me segurando pelos ombros e depois beijou minha boca, sumindo dentro da loja à minha frente em seguida. Eu me sentei no capô do carro, uma coisa que ele odiava e só ele podia fazer, mas dane-se, hoje eu posso tudo. Cruzando as pernas, eu imaginei o que ele poderia me dar… Ele é um cara rico, ou seja, ele pode me dar qualquer coisa, dinheiro pra ele não era problema. Mas se ele entrou em um petshop… significa que ele quer me dar algum bicho… O leque animalesco se abriu na minha mente no exato momento em que Zayn saiu do petshop sorrindo, com uma caixa azul claro cheia de furos na tampa, com estampa de ossinhos coloridos e uma fita branca num laço lindo. Um cachorro… Ele andou rápido até mim e pôs a caixa nas minhas mãos e só aí que eu reparei uma sacola em seu braço. - Abre. - Ele falou e eu franzi a testa. Como eu vou abrir sem as mãos, seu idiota? Coloquei a caixa de volta em suas mãos e foi a vez dele se enrugar. Antes que ele protestasse, desfiz o laço e retirei a tampa, não deixando de sorrir fascinada ao ver a bola de pêlo branco deitada preguiçosamente lá dentro.

 - Ai. Meu. Deus. - Falei pausadamente enquanto sorria e retirava o filhote adormecido de dentro da caixa acolchoada. - Que gracinha, amor… - E então o cachorrinho acordou bocejando, abrindo os seus olhos miúdos em seguida. - Ele é tão bonitinho! - Eu exclamei com a voz aguda enquanto admirava cada detalhe daquele bichinho. Zayn colocou a caixa e a sacola do meu lado, se aproximando mais de mim e do meu mais novo xodó. - É um labrador, amor? - Perguntei à Zayn enquanto ele abria minhas pernas e se colocava entre elas, me abraçando.

 - É, sim. - Ele disse rindo olhando para ele também. É tão apaixonante.

 - Ai, eu tô apaixonada. - E o cachorrinho resmungou. - Ele é tão gordinho…

 - É, eu sei… - Zayn disse rindo. - Qual nome você vai dar pra ele?

 - Não sei… - Respondi pensando sobre o assunto. - Sei lá… ele é tão fofinho… parece um marshmallow…

 - Que tal Marshmallow? - Ele falou sugestivo ainda sorrindo.

 - Hm… Marsh… isso, Marsh. Depois uma fêmea chamada Mallow. - Eu falei assentindo enquanto olhava em seus olhos e ele riu. Voltando a encarar o fucinho pretinho do Marsh, eu me perdi de paixão.

 - Tudo bem… Marsh então… espera só mais um pouquinho, eu já volto. - E eu nem notei Zayn saindo enquanto cheirava o pêlo macio daquela fofura. Enquanto eu imaginava quantos dias de vida ele tinha, o Zayn voltou. Quando ele chegou perto de mim, notei que ele segurava uma coleira preta em sua mão. Ele a colocou em volta do pescoço do Marsh e a atou. Quando ele terminou, eu notei o pingente de ossinho… escrito Marsh.

  Eu ergui meus olhos à ele e vi que ele também me olhava, sorrindo. Explodindo de felicidade, coloquei o Marsh dentro da caixa e ele se deitou outra vez, dormindo desajeitadamente. Não me contive e pulei nos braços de Zayn, o apertando com força.

 - Ai, amor. Obrigada… - Disse dando beijos por todo o seu rosto, dando um selinho demorando quando cheguei em seus lábios.

[...]

  Enquanto Zayn conduzia calmo, eu brincava com o Marsh, que mordia os meus dedos numa tentativa falha de ser agressivo, embora doesse às vezes. A mão de Zayn estava entrelaçada com a minha, as vezes separando-as para mudar a marcha. Eu estava quieta, mas internamente eu estava derretendo de paixão por aquele homem. Ele já tinha todo o meu coração à tempos… mas hoje, hoje ele me ganhou pra sempre.

   A viagem seguia em silêncio, mas eu sentia tudo rolando naquele momento… Eu poderia passar o resto da minha vida com esse cara sem fazer nada, só abraçados, já seria o suficiente para mim, mas ele tem que me deixar louca, me possuir, me deixar fora de mim… ele sempre foi incrível em definitivamente tudo, mas agora ele se superou, casar… eu estou noiva, noiva do amor da minha vida. Espero que eu não acorde se isso for um sonho.

 - Amor, você não vai sair? - Zayn perguntou do lado de fora enquanto segurava a porta. Nossa, eu nem vi ele saindo, nem sequer senti sua mão se afastando da minha. Eu assenti e lhe estendi a caixa do Marsh, ele a pegou e a colocou no teto do Porsche, depois segurou a minha mão, me auxiliando. Eu o agradeci enquanto pegava a caixa do Marsh, me encaminhando para a porta. Ouvi a porta bater e depois ele correu, me abraçando por trás em seguida. - Eu amo você… - Ele cantarolou repetidamente enquanto nos balançava para a esquerda e para a direita e eu sorri vendo o Marsh explorar os quatro cantos daquela caixa com os movimentos de Zayn. Quando chegamos à porta, Zayn estendeu as mãos e abriu a porta, me empurrando para dentro em seguida.

 - Aonde ele vai dormir? - Perguntei me sentando no sofá com o Marsh nas mãos.

 - Ali. - Ele respondeu virando a cabeça para o lado, indicando para uma casinha branca, com cercadinho e vasilhames de comida e água azuis… meu Deus, que gay. Não pude conter a risada quando vi aquilo. Mas espera… isso não tava ali antes. Será que tem alguém ajudando ele? - Vai tomar um banho, já tá quase na hora do jantar. - Ele falou enfiando as mãos nos bolsos da calça de alfaiataria, me olhando com solenidade.

 - Eu sou incapaz de te falar um não, você sabe… - Eu falei colocando o cachorro no chão, me endireitei vendo ele correr para perto do Zayn. E, pela primeira vez, ele latiu, chamando Zayn para brincar, mas antes que ele sequer respondesse o seu ato, Marsh se remexeu estranhamente, correndo para a cozinha em seguida. Ainda sorrindo, me aproximei de Zayn e o abracei, beijando os seus maxilar e rosto em seguida. - Agora eu tenho dois cachorros. - Eu falei enfatizando o “dois” e ele riu, me abraçando enquanto me puxava para as escadas.

 - Obrigado, me senti um vagabundo. - Ele comentou com sarcasmo beijando o meu pescoço. Dei de ombros e continuei sorrindo, entrelaçando os nossos dedos a medida que seus beijos ficavam mais estalados e mais degraus ficavam para trás.

 - Mas é isso que você é. O meu cachorro… - Eu falei dando um último passo, parando em frente à porta em seguida. Ele girou a maçaneta e eu adentrei o quarto, puxando seu corpo em seguida. Me virei de frente para ele, admirando sua face bela. - Eu te amo. - Falei encarando seus olhos e depois me dediquei a encarar as nossas mãos, a ônix se destacava como um ponto de luz no meio do nada… então uma coisa me passou pela mente: eu vou usar aliança e deixar claro para os outros que eu estou noiva e ela vai andar por aí com os dedos livres e permitir que oferecidas o assediem, é isso? Ah, não é, não… - Amor? Você comprou uma aliança pra você também ou quem vai ter que fazer isso sou eu? - Perguntei cruzando os braços, esperando sua resposta um tanto autoritária enquanto ele me encara divertido. Ao ver que a minha pergunta só seria feita uma e uma única vez, ele sorriu sem graça e enfiou as mãos nos bolsos.

- Oh Baby, me desculpe… eu me esqueci, acho que você vai ter que aguentar uns dias… vou pedir para que seu pai a faça e traga ela no dia que ele vier, o que acha?

 - Eu acho que você é um completo idiota! Isso sim é o que eu acho! - Exclamo exasperada, como ele foi tão burro? Esquecer o próprio umbigo? Olha Ghie, minha gata… garanto que ele pensou no umbigo dele, sim… ele te marcou como comprometida e ele está basicamente solteiro, ou seja, está visualmente livre enquanto você está visualmente algemada, minha cara. Meu subconsciente cassoou de mim enquanto ria escandalosamente e bebericava uma coca-cola. Revirei os olhos para ele, que fez o mesmo. Decidi voltar a minha atenção para aquele momento. - Como um cara quer casar mas esquece a própria aliança? - Falei incrédula enquanto arregalava os olhos e tudo o que ele fazia era me encarar com os olhos divertidos, apreciando o meu estresse.

  E então um minuto inteiro se passou assim, meus olhos vidrados nos deles até que suas mãos saíram dos seus bolsos, trazendo consigo uma caixinha, a mais linda que eu já vi… Ele sorriu enquanto me entregava aquela coisa.

 - Desculpa, é que eu esqueci… - Ele falou sem graça enquanto coçava sua nuca. Deixando de olhar para os seus olhos, dei minha atenção àquela caixa ornamentada. Após a abrir, lá se encontrava uma aliança grande e solitária, implorando para ser usada. Sorri boba enquanto a retirava dali, puxando a mão de Zayn para mim. Eu não via, mas podia sentir seus olhos acompanhar os movimentos que eu fazia. Seu anelar foi destacado por mim, eu sorri mais quando a aliança passou pela ponta do seu dedo, seguindo aquela trilha, teve um pouco de dificuldade para passar pelo nó, mas se instalou perfeitamente no seu dedo. Eu me senti tão grande quando fiz aquilo, eu poderia ficar o dia todo encarando sua mão, admirando aquele dedo e seu adorno, admirando os caprichos do meu pai e ver o quão bem ele trabalha… admirando o homem que eu amava… - Está mais calma agora? - Zayn debochou enquanto me puxava para mais perto. Me senti arder em vergonha pelo chilique desnecessário.

 - Oh, cala a boca, huh? - Retruquei abraçando o seu corpo, sentindo o cheiro gostoso do seu Marc Jacobs. - Então… o que acha de tomar um banho? Eu estou começando a sentir fome outra vez… - Apontei com razão, enquanto encarava seu rosto.

  Ele assentiu e suas mãos passearam nas minhas costas, procurando por qualquer coisa que abrisse o vestido.

[...]


Notas Finais


Espero que tenham gostado.

Pra vocês que nunca viram um labrador na vida:
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Beijos marimbers, tem hot no próximo capítulo🌚😱😍

Beijos, ManaLi😘.


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