História Canção da Meia Noite - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Yui Komori, Yuma Mukami
Exibições 68
Palavras 1.272
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oie gente! Mais um cap pra vcs ❤❤❤
Obrigada por acompanhar a fic 🤗

Capítulo 11 - O Som do Medo


Fanfic / Fanfiction Canção da Meia Noite - Capítulo 11 - O Som do Medo

-Onde estou!? – Shu acordou sobressaltado sentando-se no sofá, fazendo seus irmãos se afastarem abruptamente.

-Calma. – respondeu Subaru tocando o ombro do irmão e o fazendo deitar novamente. – Trouxemos você para casa.

-Ele a levou. A levou! – disse o loiro nervoso, era a primeira vez que agia daquela forma. – Reiji vai ficar uma fera. Ele já sabe!?

Shu olhou a sua volta e percebeu que estava na pequena casa a beira do lago em meio a sala destruída. Ayato sentou-se no chão encostando no sofá, trouxe as pernas para perto do corpo abraçando-as e abaixando a cabeça.

-É tudo minha culpa. – sussurrou o ruivo.

-Ainda bem que você sabe. – disse Subaru encarando-o friamente. – E não  Shu, Reiji não sabe. Ainda.

Os vampiros ficaram em silêncio, não sabiam o que fazer. Shu levantou-se e disse:

-Alguém precisa avisar a ele. Vamos para a mansão.

-Eu vou ficar, irei procurar a Panqueca. – disse Ayato ainda na mesma posição.

-Acho que você já fez o suficiente para uma noite. – disse Subaru praticamente cuspindo as palavras cheias de veneno para o irmão, o agarrou pela gravata que usava levantando-o violentamente. – Vamos embora.

◇◇◇

Yui acordou em um quarto escuro iluminado apenas por velas, as paredes eram de pedras cobertas por cortinas no estilo palácio medieval. A cabeça da garota doía, suas presas latejavam e pela primeira vez em sua vida sentiu fome, precisava se alimentar, queria sangue. Quando ia levar a mão a cabeça, percebeu que estava presa, suas mãos estavam acorrentadas a cabeceira da cama em que estava, em seus antebraços haviam dois cortes verticais profundos ainda sangrando, o cheiro de ferro que o sangue exalava a deixava com água na boca e incoerente. Sua atenção foi chamada quando  escutou a pesada porta de madeira do aposento ranger; um homem entrou no quarto e a olhou, abrindo um sorriso.

-Fico feliz que tenha acordado.

Ele estava com a adaga de Subaru em mãos, Yui não respondeu a ele. O homem se aproximou dela, agora mais próximo Yui percebeu que era o mesmo que a havia abordado na cidade.

-Desculpe-me por isso. – disse ele apontando com a adaga para os cortes profundos. – Mas era necessário deixar-lhe fraca, assim sua presença não atrairia eles e assim você também não pode fugir.

A garota voltou a olhar os cortes e estremecia ao pensar no sabor, ela precisava se alimentar urgentemente.

-Creio que você já saiba quem eu sou, Eve.

O rapaz sentou-se na cama ao lado dela, Yui tentou se afastar, mas as correntes a impediam, ele passou a mão por trás do pescoço dela a puxando para si encostando suas testas. 

-Eu senti tanto sua falta, meu amor.

O hálito com odor de sangue dele fez a mente da garota girar, ela entreabriu os lábios e o aproximou dos dele, ela necessitava daquele doce sabor, era uma fome que a queimava por dentro, como se estivesse morrendo aos poucos. O moreno afastou-se dela e abriu um sorriso maldoso.

-Você está com fome. A mutilação fez isso com você. Ah minha querida, o sangue que saiu de ti precisa ser reposto, mas você entende que isso é perigoso para mim, não é?

Ele perfurou o dedão, uma grande gota rubra começou a se formar.

-Mas, como eu te amo, farei sua vontade. – ele passou o dedo pelos lábios de Yui manchando-os de vermelho, afastou o dedo e lambeu a pequena ferida.

Yui passou a língua pelos lábios e gemeu ao sentir o doce sabor, contudo precisava de mais, muito mais.

-Esta adaga pertenceu a primeira vampira original, é a mesma adaga que tirou-lhe a vida, acho até irônico ela estar novamente em sua posse. – ele esperou a resposta da garota, porém esta continuava no mais profundo silêncio, ele soltou uma risada forçada, agarrou-lhe firmemente o queixo fazendo-a encarar-lhe – Não vai me responder? Querida, acho melhor acostumar-se a minha presença, pois você não irá embora.

A última frase foi dita num rosnado raivoso, ele empurrou-a com força contra a cama, deu-lhe as costas e ia em direção a saída, porém parou ao ouvir a voz da garota.

-Onde estou?

-Onde as ondas quebram na encosta. – respondeu ele saindo do quarto e encerrando o assunto.

◇◇◇

-O que vocês estão fazendo aqui? – perguntou Reiji ameaçadoramente entrando na sala vestindo sua habitual roupa formal.

Shu, Subaru e Ayato estavam jogados no sofá do cômodo, kanato e Raito já se encontravam lá.

-Hahaha eles tem ótimas notícias! – disse Raito ironicamente, batendo palmas. – Digam, digam, digam!

Subaru ignorou o irmão, fitou Reiji e disse em voz alta e clara:

-Ela foi levada.

-Ela o quê? – perguntou Reiji num sibilo ameaçador.

-Adam a levou.

-E como isso aconteceu!? – gritou o vampiro visivelmente furioso.

Subaru apenas olhou para Ayato, este continuava calado imerso em pensamentos. Reiji aproximou-se do ruivo agarrando-lhe o pescoço sufocando-o.

-Ayato, seu merdinha, o que você fez!?

O ruivo continuou calado, Reiji o puxou agressivamente derrubando-o no chão.

-Eu sabia dos seus sentimentos por ela, por isso o mandei para protegê-la! Mas, você tinha que arruinar tudo! – gritou o moreno agachando-se no chão ao lado do ruivo ainda deitado olhando o vazio. Reiji agarrou-lhe os cabelos virando o rosto de Ayato de forma que pudessem se encarar. – Olhe para mim! Foi por causa de ciúmes!? Você não se sentiu o suficiente e decidiu mostrá-la que era menor que você!?

Ayato tentou virar o rosto, mas Reiji segurou-lhe firmemente.

-Você pertence ao pior tipo de escória que existe. Não conseguiu fazer algo simples por mero capricho. Ela tinha razão em preferir Subaru.

-Como você... como você sabia disso Reiji? – perguntou Subaru confuso.

-Poupe-me. Todos nesta casa enxergavam a batalha interna de vocês três. Agora vejo que foi um erro mandá-los com ela.

Reiji levantou-se, passou a mão pelos cabelos, pegou um jarro no centro de mesa espatifando-o na parede.

-Precisamos encontrá-la antes que Adam comece a usá-la, ou todos estaremos perdidos. – disse Reiji ofegando após seu surto de raiva.

O moreno saiu da sala a passos pesados, após alguns minutos retornou trazendo consigo uma pilha de livros e mapas.

-Para onde iria um vampiro antigo com complexo de rei ainda preso a memórias passadas? – perguntou o jovem.

-Teddy disse que, se fosse ele, gostaria de ir para algum lugar que remetesse sua época, como forma de trazer o tempo passado de volta. Como um castelo. Né, Teddy? – disse Kanato conversado com o próprio urso.

-Procurem os castelos nas proximidades da cidade, agora! – disse Reiji espalhando os papéis sobre o centro.

Após algumas horas de pesquisa, encontraram cerca de oito lugares que serviriam como possível esconderijo, desses oito escolheram seis, cada vampiro iria a um lugar em busca da garota. Reiji deu a cada irmão um aparelho celular para se comunicarem caso encontrassem algo.

-Lembrem-se, não ataquem sozinhos. – disse Reiji antes de se separarem e ir em busca da garota.

◇◇◇

Kanato chegou a praia, o cheiro de maresia invadia-lhe as narinas, ele cobriu o nariz com o urso e continuou andando até o castelo acima de uma encosta, as ondas do mar batiam com força nesta, levando consigo grandes pedras quando retornava ao mar. A areia da praia prendia nas botas do garoto, ele havia escolhido o canto mais afastado e sombrio, se um dia sequestrasse alguém, levaria sua presa a um lugar assim. Quando se aproximou o suficiente, viu Adam na sacada da torre mais alta, sua silhueta iluminada pela luz da lua.

-A encontramos, Teddy. – disse o rapaz pegando o celular.


Notas Finais


Como sempre, aceito críticas construtivas ^-^
Adoro vocês 😶
Ah, tenho uma fic do Jungkook que já tem 3 caps até agora, chama-se "Destinos Cruzados", link abaixo:
https://spiritfanfics.com/historia/destinos-cruzados-7171665


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