História Canção da Meia Noite - Capítulo 7


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Yui Komori, Yuma Mukami
Exibições 89
Palavras 2.844
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura ^-^
Espero que gostem (*v*)
Desculpem-me qualquer erro, escrevi morta de sono.

Capítulo 7 - O Bispo, a Rainha e o Peão


Fanfic / Fanfiction Canção da Meia Noite - Capítulo 7 - O Bispo, a Rainha e o Peão


Dias se passaram, todas as manhãs Yui juntava-se a Subaru onde treinavam por horas, aos poucos ela desenvolvia habilidades que certamente não surgiriam se não fosse guiada, apesar de ser rígido, as vezes até violento, Subaru era um bom mestre, ensinava-a com precisão e aos poucos eles se aproximavam e sem perceber os muros que cercavam o jovem vampiro desmoronavam, próximo de Yui sua personalidade explosiva abrandava, em alguns momentos ele conseguia até mesmo sorrir, algo extremamente raro de se ver.

-Hoje vamos fazer algo diferente. -disse Subaru quando Yui juntou-se a ele nos fundos da propriedade.

-O que vamos fazer? -perguntou a garota com curiosidade.

-Nosso treino será ali. – o rapaz apontou para o lago.

Yui recuou instintivamente, dava para ver o medo em seu olhar.

-Su... Subaru-kun, eu não sei nadar.

-Já estou ciente dessa informação, eu irei lhe ensinar. Não tenha tanto medo, agora que é uma de nós poucas coisas tirariam sua vida e afogamento não é uma delas. Agora vamos.

A garota o seguiu ainda relutante, retirou as botas e o moletom, ficando apenas com a calça e uma blusa fina sem mangas que usava por baixo, Subaru seguiu o exemplo, retirou a camisa deixando a mostra seu tronco magro e bem definido, sua pele branca parecia mármore ao ser tocada pelo sol. Yui corou ao perceber que o observava abaixando a cabeça rapidamente, o garoto aproximou-se da beirada e em um pulo submergiu nas águas escuras, Yui apenas observava a superfície do lago observando as águas agora revoltas pensando no quão fundo poderia ser, em poucos segundos Subaru emergiu a poucos metros da margem, seu cabelo molhado grudava no rosto, gotas de água deslizavam por sua face deixando-o incrivelmente hipnotizante.

-Sua vez! -gritou o rapaz.

Yui arregalou os olhos, sentou-se na margem pondo os pés na água, estremeceu ao sentir o frio e quase desistiu da ideia, porém sabia que era necessário, não saber nadar era apenas mais uma fraqueza, e ela realmente estava cansada de viver como um animal indefeso naquela casa, com esse pensamento a garota empurrou-se para dentro do lago imergindo nas águas frias. Ao abrir os olhos viu apenas a escuridão lhe rodear, começou a entrar em pânico, bolhas de ar escapavam de seus lábios, então ela viu uma mancha indistinta se aproximar cada vez mais de si, fechou os olhos com o medo a preenchendo, debatia-se violentamente até sentir mãos firmes em sua cintura levando-a para cima e finalmente sentiu o ar bater-lhe no rosto, abriu a boca deixando que invadisse-lhe os pulmões também.

Depois de calma, olhou para Subaru, este ainda segurava sua cintura mantendo-a emersa em segurança, ela apoiou as mãos em seus ombros.

-Obrigada.

-Primeira lição: perca seu medo. Sempre que se apavorar isso fará com que afunde mais rápido.

-Entendi.

-Vamos começar com algo fácil, flutuar.

O garoto aproximou seu corpo do dela passando um dos braços pelas pernas da mesma como se a colocasse no colo.

-Estique-se, como se fosse deitar numa cama.

Obedecendo ao seu comando a garota esticou-se, mas sentia a todo momento as mãos de Subaru em seu corpo, ele apoiou as mãos nas costas dela, e ordenou que soltasse o ar e fechasse os olhos, Yui fazia todo o processo e aos poucos ganhava confiança, então sentiu o jovem retirar as mãos que lhe davam apoio, estava pronta para entrar em pânico até escutar a voz dele bem próxima.

-Não se assuste, apenas continue assim e tudo ficará bem.

E ela conseguiu, estava flutuando sem precisar dele. Tentou relaxar ao máximo, sentia o sol na face e a água ao seu redor, era uma sensação incrível e por um momento ela sentiu a paz que tanto desejava, um momento de calma em meio ao caos.

Ela abriu os olhos e virou a cabeça lentamente com medo que qualquer movimento afetasse aquele momento e viu Subaru ao seu lado fazendo o mesmo, os olhos estavam fechados e a boca entreaberta, Yui o observou o que pareceram ser longos minutos notando detalhes quase imperceptíveis, como seus cílios longos, ou seus lábios de um vermelho vivo, ou as pontas levemente rosa de seus cabelos.

-Acho que já é o suficiente por hoje. -disse o garoto de olhos fechados.

Yui assustou-se com o repentino ato dele, desestabilizando-se totalmente, parou de flutuar e começou a afundar, mas antes que o ar começasse a lhe faltar Subaru puxou-a de volta a superfície sentando-a na margem e saindo logo em seguida. Ela notou seus músculos flexionarem quando ele apoiou as mãos na margem e flexionou os braços para se erguer, viu-o bagunçar o cabelo, jogando-o para trás, deixando completamente a mostra seu rosto, gotas de água escorriam em suas cotas e pescoço, muitas delas formando uma pequena poça em sua profunda clavícula; ele apanhou a camisa no chão e ia em direção a casa, porém parou ao sentir filetes de água baterem em suas costas, olhou para uma Yui sentada ainda na margem com as pernas dentro d’água, ela segurava as mãos em concha preenchidas pelo líquido, pronta para acertar ele novamente. Subaru sorriu, era algo que guardava somente para ela e mostrou-lhe um lado que ninguém jamais viu, nem mesmo ele, um lado que apenas ela conhecia.

O jovem voltou para a beirada do lago, Yui levantou-se e começou a correr, e antes que percebessem já estavam em meio a uma brincadeira, o rapaz sabia que podia pegá-la facilmente, mas deu-a uma dianteira. Ela correu para trás de uma parede de arbustos se escondendo, porém ao chegar lá o vampiro não a encontrou e foi surpreendido quando recebeu uma joelhada na base da espinha dorsal, arqueou as costas para trás por causa do ataque surpresa, e ouviu a voz dela próxima ao seu ouvido:

-Peguei!

Em resposta o rapaz apenas riu, não conseguia acreditar no quanto ela havia melhorado em questão de dias, às vezes nem parecia a mesma Yui, antes ela nunca conseguiria fazer aquilo. O rapaz virou-se e a viu correndo para o centro do jardim, antes que ela sequer percebesse, Subaru segurou em seu pulso e girou-a trazendo Yui de encontro ao seu corpo, prendendo a jovem no que parecia ser um abraço, porém as mãos dela estavam presa as costas.

-Peguei. -falou ele num sussurro, sua voz estava levemente rouca.

Os dois estavam bem próximos, suas respirações se misturavam, o rosto de Subaru estava inclinado em direção ao dela, as pontas do cabelo dele tocavam a testa da garota, eles fixaram o olhar um no outro, totalmente conscientes dessa proximidade. Porém foram tirados desse estado quando uma voz bem humorada se fez presente:

-Ual, hoje a festa começou cedo, Subaru está até sem uma parte das vestes. Posso me juntar a vocês? – falou Raito.

Subaru e Yui soltaram-se abruptamente, o garoto percebeu Yui retrair-se e recuar um pouco na presença de Raito.

-Agora entendi porque Ayato a está evitando esses dias... Subaru seu sádico pervertido, querendo ganhar a garota!? – Raito ria abertamente.

-O que quer Raito? – perguntou Subaru fechando os punhos com força, sentia a unha penetrar-lhe a carne.

-Calma Subaru, apenas vim dar um aviso, Reiji pediu para que lhes dissesse, e a todos os membros da casa, quem em uma hora estará indo a cidade, então se tiverem interesse em ir, estejam prontos. E então Bitch-chan, está afim de conhecer alguns lugares interessantes comigo esta tarde? Tem um bem próximo daqui que eu adoraria que você conhecesse, se chama “minha cama”.

O ruivo piscou um olho sedutoramente e riu da expressão de repulsa que surgiu no rosto da garota e sem esperar deixa, foi embora tão repentinamente quanto havia surgido.

-Eu o odeio. -falou Yui suficientemente alto apenas para que Subaru ouvisse.

O rapaz virou-se para ela e retirou do bolso traseiro do jeans sua adaga ainda molhada por causa do banho.

-Yui quero que aceite isso de volta, apesar de ter ficado mais forte, você ainda é frágil. Então por favor, pegue-a. – disse Subaru colocando a adaga nas mãos da garota. – Prometa-me que sempre estará com ela. Prometa!

-Eu... eu prometo. -respondeu Yui aceitando a adaga e a apertando em seu peito próxima o coração, sentia o metal frio através da blusa molhada indo de encontro a pele e aquele contanto a arrepiou.

Os dois seguiram para dentro da mansão, nenhum dos dois disse palavra alguma, apenas seguiram rumo aos seus quartos. Ao adentrar no seu, Yui deslizou pela porta trancada até o chão, trouxe as pernas de encontro ao tronco e apoiou a cabeça nos joelhos e perguntou-se o que estava acontecendo, sua proximidade com Subaru deixava sua mente completamente confusa, aos poucos ele se tornava algo parecido com Ayato em sua vida, alguém com quem ela realmente se importava, alguém por quem poderia dar a vida. Gemeu em protesto aos próprios sentimentos, precisava escrever, tinha que organizar a bagunça que havia dentro de si, Yui não tinha planos de ir a cidade naquela tarde, aproveitaria a casa vazia e tentaria descansar o quanto pudesse, faria o possível para organizar a confusão que eram seus pensamentos e sentimentos. Porém antes de chegar ao criado mudo foi surpreendida com fortes batidas na porta.

Abriu-a e deu de cara com Ayato, o jovem apoiava o cotovelo no batente, seu cabelo vermelho estava bagunçado, mas aquilo tornava-o mais atraente, usava uma jaqueta preta, com uma camisa de gola “V” que deixava sua clavícula a mostra, uma calça preta e tênis all star; o garoto sorriu para Yui deixando a mostra suas longas presas, Ayato vinha evitando a loira a dias, praticamente desde o dia que ela havia começado a treinar com Subaru, aquela era a última forma que Yui pensou em encontrá-lo. Esperava um retorno caótico, sangue retirado a força e sofrimento, não as palavras que estava prestes a ouvir:

-Apronte-se, tem meia hora pra se banhar e vestir-se, me encontre no jardim, iremos a cidade, quero que conheça um lugar.

O garoto deu as costas para ela e se foi pelo corredor sem esperar resposta, Yui voltou a fechar a porta do quarto agora mais confusa do que nunca, porém sabia que seria tolice ignorar um convite de Ayato, ele não é do tipo que perdoa e nunca aceita um “não” como resposta. Banhou-se rapidamente e vestiu um vestido floral e solto acima do joelho com um pequeno casaco e sapatilhas, achou que estava com uma aparência boa, pegou sua bolsa e foi de encontro ao vampiro.

Apenas Reiji, Ayato, Shu, Kanato e Yui estavam indo a cidade, a garota agradeceu intimamente por estar indo, isso representava que estaria longe das garras de Raito por um tempo, mas estava surpreendida por ver Shu com eles, este geralmente evitava qualquer atividade e a garota não foi a única a notar aquilo.

-Finalmente decidiu viver um pouco irmão? -perguntou sarcasticamente Ayato ao loiro. – Diga-me, por que decidiu ir a cidade? Estou realmente curioso.

-Negócios a resolver Ayato, nada que seja do seu interesse. – respondeu Shu ainda de olhos fechados sem retirar os fones do ouvido.

Ayato apenas revirou os olhos com a resposta do irmão, não conseguia pensar em um motivo forte o suficiente para tirar o loiro de casa. Depois do que pareceu um longo tempo a estrada, antes rodeada por florestas e campos abertos, deu lugar a uma paisagem urbana, as ruas ferviam de gente andando apressadas, os jovens foram deixados no centro da cidade, onde cada um se espalhou para um canto, Reiji e Shu iam juntos perdendo-se em meio as pessoas, Kanato entrou em uma loja de brinquedos deixando para trás Yui e Ayato.

-O que viemos fazer aqui Ayato-kun?

-Queria te dar um dia diferente mademoiselle. – respondeu o ruivo fazendo uma leve reverência e lançando uma piscadinha, o suficiente para arrancar um sorriso da garota.
Ele segurou-lhe a mão e saíram pelas ruas da cidade.

-Espero que goste de café. -disse o ruivo.

Tudo aquilo era inesperado de Ayato, Yui estava completamente confusa, não sabia o que fazer e nem agir, estava com a guarda completamente levantada, esperava que o rapaz a qualquer momento se virasse contra ela e fizesse algo de ruim, porém Ayato parecia completamente diferente, era quase humano.

Pararam em frente a um restaurante  familiar estilo francês, sentaram em uma mesinha na calçada coberta por um sombreiro. Um garçom trouxe-lhes o cardápio e foi dispensando com um gesto de mão de Ayato., enquanto lia o menu o garoto abriu um sorriso triste.

-A muito tempo atrás eu vinha aqui sozinho... Era um lugar onde eu escapava do mundo que vivia, observava os humanos e me imaginava como um deles. Eu era só uma criança me perguntando o porquê de ser diferente.

-Ayato-kun... – Yui estendeu a mão para ele, mas parou e deixou-a cair no meio da mesa, a expressão do ruivo mudou de repente para um sorriso cafajeste.

-Espero que goste de café com creme e bolinhos de chocolate. -falou o ruivo chamando o garçom e fazendo o pedido.

E naquela tarde Yui viu o verdadeiro Ayato, um garoto que lutava para parecer forte e inatingível, mas de certa forma frágil, eles conversaram sobre diversas coisas, e Yui conseguia rir na presença dele como se fossem velhos amigos, a tarde passou rapidamente e eles nem se deram conta das horas.
O sol já se punha no horizonte, o crepúsculo se aproximava, Ayato pegou na mão de Yui e eles saíram pelas ruas em busca dos irmãos para retornarem a mansão, alguns minutos depois Yui parou alarmada.

-Minha bolsa. Ayato-kun, eu esqueci minha bolsa, precisamos voltar.

-Não.  Me espere aqui, eu irei buscá-la, volto logo.

Antes que a garota se desse conta o rapaz beijou-lhe a testa por cima da franja e sumiu numa batida de coração.
Yui recostou-se contra o muro, tocou a testa ainda sentindo com clareza o contato dos lábios do ruivo, automóveis passavam rápido pela estrada, do outro lado em pé olhando em sua direção havia um homem de cabelos negros e olhos vermelhos, este atravessou a estrada, os veículos passavam por ele rapidamente, Yui colocou as mãos na boca prendendo um grito, temia pela vida do homem que poderia ser atropelado, contudo os motoristas pareciam não notar a presença dele e o mesmo parecia não perceber os veículos.

Quando o homem pisou na calçada em que Yui estava, ela sentiu o medo paralisá-la, ele emanava uma aura esmagadora de força, era belo e jovem, mas em seus olhos notava-se uma sabedoria de milênios, conservava uma expressão triste, ele aproximou-se de Yui, todos os instintos dela ordenavam que fugisse, saísse do alcance do homem o mais rápido possível. Este ficou de frente para ela e tocou-lhe a face.

-Eve... -disse o homem numa voz rouca.

-YUI! – a garota escutou a voz de Ayato.
A voz do ruivo tirou a garota do topor porque a fez olha na direção dele, o rapaz vinha correndo com sua bolsa em mãos.  Ao olhar pra frente, o homem já não estava mais lá.

-O que ele fez com você!? -perguntou o ruivo soltando a bolsa e segurando os ombros da garota com firmeza, a escutou gemer de dor.

- Quem era ele? -perguntou a garota.

-Ele fez algo com você!? Responda! -disse agressivamente.

-Me solta Ayato!

-Responda!

-Ele... ele me chamou de Eve! Só isso!

-Não era assim que os irmãos Mukami te chamavam? -perguntou o ruivo soltando a garota e passando as mãos pelos cabelos, tinha um semblante preocupado.

- Sim, mas eu nunca vi aquele homem com eles. Era um completo estranho. Você o conhece Ayato-kun?

-Não. Vamos, precisamos encontrar os outros. Temos que ir embora agora.

O ruivo puxou-a pelo braço, a arrastando pelas ruas poucos movimentadas, estava totalmente alerta, observava todas as pessoas com desconfiança. Chegaram no centro da cidade, o primeiro a encontrar foi Kanato, este estava encostado na parede da loja de brinquedos e olhava o céu.

-Cadê os outros? -perguntou-o Ayato rispidamente.

-Ainda não vieram. – respondeu o gêmeo com a voz sonhadora.

-Droga!

Passaram-se vários minutos, Ayato ficavam cada vez mais impaciente, Yui estava nervosa com toda aquela situação. Shu e Reiji estavam vindo pelo mesmo caminho que pegaram mais cedo, Reiji trazia em mãos uma caixa de madeira, a qual o conteúdo somente ele sabia, ao avistar os irmãos, pegou o telefone e ligou para o motorista.

-Ele falou com ela. – disse Ayato ao irmão de óculos quando este se aproximou o suficiente. – E tocou nela.

-Sobre quem está falando Ayato? – perguntou Reiji indiferente.

-O mesmo homem que eu vi. Não se faça de desentendido, eu sei que você sabe quem ele é. Você ficou tenso da primeira vez que falei dele para ti. Quem é?

-Talvez eu o conheça.

-Então diga-me.

-Em casa Ayato, está na hora de falar sobre isso com todos. -Reiji percebeu que o irmão se preparava para questioná-lo. -Chega! Eu já disse que em nossa casa falarei sobre isso. -direcionando-se para Yui, disse: - Se eu fosse você, começava a rezar minha querida. Você vai precisar de toda a ajuda necessária.


Notas Finais


Kyahhhhhhh!! Aqui é TeamSubaru! \O/ delicinha saindo da água!


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