História Cannot Talk - Jungkook - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook
Tags Drama, Hoseok, Imagine, Jimin, Jin, Jungkook, Namjoom, Sexo, Taehyung, Você, Yoongi
Visualizações 60
Palavras 1.441
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá queridas e queridos, vai saber. Voltei com outro capitulo e é adiantado, eu ia postar domingo, mas como é dia dos pais eu estou querendo fazer um capitulo voltado para a familia da Sun.
Bom, não revisei porque mamis ta dormindo e ta quase jogando o chinelo na minha cara.

→ Quis fazer o primeiro capitulo do nosso shipp (sem nome) interagindo
→ Eu escrevo os capitulos no dia, na hora. Isso significa que eu não tenho dia nem horário fixo para postar, então fiquem de olho pra não perder os cap.
→ Imagino a Yujin como a menina do clipe War of Hormone (que todo mundo falou que era prima do Jeongguk :v)

BOA LEITURA ♥

Capítulo 4 - My House


Fanfic / Fanfiction Cannot Talk - Jungkook - Capítulo 4 - My House

27/02/2017

Gangnam, Coreia do Sul

01h16min

 

 

Em situações complicadas, o mais obvio a se fazer é achar uma solução ou tentar pedir ajuda, mas é claro que eu não iria pedir para meu primo me ajudar a flertar com Jeongguk, então, tentando achar uma solução eu pensei em simplesmente desistir, seria mais fácil, não é? Falar o simples ‘não falo coreano’ e continuar a noite sozinha, bebendo sem ter ninguém para tentar ter uma conversa mal sucedida, porque é claro, a trouxa aqui resolveu ir à em uma balada que mal tem estrangeiro, mas eu não gostaria que minha noite terminasse assim, bêbada e não acompanhada, na realidade, eu gostaria de terminar a noite na cama de Jeongguk, de preferência, sóbria.

Tudo nele era encantador e sexy, suas costas um tanto largas, sua pele brilhante que entrava em contraste com suas vestimentas na cor preta. Seus lábios, pequenos, mas que me pareciam saborosos, com a coloração um pouco avermelhada. Os braços desnudos mostravam algumas veias sobressaltadas, demonstrando o quanto ele era forte – poderia haver até um lindo tanquinho –. E é claro, eu não poderia deixar de dizer sobre o seu lindo sorriso e seus olhos misteriosos. Eu não poderia perder esse homem de jeito nenhum.

– Então... Faz aqui? – escutei-o perguntar em coreano, acabei entendendo apenas poucas palavras do que parece que foi uma pergunta.

– Oh... Hum... – fiquei estática, sem saber como solucionar essa situação. Enfiei rapidamente minhas mãos dentro da minha saia, a procura do meu celular, quando o encontrei soltei um grito baixo de felicidade. – É que eu não falo sua língua muito bem – comentei em inglês, torcendo para que Jeongguk conseguisse entender. Desbloqueei meu celular a procura do tradutor, para no caso dele não saber inglês, tentarei pelo tradutor.

– Eu deveria saber – ele disse em inglês, mostrando um pequeno sorriso de canto, enquanto bebia um pouco da sua bebida. Ele tinha um sotaque forte da mistura do coreano com inglês, mas não teve dificuldade alguma em falar. Agradeci aos céus por isso, afinal, eu conseguiria conversar com ele já que pelo menos o inglês eu sei.

– Você fala inglês? – ele assentiu, sorrindo enquanto eu fingia uma cara de ofendida. – E me fez tentar falar em coreano, que vexame.

– Você fez um biquinho adorável para falar ‘eu’ – ele gargalhou. Olhei-o de relance bebericando minha bebida, confesso que, enquanto bebia um gole eu observava-o falando calmamente, era até sexy. – O que uma estrangeira como você faz em Gangnam?

– Como eu? Tem padrões para estrangeiras que ficam em Gangnam? – sinto que fui um tanto quanto grossa, mas eu sou assim, não me seguro. Ele desatou a rir como se achasse engraçado o que eu tinha dito.

– Por acaso, tem – ele sorriu galanteador, chegando perto e sussurrando no meu ouvido. – Olhe aquela mulher – apontou discretamente para uma mulher que estava conversando com um homem que provavelmente era mais novo que ela. – Esse é padrão daqui. Mulheres velhas e ricas procurando caras jovens para foderem-nas.

– Ah – saiu como um sussurro, Jeongguk foi direto e usou palavras de baixo calão, o que não combina com seu rostinho angelical. Observei melhor a mulher e percebi que usava um anel com um diamante rosa e pelos meus conhecimentos, os diamantes rosas são normalmente os mais caros. – Ela deve ser bem rica mesmo.

– E é. Ela é dona de uma pequena rede de iates em Busan, mas aqui em Seul ela cuida de prostitutas de luxo – olhei-o, surpresa. – Mas mudando de assunto, quantos anos você têm, senhora estrangeira ‘diferente’?

– “Senhora” me ofendeu mais que “diferente” – gargalhamos juntos. – Vinte. E o senhor “sabe tudo sobre prostituição”?

– Ah, confesso que “senhora” foi ruim, mas “sabe tudo sobre prostituição” foi péssimo. Acho que preciso tomar mais uns cinco copos de vodka para esquecer essa ofensa. – dei risada, flertando levemente com ele. – Tenho vinte e dois.

– Devo chamá-lo de Ahjusshi?* – ele fez uma cara de susto, tentando decifrar se falei brincando ou não. Vi meu primo longe, conversando com um homem de cabelos loiros, muito sexy, esse homem era um dos três homens que acompanhavam a “coreana gostosa” que meu primo queria.

– Vou levar como brincadeira. Com esse tanto de ofensas vou precisar sair daqui de quatro de tão bêbado só para esquecer que a estrangeira bonita me deu cada toco. – ele disse descontraído, enquanto eu tinha certeza que meu rosto tomava uma coloração avermelhada por conta da vergonha de ser chamada de “bonita” por um deus grego, mas a escuridão da balada não deixou aparente que eu estava com vergonha.

– Desculpe, quer que eu te ajude a esquecer? – ofereci sugestiva, recebendo um sorriso ladino dele. – Posso pagar uma bebida para você.

– Ah, não sou alcoólatra, não. Prefiro esquecer de outros jeitos que não envolvam bebida, eu não quero voltar engatinhando para casa ou ficar encostado num beco qualquer. Vão abusar do meu corpo. – a ultima parte me fez gargalhar alto, mas por conta da musica estar alta, minha gargalhada aparentou ser uma risada.

– Claro, claro. Todos querem o corpinho de Jeon Jeongguk. – minha voz soou mais sexy que o previsto na hora de pronunciar seu nome.

– Obvio. Já que todos querem, preciso querer alguém também, não acha? – sua sugestão soou como uma indireta bem entendida por mim. Sorri para ele, demonstrando que entendi muito bem do que ele falava.

E Jeongguk não perdeu tempo, foi só eu dar um sorrisinho – o que ele esperava, como se eu concordasse em ficar com ele – que ele atacou meus lábios sem pressa, pressionando seus lábios nos meus, apenas. Senti sua língua calmamente tentar adentrar minha boca e entreabri um pouco os lábios, ansiando aquele contado, e, foi avassalador quando sua língua quente chocou-se com a minha, mantendo um ritmo gostoso. Sua mão direita – a mão livre, já que a esquerda segurava seu copo – foi diretamente a minha cintura, prensando-me levemente na parede enquanto seu dedão da mão direita fazia leves círculos em minha cintura. Meu corpo retraiu total quando sua mão esquerda passou atrás de mim, depositando o seu copo, pegando o meu e fazendo o mesmo. Dessa vez, sua mão esquerda subiu até minha nuca, movimentando seus dedos – longos e magros – naquele lugar tão sensível para mim. Levantei meus braços, puxando o pescoço de Jeongguk e seus fios de cabelo.

O beijo foi se tornando mais apressado a cada segundo, algum tempo depois de começar com um selo e a mão na cintura, nossas línguas mexiam-se com velocidade, tentando ter o máximo de contato possível, sua mão estava na parte de cima das minhas nádegas, levando-me o mais próxima possível. Eu já estava ficando excitadas com beijos e sentia que ele também estava.

– Licença, casal – meu primo chegou ao lado da “coreana gostosa”, mais alegre do que o normal. – eu e a Yujin estamos indo. Quer que eu te deixe em casa, priminha? – Kwan falou em português, deixando Jeongguk e a tal da Yujin perdidos.

– Yu, você não volta hoje? – Jeongguk perguntou para a moça, em coreano. Eu entendi, que orgulho.

– Espera, vocês se conhecem? – perguntei chocada, meu primo passava os lábios no pescoço da Yujin, sem conseguir se controlar.

– Minha prima. Eu e meus amigos viemos e ela quis vir junto. – choquei-me. Jeongguk estava naquele meio. E eu achei o amigo dele bonito.

– Primo, tô’ indo com ele. Amanhã eu apareço. Fala que eu dormi na casa da sua namorada. – ela apontou para mim, dizendo embolado, em coreano (entendi de novo, eba),

– Certo, mas sua mãe não vai gostar... Você sabe, né? – a garota assentiu, mexendo os ombros para mostrar que não se importa.

Kwan foi embora, provavelmente para um motel. Voltei a me agarrar com Jeongguk quando recebi uma mensagem. Lucas.

Príncipe(2): Aparece que você leu as mensagens. Não quer conversar? Beleza.

Revirei os olhos, Jeongguk riu e perguntou se era importante, é claro que eu neguei e voltei a beijar aqueles lábios maravilhosos. Só parei de beijá-lo quando percebi que tinha algo errado. Kwan foi embora. Ou seja, meu guia foi embora e eu estava perdida, em qualquer rua, longe de casa e sem chave. To fodida. Já passaram da meia-noite, meus pais estão dormindo.

– O que aconteceu? – Jeongguk fez uma pequena pressão na minha cintura, tentando passar confiança. Acho que ele percebeu que eu estava com o rosto estático.

– Me dei mal – foi à única coisa que falei, ele olhou-me novamente, esperando que eu explicasse. – sou estrangeira, não conheço nada aqui. Meu primo-guia foi embora transar ‘sei lá onde’ e levou a chave que usaríamos pra entrar em casa. Ou seja, estou sem ter como chegar a casa.

– Quem disse que você iria para sua casa? – prensou-me na parede, um tanto quanto agressivamente. – Você vai pra’ minha casa. 


Notas Finais


Gostaram? Espero que sim. Vejo vocês no próximo capitulo ♥

*Ahjusshi é usado para se referir a um homem bem mas velho que você.
*Procurei a lista das jóias mais caras, ai achei o diamante rosa (apaixonei, vou vender meu rim direito e comprar um anel pra mim).

Ps: Durante o cap, escutei 'Sorry not Sorry' da Demi e 'My House' do 2PM.


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