História Can't Remember To Forget You - Sizzy - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Palavras 2.810
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, gente!
Então, voltamos com a narração da Izzy, acho que vocês vão gostar desse capitulo por estarem pedindo por isso, ou talvez não... Vocês vão entender.
Acho que não tenho mais muito o que falar, só gostaria de explicar que Idris é um país real na fanfic tal como nos livros, okay?!
Então... Boa leitura amores <3

Capítulo 23 - Qual o real significado de erro?


” Você suporta o insuportável, e segue.”

- Cassandra Clare.

Simon merecia muito mais que um tapa na cara, mas eu não queria ouvir ele falar, muito menos tentar se explicar, e ao mesmo tempo não queria que ele fosse embora. Doía achar que eu sempre estive enganada sobre ele, mas era Simon, era impossível ele não ter sido sincero em cada momento que tivemos juntos. Droga, eu o amava caramba!

Sua mão subiu até a bochecha enquanto fazia uma cara de dor, por um segundo acho que deixei transparecer que me preocupei do tapa ter sido forte demais, por que seus olhos brilharam. É sobre isso que eu digo, não tem como aquele brilho ser falso, é Simon, o Simon inteira e puramente meu.

Sei que sou meio burra, mas não resisti em envolver minhas mãos por seu rosto e colar minha boca na sua, de forma agressiva. Ele estava confuso, consegui sentir, mas eu não poderia parar, não agora que já tinha feito algo que me arrependeria depois, então aprofundei ainda mais o beijo passando os braços por seu pescoço. Talvez parando de tentar imaginar algo que me impedisse de continuar o beijando, as mãos de Simon foram para minha cintura. Foi uma sensação nostálgica, estava com tanta saudade que ela me obrigava a não solta-lo.

Sem quase perceber fui o puxando para trás até batermos contra a mesa, o que ele não deixou ser um empecilho já que voltou a descer seus beijos por meu pescoço. Foi estranho como eu consegui lembrar com todo aquele desvio da minha atenção, mas Simon e eu deveríamos ter algo com locais de trabalho e bom... mesas.

Seus lábios tocaram no pequeno espaço atrás da minha orelha e não resisti em soltar um suspiro; minhas mãos desceram por seu tórax alisando cada musculo existente ali até chegar a barra da calça, onde enrosquei minhas mãos ao cinto para o puxar para mais perto. Creio fielmente que não demorei em abrir cada botão de sua camisa social depois dali, nem de arranca-la de seu corpo enquanto via seu olhar sobre mim, em alguns momentos parecia com medo de que eu fosse o surrar depois que percebesse o que fazia, mas não, talvez não.

Suas mãos ligeiras e habilidosas invadiram minha blusa lentamente indo direto para onde deveria ficar o sutiã, mas eu não estava disposta a usar utensílios metálicos que me apertariam está manhã e tenho quase certeza de que ele soltou uma risadinha enquanto meus dentes puxavam seus lábios. Percebi que meus muxoxos começaram a ficar mais altos a partir do momento em que Simon passou a beliscar provocativamente meus mamilos e a se esfregar em mim, talvez estivesse sentindo tanta falta como eu, não me importava, só queria que ele não parasse.

Em algum momento sentei-me a mesa e enrosquei as pernas em volta de si. Então minha blusa foi arrancada de meu corpo e jogada ao chão, e no lugar de beliscos eu recebi beijos e chupões ao longo do peito. Uma onda de eletricidade passou por meu corpo e deixei de controlar minhas próprias ações assim que meus olhos ficaram fechados por completo.

Quando os abri já estava de pé empurrando Simon agora contra mesa desfilando seu cinto e descendo junto com sua calça. Seu olhar não poderia ser descrito mais que devorador, se tornou ainda mais provocante assim que passei a mordicar breves partes de suas cochas, e quando cheguei onde sei que ele mais queria que eu lhe tocasse com a boca levantei deixando frente a frente com seus olhos.

Vai demorar mais quanto tempo para me foder, milorde? — Perguntei abrindo o melhor dos meus sorrisos. Não sei decifrar o que ganhei em resposta, algo entre um rugido e um rosnado, mas era umas das coisas mais sexys que o vi fazer, e me lembrava muito bem da vez em que o tive com os lábios entre minhas pernas.

Simon voltou a me beijar quase como se tentasse me imobilizar, uma de suas mãos em meus cabelos e a outra vagarosamente abaixando minha meia calça preta.

— Mais rápido — falei entre o beijo, a intenção era que fosse como uma ordem, mas acabou saindo como uma súplica.

Conheço Simon muito bem, tudo era uma longa e sinuosa estrada de provocações, e quando suas mãos terminaram de descer a meia calça por minhas pernas senti que ele estava prestes a me testar, porém fui mais rápida que ele e seus dedos ágeis, virando em 360 graus e espalmando a mão na mesa com o desenho que eu estive fazendo com Catarina.

Aposto que ele estava sorrindo com a imagem apetitiva comigo com a bunda empinada em sua direção, mas eu só o queria logo e tenho certeza que se demorássemos mais eu desistiria de o ter.

— E então, vou precisar fazer tudo sozinha? — Na maioria das ocasiões, Simon era quem falava, acho que ele gostava de estar no controle, e de como suas palavras sujas e as vezes românticas conseguiam afetar meu corpo, mas ele estava quieto, talvez incerto sobre o que estava acontecendo.

Senti sua respiração em minha nuca, e depois sua boca sugando pouco abaixo; uma mão subindo em direção a um de meus seios, delineando a auréola e a outra jogando a calcinha para o lado para alisar o que tinha por baixo. Não pude deixar de pensar que com Simon não tinha jeito de não ser provocante, ele sempre arrumaria um jeito de me deixar louca.

A umidade existente só me fazia o querer mais enquanto seus dedos passaram a me alisar.

 — É isso o que você quer? — Consegui senti-lo enfiar dois de seus dedos em minha entrada agora molhada. — Está tão louca por me ter que parece que derreterá a qualquer momento. — Os movimentos se aceleraram enquanto sentia Simon descer os beijos por minhas costas desnudas.

Um resmungo passou por meus lábios quando sua outra mão beliscou um de meus mamilos e logo o soltou. A mão agora acompanhava os beijos delineando minha cintura, quadril e coxa, até eu ter certeza que ele está com a cara de frente para minha bunda.

Ele suspirou.

— Não consigo me decidir de qual parte do seu corpo gosto mais, — ele mordiscou minha bunda causando-me um pequeno susto. — Com certeza é essa. — E sem aviso prévio Simon resolveu usar sua maravilhosa língua junto aos dedos que me tentavam.

— Droga, Simon! — Tenho certeza que não aguentaria mais muito tempo daquele jeito e Simon sabia disso, por que ao contrário das diversas vezes em que ele fizera aquilo, não esperou que eu gozasse, não, nem ele aguentava mais.

Boa parte era saudade, mas a outra era a vontade que sempre controlávamos antes, e os dois juntos parecia ter tornado tudo mais intenso. Não imaginava que seria algo tão bruto da primeira em que transássemos, acho que sempre fomos um casal meio agua com açúcar, mas nunca me passou pela cabeça que eu fosse acabar implorando por mais assim que Simon entrasse duro e rígido dentro de mim.

As coisas sempre foram bem calmas para mim, e quando Simon se tornou prestativo em não se importar com o tempo que levasse para decifrar cada parte de mim pensei que seria como os outros, mas definitivamente não, afinal ele namorou a cadela da maia e algo deve ter que ter feito para ela grudar tanto nele.

Respirei fundo sentindo-o sair e entrar novamente, minhas unhas raspavam na mesa para me segurar enquanto meu corpo se contraia a cada movimento. Joguei a cabeça para frente, sem conseguir ter controle sobre meu próprio corpo, minha mente era um breu, tudo estava embaçado, mas havia Simon no meio, que causava todo o tipo de reação ao meu corpo. Só ele existia, era tudo para ele, não existia vida sem Simon, não existia fogo, frio, nem sentimentos, e quando tudo acabou eu já tinha certeza, Simon era tudo o que eu queria, mas ele não queria ser tudo para mim.

***

Não me lembro ao certo como consegui me livrar daquela situação, sei que coloquei as roupas mais rápido que o normal, e em questão de segundos eu já estava no andar de baixo em direção a porta. Ragnor não estava lá, nem Catarina então fui para o único lugar que eu poderia ir para fugir de todo mundo. Novamente correndo para os braços da mãe.

— Desculpa, vocês estão arrumando as malas. — Falei entrando atrás de Maryse em seu quarto. Agora que o casamento de Alec já passou, ela resolveu voltar para Idris, e levar Max junto.

— Claro que não tem problema! Na verdade, eu queria falar com você e com seu irmão, o que acha de passar alguns dias em Alicante comigo? — Perguntou. Alicante é a capital de Idris, temos duas casas lá; uma em Alicante, e outra depois da Floresta Brocelind, apesar de não ser um grande país, e no geral, ter as mesmas famílias de habitantes desde séculos atrás, é um grande lugar, a única cidade é a capital e o resto é uma grande mistura de casarões e arvores. — A última vez em que esteve lá foi antes da faculdade, e adoraríamos ter você em casa, eu e Max quero dizer.

— Eu não sei... — respondi

— Seu irmão me contou que você e Simon brigaram no casamento, imagino que queira espaço, relacionamentos sempre são difíceis e seria bom um tempo para pensar em si mesma, não acha?

Era uma oferta tentadora, mas não sei se quero rever meu quarto de adolescência e ter aquele bando de lembranças voltando na minha cabeça, acredito que mudei demais desde aquela época, e as vezes gostaria de voltar a Isabelle que não tinha responsabilidades, que não trabalhava, só cursava o ensino médio e tinha um namorado bobinho, era bem mais fácil.

— Que mal pode fazer, dá tempo do projeto do ateliê ficar pronto — dei de ombros abrindo um pequeno sorriso para Maryse, ela sorriu, um sorriso de verdade, diferente do meu. Era o melhor a se fazer.

***

Precisava fazer as malas, não só porque iria viajar, mas porque não poderia mais morar junto com Clary, não quando ela traia meu irmão na cara dura; o pior foi eu não ter percebido. Me sentia tola, e triste por não poder contar a Jace, apesar de tudo, sei que em algum momento ela vai contar para ele e seu mundo vai desabar, e sendo sincera e até um pouco egoísta, não quero estar perto para presenciar isso.

Só precisava colocar algumas coisas na mala e levar para o carro, tenho certeza que Raphael não ligaria se eu ficasse na casa dele por mais alguns dias, ou talvez sim, se eu fosse Lilian não iria querer outra mulher morando com meu namorado.

A pior parte de pensar em Lily era que fomos amigas, tão amigas que pensei que ela pudesse ser uma versão diferente de mãe para mim, seria a sogra que todo mundo quer, mas duvido que ela vá querer ver minha cara agora e sei que mais nada vai acontecer para mudar minha relação a Simon, ele mentiu para mim, algo que odeio em qualquer tipo de relacionamento, sei que parece que fiz exatamente isso com Meliorn, mas me arrependo amargamente, não de terminar com ele, mas de o ter machucado como Simon me machucou.

Transado com ele não foi a melhor das opções, mas foi o máximo de uma despedida que teremos e espero que um dia encontre alguém que faça com que eu tenha um relacionamento normal, ou então ficarei sozinha com meus desenhos até o resto da vida. Até que não é a pior das opções.

Raphael iria me agredir depois de ver o número de malas que eu arrumei, demorou um tempo até que descesse todas até o carro na rua depois que tivesse tomado banho e trocado de roupa, e mais ainda até que eu escolhesse o que mais levar; meu notebook, meus croquis, meus milhares de esquete books — a única coisa que realmente trouxe de Idris da época de adolescência — e algumas revistas da Vogue antigas que eu amava folhear.

Por que você não quer me contar Clarissa? — Ouvi a voz de Jace ecoando pelo apartamento. — Ela é minha irmã, e você minha namorada, são melhores amigas, por que ela não vem mais dormir na própria casa? — Nenhum vestígio da voz da ruiva. — Só quero que me conte, Clary. — Ele respirou fundo. — Quer saber? Esquece!

Ouvi o som de suas botas saindo do apartamento rapidamente, ele pisava duro quando ficava bravo, o que quase nunca acontecia depois que ele e Clary começaram a ficar juntos.

— Você devia contar a ele — falei aparecendo na sala com as ultimas coisas que levaria para o carro em mãos. Clary estava quase normal, se não fosse pelo semblante preocupado, talvez achasse que eu fosse correr atrás de Jace e te contar tudo a qualquer momento, mas eu não o faria.

— Eu não contei antes do casamento, estava indecisa em dizer, mas... É uma menina.

— Fico feliz por você, mesmo que o sonhos de Sebastian seja ter um garoto. — Falei, ela franziu o rosto. — Tenho que ir.

Ela não fez nada enquanto eu passava por ela.

***

— Falou com Clary então?

— Não diria que foi uma conversa, mas acho que não vai ser impossível de evitar ela em cada evento de família. Pelo menos não até que o bebê nasce. — Respondi para Raphael. — E como foi seu dia? — Perguntei. Ele havia me feito a mesma pergunta minutos antes, e lhe contei a maior parte, só excluindo a visita de Simon, ele não precisava saber, já tinha ideia do que ele falaria se soubesse.

— Nada demais, quer dizer, perdi um processo, mas já imaginava, era algo meio impossível... — Ele pareceu pensar por mais alguns instantes, as sobrancelhas se juntaram enquanto ele parecia lembrar de algo ruim, depois seu rosto se suavizou novamente. — É, acho que foi só isso.

— Não viu a Lilian hoje? — Perguntei tentando forçar um sorriso malicioso. Voltei minha atenção para as roupas que eu tentava organizar no armário que Raphael cedeu.

— Nós terminamos faz um  tempo — Raphael estava sentado ao lado das malas na cama ao dizer isso e a primeira coisa que eu fiz em resposta foi jogar a primeira roupa que vi na sua cara.

— Por que não me contou? — Perguntei exasperada.

— Estou te contando, mas... Afinal, o que é isso? — Não percebi enquanto estava chocada o que jogara, e para minha sorte era a fantasia da princesa Leia. — Preciso ter nojo por estar tocando nisso? — Ele perguntou obviamente rindo da minha cara.

— Não. Nunca cheguei a usar — respondi tomando de sua mão o biquíni dourado.

— Não seja por isso, pode desfilar pela casa com ele, eu não me importo — revirei os olhos guardando em uma das gavetas.

— Por que vocês terminaram? — Tentei voltar ao assunto. Mesmo Lilian tendo personalidade forte e Raphael também, eu não imaginava que eles fossem terminar tão rápido, pelo que eu me lembrava, ela gostava bastante dele. Ele deu de ombros. — Isso é injusto, sabia? Eu te conto tudo e você me esconde o motivo de Lily ter terminado com você.

— O que eu ganho se contar? — perguntou depois de massagear a têmpora aparentemente irritado.

— Conto algo que deixei de fora do meu dia, e pode ter certeza que é algo que você vai querer saber. — Precisa pensar em alguma coisa que não fosse a verdade para falar, por que Raphael não ia gostar nenhum pouco. Tudo bem, sim, eu não gosto de mentiras, mas essa seria uma para o bem, mais precisamente para o meu bem.

— Lily não terminou comigo, eu terminei com ela. Foi de um jeito bem ruim, na verdade — depois de ter deitado apoiando-se em um dos braços.

— Mas por que? — Perguntei fechando a primeira mala a ficar vazia. Ele se levantou devagar como se estivesse impaciente e me achasse burra.

— Por que, Isabelle... — Ele respirou fundo, passou as mãos na calça jeans como se estivesse nervoso e em pequenos movimentos as mãos estavam em meu pescoço. Meus olhos se arregalaram quando sua boca pousou na minha.

Eu nenhuma vez eu havia travado ao ser beijada. Não sabia o que fazer! Era Raphael, nós éramos, amigos, não? O mais próximo que eu imaginava chegar dele seria um abraço, mas então aqui estava ele usando a língua para acariciar meus lábios e a deixar passar. Não tinha como não permitir, e acabei retribuindo o beijo, que para minha surpresa deveria ser uma de suas especialidades.

Sempre soube que Raphael era bonito, e que não era de se jogar fora, mas a ideia não entrava em minha cabeça enquanto ele descobria minha boca. Uma de suas mãos saíram do meu pescoço e me puxaram pela cintura grudando-me a ele, não pude evitar arfar com tal ato, o que fez ele sorrir por alguns segundos.

Abri meus olhos tentando nos afastar.

Eu transei com Simon.


Notas Finais


Comentem o que vocês acharam, preciso saber se tá bom jkk
Desculpem-me qualquer erro, não revisei o capitulo.


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