História Can't Remember To Forget You - Sizzy - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Palavras 3.088
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi genteeeeeeee!!!!!!
Cheguei com capitulo novo e capa nova!!! Pff me digam se gostaram dela!
O capitulo de hoje tá tão hjbgahdgkaui... Não sei explicar :3
Só leiam e me digam o que acharam...

Capítulo 4 - Atração.


Fanfic / Fanfiction Can't Remember To Forget You - Sizzy - Capítulo 4 - Atração.

“A única maneira de nos livrarmos da tentação é ceder-lhe.”

 - Oscar Wilde

 

- Hey cara, precisamos passar em um lugar antes de você me levar em casa – disse Lily ao motorista bem vestido. O carro parou na frente do prédio onde o escritório da chefinha ficava, olhei para ela esperando que a mesma descesse do carro, mas já sabia que não era bem isso que iria acontecer. – Izzy, você poderia verificar se as meninas já começaram a fabricar a nova coleção?

- Claro – murmuro abrindo a porta do carro; saio e sigo em direção à estrutura espelhada que o prédio é.

- Boa tarde, Isabelle – cumprimenta Helen sorrindo, retribuo o sorriso e aceno com a cabeça andando em direção ao café localizado no térreo. Peço um cappuccino à garota por trás do balcão; descobri que seu nome é Sophie a algum tempo, ela é bem bonita apesar de sua cicatriz no rosto.

- Obrigada – agradeço pegando o copo de plástico de sua mão; tomo um gole e sigo para o elevador. No meio do caminho acabo esbarrando em alguém, o copo contendo meu cappuccino explode bebida na minha roupa e em seguida cai no chão. – Descul... – Olho para cima e percebo que quem esbarrou em mim foi Simon. – Ah, foi você!

- Nossa; bom saber que você me adora – ele diz debochado e reviro os olhos, um hábito do qual eu não consigo me livrar. – Vou pensar que isso foi de propósito, hein.

- Claro, por que eu ia estragar minha blusa branca só para te irritar – respondo entrando as pressas no elevador. Talvez ninguém veja o estrago que Simon fez na minha blusa.

- Faz bem o seu tipo. – Esse idiota tá me seguindo? – Quer dizer, você tem cara de ser um daquelas pessoas que demonstram carinho de um jeito... Peculiar.

- Carinho? Isso é alguma insinuação? – Olho para onde os andares são marcados e ainda estamos no quinto.

- Tecnicamente sim, você gosta de mim e isso é obvio!

- Eu tenho namorado, babaca! – Digo completamente nervosa por ele ter percebido que o achava atraente, finalmente chegamos ao meu andar então saio do elevador o mais rápido. Abro a bolsa em cima da mesa procurando alguma camiseta, eu sempre tenho tudo, será que tenho outra blusa?

- Não foi isso que eu quis dizer... – Escuto Simon dizer junto a seus passos atrás de mim.

- Droga, não tenho outra blusa! – Digo pensando em como vou entrar no metrô com a blusa toda manchada, ou sair do prédio, ou deixar com que qualquer um me veja. Essa situação é péssima!

- Se quiser pode ficar com minha camisa, eu fecho o terno e as pessoas vão achar que minha mãe mandou eu me vestir assim – ele sugere já tirando o terno e o colete. Me apresso em tirar a blusa suja, ainda bem que coloquei um soutien bonitinho... Ele me passa a camisa preta e a coloco, mas não termino de abotoa-la reparando que Meu Deus... Ele tem um tanquinho maravilhoso! – Você precisa parar com isso – ele diz, sua voz está, não sei, diferente.

- Como assim? – Pergunto voltando a abotoar a camisa.

- De morder o lábio desse jeito. – Minhas mãos param não conseguindo se mexer, ele percebeu?

- Por quê? É só um hábito... – Não consigo terminar já que em poucos passos ele vem na minha direção, me prensa junto à mesa e cola sua boca a minha. Minhas mãos vão direto para seus cabelos, que descobri agora serem macios; suas mãos seguram minha cintura como se já tivesse feito isso um milhão de vez quando sua língua descobre minha boca; por um vasto segundo abrimos os olhos para buscar ar, nesse momento nossos olhos se encontram e não é estranho, não há culpa, nem arrependimento, só há ânsia pelo próximo beijo. Em segundos nossos olhos já estão fechados e saboreando o prazer recém-descoberto no beijo do outro.

- Atrapalho? – Simon se separa bruscamente de mim, vejo Raphael arquear as sobrancelhas ainda curioso, passo a língua nos lábios sentindo a falta da boca do filho de minha chefe colada a minha e levanto a cabeça voltando a fechar os botões da camisa emprestada.

- Eu... Já vou indo – anuncia Simon entrando no elevador sem nem olhar para trás.

- Sinto que fiz merda – fala Raphael, arrumo a camisa dentro da saia e sento em cima da mesa.

- Com certeza fez – respondo sem pensar ainda raciocinando o que acabará de acontecer. – Quer dizer... Ahn... O que você veio fazer aqui, Raphael?

- Falar um oi, estava com tédio lá encima – ele dá de ombros e se escora na mesa ao meu lado. – Como foi o desfile da Anna Mitchel? – Não seguro a risada e gargalho.

- Cancelaram, porque tinha gente protestando na porta. – respondi – Mas como você sabe do desfile?

- Fui convidado, mas não fui. Moda definitivamente não é para mim – ele diz cruzando os braços.

- E esses ternos ai que você tem? Pelo o que percebi, são tudo de marca – arqueio uma sobrancelha esperando sua resposta, mas Raphael apenas dá de ombros novamente. – O papo está bom, mas preciso ver se as costureiras já começaram a produção, pelo menos para fazermos o catalogo dessa coleção.

- Tudo bem, tenho um cliente que vai chegar daqui a pouco. – Adentramos a maquina prateada e ao pararmos no andar de cima Raphael se despede. – Até amanhã, Isabelle – ele se vira e caminha em direção à sala onde estive ontem, observo o advogado enquanto as portas do elevador ainda estão abertas e percebo sua bunda estranhamente redonda. Dá até vontade de apertar... Balanço a cabeça tirando esses pensamentos da minha mente, eu tenho namorado e devo respeito a ele, mas o que os olhos não veem o coração não sente e a bunda do Raphael é com toda certeza uma tentação...

O elevador se abre novamente dessa vez mostrando as mulheres que davam a vida aos desenhos da Lilian, dez mulheres de diferentes idades e características se encontram na frente de máquinas de costura. Lilian Ferraz era uma mulher um pouco doida, por tanto ela não confiava em indústrias fabricando seus desenhos; em algum lugar daquela cabeça havia uma voz dizendo que a imprensa ficaria sabendo tudo sobre suas novas coleções se maquinas trabalhassem no lugar dessas mulheres. Natalie me disse que ao contratarem uma nova costureira faziam uma clausula no contrato impedindo que revelassem qualquer coisa sobre as roupas aqui costuradas por suas mãos. Catarina – uma das costureiras - caminhou até mim, seus cabelos azuis estavam presos em um rabo de cavalo impecável e sua franja estava perfeitamente no lugar combinando com o vestido branco longo, porém casual, que ela usava.

- Só conseguimos produzir 1/3 da coleção, já que algumas de nós nunca tínhamos produzido um modelo mais antigo da Sra. Ferraz. – Bom, meu plano havia surgido na hora em que vi os antigos desenhos da Lily, se não podíamos fazer uma nova coleção de inverno a tempo, por que não poderíamos reunir os melhores modelos das antigas coleções de inverno? Tivemos que mudar alguns detalhes deixando-os mais modernos e clareamos a cor de varias roupas já que Lilian tinha decidido que essa coleção seria menos sombria.

Anotei no meu caderno os modelos que já estavam prontos para passar a minha chefe amanhã. Sorri satisfeita ao sair no térreo pronta para ir para casa, eram 17hrs em ponto, então precisaria me apressar se quisesse chegar em casa antes do horário em que os ônibus e os metrôs lotavam cheios de pessoas que acabaram de sair de seus respectivos trabalhos.

- Isabelle! – Escuto a voz de Helen me chamar, giro os calcanhares e encontro ela tentando correr com seus saltos agulha em minha direção.

- Sim? – Ela para ao meu lado, ajeita a bolsa no ombro e respira fundo.

- Estava pensando em fazer uma noite das meninas sexta, Sophie topou e eu queria saber se você quer ir também? Mando o endereço da boate por mensagem, - abro a boca para perguntar onde ela conseguiu meu número, mas a loira responde antes – consegui seu telefone com sua chefe.

- Posso levar umas amigas? – Pergunto evitando ficar incomodada pelo fato da minha chefe passar meu número para todo mundo, Helen concorda com cabeça sorrindo. –Até amanhã então!

Entro no metrô na estação Spring St. e desço na 23 St. já exausta por ter ficado em pé usando esses sapatos. Caminho alguns quarteirões até avistar o prédio em que moro; assim que coloco os pés no edifício, tiro os sapatos e subo as escadas descalça sentindo o piso gelado embaixo dos meus pés. Ao contrario do que sempre faço, entro em silêncio e acabo escutado algo constrangedor.

- Awn, Jace... Isso! – Entro correndo no meu quarto com os sapatos na mão, fecho a porta silenciosamente, tiro a roupa e entro no chuveiro esperando que a água abafe os gemidos do meu irmão e da minha melhor amiga.

- Estou quase... – Tampo os ouvidos tendo certeza que já escutei demais. Eles precisavam ser tão escandalosos?! Chelsea inteira deve ter escutado os gemidos desses dois. Depois de um grito escandaloso que Clary deu, o silencio reinou e só dava para escutar o som da água quente caindo do chuveiro. Fechei os olhos e tentei relaxar com o toque da água em minha pele; assim que minhas pálpebras estavam fechadas relembrei do beijo com Simon. Sua língua se movia com maestria, seus lábios eram os mais macios que eu já tinha provado e sua mão se encaixava perfeitamente em minha cintura. Nunca fiquei assim com um simples beijo, sempre ficava caidinha pelo cara depois de pelo menos o conhecer um pouco, é claro que o beijo importava, mas gostava de conhecer a pessoa antes de começar a ter sentimentos por ela. O que estou dizendo?! Não tenho sentimentos por Simon!

Depois de terminar meu banho, vesti meu robe e fui à procura de uma roupa para sair para jantar, já que tanto eu como Clary detestamos cozinhar. Separei um vestido salmão de manguinha e uma sapatilha nude, meus pés estavam exaustos demais pra usar salto; deixei-os encima da cama, disquei o número da minha prima e esperei ela atender.

- Alô? Izzy? – Aline atendeu sussurrando, devia estar na faculdade.

- Vou ser direta, eu, você e umas amigas minhas em uma noite só das meninas sexta-feira. Topa? – Perguntei animada, Aline não era muito de ir a boates, festas ou qualquer coisa do tipo, mas eu sempre a convencia.

- Não sei, tenho que estudar. Direito é difícil, sabia? – Ela perguntou já começando a usar seu tom azedo de quando não quer fazer algo.

- Por favor, arrumo uma garota bem bonita pra você – ela começou a tossir como se tivesse se engasgado. – Aline, todo mundo sabe que você é lésbica. Para de fingir que não é.

- Tudo bem, eu vou – ela disse pulei da cama super feliz.

- Sua lésbica encubada! Sabia que se colocasse pegação com minhas amigas no meio, você ia gostar!

- Cala a boca, Isabelle! Vou voltar a estudar agora. A gente se vê sexta! – desliguei a chamada sorri com minha vitória. Andei até a parede que dava para o corredor já que o quarto de Clary era de frente com o meu– que a propósito era o maior e o único com banheiro – e nenhuma parede era ligada, bati na parede fazendo o máximo de barulho possível.

- Clarissa Fairchild Morgenstern, para de trepar e vai tomar banho que a gente vai sair pra jantar em vinte minutos! – Gritei o mais alto possível, escutei Jace bufar irritado e a porta do banheiro no outro lado do corredor bater.

Peguei o vestido escolhido de cima da minha cama e o vesti; amarrei meu cabelo em um rabo de cavalo alto, calcei as sapatilhas e me admirei no espelho. É, até que estava bom! Apesar de eu sempre gostar de usar maquiagem, hoje eu achei melhor não; enquanto voltava para casa percebi que a noite estava fresca então não levaria um casaco.

Sai do quarto e fiquei esperando Clary e Jace sentada no sofá da sala; depois de minutos intermináveis eles apareceram.

- Vamos comer comida chinesa ou mexicana? – Perguntou Clary arrumando a manga de sua jaqueta jeans.

- Eu voto em chinesa – respondeu Jace pegando as chaves do carro de sua namorada.

- Pode ser chinesa – concordo e dou de ombros levantando. Pego minha bolsa, já que nunca saio sem identidade e sigo a ruiva e o loiro apartamento afora. Assim que a porta está trancada, viro para saber o porquê os dois ainda estão parados no meio do corredor.

- Você não é o Simon? – Escuto Clary perguntar, Jace sai da minha frente para me dar visão do filho da minha chefe respondendo minha colega de apartamento.

- O que você está fazendo aqui?! – solto de uma vez.

- Precisamos conversar – ele me fita sério, concordo com a cabeça pegando a chave para abrir a porta do apartamento.

- Podem ir, vejo vocês mais tarde! – Despeço-me; percebo que Jace fica meio contrariado se deve ir embora, mas Clary o obriga a segui-la.

- Entra – dou passagem para o moreno entrar no apartamento. Assim que ele adentra o simples apartamento seus olhos castanhos percorrem todo o lugar, já que da ultima vez em que esteve aqui entrou correndo para buscar sua mãe; só que ele não percebe que esse ato – observar tudo com curiosidade - me causa uma certa agonia...

Quando eu e Clary nos mudamos, ela ainda não namorava Jace, então criamos algumas regras, só pessoas em quem “confiássemos” poderia entrar aqui, como família e amigos realmente próximos, essa foi a primeira regra; a segunda foi que só começaríamos a namorar depois que terminássemos a faculdade, nada de relacionamentos longos, somente ficadas por diversão e a terceira foi que transformaríamos esse lugar em um mundo só nosso. A regra número um foi quebrada ontem quando Lily e Simon entraram no apartamento, em anos morando aqui nunca trouxemos ninguém além da minha família e da dela; há anos atrás eu fiz a cagada de fazer Clary quebrar a segunda regra conhecendo Jace, acho que foi amor a primeira vista, convenhamos que meu irmão sempre foi um galinha e quando ele ficou serio com a ruiva, eu fiquei feliz por ter essa regra quebrada;  a terceira e ultima regra parece a mais fácil de se cumprir e impossível de se ser quebrada, dentro desse apartamento eu e Clary nos tornamos melhores amigas, construímos o que somos hoje nesse apartamento; quando pisamos nesse piso de madeira pela primeira vez éramos calouras que não sabiam o que queriam direito da vida e agora sabemos, nos descobrimos aqui. Quando Simon vasculha tudo por detrás dos óculos de grau que o mesmo usava, estava entrando dentro do meu mundo e do da minha melhor amiga; quando ele olhava para os moveis perfeitamente distribuídos pelo cômodo via o lado perfeccionista da Clary, quando olhava o porta retrato da minha família posto encima da rack abaixo da televisão conseguia enxergar o meu lado sentimental que era apegado a família que poucos conheciam; enquanto ele apreciava a visão da pequena estante de livros que temos no canto da sala, ele conhecia o lado adolescente sonhadora que adora romance que tanto eu como Clary sempre tivemos.

- De quem foi a ideia de deixar uma das paredes de tijolos? – Ele perguntou finalmente direcionando sua visão a mim.

- Foi da Clary, ela lembra do apartamento da mãe dela – respondo me lembrando da ruiva saltitando de alegria quando nos mudamos dizendo que Jocelyn – sua mãe – adoraria o lugar.

- O sofá de couro marrom?

- Minha, achei que combinaria com o tom dos tijolos – respondi cruzando os braços sobre o peito.

- Entendi – respondeu por fim.

- Você disse que queria conversar... – começo sentando no sofá, Simon me acompanha.

- É, eu queria – ele abre a boca para dizer algo, mas ela se fecha sem nenhum som sair.

- Sobre o que aconteceu? – Pergunto querendo que essa conversa acabe logo.

- Sim, eu só não faço a menor ideia de como começar – percebo a sinceridade na sua voz.

- Bom, eu começo então... É bem óbvio que rola uma atração entre nós dois, mas eu gosto muito do meu namorado e aposto que você gosta muito da sua namorada; aquele beijo foi algo impulsivo, somos seres humanos, você estava sem camisa, eu estava meio que só de sutien e nos beijamos; foi natural, nenhum de nós pensou nas consequências na hora – eu provavelmente estou gesticulando as mãos demais e me enrolando toda, mas esse é o único motivo que eu consegui encontrar para justificar o que aconteceu.

- Eu realmente não acho que seja isso que aconteceu – meu queixo cai na hora que ele fala isso e eu me levanto.

- Como é?! – Simon também se levanta.

- Você provavelmente deve achar que eu sou um desses caras que pegam todas as secretarias dos pais, mas eu não sou assim! Não consigo ser um desses babacas que saem por ai beijando varias garotas e traindo namoradas; eu sou apaixonado pela Maia ou pelo menos tinha certeza disso até ontem quando acordei. Acredito que cada pessoa que conhecemos tem um propósito na nossa vida, e se você mal apareceu e já me fez questionar o que eu sinto pela minha namorada, significa que você fará uma grande mudança em tudo o que eu acredito – ele pausa e suspira. – Você provavelmente acha que eu não estou falando coisa com coisa, então Isabelle, você pode continuar acreditando que é só atração física. Pra mim, assim que você pisou naquele elevador e ficou me encarando como se eu fosse um bicho de sete cabeças nossos destinos se cruzaram e isso vai mudar muita coisa tanto na sua vida, como na minha. – Só percebo o quão próximo estamos quando sinto sua respiração se misturar com a minha; dá pra ver em seus olhos que ele acredita mesmo no que disse, ou talvez ele só seja um ator muito bom.

- Acredite no que quiser, - respondo indiferente – mas o fato de você querer muito me beijar agora só significa que você se sente atraído por mim.

- Eu posso querer te beijar, só que eu não vou fazer isso, não enquanto ainda não for o certo a se fazer – ele se afasta e vai em direção à porta. – A gente se vê qualquer dia, Isabelle! – A porta bate atrás dele e eu caio sentada no sofá completamente confusa.



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