História Capacidade Humana - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias CSI: Crime Scene Investigation
Personagens Catherine Willows, Gilbert "Gil" Grissom, Gregory "Greg" Sanders, Nicholas "Nick" Stokes, Personagens Originais, Sara Sidle, Warrick Brown
Tags Csi Las Vegas, Drama, Gsr, Romance
Exibições 15
Palavras 1.527
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


E ai gente? Acho que a fic não foi muito bem aceita por aqui rsrs, mas sou teimosa e vou continuar postando...
Brincadeira gente!
Sei que muitos que leem aqui podem ler também no Nyah onde já postei essa história completa, mas em fim, eis mais um capitulo!

Capítulo 2 - O terrorista


- Como? Onde?

- No forno industrial da cozinha.

- O que? Está morto?

- Não, o forno está desligado, depois que processei o garoto ouvi um chorinho abafado, só que não consigo abrir o forno. – Nesse momento Nick notou que as mãos de Sara tremiam muito. – Como um ser humano faz isso a um bebê? – Nick levanta e vai até ela.

- Ei, não fique assim, vamos lá. Te ajudo a salvar o garotinho. – Seguem para a cozinha e no caminho ele passa um rádio ao Vartan. – Solicitando ambulância, repetindo solicito ambulância...

Chegando no local Nick se abaixa na altura da tampa do forno e o abre vendo lá um garotinho com lagrimas nos olhos.

- Ei amigão? Esta tudo bem, não vou te machucar. Vem? – A criança estende os bracinhos para Sara que não entende bem sua atitude, mas prontamente o retira do forno. Tenta inutilmente acalentar seu chorinho baixo e sentido, assim também rebentado em lágrimas, nesse momento os paramédicos entram e retiram de Sara o bebê para examiná-lo.

Os paramédicos saem e deixam somente Sara e Nick.

- Você está bem? – Pergunta Nick.

- Vou ficar assim que conseguirmos pegar o doente que fez isso. Pode ir Nick, irei só buscar por digitais no pegador do forno e continuarei a processar ao vítimas.

- Ok! Me chame se precisar de qualquer coisa ok?

- Tudo bem.

Sara finalmente fica sozinha e começa a jogar seu pozinho mágico em busca de digitais quando ouve uma voz bem a seu lado.

- Não se mova nem mais um centímetro. Para onde levaram meu filho?

- Seu filho? Como pôde colocar seu filho dentro de um forno?

- Era o único meio de ninguém o ver, caso eu fosse morto, ele sobreviveria.

- E achou que um forno era o melhor local? E se eu não tivesse ouvido o choro dele?

- Eu sei que alguém o acharia, mas agora me responda para onde o levaram. – Sara nesse instante sente o cano frio da arma encostando em sua bochecha.

- Estão verificando os sinais vitais para saber se ele está realmente bem, será levado ao DesetPalm Hospital logo após essa checagem.

- Não podem levar meu filho, Tom tem que ficar comigo. – Ele então baixa arma por um instante e Sara pensa em uma reação, mas tão rápido quanto ele se distraiu notou também as intenções dela.

- Calma.

- Você vai até lá fora e vai trazer Tom de volta pra mim.

- Tudo bem, você fica aqui que o trarei. Disse e foi dando menção de se levantar.

- Acha que sou burro? Eu vou com você.

Ele agarra ambos os braços de Sara e os prende com um braço, a colocando em sua frente como um escudo, com o outro braço direciona a arma novamente para a cabeça de Sara e a faz andar até a porta onde se encontravam dois paramédicos e Nick cuidando do pequeno Tom.

- Nick? – Chama Sara e os três homens se viram em sua direção já que a voz de Sara saiu estridente e nervosa. Ao ver aquela cena Nick arregala os olhos e faz menção de pegar sua arma. Sara não gostava de andar desarmada, mas justo nesse dia resolveu deixar seu coldre dentro de seu Kit assim que começou a processar o fogão onde o bebê foi encontrado. O terrorista ao perceber que Nick estava armado dá então uma leve coronhada na cabeça de Sara, suficiente para lhe dar um galo, mas não para lhe desacordar.

- Se pegar a arma não vou mais ser gentil com ela. Entendeu?

- Ok, Ok! Vamos lá cara, ela não tem nada a ver com tudo isso.

- É verdade, mas eu preciso dela para que me devolvam meu filho.

- Esse homenzinho é seu filho? E você o deixou dentro de um forno?

- Não discutirei meus motivos, apenas entregue a ela o bebê e ninguém sairá ferido.

- Cara, até agora você só está sendo acusado de terrorismo, não de assassinato ou agressão, você não machucou ninguém, que tal mantermos assim?

- Manterei se entregar Tom a ela e ela voltar a mim.

- Tudo bem Nick. – Diz Sara tentando apaziguar a situação.

O terrorista solta Sara e a empurra, porém mantém seus olhos bem atentos a tudo que está acontecendo. O paramédico olha para Nick que lhe acena um sim com a cabeça então entrega Tom a Sara. Sara pega o garotinho no colo que imediatamente agarra seu pescoço, estava ainda choroso, só que agora meio sonolento.

- Vamos lá amiguinho, nada de mal vai acontecer com você ok? – Ela olha para Nick com olhar suplicante e ele diz:

- Vai ficar tudo bem querida, não se preocupe. A qualquer momento estarei tirando você daqui sã e salva.

Sara volta calmamente com o garoto no colo e ao chegar próximo ao terrorista ele agarra seu braço e sai andando de costas e a puxando junto para o local onde estavam antes.

- Coloque ele aqui. – Diz apontando para um balcão ao lado da pia de louças da cozinha. Sara o obedece.

- Ei amiguinho? Como está? – Fala com o garoto que ao perceber quem era perde a carinha de choro e abre um sorriso estendendo ao homem os bracinho. – Esta tudo bem Tom, mamãe não está mais aqui, mas papai está e irei cuidar bem de você.

Ele não atende a suplica do garotinho que estende os bracinhos pedindo colo, ao invés disso o coloca na pia e abre a torneira, atitude que faz o garoto se acalmar brincando com a água que escorre da torneira.

Enquanto isso Nick está do lado de fora esperando o esquadrão especial. Tinha avisado a Vartan de toda a situação e tentava falar com os outros integrantes da equipe, porém sem sucesso. Pouco depois Grissom chega pálido.

- Onde ela está?

- No fundo da cozinha com o cara e Tom, o bebê em questão.

- E os outros que ela iria processar?

- Evacuamos o prédio, serão processados pelo intermediário que foi convocado em turno dobro.

- Ele já negociou ou algo do tipo?

- Não, desde a hora em que entrou com ela e o bebê não fez mais contato, estou esperando o esquadrão especial para tentar uma negociação.

- E onde eles estão?

- A caminho.

- A caminho? Eles já deveriam estar aqui, isso é muita irresponsabilidade Nick. Como podem deixá-la lá a mercê de um cara instável assim?

- Calma Griss, ela vai ficar bem.

Grissom respirou fundo e pressionou a têmpora tentado inutilmente evitar a enxaqueca que dava seus primeiros sinais.

Voltando a Sara

- Posso saber o seu nome?

- Andrei.

- Andrei, porque não me conta o que aconteceu? Parece transtornado, e tenho certeza que não tinha intenção de causar tanto terror assim.

- Você não me conhece senhorita... Sidle. – Disse depois de ler no colete dele o nome.

- Sara, pode me chamar de Sara. – Ela tentava manter um dialogo com ele para que assim tivesse oportunidade de desarmá-lo.

- Pois bem Sara, você não me conhece. E pior ainda, não sabe do que sou capaz para manter meu filho comigo.

- E porque alguém tentaria tomá-lo de você Adrei?

- Porque a justiça fará isso assim que descobrir o que fiz.

- E o que você fez?

- Não queira saber, você já está bastante assustada, não precisa ficar mais.

...

Do lado de fora Greg chega atordoado e chamando atenção de todos.

- Grissom, Nick!

- Greg, o que houve? – Pergunta Nick.

- O seu duplo homicídio Grissom...

- O que tem Greg?

- O nome do casal morto é Samanta Croner e o Jason Croner, são a esposa e irmão de Andrei Croner. Samanta e Andrei possuem um filho chamado Tomas que está completando dois anos de vida amanhã. E veja só a foto da família Croner.

- Esse é o terrorista Gris! – Diz Nick assim que vê o suposto pai da família.

- O que? Quer dizer que esse lunático matou a esposa e o irmão, saiu por ai com uma metralhadora na mão e um bebê na outra, entrou em um hotel rendendo mais de cinquenta pessoas e depois de quase se safar está lá dentro com a minha noiva como refém? Deus! Eu vou enlouquecer.

Greg e Nick se entreolharam ao ouvir o “minha noiva”, mas vendo o estado de Grissom resolveram não perguntar a respeito.

- A arma que ele carrega é provavelmente a arma do crime no homicídio, o calibre coincide. – Afirma Greg

- Porque diabos esse louco fez isso? – Pergunta Nick.

- Warrick está com Cat na cena do crime tentando justamente descobrir isso.

No interior da cozinha...

Andrei resolveu sentar no balcão ao lado de onde o filho brincava, mas ainda com a arma apontada para Sara que estava sentada no chão bem a sua frente.

- Sabe Sara, você tem razão...

- Em que?

- Quando acordei hoje pela manhã jamais imaginei que meu dia terminaria assim.

- O que aconteceu Andrei, talvez eu possa te ajudar, seu filho precisa que você me deixe te ajudar.

- Tudo bem...


Notas Finais


O que acharam?


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