História Capitão América - Uma Nova Esperança - Capítulo 1


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Categorias Capitão América, Guardiões da Galáxia, Homem de Ferro (Iron Man), Os Vingadores (The Avengers), Supernatural, X-Men
Personagens Anthony "Tony" Stark, Castiel, Dean Winchester, Dr. Bruce Banner (Hulk), Personagens Originais, Sam Winchester, Steve Rogers
Tags Avengers, Capitão América, Hunters, Marvel, Supernatural
Visualizações 23
Palavras 1.247
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Crossover, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Super Power, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Parte 1 - Cap.1



Nova York;

Agência de inteligência

S.H.I.E.L.D


-... Não temos outra escolha.

- Tem certeza, Fury?- Questiono.- Ele ainda pode ser salvo.

- A equipe não pode ficar desfalcada - O Líder da S.H.I.E.L.D se levanta e caminha até o grande telão atrás de sí. Fury mexe em uma sequência de teclas e no monitor se abre varias imagens de caos, do noticiários do mundo todo.- Steve ainda pode ser salvo, mas isso leva tempo e não sabemos o quanto. O mundo precisa de um novo super soldado. Um que possa arcar com as responsabilidades da mesma maneira como Steve o fez.

- Isso não é mais como a sessenta ou setenta anos atrás - Stark protesta do outro lado da sala.- Não podemos simplesmente colocar um anuncio na internet pedindo por ratinhos de laboratórios.

- Eu concordo com Tony - Digo.- São outros tempos, essas experiências não são mais tão liberais como antes.

- É por isso que só teremos uma chance - Nick junta as mãos.- Escolheremos a dedo. Ele precisa ser o novo Capitão América, um que seja mais resistente, mais forte. E é por isso que chamei vocês dois aqui.

Tony e eu trocamos um curto olhar.

- Dakota - Nick me encara. - Preciso que desenvolva um novo soro, com base no antigo. Preciso que seja mais resistente, mas sem a falha genética.

- Mas... Fury - Me levanto. Como ele pode exigir isso? - Eu não sou bioquímica, não posso desenvolver isso.

- Você terá uma equipe ao seu lado. Inclusive, Tony.

- Eu?- O Stark se levanta tão indignado quanto eu. - Só pode estar brincando.

- Já viu eu brincar alguma vez - Nick nos encara sério. Tony recua.

- E-eu não sei, eu...- Começo um pouco nervosa.- Nick, eu sou especializada em armas e meu departamento lida com ameaças extraterrestres. Eu nunca...

- Você é capaz - Ele fixa seu único olho em meu rosto.- Isso depende de você, e eu sei que não vai me decepcionar.

Eu apenas o fito, eu não sei o que dizer. Nunca tive tanta responsabilidade antes.

- Sua nova equipe ira espera-lá no laboratório 5-F alá oeste amanhã bem cedo. Stark - Ele se vira para Tony que não parece nada feliz.- Venha comigo, preciso lhe mostrar algumas coisas.

A porta da sala de reuniões se abre, Nick passa por ela e logo depois Tony o segue, resmungando, claro.

Despenco na cadeia sem saber o que fazer.

~~


- Eu não posso acreditar nisso - Exclamo irritada entrando em meu apartamento. Alicia me lança um olhar assutado pela minha entrada brusca.- Não sabe o que me aconteceu!

- Algo terrível pelo que parece - Ela fecha o livro e tira os óculos.- Vamos, me diga.

- Fury me deu a pior missão do mundo. O que ele pensa que eu sou? Nunca vou conseguir reproduzir o soro do super soldado, muito menos corrigir as falhas genéticas do projeto.

- Foi isso que ele mandou - Ela pergunta abismada.- Isso é incrível, Dack.

- Incrível pra quem? - Me viro para ela.- Eu não tenho a minima ideia de como vou fazer isso. E ainda como bônus, vou trabalhar com o cara que já quase destruiu o mundo com um protótipo de inteligencia artificial maligno.

- Vai trabalhar com Tony Stark?- Ela pergunta, seu queixo caindo. - Isso é de mais!

- Não. Não é - Afirmo me jogando ao seu lado no sofá.- Ele é cabeça dura, irresponsável, bêbado e irritante.

- Por que você tem sempre que ver o lado negativo da coisa?- Alícia pergunta revirando os olhos.- Não pode pensar que ele é um gênio? Que ele é lindo?

Penso por alguns segundos e é inegável o fato de ela ter razão.

- É, você até pode estar certa nesse ponto...- Ela sorri convencida e eu volto a falar.- Mas não vou trabalhar com ele para ficar vendo o quanto ele é bonito ou o quanto é inteligente. Temos um objetivo, objetivo que eu não faço ideia de como atingir.

- Se Fury deu a missão a você, é porque acredita que você consegue. Devia acreditar também.

- Eu não sei - Digo com um suspiro.- Eu... posso tentar...

- Bem que você podia fazer um grande favor e colocar a sua linda amiga na equipe - Alícia sorri docemente e deita em meu colo.

- Você só quer entrar para a equipe para ficar olhando Tony - Rio.

- O que? - Ela senta com as mãos na cintura.- É, isso é verdade.

Voltamos a rir e eu pego o controle para ligar a TV. Coloco no noticiário e a noticia de outro assassinato na Park Avenue. 

- Mais um - Murmuro recostando no sofá. - Já é o quarto só esse mês!

- Esse serial killer parece estar com sede de sangue - Alícia fala de forma alheia enquanto enfiava a cara outra vez no livro de física quântica.

- Sede de sangue... - Murmuro outra vez pensativa.- Como um vampiro?

- Não viaja, Dack.

- Ai, foi só um trocadilho - Levanto mostrando-lhe a lingua. - Vou tomar banho. 

- Ta precisando mesmo.

- Vá para o Inferno!

Tendo dito isso, entro rindo no banheiro e bato a porta fazendo um som alto.

~~

06:00 A.M

Califórnia...


- Dean, acorda! - O jovem de cabelos compridos sacode o irmão que se encontra com o rosto afundado nos travesseiros. - Vamos, cara. Precisamos ir.

- Só mais cinco minutos - O loiro resmunga com voz abafada se remexendo embaixo das cobertas. Voltará a beira das três da manhã noite passada, ao contrário do irmão. Dean ficará no bar até tarde comemorando mais uma caçada bem sucedida. Não conseguia acreditar como Sam deixará passar em branco uma vitória contra um bando de lobisomens.

- Você disse isso à quinze minutos - Sam resmunga se afastando e jogando sua bolsa de roupas e armas sobre o ombro esquerdo.- Quer saber? Fique ai então. Mas vou avisando: O impala vem comigo.

Ao ouvir isso, o Winchester mais velho praticamente salta da cama.

- Se tocar na Baby...

- tá, tá, eu não vou mexer no seu carro - Sam fala sorrindo ao ver que conseguirá tirar o irmão da cama.- Agora precisamos ir.

- Sem nem um café? Qual é, Sammy? Eu to moído - Dean se levanta após terminar de calçar as botas.

- Se tivesse segurado a onda ontem, não estaria assim. Você não tem jeito, sabia?

- Você é muito careta - O loiro resmunga pegando sua própria bolsa e as chaves de seu precioso Chevy Impala 67.- Mas afinal, por que esta me arrastando para longe de uma cama quentinha em plena seis da manha?

- Olha isso - Sam tira um recorte de jornal de dentro de sua jaqueta e entrega ao irmão.

- Quarta morte em um mês - Dean lê o titulo da matéria e franze as sobrancelhas. - Park Avenue? Lá não é tipo, super movimentado?

Eles param na recepção para entregar a chaves do quarto e logo depois seguem para o estacionamento. O irmão mais novo concorda com a cabeça e explica:

- Essa é a questão. Uma grande avenida, de uma grande cidade. O corpo sempre é encontrado em algum ponto do Central Park, como um simples serial killer conseguiria deixar um corpo ali sem que ninguém visse?

- Ele tem que ser rápido. Ou invisível.

- E discreto, só não tanto já que está exagerando no numero de vítimas.

- Acha que é um dos nossos? - O mais velho pergunta jogando a bolsa no porta malas do carro e olhando para o irmão.

- Não custa checar - O mais novo responde dando de ombros.

- Certo. Para Nova York, então - Fala o loiro antes de descer a tampa, fechando o porta malas.





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