História Cárcere privado (Mpreg) - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Drama, Experiências Com Humanos, Jikook, Mpreg, Namjin, Romance
Visualizações 530
Palavras 1.277
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Canibalismo, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 15 - Passado


Fanfic / Fanfiction Cárcere privado (Mpreg) - Capítulo 15 - Passado

Pov’s Yoongi

 

Não sei se alguém lerá esses papéis mas… sinto que preciso registrar a minha história em algum lugar. Quando pequeno, aos 8 ou 9 anos, fui tirado da minha família, se bem que... eu acho que a minha família foi tirada de mim, melhor dizendo. Lembro que homens entraram na minha casa e assassinaram os meus pais… na minha frente. Eles me levaram para um lugar isolado de qualquer cidade, lembro disso porque o percurso até lugar era longo. Nesse local, haviam celas que se assemelhavam mais a gaiolas empilhadas umas sobre as outras. Haviam andares de celas e esses andares formavam um círculo em torno de uma espécie de ringue, onde crianças lutavam. Lembro que quando cheguei, duas garotas mais velhas estavam lutando. Eu estava assustado, confuso… com medo. Quando os dois homens que me acompanhavam me levaram até a minha cela, eu conheci um garoto. Ele era mais velho que eu, era gentil comigo. Não lembro muito bem do seu rosto, mas até hoje lembro do seu nome… Xiumin. Ele me acalmou, mas depois me explicou o que acontecia nesse lugar. Todas aquelas crianças… estavam ali para lutar umas contra as outras. O vencedor da luta tinha o direito de permanecer vivo, já o perdedor deveria ser morto pelo oponente. Xiumin me explicou que as crianças recém-chegadas normalmente ficavam dois dias sem lutar; ele então me sugeriu observar as lutas das outras crianças durante esse meio tempo. No primeiro dia, Xiumin me ensinou golpes básicos como socos, chutes… no segundo dia, mandou eu observar as crianças que lutavam no “ringue”. As crianças lutavam umas contra as outras de acordo com suas idades. Mas caso uma delas se destacasse dentre as demais, vencesse muitas lutas, ela lutaria contra uma de idade mais elevada que a sua, porem eram poucos os casos. Normalmente elas lutavam com outras de apenas um ano a mais. Quando duas crianças se recusavam a lutar… ambas eram mortas pelos homens que cuidavam das lutas e celas. No “ringue” valia tudo, o que importava era que houvesse um vencedor e um perdedor. Muitas davam fim a luta quebrando o pescoço do adversário, prestei bastante atenção quando isso era feito, já que poderia usar essa técnica com frequência. A minha primeira luta foi contra um garoto miúdo, lembro que ele era bem magro e assustado… que chorava bastante enquanto eu batia no seu rosto. Eu não queria matar ele, mas um dos homens apontou a arma para minha cabeça e mandou eu matá-lo de uma vez, senão mataria nós dois. Antes de quebrar o seu pescoço… pedi perdão.

Dias, meses se passaram… todos os dias haviam lutas, mortes. Eu era um bom observador, por isso sobrevivi. Uma vez perguntei a um dos homens pelo que lutávamos, mas ele apenas me respondeu “para sobreviver”. Lembro perfeitamente do dia em que Xiumin morreu… a sua morte foi brutal. O garoto que lutou com ele bateu a sua cabeça no chão até quebrar o seu crânio. Assim que Xiumin morreu… eu passei a ter raiva de todos naquele lugar. Matei muita gente, venci muitas lutas. Ao decorrer dos anos… eu lutei com garotas e garotos muito mais velhos que eu. Fiquei conhecido por todos naquele lugar. Quando meu adversário descobria que lutaria contra mim… sabia que sua vida havia chegado ao fim. Eu matava meus companheiros de cela, eliminava futuros adversários, mas um dia… um garotinho assustado se tornou meu companheiro de cela, Jungkook o seu nome. Na época ele tinha 9 anos, enquanto eu já estava com 12. Ele havia chegado a pouco, não sabia se defender, que dirá lutar… ele me lembrava a mim. Ensinei Jungkook a lutar, e assim como eu, ele venceu muitas lutas. Nos consideramos irmãos até hoje. Jungkook foi e é muitíssimo grato a mim, sempre me diz que senão fosse por mim… ele provavelmente não estaria vivo hoje. Eramos os melhores naquele lugar… não demorou para nos colocarem frente a frente no “ringue”. Lembro que eu dizia para ele me matar, quebrar meu pescoço… mas ele se recusava. Os homens que cuidavam da luta apontaram suas armas para mim, mas assim que apontaram para Jungkook… me revoltei. Desarmei os dois e quebrei o pescoço de ambos. Jungkook estava bastante assustado, correu até mim para me abraçar forte. Ainda lembro do seu rostinho angelical e inocente, que naquele momento estava corado por tanto chorar. Nesse mesmo dia… o homem responsável por tudo apareceu. Lembro que ele entrou no “ringue” batendo palmas, enquanto era acompanhado por dois homens altos e bem trajados. Mais tarde descobri que o seu nome era Sehun e o dos outros dois Chanyeol e Baekhyun. Sehun era responsável pelo laboratório que hoje eu trabalho. Nesse laboratório eram feitas experiências com humanos, os corpos em que ele testava o que queria eram os das crianças que morreram nas lutas. Sehun era rico e inteligente, organizou e ordenou todos os sequestros e lutas. Por quê? Porque queria um sucessor forte para comandar o laboratório. Sehun levou eu e Jungkook consigo e o restante dos prisioneiros também. Ele tornou as crianças seus ratos, enquanto me treinava para sucedê-lo nesse laboratório. Sehun sabia que eu não seguiria suas ordens se fizessem qualquer coisa com Jungkook. Aceitei ser o futuro responsável do lugar, com a condição de que ele não machucasse o Jeon em nenhum momento. Sehun se revoltou, mandou os dois homens que sempre o acompanhavam “cuidarem” de mim. Os homens não bateram no meu rosto ou corpo, fizeram pior… lembro que amarraram as minhas mãos e pés… e assim que se certificaram de que as cordas estavam bem apertadas me estupraram. Assim que acabaram, Sehun entrou na sala e disse que aceitava a minha proposta, mas eu teria que obedecê-lo “direitinho”, senão o que acabara de acontecer comigo aconteceria com Jungkook também.

Os anos se passaram e durante todo esse tempo Sehun me ensinou a fazer diversos experimentos. Também me ensinou a ser cruel, frio… ele testava os meus limites, a minha maldade. Em vez de fazer provas da faculdade eu estava matando pessoas. No início foi terrível, é claro que pensei em desistir… mas ele sempre ameaçava fazer atrocidades com Jungkook. Minha mente foi tomada pela maldade aos poucos, me tornei soberbo com o tempo. Assim que completei 20 anos, Sehun descobriu estar com câncer. Nos seus últimos meses, me ensinou mais algumas coisas… e, por fim, me fez dono do laboratório. Continuei os seus experimentos e pesquisas. Jungkook permaneceu comigo… sou grato a ele por isso, não sei se aguentaria tudo isso sozinho. Jeon se tornou alguém ruim, assim como eu. Sehun conseguiu influenciá-lo também. Queria que Jungkook seguisse bondoso com as pessoas, mas falhei. Hoje estamos fazendo um experimento importante… descobrimos um menino (sim, um meninO) com todo o sistema reprodutor feminino, exceto pelas suas genitálias, que são masculinas. Com base nas experiências que tive com ele, acredito que esse garoto não tenha órgãos masculinos. O seu pênis quando estimulado não fica ereto. Acredito que não ha produção de espermas, apenas de óvulos. Jeon teve relações com ele e agora esse garoto carrega um filho seu. Jungkook não considera esse menino como pessoa e nem a criança que cresce dentro dele como seu filho. Jeon não é o único vilão, eu também abusei desse garoto… até fiz mais. Sei que tudo que fiz com esse menino foi terrível… venho refletindo sobre meus atos. Não pensei como ele se sentiria ao ser estuprado. Imagino que se sinta tão ruim quanto eu quando fui abusado pelos dois homens. Esse menino já tentou suicídio duas vezes… também implorou pela morte quando o reanimei. Acho que estou com pena dele. 



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