História Cardverse, a história de reinos - Capítulo 11


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Categorias Hetalia: Axis Powers
Personagens Alemanha, América (Estados Unidos da América), Belarus (Bielorrússia), Canadá, Coréia do Sul, Espanha, França, Grécia, Inglaterra, Itália do Norte "Veneziano", Itália do Sul "Romano", Japão, Liechtenstein, Países Baixos (Holanda), Prússia, Rússia, Suíça, Ucrânia
Tags Ameripan, Comedia, Drama, Fruk, Gerita, Hetalia, Novela, Rochu, Romance
Visualizações 10
Palavras 886
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Irmãos


Fanfic / Fanfiction Cardverse, a história de reinos - Capítulo 11 - Irmãos

Reino de espadas - Meia hora antes 

 

 

 

 Todos já estavam comemorando, festejando, muitos ainda nas carruagens e em cavalos estendendo a bandeira de cor azul, para celebrar a sua vitória. Arthur percebera que faltavam alguns soldados, foi aí então que viu a carruagem de rei Alfred, e dirigiu-se até ela. Diferente do que ele esperava estavam apenas dois presos de guerra do reino dos trevos, a rainha e o valete, que valiam um bocado, do seu lado estavam os Coringas os encarando feio, porém sorrindo. 

 

 

 

- O que está acontecendo aqui? - Arthur foi direto. Olhou para as correntes da rainha Elizabeta e de Roderich.  

 

 

- Os dois foram presos pelo grande e foda eu. - O coringa maior sorria. - E é claro, Peter. - O coringa menor sorrio ao ouvir seu nome mencionado. - Tenho contas para acertar com esse aí. - Apontou Gilbert para o valete de trevos. 

 

 

- Você não pode tocar nele, eles ainda serão julgados e presos. Caso o contrário o preso será você.  - Arthur o olhou impaciente. A rainha de espadas saiu e procurou pelo rei de seu reino. Avistou alguém que poderia saber, isso, Feliciano. Foi em direção do que restou do reino de corações. - Feliciano, você está bem? 

 

 

- Sim, estou ótimo!!! Encontrei meu irmão quer o ver? - O velete dizia sorrindo ainda eufórico. 

 

 

- Não, quero saber onde está Alfred. Não me diga que aquele idiota morreu! - Arthur apesar da arrogância estava preucupado com o garoto que cuidou como se fosse seu irmão menor. 

 

 

- E-Ele na verdade ficou, disse que ia acertar contas. - Feliciano dizia sem jeito, sabia que o que Alfred iria fazer não daria certo. 

 

 

- Acertar contas com quem??? - Arthur gritou desesperado enquanto segurava o valete pelos ombros. 

 

 

 

- Rei Ivan. - O valete fechou os olhos com medo da reação de Arthur. A rainha o largou e foi em direção ao seu castelo a procura de seu valete. 

 

 

- Onde está você Yao? - Ele gritava pelo lugar, fazia eco. Ficou o procurando, porém ninguém achou. Isso apenas comprovou suas teorias, Yao estava ajudando o seu inimigo. A rainha desesperado saiu sem a ajuda de ninguém, levando apenas sua varinha, companheira em momentos de aperto. Foi quase impedido pela multidão que o cercava, porém pegou seu cavalo e foi em direção ao reino dos trevos, para tentar salvar o que ainda tinha de família. 

 

 

 

Quando o mesmo chegou, surpreendeu-se, o reino de tons esverdeados estava completamente diferente, haviam soldados feridos, mulheres chorando e crianças gritando. A população de trevos o olhou diferente, como se estivessem com raiva, porém o medo não deixava ninguém o atacar. Arthur começou a andar com superioridade um pouco mais rápido com seu cavalo até chegar ao castelo. 

 

 

Olhou em volta, não haviam soldados o protegendo, estava igual a seu reino a pouco tempo. Foi em direção à porta estava aberta. Adentrou um pouco, entretanto ao dar o segundo passo para frente ouviu um grito reconhecido. 

 

 

 

De Yao

 

 

 

Isso fez com que a rainha de espadas corresse para fora e olhar o que estava acontecendo, já que o grito havia vindo de lá. E para sua surpresa, viu o que considerava seu irmão menor caindo de cima do imenso palácio de trevos. 

 

 

 

Tudo o que sentiu no momento foI seu coração, que começou a bater mais rápido, e sua respiração que ficou pesada. Arthur não acreditavá,  muito menos aceita, estava boquiaberto. Por impulso correu em direção ao rei e gritou seu nome. 

 

 

 

Continuou caindo e caindo

 

 

 

 

 

Por sorte e impulso novamente, a rainha rapidamente pegou sua varinha, com as mãos e os lábios tremendo de medo pronunciou as seguintes palavras enquanto apontava a varinha para Alfred, que caia. 

 

 

Onerariam est

 

 

 

O rei de espadas que acreditava que já era seu fim acabou que errou. Seu corpo sumiu do ar, o que deixou o rei Ivan e Yao impressionados. Seu corpo caiu de uma altura bem menor, graças ao teletransporte, na frente de Arthur. 

 

 

 

 

Eles se olharam sorrindo 

 

 

 

Seu idiota suicida. - Arthur deixava algumas lágrimas escaparem. Ajudou o pequeno grande homem a se levantar e bagunçou seus cabelos. - Tente não morrer seu filho da puta. - Ele abraçou seu irmão. 

 

 

- Obrigado. Agora vamos foder um rei. - Alfred dizia sorrindo ferozmente. 

 

 

- Mas é claro. - Arthur preparou sua varinha e os levou para cima do castelo, onde Yao e Ivan estavam ainda surpreendidos. O rei Alfred rapidamente pegou sua espada jogada no chão e antes que o rei dos trevos podesse reagir foi lhe apontada uma espada em seu pescoço. Enquanto isso isso Arthur preparava uma corda para amarrar as mãos de Ivan, também as de Yao, que por sua vez nem lutou contra. 

 

 

 

- Eu ganhei - Um sussurro escapou do rei Alfred desta vez. Ambos os governantes de espadas levaram seus prisioneiros para seu reino, o povo de trevos os olhavam ainda surpreendidos, seu rei estava sendo levado. Eles sabiam de sua derrota, aí então abaixaram-se as cabeças e apenas aceitam, voltaram a suas vidas, tentando ajudar seus homens feridos. O rei e a rainha de diamantes foram em direção ao seu reino, onde iriam preparar seus prisioneiros para o julgamento. 

 

 

 

 

Reino de diamantes 

 

 

 

- Abel, eu preciso de sua ajuda, agora - Matthew pediu. 


Notas Finais


VOLTEII \> ω < /


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